Seis Perfis do Instagram Sobre Vestibular para Ajudar nos Estudos

Se engana quem pensa que o Instagram serve apenas para acompanhar as fotos de viagens dos amigos ou ver vídeos de receitas! A rede social pode ser de grande ajuda na hora de estudar ou ficar informado sobre o vestibular dos seus sonhos! Por isso, selecionamos cinco perfis do Instagram sobre vestibular para você acompanhar de perto!

1. Professor Noslen

Com quase 30 mil seguidores, Noslen é professor de Língua Portuguesa e Redação. É licenciado em Letras: Português – Espanhol, youtuber de educação com o canal Professor Noslen e um dos principais perfis do Instagram sobre vestibular.
Em seu perfil do instagram, Noslen publica diversas dicas e conteúdos rápidos de Português e Redação para tornar o estudo de Linguagens mais leve.

2. Matemática Rio

Idealizado pelo matemático Rafael Procopio, o perfil Matemática Rio tem mais de 50 mil seguidores e tem foco total em Matemática. Procopio é um dos embaixadores do YouTube EDU, uma subdivisão da rede Youtube focada em ensino e aprendizagem.
O perfil Matemática Rio divulga desafios rápidos, conceitos e imagens de humor para seus seguidores. A ideia é tirar a imagem negativa da Matemática e tornar o estudo mais prazeroso.

3. Física Total

O perfil Física Total, comandado pelo professor Ivys Urquiza, tem 31 mil seguidores no Instagram. O curso Física Total tem também um canal no Youtube, que apresenta vídeos sobre conteúdos de Física.
No Instagram, as postagens também buscam tornar o estudo de Física menos pesado e mais atrativo, além de motivar o aluno a estudar.

4. Paulo Valim, do Química em Ação

Fundador do projeto Química em Ação e embaixador do YouTube EDU, Paulo Valim tem quase 53 mil seguidores no Instagram.
O perfil do professor no Instagram divulga alguns conteúdos bem-humorados e exercícios. Seu intuito é abordar a Química de maneira mais divertida e didática.

5. Kennedy Ramos, do BioExplica

Kennedy Ramos é biólogo e fundador do BioExplica, um projeto voltado para a Biologia cobrada no vestibular. Quando o assunto é o estudo da vida, a conta de Ramos na rede social é um dos maiores perfis do Instagram sobre vestibular.
Seu perfil no Instagram atualmente tem 62 mil seguidores e divulga conteúdos divertidos e motivacionais relacionados a Biologia e estudo para vestibular.

6. Kuadro

Claro que não podia faltar o nosso perfil no Instagram, né?
Lá você encontra dicas de várias disciplinas e se informa sobre as notícias dos principais vestibulares do Brasil! E, claro, fica por dentro de tudo que rola aqui no Kuadro!

Sentiu falta de outros perfis do Instagram sobre vestibular?

Acompanha influenciadores digitais que não estão nesta lista? Conta pra gente quem são nos comentários!
Para outros conteúdos relacionados a estudos e vestibular, continue acompanhando o Blog do Kuadro e o Canal do Kuadro no Youtube!

Reta Numérica e Classificação dos Números

O objetivo deste post foi fazer uma revisão sobre a Reta Numérica e a Classificação dos Números. Este estudo é muito importante para os conceitos de Plano Cartesiano e Par Ordenado!
Inicialmente para tratar de reta numérica, vamos considerar somente os números inteiros (\mathbb{Z}).

Reta Númerica

A Reta Numérica pode ser definida como uma linha horizontal com pontos igualmente espaçados, onde a cada ponto corresponde um número inteiro. Por convenção, o sentido crescente da reta é para o lado direito, conforme o sentido da seta.

Do lado esquerdo do zero (0), ficam os números inteiros negativos.

Números Opostos

Dizemos que um número é oposto de outro quando eles estão em lados opostos na reta numérica, mas à mesma distância do zero. Por exemplo, -1 e 1 são opostos; -3 e 3 são opostos e assim por diante. Em termos práticos, basta trocar o sinal do número para ter o seu oposto.
Ok, entendi! Mas, entre um número e outro não cabe nada? Cadê as frações? Ótima pergunta!

Frações e Decimais na Reta Numérica

Além dos números inteiros e seus opostos, a reta numérica contém as frações e decimais positivos e negativos. Estes são posicionados entre os números inteiros, em intervalos que refletem o tamanho da fração. Por exemplo, entre 0 e 1 podemos posicionar as frações (1/4), (1/2) e (2/3) da seguinte forma:

De uma maneira mais geral, podemos ter:
Frações na reta numérica
Vamos fazer uma exemplo:

Exemplo 1: Identifique quais os número em cada caso:

Exercício de frações na reta numérica

a) A   (R: -4)
b) B   (R: -2,5)
c) C   (R: 0)
d) D  (R: 3,5)
e) E   (R: 4)

Números Naturais, Inteiros e Racionais

Os Números Naturais são os números do conjunto \mathbb{N} = {1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, … }, os quais foram e são usados para contar objetos do mundo real. O zero não é considerado um número natural.
Os Números Inteiros são os números do conjunto \mathbb{Z} = {… , -4-3-2-1, 0, 1, 2, 3, 4, … }, os quais incluem os números naturais e seus opostos e também o zero.
Os Números Racionais (\mathbb{Q}) são os números que podem ser expressos em forma de fração, ou seja, podem ser expressos na forma \frac{a}{b}, com a condição que b \neq 0. Por exemplo, 4 pode ser expresso como \frac{4}{1} ; -1,3333… pode ser expresso como \frac{4}{3}.

Portanto, todos os números Naturais e Inteiros são Racionais, mas nem todos os Racionais são Inteiros e nem todos os Inteiro são Naturais!

Podemos resumir essa classificação usando Conjuntos, da seguinte forma:

Números Irracionais

Os Números Irracionais são números com casas decimais (não são Inteiros e nem Naturais), que não se repetem (não são dízimas periódicas) e não podem ser expressos em forma de fração. Portanto, estão fora das 3 classificações vistas anteriormente.
Por exemplo, faça esse cálculo \sqrt{3} na sua calculadora e veja que o resultado recai nessa definição. Portanto, \sqrt{3} é um Número Irracional. Na Reta Numérica, posicionando por exemplo \sqrt{2} (1,4142…) e \sqrt{3} (1,7320…) fica assim:

Pergunta 1: Classifique cada número nos casos abaixo entre Naturais, Inteiros, Racionais e Irracionais:

a) -3; 2,5; 7; \sqrt{5}
b) -1,4142…; 7,75 ; 11 ; -1
c) 37 ; -1,125 ; -1,7320…; 2,333…

Números Reais

Os Números Reais (\mathbb{R}) são definidos como o conjunto formado pelo conjuntos dos Números Racionais e dos Números Irracionais. Portanto:

  • todo número natural (1,2,3…) é Real;
  • todo número inteiro (…,-1, 0, 1,…) é Real;
  • todo número racional (…, -1/2, -1/4, 0, 1/2, 1/4 ,…) é Real;
  • todo número irracional também é Real (…, –\sqrt{3}, –\sqrt{2}, 0, \sqrt{2}\sqrt{3}, …)!


Em forma de Diagrama de Venn, temos:
Tranquilo? Espero que sim!
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Resumo Teórico – Introdução à Estatística – Parte 2

No post anterior fizemos um resumo teórico com uma Introdução à Estatística e falamos de uma medida de posição chamada de Média Aritmética! Se não viu ainda, você confere ele aqui, Neste post, vamos falar das outras medidas de posição. Vamos nessa?

Média Ponderada

Imagine a seguinte situação: Em um determinado concurso, cada disciplina tem peso diferente, conforme a seguir:

Essa situação é bem comum em Vestibulares e Concursos. Certo! E vamos supor que alguém tenha feito esse concurso e tenha tirado as seguintes notas em cada matéria:

Vamos responder à pergunta do Exemplo 1 a seguir:

Exemplo 1: Dado que as matérias têm pesos diferentes entre si, qual a média dessa pessoa no concurso?

Vimos que para calcular a Média Aritmética, bastava somar todos os valores e dividir pelo número de valores.
No caso da Média Ponderada (do latim pendere – “pesar”), considera-se pesos diferentes para cada valor da grandeza que estamos trabalhando – nesse caso, as notas de cada disciplina do concurso.

Definição Formal

Define-se Média Ponderada como a soma dos produtos dos valores quantitativos de uma determinada característica de uma determinada amostra, pelos respectivos pesos que cada um desses valores possuem.
Expressando em formato matemático, temos:

MP = \frac{\left ( x_{1}*p_{1}+x_{2}*p_{2}+x_{3}*p_{3}+...+x_{n}*p_{n} \right )}{p_{1}+p_{2}+p_{3}+...+p_{n}}

Onde:

  • MP  Média Ponderada
  • x_{1},x_{2},x_{3}...x_{n} ⇒ valores quantitativos de uma característica da amostra
  • p_{1},p_{2},p_{3}...p_{n} ⇒ pesos para cada valor quantitativo
  • n  número de elementos na amostra

Aplicando a definição ao Exemplo 1, temos:
MP=\frac{\left (6,0*3+7,0*3+8,0*2+9,0*1 \right )}{3+3+2+1}

MP = \frac{\left (18+21+16+9 \right )}{9} = \frac{64}{9}  ⇒ MP = 7,11

Onde:

  • (6,0 ; 7,0 ; 8,0 ; 9,0) ⇒ valores quantitativos de uma característica da amostra (notas em cada matéria)
  • (3 ; 3 ; 2 ; 1) ⇒ pesos para cada valor quantitativo

Com isso, sabe-se então que a média da pessoa no concurso foi 7,11. Correto?

Pergunta 1: Se em outro concurso caíssem as mesmas matérias e mais Química (peso 3) e a nota da pessoa fosse 7,0, qual seria a média nesse novo concurso?

Pergunta 2: O que aconteceria se os pesos de cada matéria fossem todos iguais a 1?

Confira o vídeo abaixo e consolide o conhecimento adquirido até aqui!

Média Geométrica

A Definição de Média Geométrica é a raiz n-ésima do produto dos valores quantitativos de alguma característica da amostra em estudo.
Matematicamente temos que:  \mathbf{\mathit{\mathbf{MG }}}= \sqrt[n]{\left (x_{1}*x_{2}*x_{3}*...*x_{n} \right )}
Onde:

  • MG  Média Geométrica
  • x_{1},x_{2},x_{3}...x_{n} ⇒ valores quantitativos de uma característica da amostra
  • n  número de elementos na amostra

Calma! Parece complicado mas não é não. Vamos fazer alguns exemplos:

Exemplo 3: Qual a média geométrica entre 3 e 27?

Temos 2 números, portanto n = 2. Então,  \mathit{MG }= \sqrt[2]{3*27} = \sqrt[2]{81} ⇒ MG = 9

Exemplo 4: Qual a média geométrica entre 2, 5 e 6,4?

Temos 3 números, portanto n = 3. Então, \mathit{MG }= \sqrt[3]{2*5*6,4} = \sqrt[3]{64} ⇒ MG = 4

Pergunta 3: Como exercício, faça a média aritmética dos valores dos exemplos 3 e 4 e compare!

Confira o vídeo abaixo para consolidar o conhecimento adquirido:

Média Harmônica

A Média Harmônica é definida como a fração do número de elementos (n) de uma dada amostra dividido pela soma dos inversos dos valores quantitativos da amostra. Matematicamente fica:

\mathbf{\mathit{MH }}= \frac{n}{\frac{1}{x_{1}}+\frac{1}{x_{2}}+\frac{1}{x_{3}}+...+\frac{1}{x_{n}}}

Onde:

  • MH  Média Harmônica
  • x_{1},x_{2},x_{3}...x_{n} ⇒ valores quantitativos de uma característica da amostra
  • n  número de elementos na amostra

Vamos fazer alguns exemplos pra ficar claro!

Exemplo 5: Qual a média harmônica entre 3 e 6?

Temos 2 números, portanto n = 2. Então, \mathbf{\mathit{MH }}= \frac{2}{\frac{1}{3}+\frac{1}{6}} = \frac{2}{\frac{2}{6}+\frac{1}{6}} = \frac{2}{\frac{3}{6}} = \frac{2}{1}*\frac{6}{3} = \frac{12}{3}MH = 4

Exemplo 6: Qual a média harmônica entre 2, 4 e 8?

Temos 3 números, portanto n = 3. Então, \mathbf{\mathit{MH }}= \frac{3}{\frac{1}{2}+\frac{1}{4}+\frac{1}{8}} = \frac{3}{\frac{4}{8}+\frac{2}{8}+\frac{1}{8}} = \frac{3}{\frac{7}{8}} = \frac{3}{1}*\frac{8}{7} = \frac{24}{7} ⇒MH = 3,43

Pergunta 4: Como exercício, faça a média aritmética dos valores dos exemplos 5 e 6 e compare!

Confira o vídeo abaixo para fixar melhor o conteúdo:

Tranquilo? Acompanhou mais esse resumo tórico da segunda parte de introdução à estatística? Espero que sim!
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Resumo Teórico – Introdução à Estatística – Parte 1

O que é Estatística?

Este resumo teórico vai introduzir conceitos básicos da área de Estatística, que é uma ciência exata que visa fornecer subsídios ao analista para coletar, organizar, resumir, analisar e apresentar dados. Trata de parâmetros extraídos da população, tais como médias (aritmética, ponderada, geométrica, etc.) ou desvio padrão.

Objetivo da Estatística

Tirar conclusões sobre Populações com base nos resultados observados em Amostras extraídas dessas populações.

Alguns Conceitos

População: É o conjunto de elementos com ao menos uma característica comum, a qual deve delimitar claramente quais elementos pertencem à população e quais elementos não pertencem.

Exemplo: duas populações possíveis para um estudo estatístico poderiam ser: 1) a sua família ou 2) a sua sala de aula. Em ambos os casos, é fácil ver que existe um número de indivíduos que pertencem ao grupo 1 ou ao grupo 2 e portanto formam a população daquele grupo.

Amostra: É um  subconjunto de uma população, onde todos os seus elementos serão examinados para efeito da realização do estudo estatístico desejado.

Exemplo: Voltando ao exemplo dos grupos 1 e 2, uma amostra possível para o grupo 1, poderia ser só os seus primos (ficam de fora, seus pais, irmãos, tios, etc.). Já para o grupo 2, poderia ser só as meninas da turma (os meninos ficam de fora, obviamente!). Note que uma Amostra conta sempre com menos indivíduos que o total da População!

No dia a dia: Um exemplo muito corriqueiro do uso da Estatística é quando provamos a comida coletando apenas uma “pitada” do molho, por exemplo. Ora, através dessa prova conseguimos estimar com bastante precisão se falta sal ou não; ou se colocamos muita pimenta… Não é verdade? Você consegue determinar quem seria população e quem seria amostra nesse exemplo?

Medidas de Posição

Muitas vezes é necessário resumir certas características das distribuições de dados por meio de certas quantidades. Essas quantidades são usualmente denominadas de Medidas, por quantificarem alguns aspectos de interesse no estudo.

Exemplo: Qual a média de idade dos seus primos? Ou… Qual a média de altura das meninas da turma?

As principais medidas de posição que caem no vestibular são as Médias: Aritmética, Ponderada, Geométrica e Harmônica.
Neste post, vamos detalhar a definição e uma aplicação da Média Aritmética!

Média Aritmética

Define-se Média Aritmética como a soma dos valores quantitativos de uma característica de uma determinada amostra, dividido pelo número total de elementos da amostra.
Expressando em formato matemático, temos: MA = \frac{(x_{1}+x_{2}+x_{3}+...+x_{n})}{n}
Onde:
MA Média Aritmética
x_{1},x_{2},x_{3},...,x_{n} ⇒ valores quantitativos de uma característica da amostra
n número de elementos na amostra

Exemplificando: Você tem 3 primos: Marcos (17 anos), João (14 anos) e Henrique (8 anos). Analisando o exemplo através da definição apresentada, temos:

  • Amostra de Interesse:                                  seus primos
  • Característica da Amostra:                         idade (em anos)
  • Valores Quantitativos (x1, x2…):               17, 14 e 11
  • Número de Elementos da Amostra (n):    3

Pergunta 1: Qual a Média Aritmética das idades deles? Simples! Basta fazer:

MA = \frac{17+14+8}{3} = \frac{39}{3} \Rightarrow MA = 13

Portanto, a média aritmética da idade dos primos é 13 anos!

Pergunta 2: Se você incluísse mais uma prima sua na amostra (Luíza, com 12 anos), qual seria a nova Média Aritmética da idade dos seus primos?

No vídeo abaixo, temos outros exemplos de Média Aritmética no nosso dia a dia:

Tranquilo? Espero que sim!
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Fonte: Apostila da USP

Cinco motivos para se preparar mais cedo para o vestibular

Passar num vestibular não é tarefa fácil. Além de ter de estudar e se lembrar de todo o conhecimento ensinado no ensino médio e fundamental, você precisa se preparar psicológica e emocionalmente para conseguir alcançar o seu objetivo.
Muita gente acredita que estudar durante meio ano será suficiente para conseguir ser aprovado em provas como o ENEM ou outros vestibulares. O principal motivo para essa crença é que, como você estudará tudo mais perto das datas da prova, o conteúdo poderá ficar “mais fresco” na cabeça.
Mas a grande realidade é que começar a estudar o mais cedo possível é a melhor alternativa para passar no vestibular. Não acredita? Aqui vamos apresentar cinco motivos para isso.

Use o tempo a seu favor e ajude sua mente a se organizar

 

1. Você consegue estudar com mais calma para o vestibular

Como o tempo para o estudo é maior, você também consegue aprender o conteúdo com mais calma. Não precisa atropelar tudo goela abaixo. Pode mastigando e digerindo pouco a pouco.
Você realmente aprende aquilo e não apenas decora, o que tem um poder de fixação bem maior.

2. Mais tempo para a prática

Já diziam seus pais: “apenas a prática leva à perfeição”. Nesse período a mais de que você vai dispor, terá a possibilidade de realizar diversos simulados e exercícios, nos quais conseguirá aplicar o conhecimento adquirido.

3. Você consegue se adaptar a realidade dos cursinhos

Quanto antes você começar, mais rápido você estará adaptado à rotina do cursinho que escolher, independentemente de qual modelo optar (online, como o Kuadro, ou presencial)
Adaptado, você não se sentirá esgotado no fim do ano com o ritmo alucinante que um semi-extensivo ou intensivo tem.

4. O psicológico fica mais treinado

Uma das coisas importantes de estar se preparando durante mais tempo é que você consegue treinar o seu psicológico, uma das partes mais importantes para quem quer passar no vestibular.
Com mais tempo é mais fácil de se acostumar com a ideia, que muitas vezes é aterrorizante, de prestar um processo seletivo que pode definir o rumo da sua vida.

5. Dá tempo de aprender com os erros e com os acertos

Muitas vezes, quando você consegue ter mais tempo, você pode prever alguns erros e corrigir o rumo que as coisas vêm tomando.
Por exemplo, imagine que durante todo o seu ensino médio você odiou Biologia por causa daquele professor que não lhe agradava tanto. Só que, no cursinho, com um professor adequado, você percebeu que Biologia era a sua paixão. Pode ser o momento de definir que esse será o seu curso na faculdade.
Se você está em um curso semestral, provavelmente você já terá feito a sua inscrição para o vestibular. Aí já não há tempo para voltar atrás, será necessário mandar brasa e seguir em frente com a sua escolha.
Está convencido a começar a estudar desde o início do ano? Continue acompanhando nosso blog e tenha mais dicas para prestar o vestibular.

O papel da família na aprovação #02

Confira nesse vídeo como o suporte da família foi importante na aprovação do Bruno Lanza na AFA.

Curtiu esse vídeo? Comenta aqui embaixo se gostaria de assistir mais vídeos como esse! 🙂

Uso dos porquês: saiba como fazer

Em gramática, o uso dos porquês é um dos temas que mais causa confusão nos alunos. Também por ser um tema cheio de pegadinhas, o uso dessas quatro palavras costuma ser muito cobrado em vestibulares e provas como o ENEM. Por isso, é essencial para o candidato ter o domínio do conteúdo e saber em qual situação cada porque é utilizado para ter vantagem na hora do vestibular.

Desconstruindo os Porquês:

PORQUE – Exemplo:

“Eu não vou para a aula hoje, porque estou doente.”

  • Usado em resposta;
  • Conjunção explicativa;
  • Introduz causa e motivo;
  • Podemos substituir por : pois, uma vez que e visto que.

PORQUÊ – Exemplo:

“Não consegui entender o porquê dessa atitude”

  • Substantivo;
  • Vem acompanhado de um determinante (um artigo, por exemplo);
  • Equivale a motivo e razão.

POR QUE – Exemplos:

Por que você faltou ontem? “
“Quero saber por que você faltou ontem”
“O caminho por que passei, estava muito ruim”

  • Usado em orações interrogativas (diretas e indiretas);
  • Usados em títulos e manchetes (pois está subtendido uma pergunta indireta);
  • Pode ser substituído por: para que, pelo qual, pelas quais, pela qual e pelos quais.

POR QUÊ – Exemplos:

“ Ele veio sozinho? Por quê?
“ Vocês estão irritados demais e não sei por quê!

  • Usado em final de frase;
  • Acompanhado de um ponto (ponto final, exclamação, interrogação) ou de reticências.

Ficou com alguma dúvida? Comente aqui embaixo que a gente te ajuda! 😉

Quando devemos ou não usar a vírgula?

O uso correto da vírgula é essencial para realizar uma boa redação no seu vestibular. A vírgula é um sinal gráfico de pontuação que define uma pausa de curta duração e é usado para separar frases entre si ou elementos dentro de uma frase. Saber usar a vírgula é essencial para conduzir o texto e dar ritmo à leitura.

Se a frase estiver em ordem direta, ou seja, com seus termos sucedidos em sujeito- verbo – complemento verbal (objetos) – adjunto adverbial, não se faz necessário o uso da vírgula.

Pera! Antes de começar a ver os exemplos, que tal conferir nosso curso preparatório para o ENEM? Temos monitoria ilimitada e 24 horas! Você nunca mais vai ficar com dúvidas em vírgula!

Exemplo:

“Eu vou viajar amanhã”
(Sujeito- VTD- Objeto direto – Adjunto adverbial)

Contrário a essa ordem, nos seguintes casos deve-se usar a vírgula:

  • Para marcar alteração na sequência lógica de frases que não estão em ordem direta:
    “Com toda beleza e desenvoltura, a modelo iniciou o desfile.”
  • Para separar termos coordenados (enumerados):
    “Eu comprei frutas, verduras e legumes.”
  • Para marcar inversão do adjunto adverbial:
    Depois das cinco horas, todos já devem estar em casa.”
  • Para marcar intercalação do adjunto adverbial:
    “O filme, em razão do seu tempo de duração, quase não foi assistido”
  • Para marcar intercalação da conjunção:
    “Maria estava preparada para a prova, portanto conseguiu uma boa nota.”
  • Para separar expressões explicativas e corretivas:
    “Aquele homem amava correr, ou seja, amava o atletismo.”A inflação, isto é, a alta dos preços, destrói a economia do país.
  • Para isolar topônimos e datas:
    “Rio de Janeiro, 22 de julho de 1989”
  • Para marcar a intercalação dos objetos pleonásticos anteriores ao verbo:
    “As margaridas, no vaso azul, não lhes poupei água”“Aos alunos, não lhes disseram nada”
  • Para marcar elipse (a omissão de um verbo):
    “Eu prefiro filme; meu marido, apenas novela”
  • Para isolar o aposto:
    “Mariana, situada no estado de Minas Gerais, sofreu um grande desastre”.“Gregório de Matos, o autor do movimento barroco, é considerado o primeiro poeta brasileiro”.
  • Para isolar o vocativo:
    “Ora João, não faça mais isso!”.“Queridos, nada de bagunça enquanto eu estiver fora”
  • Para separar orações adverbiais:
    “Ao chegar em casa, percebi sua apreensão”

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Casos que não necessitam do uso da vírgula:

  • Entre sujeito e predicado:
    Maria está se preparando para a prova
      Sujeito                      Predicado
  • Entre o verbo e seus objetos:
    “O trabalho custou caro aos trabalhadores
                           V.T.D.I  O.D             O.I
  • Entre o nome e o adjunto adnominal ou complemento nominal:
    Vera é um amor de mãe”.
    Adjunto adnominalCamila tem muito amor à mãe”.
    Complemento nominal
  • Em orações subordinadas adverbiais consecutivas e substantivas:“A tempestade estava tão forte que derrubou a casa”.
    Oração subordinada adverbial consecutiva“É essencial que você compareça no escritório amanhã”
    Oração subordinada substantiva

Ainda ficou com alguma dúvida? Não esqueça que temos monitoria ilimitada na nossa plataforma!

 

Como melhorar seu desempenho em provas de Português e de Inglês?

Certa vez um amigo meu foi prestar uma prova de consultoria – existem vários tipos de consultoria, estratégica, tecnológica, etc, mas isso não vem ao caso agora. Pra passar no processo seletivo dessas empresas, você tem que fazer uma prova de marcar (30 questões em uma hora, se eu não me engano). São muitas questões pra pouco tempo. E, nesse aspecto, parece com uma prova de vestibular.

Ao encontrar depois com esse meu amigo, ele mostrou estar bastante triste, e disse:

O problema foi a prova de inglês. Era um texto e 15 questões sobre o texto. Eu consegui ler todo o texto, mas não deu tempo de resolver metade das questões.

Ele me falou que, com esse resultado, ele provavelmente não passaria, e me pediu uma dica. Me perguntou: “Tu tens alguma sugestão pra melhorar meu desempenho na prova de inglês?.

Eu dei uma resposta muito simples: “Por que tu não tentas ler primeiro as questões e depois ir pro texto?”. Ele achou uma boa ideia e tentou aplicar na outra prova.

Aparentemente a minha dica foi muito boa. Ele disse que fez exatamente o que eu recomendei, e o resultado foi bem melhor. Disse que respondeu com confiança todas as questões

Mas o raciocínio por trás desse método é bem simples. Ao ler as questões primeiro, e o texto depois, acontecem duas coisas:

1.  A sua leitura fica mais focada. Ao saber exatamente o que as questões perguntam, você pode arriscar pular passagens do texto desnecessárias para a prova e fazer somente o que a prova pede. Com isso, o tempo gasto por questão diminui, e a sua eficiência na prova aumenta.

2. As próprias questões lhe direcionam quanto ao contexto do texto, pois as questões trazem informação adicional referente ao próprio texto, muitas vezes contendo pressupostos e subentendidos diversos. Assim, algumas partes você não precisa se esforçar para entender, pois a própria questão esclarece pra ti passagens do texto que outrora não estavam claras o bastante.

Aplique essa dica e veja que seu desempenho em provas de português ou inglês – ou mesmo em outras provas mais gerais, como o ENEM, que exige leitura ao longo de toda a prova – vai melhorar 🙂

Como se dar bem em testes de múltipla escolha?

Provas de múltipla escolha… Nós do Kuadro já vivemos na pele essa fase que você está vivendo agora. O tempo é curto, o emocional está abalado, há uma pressão, nunca dá tempo de estudar tudo o que cai, enfim, há muito em jogo. Sua vida nos próximos anos depende de três, quatro, cinco horas que seja. Muito pouco tempo para decidir um futuro de possibilidades que há pela frente.

Nós do Kuadro nos preocupamos com o seu futuro, e é justamente por isso que viemos neste texto ajudar você a ir melhor em provas de múltipla escolha. Novamente será feito um estudo de caso.

Primeiramente, vamos fazer uma tabela para organizar informações:

Vestibular

Nº de questões

Tempo de prova

Tempo por questão

ENEM (Sem redação)

90

4,5 h

3 min

1ª fase FUVEST

90

5 h

3 min 20 s

Prova Objetiva – IME

40

4 h

6 min

ITA

30

4 h

8 min

 

Apesar de na nossa estatística breve o ITA incrivelmente ter aparecido com o maior tempo por questão, vale lembrar que na conta acima está incluso o tempo das questões discursivas (são 10 questões discursivas). Admitindo que a maior complexidade das questões seja para as questões discursivas, isso também deixa o vestibulando ITA com pouco tempo para os testes.

Portanto, o aluno que quer ser aprovado nestes vestibulares precisa ganhar tempo nos testes. Neste texto apresentamos mais uma dica que vai ajudar você a ganhar tempo nos testes.

A gente abordou vários assuntos úteis para você que está se preparando para vestibulares de medicina e de engenharia neste momento. Falamos sobre estratégia de prova, sobre ler as questões primeiro e o texto depois e até sobre questões que tentam te prejudicar durante uma prova. Hoje nós vamos abordar dicas importantíssimas para você aumentar a eficiência em provas, vestibulares e concursos de um modo geral.

A dica de hoje é que examinadores elaboram questões para provocar indecisão no candidato. O melhor jeito de entender isso é um estudo de caso. Vamos olhar, por exemplo, essa questão do vestibular do ITA de 2016, prova de Matemática.

Perceba que todas as alternativas possuem 3/2 como elemento no canto superior esquerdo de cada matriz. Portanto, é óbvio que a resposta certa deve ter 3/2 no canto superior esquerdo das alternativas também.

O interessante, no caso dessa questão, é olhar para o canto inferior esquerdo das alternativas. Perceba que as alternativas C, D, E tem todas 13/2 como elemento no canto inferior esquerdo da resposta. Partindo do princípio de que examinadores querem que vocês fiquem indecisos nas questões, é bastante lógico concluir que provavelmente uma das alternativas C, D, E é a correta.

Se você estiver disposto a correr um risco maior, você pode ficar brincando com as alternativas C, D, E e chutar uma delas, mas a certeza de você acertar a questão diminui bastante.

Conclusão: Segundo o gabarito oficial do vestibular, a resposta correta é a alternativa C, conforme previmos. Ou seja, sabendo que examinadores querem que você fique indeciso você pode ficar menos indeciso, curiosamente! E aplicando essa dica você aumenta as suas chances de acerto em testes de múltipla escolha!

Acompanhe o Kuadro para mais dicas valiosas dessas!

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