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Orientação Pedagógica foi chave na aprovação de Artur na AFA

Já pararam para pensar quantas pessoas estão envolvidas no processo de aprovação de alguém em um vestibular? É a família sendo o porto seguro e o alicerce, é o professor passando o conteúdo de qualidade, tem o aluno, que é a figura central desse teatro. Mas nada disso vai funcionar se ele desengajar e perder a confiança. Aí que entra a importância da orientação pedagógica.

“É muito comum um aluno que estuda sozinho oscilar de picos de extrema motivação para quedas bruscas de energia”, explicou Érica Herédia, professora e orientadora pedagógica do Kuadro. “O maior desafio do orientador é manter o aluno confiante e mostrar que ele não está sozinho. A gente sempre vai estar acompanhando a trajetória”.

Érica foi orientadora de Artur Araújo, ex-aluno do Kuadro e atualmente aluno da AFA.

Insistência e perseverança pelos orientadores contam muito

A orientação tem como papel de manter o aluno engajado com os estudos para ele conseguir alcançar o tão sonhado objetivo, que é o de passar no vestibular. Para isso, Érica ligava toda a semana para cobrar a motivação do Artur.

“Quando eu recebia a ligação, no início eu ficava meio desconfortável por que eu sabia que tinha que estudar”, lembrou Artur. “Mas depois eu sabia que era pro meu bem. Eles queriam sempre o melhor dos alunos”.

“Eu sabia que ele ficava meio aborrecido”, lembrou Érica rindo. “Mas a gente quer que ele continue estudando. Que ele olhe para o computador e veja o Kuadro e pense: ‘hmmm, se eu não estudar a Érica vai me ligar’. Se ele não desiste eu não desisto”.

Deu certo, Artur conseguiu a aprovação na AFA (mas se afastou um pouco da plataforma)

Depois que Artur foi aprovado na AFA, ele acabou se afastando da plataforma. E a Érica continuava a ligar para ele se engajar com o Kuadro. “Ele queria o ITA, por isso a gente queria que ele continuasse estudando”.

“Depois que eu passei, eu meio que relaxei”, lembrou Artur. “A AFA pedia uma série de exames e por isso o meu foco era eles e não simplesmente continuar estudando”. Bom, deu certo de toda forma, já que ele entrou para a Academia da Força Aérea.

Só a orientação pedagógica não adianta, tem de partir do aluno

“A gente sabe que quem quer passar em uma AFA, um IME, um ITA tem conhecimento”, explicou Érica. “A nossa função é sedimentar esse conhecimento e mantê-lo motivado e confiante. É uma plataforma bacana, com um time de professores legais, mas de qualquer forma o esforço do aluno. É importante ele juntar isso com o sonho, ninguém vai conseguir pará-lo”.

Artur reconhece a importância disso tudo. “O apoio pedagógico foi essencial para mim. Eles eram quase como pais e mães insistindo para eu estudar”, explicou. “Isso me estimula a continuar estudando depois que terminar a AFA”.

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