Coronavírus: Como o COVID-19 está impactando a vida dos estudantes

Impactos do COVID-19 na vida dos estudantes

As casas outrora vazias e sossegadas, cujos residentes passavam o dia trabalhando ou executando outras atividades, agora se encontram mais cheias e mais barulhentas. O canto de estudos não é mais o mesmo, o quarto vazio agora está ocupado.

O coronavírus está mudando a vida ao redor do mundo, e não está poupando os estudantes que se preparam para o vestibular.

A crise começou há cerca de quatro meses, quando a Organização Mundial da Saúde (OMS) acendeu seu alerta vermelho. Em 31 de dezembro de 2019 a entidade foi notificada pela primeira vez sobre múltiplos casos de pneumonia na cidade chinesa de Wuhan, capital da província de Hubei. O diagnóstico veio cerca de uma semana depois, em 7 de janeiro de 2020, por meio das autoridades chinesas: a “culpada” pela onda de graves infecções respiratórias era uma nova e perigosa cepa (tipo) de coronavírus, que não havia sido identificada antes em seres humanos.

Cientistas do mundo inteiro trabalham em conjunto com a OMS desde os primeiros registros dessa nova doença, a fim de aprender mais sobre o vírus, como ele afeta as pessoas infectadas, potenciais protocolos de tratamento e o que os países podem fazer para reagir à pandemia.

Em termos oficiais, a OMS reconheceu, em 30 de janeiro de 2020, que o surto da doença causada pelo novo coronavírus constitui uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional. Este é o mais alto nível de alerta da entidade, conforme previsto no Regulamento Sanitário Internacional. A responsabilidade de se determinar se um evento constitui uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional cabe ao diretor-geral da OMS e requer a convocação de um comitê de especialistas – chamado de Comitê de Emergências do RSI.


Leia Mais: AÇÕES QUE O KUADRO TOMOU PARA CONTINUAR ATENDENDO SEUS ALUNOS DURANTE A QUARENTENA.

É a sexta vez na história que uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional é declarada. Antes disso, foram declaradas a pandemia de H1N1, em 25 de abril de 2009; a disseminação internacional de poliovírus, em 5 de maio de 2014; o surto de Ebola na África Ocidental, em 8 agosto de 2014; o vírus zika e o aumento de casos de microcefalia e outras malformações congênitas, em 1 de fevereiro de 2016; e, por fim, o surto de ebola na República Democrática do Congo, em 18 maio de 2018.

Foi apenas em 11 de março de 2020, mais de três meses depois da notificação da China à OMS, que a COVID-19 foi oficializada como uma pandemia pelo órgão sanitário da Organização das Nações Unidas.

Trata-se de um velho conhecido: os coronavírus, que recebem esse nome por conta do formato celular semelhante ao de uma coroa, são relativamente comuns e estão espalhados pelos sete continentes. 

São tão comuns que são a segunda principal causa de resfriado comum no mundo, perdendo apenas para o rinovírus. Também são os responsáveis por doenças mais graves, famosos por seu potencial epidêmico, como a SARS e a MERS.

Ao todo, são sete os coronavírus humanos (HCoVs) que já foram identificados: HCoV-229E, HCoV-OC43, HCoV-NL63, HCoV-HKU1, SARS-COV (que causa síndrome respiratória aguda grave), MERS-COV (que causa síndrome respiratória do Oriente Médio) e o, mais recente, o SARS-COV-2, também conhecido como novo coronavírus.

A doença causada por essa nova cepa do coronavírus recebeu o nome de Covid-19 e tem uma alarmante taxa de mortalidade. De acordo com dados da OMS do dia 14 de março de 2020, o novo vírus é fatal em 3,74% dos casos. Ou seja: até o momento em que a pesquisa foi realizada, foram infectadas cerca de 150.000 pessoas ao redor do mundo, entre as quais 5.614 morreram. Os países que registraram mais óbitos, até o momento, foram Itália, China e Irã.

Em geral, a maioria dos pacientes contaminados com o novo coronavírus apresenta sintomas leves, como febre, cansaço e tosse seca. Algumas pessoas podem ter dores, congestão nasal, corrimento nasal, dor de garganta ou diarreia. Não é raro, ainda, que algumas pessoas sejam assintomáticas, ou seja, estão com o vírus no organismo, mas não apresentam sintomas.

As medidas de prevenção de contágio são as mesmas utilizadas para prevenir doenças respiratórias em geral. Dessa forma, se uma pessoa apresentar quadro com febre, tosse e dificuldade de respirar, a orientação é para que procure atendimento médico assim que possível, com o devido compartilhamento do histórico de viagens com o profissional de saúde. Além disso, recomenda-se lavar as mãos com água e sabão ou com desinfetantes para mãos à base de álcool. Também vale a pena cumprir a “etiqueta da gripe”: ao tossir ou espirrar, cubra a boca e o nariz com o cotovelo flexionado ou com um lenço. Nesse caso, lembre-se de higienizar as mãos ao jogar fora o lenço.

Além dos cuidados redobrados com passos simples de higiene pessoal, uma das principais soluções para retardar o tempo de contágio do vírus é o isolamento social, ou seja, a proibição de aglomerações de pessoas, não importa o motivo (casamento, aniversário, formatura, eventos políticos etc.).

Cerca de 80% dos pacientes conseguem se recuperar da doença sem precisar de tratamento especial. No entanto, uma a cada seis pessoas com COVID-19 fica gravemente doente e desenvolve dificuldade em respirar, sendo comuns os casos que demandam hospitalização. As pessoas idosas e/ou com doenças crônicas são a maior parcela das vítimas dessa nova doença.


Leia Mais:
AÇÕES QUE O KUADRO TOMOU PARA CONTINUAR ATENDENDO SEUS ALUNOS DURANTE A QUARENTENA.

A alta taxa de mortalidade não é a maior preocupação em relação ao novo coronavírus, mas sim a velocidade com que se alastra. Em comparação com a “prima” Síndrome Aguda Respiratória Grave, a SARS, epidemia entre os anos 2002 e 2004, a Covid-19 tem uma elevada velocidade de contágio e se espalha muito mais rápido.
 

É a isso que se deve a pandemia do coronavírus, que começou na China e logo se espalhou por todo o globo. Esse fato também explica a dificuldade em lidar com esse vírus, já que mostra-se impossível acabar diretamente com os meios de transmissão da doença.

A alta velocidade de contágio faz com que mais pessoas fiquem doentes ao mesmo tempo, sobrecarregando os recursos públicos, superlotando os sistemas de saúde e causando o colapso da sociedade em cadeia.

Esses dados deixam clara a alta periculosidade da doença e expõe a necessidade do compromisso de cada um para que esse inimigo invisível seja contido.

Medidas restritivas à circulação de pessoas, chegando à aplicação de multas, pena de prisão e outras penalidades, foram adotadas por diversos países em todo o mundo, com a implementação de medidas em âmbito nacional para o combate à propagação do novo coronavírus, inclusive no Brasil. Tais medidas servem como diretivas para evitar ao máximo um grande fluxo e circulação de o pessoas.

A quarentena brasileira transformou a rotina de cidadãos de todas as classes, raças e gêneros, e teve fortes reflexos no cotidiano de estudantes de todo o Brasil. Alguns alunos que conciliavam suas agendas de estudo com compromissos fixos, como a ida à academia, aulas particulares, aulas regulares em outras instituições etc., tiveram tais atividades suspensas ou restritas ao meio EAD. Ou seja: os hábitos de lazer, esportes e entretenimento acabam limitados, diferentes ao costume, muitas vezes até cancelamentos indefinidamente.

Tudo isso, além de novas atividades que possam surgir durante o período de quarentena, como aquela ajuda maior em casa ou com os irmãos, podem dificultar que o aluno mantenha uma rotina de estudos como a que tinha antes da crise. E não é apenas o cotidiano que muda: as metas de estudo também acabam sofrendo alterações diante do novo cenário.

Os vestibulandos não estão alheios à crise. Como mostramos acima, mesmo aqueles que estudavam em casa sofrem efeitos da quarentena em suas rotinas de estudo. Esse quadro, somado às incertezas sobre quando a rotina voltará ao normal, à preocupação constante com amigos e familiares e à impotência diante dessa crise, podem desencadear sentimentos de apreensão e ansiedade, que também não colaboram para que o vestibulando permaneça firme em seu objetivo.

Você pode contar com o Kuadro para te ajudar a superar essa crise. Estamos tomando uma série de medidas para potencializar seus estudos mesmo durante o período de quarentena, para garantir que nossos alunos não tenham prejuízos pedagógicos diante de um cenário mundial negativo. Fique atento às nossas postagens!


Leia Mais:
AÇÕES QUE O KUADRO TOMOU PARA CONTINUAR ATENDENDO SEUS ALUNOS DURANTE A QUARENTENA.

DEIXE SEU COMENTÁRIO

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Blog Kuadro