O valor do apoio da família para a aprovação de Bianca

Passar no vestibular é um feito que envolve muitas pessoas. O aluno aprovado é o principal agente nesse processo. Mas a presença de pessoas que o apoiem é essencial para que ele possa dar o seu melhor. No caso de Bianca Campos, o apoio da família teve bastante influência em sua aprovação em Medicina na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP).
O anseio dos pais em ajudar os filhos é grande. Eliane Campos, mãe de Bianca, conta: “eu e meu marido sempre nos preocupamos bastante de ela estar preparada pra fazer as provas”.
A dificuldade de conseguir a aprovação pode gerar muito estresse nos vestibulandos. É aí que entra o apoio da família. O carinho e o cuidado dos pais com os filhos nessa etapa faz com que eles se sintam amparados.
O pai de Bianca, Anivaldo Campos, acredita que o papel de pais inclui também esse incentivo aos filhos. Segundo ele, a função dos pais é “dar o suporte necessário para eles terem tranquilidade de enfrentar os desafios”.

O Kuadro na visão da família

Bianca, que é de Lins, no interior de SP, mas morava em Limeira, também no interior. Em Limeira teve dificuldade de encontrar um cursinho pré-vestibular que atendesse ao que ela precisava.  
Eliane conta que “o grande obstáculo era não ter um curso específico”. O sonho da Medicina exigia muito e ela precisava se aliar às pessoas certas.
Foi quando Bianca descobriu o Kuadro. Ao sair do vestibular do ITA, que  prestou no 2º ano do Ensino Médio, a jovem viu a divulgação do curso.
Inicialmente, Eliane ficou receosa de apostar na plataforma para o futuro da filha. Mas percebeu que era uma boa escolha. “Quando eu via que ela estava feliz e que estava só evoluindo, a gente percebeu que se encaixou perfeitamente no perfil dela”, afirma.
Anivaldo também acredita que o curso deu bons resultados para o que a filha necessitava. “O Kuadro foi surpreendente. Apresentou uma estrutura pedagógica que deu tudo que ela precisava para se desenvolver”, conta o pai.

O apoio da família Campos

O carinho nesse núcleo familiar sempre existiu. Bianca conta: “Meus pais sempre foram muito apoiadores de todos os meus sonhos. Me incentivaram a correr atrás do melhor e do que eu quisesse”.
No período do vestibular, esse apoio foi ainda mais intenso. A jovem afirma que, durante o processo, os pais estiveram nos bastidores cuidando dela para que ela se concentrasse nos estudos.
Anivaldo acrescenta ainda a felicidade de ajudar a filha: “foi muito bom poder continuar dando suporte para ela nesse ano, acompanhando o desenvolvimento dela”.
A aprovação em Medicina na UNICAMP veio e Bianca agradece: “foi muito bom saber que eles confiavam em mim e acreditavam que eu fosse passar. Foi essencial”.

A importância da orientação pedagógica para Bianca

Que a dedicação para passar no vestibular é exclusiva do aluno todos sabemos. Mas será que existem outras pessoas importantes para conquistar a vaga no tão desejado ensino superior? A jovem Bianca Campos, aprovada em Medicina na UNICAMP e na UNESP, garante que sim. A orientação pedagógica oferecida pelo Kuadro ajudou Bianca a ter a garra para continuar estudando.

“A orientação sempre está ali para te apoiar, as meninas perguntam como você está indo no curso, se está tudo bem, se você está passando por algum problema. Isso é muito importante pra gente conseguir manter o sonho”, afirma a aprovada. 

Autonomia no estudo

Por ser para cada aluno, esse acompanhamento torna-se ainda mais proveitoso para quem quer passar no vestibular.
Atualmente a equipe pedagógica da plataforma conta com 17 orientadores. Cada aluno tem o seu orientador, que vai observar e verificar o processo de aprendizado e desenvolvimento do aluno.
Maíra Costa, que foi orientadora da Bianca durante o período de estudos no Kuadro, relata como foi o desenvolvimento da jovem: “Ela sempre foi uma aluna muito independente e consciente de suas responsabilidades. Durante a orientação dela focamos mais em acertar a rotina para que ela pudesse render mais e melhor nos estudos”.
“Eu acho bom ser personalizado, porque cada um vai aprendendo no seu ritmo. Nisso o Kuadro dá muita chance, você vai tendo autonomia no seu próprio estudo, é ótimo”, afirma Bianca.

Relação próxima

No Kuadro, o contato entre orientador e orientando une estímulo, “puxão de orelha” e elogios – tudo de acordo com o movimento do aluno. É função da orientação pedagógica acolher o aluno quando ele estiver com alguma dificuldade e motivá-lo a não recuar nos estudos.
Maíra acrescenta sua visão sobre Bianca: “O ponto mais positivo dela era a postura de vir até mim quando encontrava um problema que não conseguia vir sozinha. Esse comportamento aliado ao esforço foram responsáveis pela mais que merecida aprovação”.
Bianca conta: “Se estiver com algum problema você conversa com elas, em relação a simulados, desânimo. E aí conta pra elas o seu resultado, elas ficam felizes por você”.

Mas só a orientação pedagógica não resolve tudo…

O trabalho do orientador é garantir que o desempenho do aluno evolua ao longo do seu processo de estudos. Mas a união desse acompanhamento ao empenho pessoal de cada estudante é o ideal para garantir a aprovação dos sonhos!
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Qual foi o papel da família de Artur Araújo na aprovação da AFA?

A família é a base de tudo. Normalmente, quando um aluno é aprovado em um vestibular, todo mundo coloca na conta dele o processo da aprovação. Mas a gente esquece que é uma combinação de fatores para que aquilo funcione. E a família tem um peso extremo nesse caso.
Não foi diferente com Artur Araújo, ex-aluno do Kuadro e aprovado no vestibular da AFA. “Sempre incentivamos o Artur a estudar”, declarou Fernando Araújo, o pai. “Em certos momentos ele perdeu o foco e ficou meio desestimulado. A gente tinha que estar lá para dar apoio e ele continuar”.

A perda da bolsa em Fortaleza e a força para continuar

No primeiro ano de estudos, Arthur não conseguiu passar no ITA, seu grande sonho. Para somar a isso, perdeu a bolsa em um cursinho que fazia com uma turma específica para o ITA.
“Isso me atingiu demais”, declarou Arthur. “Eu tive uma conversa com meu pai depois disso, porque estava pensando em fazer uma faculdade paga local e trabalharia na fábrica. Ele me deu uma força tremenda. Ele me disse ‘eu não criei você para ser pequeno e sim para ser grande e voar’. Aquilo me animou muito”.

Entrada do Kuadro na vida de Artur

A confiança, ou a falta dela, era a principal inimiga de Artur e o pai dele sabia disso. “Ele achava que não estava preparado e isso dificultava muito o sucesso dele”, lembrou Fernando.
Aí que entrou o Kuadro na vida do Artur. “A instituição deu o suporte para que ele conseguisse o que ele queria”, completou. “Eu senti que eu simplesmente estava pronto e que ia conseguir”, adicionou Artur.

A alegria da família na aprovação na AFA

Por fim, Artur alcançou um sonho e passou em um grande vestibular, o da Academia da Força Aérea, a AFA. E o mérito e a comemoração foi de toda a família.
“É importante que a família esteja unida e participe da alegria, não só da tristeza na hora da queda, mas também da alegria na hora que ele consegue passar”, declarou Fernando. “O nosso papel é de incentivo aos filhos. A vitória é de todos, dele, da família, dos professores do Kuadro e de toda a sociedade. É uma satisfação imensa”.

O papel da família na aprovação #06

A Ingrid imaginava que nunca seria possível passar no vestibular da USP, mas além da sua dedicação o apoio incondicional da família foi um ponto muito importante para realizar esse sonho e conquistar a aprovação no vestibular.

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O papel da família na aprovação #02

Confira nesse vídeo como o suporte da família foi importante na aprovação do Bruno Lanza na AFA.

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O papel da família na aprovação #01

O apoio familiar é importante em muitas situações, e para que você consiga focar 100% nos seus estudos, é importante que sua família esteja disposta a te apoiar nessa decisão difícil. Nesse vídeo a família do Bruno conta como foi o preparo do filho para o vestibular do ponto de vista deles.

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História de aprovação #06 Ingrid Oliveira

A Ingrid imaginava que nunca seria possível passar no USP, chegou a mudar de cidade pra fazer um cursinho presencial, mas precisou retornar pra casa na sua cidade natal. Infelizmente, lá ela não tinha um cursinho bom o suficiente para ajudá-la a alcançar os objetivos que buscava. Foi aí que surgiu o kuadro na vida dela! O fim da história foi a aprovação na USP.

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História de aprovação #02 Bruno Lanza

O Bruno Lanza tinha o sonho de se tornar piloto da Força Aérea Brasileira. Pra isso, além de ter visão perfeita, estrutura física e saúde excepcionais, é preciso provar uma grande capacidade intelectual, sendo aprovado no vestibular da AFA – Academia da Força Aérea.
Ele não tinha como se preparar em Ibiporã, sua cidade no interior do Paraná, porque lá não tem nenhum curso preparatório. Então, ele decidiu ir à luta sozinho. Buscou por dois anos a aprovação, infelizmente sem sucesso. Em janeiro de 2016 ele conheceu o kuadro e hoje ele mora em Pirassununga, no alojamento dos Cadetes da AFA.

Vem conhecer o cursinho online que mais aprova!


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História de aprovação #01 Bruno Cirne

Veja a história do Bruno, que sonhou estudar numa das melhores faculdades do país e se dedicou 100% pra correr atrás do sonho. Ele sabia que pra vencer o desafio, precisaria das condições perfeitas: otimizar o tempo, ter a certeza de que aprendereria tudo, e contar com o apoio da família e dos amigos nos momentos difíceis. O Bruno conseguiu realizar o sonho dele, você também quer realizar o seu? Vem conhecer o kuadro!

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O papel dos pais na aprovação dos filhos no vestibular

Recentemente, eu estava na igreja com minha esposa e minha filha e depois da reunião fui conversar com um amigo, cujo filho tinha acabado de fazer a prova da Fuvest. O menino é muito bom, super estudioso, mas não conseguiu passar na primeira fase da Fuvest pra Engenharia de Computação na Poli, que é a escola de engenharia da USP.

Esse meu amigo é advogado e trabalha no governo, já a esposa é corretora de imóveis especializada em terrenos para construtoras. Eles são muito trabalhadores e investem muito na educação do filho, tanto que o menino estuda numa das melhores escolas de São Paulo. Enfim, a família toda se preocupa bastante com a educação do filho e, naturalmente, eles ficaram muito tristes com o resultado ruim na Fuvest, né!

Pra piorar, ele também não passou na primeira fase da Unicamp, então estava todo mundo muito triste porque a expectativa da família era que o menino fosse aprovado em engenharia de computação na Unicamp ou na USP.
Então, vendo a situação, eu resolvi chamar o pai do garoto pra gente conversar mais reservadamente.

Ele começou a desabafar:

Nós investimos muito na educação dele, colocamos numa das melhores escolas de São Paulo e de repente não deu certo. Estamos todos muito tristes, mas eu tenho conversado com ele, tenho cobrado, porque foi uma oportunidade que nós oferecemos, muito melhor do que tivemos, e ele não soube aproveitar.

Conversei com o pai e disse pra ter calma. A escola escola é muito boa, mas a rotina imposta não dava tempo para o filho dele fazer exercícios e desenvolver o conhecimento. Era muita prova toda semana e agora, no calor do resultado, o melhor era não fazer nenhuma pressão. Ter calma, deixar a poeira baixar e dar apoio ao filho.

O menino também estava triste, dava pra ver na postura. Estava mais calado, decepcionado. Também não era pra menos! Ele é um rapaz muito bom e tinha total consciência do cuidado que os pais sempre tiveram com ele. Ele estava mais triste pela decepção que pode ter trazido aos pais do que pelo próprio resultado no vestibular. Concorrência muito alta e ele sabia que o natural era a reprovação. Ele me confidenciou que vai estudar mais pra alcançar o sonho de passar na USP. O pai entendeu, concordou e reconheceu que o momento era de apoiar o filho.

Uma outra história, um pouco diferente dessa é a minha.
Cheguei em casa decidido a largar o emprego e estudar para o ITA. Contei pra minha mãe, que tem quarta série do ensino fundamental e nem sabia direito o que era ITA, e ela falou assim:

Eu não tenho o dinheiro pra te dar de passagem nem pra pagar o cursinho, mas aqui em casa você terá comida e um lugar pra dormir.

Ela nem lembrou que eu tinha comprado uma geladeira pra ela e ainda estava pagando! Mas o importante é que eu tinha o dinheiro pra pagar as prestações da geladeira e pra bancar aqueles seis meses de estudo que faltavam para o vestibular.

A minha história é diferente por causa das condições financeiras e também pelas condições que minha mãe pode proporcionar, que não eram muito boas. Tanto minha mãe quanto os pais do menino deram o apoio que podiam e por isso eu puder, e o menino vai poder, continuar correndo atrás do sonho.

Mas eu sei que muitas famílias não são assim. Os pais até dizem que querem ajudar os filhos, mas na prática é diferente. Aqui no kuadro nossa coordenação pedagógica recebe vários relatos de alunos cujos pais criam uma série de empecilhos aos estudos dos filhos.

“Preciso que você me leve no supermercado”, “preciso que você me ajude a arrumar a casa”, “deixe pra estudar depois, pois preciso que você trabalhe comigo na loja durante o dia”, “não vamos poder comprar seus livros porque temos que viajar para a praia”.
E esses são apenas alguns exemplos de como os pais podem prejudicar a vida dos filhos. Pois eu tenho certeza que nenhum pai quer que o filho seja motorista da família por muito tempo, ou dependa dos pais de alguma forma.

Os pais, em geral, querem o melhor para seus filhos, mas muitas vezes eles não sabem que as ações estão transmitindo outra mensagem. Então, se você tem filhos e quer que eles realizem seus sonhos, alcancem a realização pessoal ou material que busca, você precisa oferecer apoio incondicional aos seus filhos quando eles decidem estudar.

Seu filho também fará sacrifícios como encontrar amigos, fazer esportes e terminar o namoro. Talvez isso seja pouco relevante pra você, mas para o seu filho é um grande sacrifício e ele precisa do seu apoio incondicional.

Um grande abraço e até logo!

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PDF – MÉTODO KUADRO DE APROVAÇÃO

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