Depoimento da Marina Ferreira sobre o kuadro

A Marina Ferreira, que faz parte da nossa equipe de coordenação pedagógica, fez um depoimento contando como está sendo sua experiência de trabalhar no Kuadro.
Assista o vídeo abaixo e conheça um pouco de como é trabalhar com a gente:

Depoimentos dos nossos alunos

Selecionamos alguns depoimentos que fizeram sobre o nosso método de ensino no WhatsApp e junto com eles #3 MOTIVOS PARA VOCÊ ESTUDAR NO KUADRO.
Com a autorização de cada aluno, disponibilizamos abaixo alguns prints para você conhecer um pouco do ponto de vista dos nossos alunos:

MOTIVO #1. Nossa plataforma foi desenvolvida pensando na necessidade dos nossos alunos, e a cada feedback procuramos melhorar cada vez mais essa experiência.

Depoimento #1 dos alunos do Kuadro no WhatsApp

MOTIVO #2. No kuadro acreditamos que cada aluno tem seu próprio ritmo, e nós respeitamos o desenvolvimento de cada um, seu desempenho individual é avaliado constantemente.

Depoimento #2 dos alunos do Kuadro no WhatsApp

MOTIVO #3. Nossa equipe pedagógica e nossos professores já estiveram no seu lugar. E eles estarão sempre disponíveis para te ajudar nos estudos e te motivar a não desistir do seu sonho.

Depoimento #3 dos alunos do Kuadro no WhatsApp

Quer conhecer mais sobre nosso curso? Acesse aqui nosso site  😉

O papel dos pais na aprovação dos filhos no vestibular

Recentemente, eu estava na igreja com minha esposa e minha filha e depois da reunião fui conversar com um amigo, cujo filho tinha acabado de fazer a prova da Fuvest. O menino é muito bom, super estudioso, mas não conseguiu passar na primeira fase da Fuvest pra Engenharia de Computação na Poli, que é a escola de engenharia da USP.

Esse meu amigo é advogado e trabalha no governo, já a esposa é corretora de imóveis especializada em terrenos para construtoras. Eles são muito trabalhadores e investem muito na educação do filho, tanto que o menino estuda numa das melhores escolas de São Paulo. Enfim, a família toda se preocupa bastante com a educação do filho e, naturalmente, eles ficaram muito tristes com o resultado ruim na Fuvest, né!

Pra piorar, ele também não passou na primeira fase da Unicamp, então estava todo mundo muito triste porque a expectativa da família era que o menino fosse aprovado em engenharia de computação na Unicamp ou na USP.
Então, vendo a situação, eu resolvi chamar o pai do garoto pra gente conversar mais reservadamente.

Ele começou a desabafar:

Nós investimos muito na educação dele, colocamos numa das melhores escolas de São Paulo e de repente não deu certo. Estamos todos muito tristes, mas eu tenho conversado com ele, tenho cobrado, porque foi uma oportunidade que nós oferecemos, muito melhor do que tivemos, e ele não soube aproveitar.

Conversei com o pai e disse pra ter calma. A escola escola é muito boa, mas a rotina imposta não dava tempo para o filho dele fazer exercícios e desenvolver o conhecimento. Era muita prova toda semana e agora, no calor do resultado, o melhor era não fazer nenhuma pressão. Ter calma, deixar a poeira baixar e dar apoio ao filho.

O menino também estava triste, dava pra ver na postura. Estava mais calado, decepcionado. Também não era pra menos! Ele é um rapaz muito bom e tinha total consciência do cuidado que os pais sempre tiveram com ele. Ele estava mais triste pela decepção que pode ter trazido aos pais do que pelo próprio resultado no vestibular. Concorrência muito alta e ele sabia que o natural era a reprovação. Ele me confidenciou que vai estudar mais pra alcançar o sonho de passar na USP. O pai entendeu, concordou e reconheceu que o momento era de apoiar o filho.

Uma outra história, um pouco diferente dessa é a minha.
Cheguei em casa decidido a largar o emprego e estudar para o ITA. Contei pra minha mãe, que tem quarta série do ensino fundamental e nem sabia direito o que era ITA, e ela falou assim:

Eu não tenho o dinheiro pra te dar de passagem nem pra pagar o cursinho, mas aqui em casa você terá comida e um lugar pra dormir.

Ela nem lembrou que eu tinha comprado uma geladeira pra ela e ainda estava pagando! Mas o importante é que eu tinha o dinheiro pra pagar as prestações da geladeira e pra bancar aqueles seis meses de estudo que faltavam para o vestibular.

A minha história é diferente por causa das condições financeiras e também pelas condições que minha mãe pode proporcionar, que não eram muito boas. Tanto minha mãe quanto os pais do menino deram o apoio que podiam e por isso eu puder, e o menino vai poder, continuar correndo atrás do sonho.

Mas eu sei que muitas famílias não são assim. Os pais até dizem que querem ajudar os filhos, mas na prática é diferente. Aqui no kuadro nossa coordenação pedagógica recebe vários relatos de alunos cujos pais criam uma série de empecilhos aos estudos dos filhos.

“Preciso que você me leve no supermercado”, “preciso que você me ajude a arrumar a casa”, “deixe pra estudar depois, pois preciso que você trabalhe comigo na loja durante o dia”, “não vamos poder comprar seus livros porque temos que viajar para a praia”.
E esses são apenas alguns exemplos de como os pais podem prejudicar a vida dos filhos. Pois eu tenho certeza que nenhum pai quer que o filho seja motorista da família por muito tempo, ou dependa dos pais de alguma forma.

Os pais, em geral, querem o melhor para seus filhos, mas muitas vezes eles não sabem que as ações estão transmitindo outra mensagem. Então, se você tem filhos e quer que eles realizem seus sonhos, alcancem a realização pessoal ou material que busca, você precisa oferecer apoio incondicional aos seus filhos quando eles decidem estudar.

Seu filho também fará sacrifícios como encontrar amigos, fazer esportes e terminar o namoro. Talvez isso seja pouco relevante pra você, mas para o seu filho é um grande sacrifício e ele precisa do seu apoio incondicional.

Um grande abraço e até logo!

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PDF – MÉTODO KUADRO DE APROVAÇÃO

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