Gabarito ESCOLA NAVAL - Provas Anteriores

Questão
2018Física

Analise a figura abaixo. A figura acima mostra a seo reta longitudinal de uma caamba rgida preenchida com troncos de madeira e apoiada sobre o plano inclinado de por meio de ps retangulares transversais distantes D=3,0m um do outro. O equilbrio esttico da caamba mantido utilizando vrios calos fixos. Considere o centro de massa CM distante h=1,0m do plano inclinado e equidistante dos pontos A e B nos quais esto aplicadas as resultantes das foras de contato, sendo A, B e CM pertencentes ao mesmo plano perpendicular ao plano inclinado. Desprezando o atrito, na iminncia de a caamba tombar (reao normal NB=0), a tangente do ngulo vale:

Questão
2018Física

(ESCOLA NAVAL 2018) A figura acima mostra um casca esfrica de raio interno a e raio externo 4a, ambos em metros, carregada com densidade volumtrica de carga p=2/a3 (C/m3). No centro geomtrico da casca, h uma carga pontual q = -379C. Estando o sistema de cargas descrito acima isolado numa regio de vcuo , qual o mdulo, a direo e o sentido do vetor campo eltrico, em newtons/coulomb, nos pontos do espao que distam 5a metros da carga pontual? Dados: a um nmero inteiro positivo ko a constante eltrica no vcuo considere pi = 3

Questão
2018Física

A figura acima exibe, num diagrama PV, um ciclo reversvel a que est submetido 2 moles de um gs monoatmico ideal. Sabendo que as temperaturas nos estados A, B e C esto relacionadas por Tc = 3TB = 9TA, qual a eficincia do ciclo?

Questão
2018Física

Conforme indica a figura acima, uma bolha de hlio sofre um deslocamento vertical na gua, do ponto A at o ponto B, onde= 10m. Sabendo que a razo (B/ A) entre os volumes dobro da razo (TB/TA) entre as temperaturas. Qual a presso, em pascal, no ponto B? Analise a figura abaixo. Conforme indica a figura acima, uma bolha de hlio sofre um deslocamento vertical na gua, do ponto A at o ponto B, onde= 10m. Sabendo que a razo (B/ A) entre os volumes dobro da razo (TB/TA) entre as temperaturas. Qual a presso, em pascal, no ponto B? Dado: massa especfica da gua 103kg/m3e g=10m/s2

Questão
2018Física

Analise a figura abaixo. A figura acima mostra um pndulo oscilando em movimento harmnico simples. Sua equao de posio angular em funo do tempo dada por: (t)=(/3O)sen(t) radianos. Sabe-se que L=2,5m o comprimento do pndulo, e g=10m/s2 a acelerao da gravidade local. Qual a velocidade linear, em m/s, da massa m=2,0kg, quando passa pelo ponto mais baixo de sua trajetria? Dado: considere=3

Questão
2018Física

Para que um galvanmetro ideal G (resistncia nula), o qual suporta uma corrente mxima lGm. seja utilizado em um simples ampermetro capaz de indicar qualquer valor de corrente, so utilizadas as resistncias RS(shunt, em paralelo com G) e RG(em srie com G), como mostra o circuito da figura acima. Considere que, medindo uma corrente 1=50,5A utilizando esse ampermetro, o galvanmetro apresenta sua deflexo mxima indicando 50,0A, com lG=lGm=500mA. Sendo assim, a razoRG/RSutilizada nessa medida vale:

Questão 2
2017Português

(ESC. NAVAL - 2017) Assinale a opo em que o termo destacado deve ser acentuado, conforme ocorre na expresso primeira leitura.

Questão 2
2017Português

(ESCOLA NAVAL - 2017) Leia o texto abaixo e responda (s) questo(es) a seguir. O dono do livro Li outro dia um fato real narrado pelo escritor moambicano Mia Couto. Ele disse que certa vez chegou em casa no fim do dia, j havia anoitecido, quando um garoto humilde de 16 anos o esperava sentado no muro. O garoto estava com um dos braos para trs, o que perturbou o escritor, que imaginou que pudesse ser assaltado. Mas logo o menino mostrou o que tinha em mos: um livro do prprio Mia Couto. Esse livro seu? perguntou o menino. Sim, respondeu o escritor. Vim devolver. O garoto explicou que horas antes estava na rua quando viu uma moa com aquele livro nas mos, cuja capa trazia a foto do autor. O garoto reconheceu Mia Couto pelas fotos que j havia visto em jornais. Ento perguntou para a moa: Esse livro do Mia Couto? Ela respondeu: . E o garoto mais que ligeiro tirou o livro das mos dela e correu para a casa do escritor para fazer a boa ao de devolver a obra ao verdadeiro dono. Uma histria assim pode acontecer em qualquer pas habitado por pessoas que ainda no estejam familiarizadas com os livros aqui no Brasil, inclusive. De quem o livro? A resposta no a mesma de quando se pergunta: Quem escreveu o livro?. O autor quem escreve, mas o livro quem l, e isso de uma forma muito mais abrangente do que o conceito de propriedade privada comprei, meu. O livro de quem l mesmo quando foi retirado de uma biblioteca, mesmo que seja emprestado, mesmo que tenha sido encontrado num banco de praa. O livro de quem tem acesso s suas pginas e atravs delas consegue imaginas os personagens, os cenrios, a voz e o jeito com que se movimentam. So do leitor as sensaes provocadas, a tristeza, a euforia, o medo, o espanto, tudo que transmitido pelo autor, mas que reflete em quem l de uma forma muito pessoal. do leitor o prazer. do leitor a identificao. do leitor o aprendizado. o leitor o livro. Dias atrs gravei um comercial de rdio em prol do Instituto Estadual do Livro em que falo aos leitores exatamente isso: os meus livros so os seus livros. E so, de fato. No existe livro sem leitor. No existe. um objeto fantasma que no serve para nada. Aquele garoto de Moambique no v assim. Para ele, o livro de quem traz o nome estampado na capa, como se isso sinalizasse o direito de posse. No tem ideia de como se d o processo todo, possivelmente nunca entrou numa livraria, nem sabe o que tiragem. Mas, em seu desengano, teve a gentileza de tentar colocar as coisas em seu devido lugar, mesmo que para isso tenha roubado o livro de uma garota sem perceber. Ela era a dona do livro. E deve ter ficado estupefata. Um f do Mia Couto afanou seu exemplar. No levou o celular, a carteira, s quis o livro. Um danado de uma amante da literatura, deve ter pensado ela. Assim so as histrias escritas tambm pela vida, interpretadas a seu modo por cada dono. Martha Medeiros. Jornal ZERO HORA 06/11/11. Revista O Globo, 25 de novembro de 2012. Assinale a opo em que a troca da palavra sublinhada pela que est entre parnteses mantm corretas as relaes de sentido e a regncia nominal ou verbal.

Questão 18
2017Português

TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: Leia o texto abaixo e responda à(s) questão(ões). Leitura - leituras: quando ler (bem) é preciso [...] Alguns leitores ao lerem estas frases (poesia citada) não compreenderam logo. Creio mesmo é impossível compreender inteiramente à primeira leitura pensamentos assim esquematizados sem uma certa prática. Mário de Andrade Artista Eu sou um escritor difícil Que a muita gente enquizila, Porém essa culpa é fácil De se acabar duma vez: É só tirar a cortina Que entra luz nesta escurez. Mário de Andrade Lundu do escritor difícil No eterno criar e recriar da atividade verbal, a criatividade, a semanticidade, a intersubjetividade, a materialidade e a historicidade são propriedades essenciais da linguagem, indispensáveis a todos os atos da fala, sejam eles presente, passados ou futuros. Porém, é a atividade semântica que intermedeia a conexão dos seres humanos com o mundo dos objetos, estabelecendo a relação entre o EU e o Universo, e, junto com a alteridade (relação do EU com o Outro, de caráter interlocutivo), permite a identificação da linguagem como tal, pois a linguagem existe não apenas para significar, mas significar alguma coisa para o outro. A semanticidade possibilita o indivíduo conceber e revelar as coisas pertencentes ao mundo do real e da imaginação. Logo, é ao mesmo tempo significação, modo de conceber, ou melhor, uma configuração linguística de conhecimento, uma organização verbal do pensamento, e designação ou referência, aplicação dos conceitos às coisas extralinguísticas. [...]. No processo de leitura do texto, para que o leitor se aproprie desse(s) sentido(s), é necessário que ele domine não apenas o código linguístico, mas também compartilhe bagagem cultural, vivências, experiências, valores, correlacione os conhecimentos construídos anteriormente (de gênero e de mundo, entre outros) com as novas informações expressas no texto; faça inferências e comparações; compreenda que o texto não é uma estrutura fechada, acabada, pronta; perceba as significações, as intencionalidades, os dialogismos, o não dito, os silêncios. Em resumo, é fundamental que, por meio de uma série de contribuições, o interlocutor colabore para a construção do conhecimento. Assim, ler não significa traduzir um sentido já considerado pronto, mas interagir com o outro (o autor), aceitando, ou não, os propósitos do interlocutor. Prof Marina Cezar Revista Villegagnon. Ano IV. N 4. 2009 Texto adaptado. Leia o fragmento: [...] a relação entre o Eu e o Universo [...] (2 parágrafo) Assinale a opção em que a palavra sublinhada foi formada pelo mesmo processo que a palavra destacada acima.

Questão
2017Física

(Esc. Naval 2017) Analise a figura a seguir. A figura a seguir apresenta um sistema binrio de estrelas, isolado, que composto por duas estrelas de mesmo tamanho e de mesma massa M.O sistema, estvel, gira em torno de seu centro de massa com um perodo de rotao constante T. Sendo Da distncia entre as estrelas e G aconstante gravitacional universal, assinale a opo correta.

Questão
2017Inglês

(ESCOLA NAVAL - 2017) Which is the correct option to complete the sentence? Peter: I saw Jane yesterday. Peter ________________________.

Questão
2017Português

(ESCOLA NAVAL - 2017) TEXTO PARA A PRXIMA QUESTO: Leia o texto abaixo e responda (s) questo(es) a seguir. O dono do livro Li outro dia um fato real narrado pelo escritor moambicano Mia Couto. Ele disse que certa vez chegou em casa no fim do dia, j havia anoitecido, quando um garoto humilde de 16 anos o esperava sentado no muro. O garoto estava com um dos braos para trs, o que perturbou o escritor, que imaginou que pudesse ser assaltado. Mas logo o menino mostrou o que tinha em mos: um livro do prprio Mia Couto. Esse livro seu? perguntou o menino. Sim, respondeu o escritor. Vim devolver. O garoto explicou que horas antes estava na rua quando viu uma moa com aquele livro nas mos, cuja capa trazia a foto do autor. O garoto reconheceu Mia Couto pelas fotos que j havia visto em jornais. Ento perguntou para a moa: Esse livro do Mia Couto? Ela respondeu: . E o garoto mais que ligeiro tirou o livro das mos dela e correu para a casa do escritor para fazer a boa ao de devolver a obra ao verdadeiro dono. Uma histria assim pode acontecer em qualquer pas habitado por pessoas que ainda no estejam familiarizadas com os livros aqui no Brasil, inclusive. De quem o livro? A resposta no a mesma de quando se pergunta: Quem escreveu o livro?. O autor quem escreve, mas o livro quem l, e isso de uma forma muito mais abrangente do que o conceito de propriedade privada comprei, meu. O livro de quem l mesmo quando foi retirado de uma biblioteca, mesmo que seja emprestado, mesmo que tenha sido encontrado num banco de praa. O livro de quem tem acesso s suas pginas e atravs delas consegue imaginas os personagens, os cenrios, a voz e o jeito com que se movimentam. So do leitor as sensaes provocadas, a tristeza, a euforia, o medo, o espanto, tudo que transmitido pelo autor, mas que reflete em quem l de uma forma muito pessoal. do leitor o prazer. do leitor a identificao. do leitor o aprendizado. o leitor o livro. Dias atrs gravei um comercial de rdio em prol do Instituto Estadual do Livro em que falo aos leitores exatamente isso: os meus livros so os seus livros. E so, de fato. No existe livro sem leitor. No existe. um objeto fantasma que no serve para nada. Aquele garoto de Moambique no v assim. Para ele, o livro de quem traz o nome estampado na capa, como se isso sinalizasse o direito de posse. No tem ideia de como se d o processo todo, possivelmente nunca entrou numa livraria, nem sabe o que tiragem. Mas, em seu desengano, teve a gentileza de tentar colocar as coisas em seu devido lugar, mesmo que para isso tenha roubado o livro de uma garota sem perceber. Ela era a dona do livro. E deve ter ficado estupefata. Um f do Mia Couto afanou seu exemplar. No levou o celular, a carteira, s quis o livro. Um danado de uma amante da literatura, deve ter pensado ela. Assim so as histrias escritas tambm pela vida, interpretadas a seu modo por cada dono. Martha Medeiros. Jornal ZERO HORA 06/11/11. Revista O Globo, 25 de novembro de 2012. Ao discutir a questo sobre quem o dono do livro, no texto, o verboserfica em evidncia. Assinale a opo em que a concordncia da forma verbal destacada est correta, de acordo com a norma-padro.

Questão
2017Inglês

(ESCOLA NAVAL -2017) Mark the correct option.

Questão
2017Português

(ESC. NAVAL - 2017) Leia o texto abaixo e responda (s) questo(es). Leitura - leituras: quando ler (bem) preciso [...] Alguns leitores ao lerem estas frases (poesia citada) no compreenderam logo. Creio mesmo impossvel compreender inteiramente primeira leitura pensamentos assim esquematizados sem uma certa prtica. Mrio de Andrade Artista Eu sou um escritor difcil Que a muita gente enquizila, Porm essa culpa fcil De se acabar duma vez: s tirar a cortina Que entra luz nesta escurez. Mrio de Andrade Lundu do escritor difcil No eterno criar e recriar da atividade verbal, a criatividade, a semanticidade, a intersubjetividade, a materialidade e a historicidade so propriedades essenciais da linguagem, indispensveis a todos os atos da fala, sejam eles presente, passados ou futuros. Porm, a atividade semntica que intermedeia a conexo dos seres humanos com o mundo dos objetos, estabelecendo a relao entre o EU e o Universo, e, junto com a alteridade (relao do EU com o Outro, de carter interlocutivo), permite a identificao da linguagem como tal, pois a linguagem existe no apenas para significar, mas significar alguma coisa para o outro. A semanticidade possibilita o indivduo conceber e revelar as coisas pertencentes ao mundo do real e da imaginao. Logo, ao mesmo tempo significao, modo de conceber, ou melhor, uma configurao lingustica de conhecimento, uma organizao verbal do pensamento, e designao ou referncia, aplicao dos conceitos s coisas extralingusticas. [...]. No processo de leitura do texto, para que o leitor se aproprie desse(s) sentido(s), necessrio que ele domine no apenas o cdigo lingustico, mas tambm compartilhe bagagem cultural, vivncias, experincias, valores, correlacione os conhecimentos construdos anteriormente (de gnero e de mundo, entre outros) com as novas informaes expressas no texto; faa inferncias e comparaes; compreenda que o texto no uma estrutura fechada, acabada, pronta; perceba as significaes, as intencionalidades, os dialogismos, o no dito, os silncios. Em resumo, fundamental que, por meio de uma srie de contribuies, o interlocutor colabore para a construo do conhecimento. Assim, ler no significa traduzir um sentido j considerado pronto, mas interagir com o outro (o autor), aceitando, ou no, os propsitos do interlocutor. Prof Marina Cezar Revista Villegagnon. Ano IV. N 4. 2009 Texto adaptado. Assinale a opo em que, de acordo com a variante padro brasileira, o verbo indicado entre parnteses segue a mesma flexo da forma verbal observada em: [...] a atividade semntica que intermedeia a conexo dos seres humanos com o mundo dos objetos (2 pargrafo)

Questão
2017Inglês

(COLGIO NAVAL - 2017) Mark the option in which all the verbs are written in the Simple Past.