7 verdades sobre o perfil do aprovado no ITA

Não existem dúvidas sobre o quanto é concorrido o vestibular do Instituto Tecnológico de Aeronáutica. No último concurso, cerca de 10 mil pessoas concorreram às 110 vagas disponíveis. Portanto, não é tão simples ser um dos candidatos aprovados no ITA.

Pensando nessa realidade de milhares de estudantes, preparamos um conteúdo sobre o perfil de quem passa no vestibular. A pesquisa levou em consideração os iteanos que irão se formar em 2021. Confira!

1 – Mais de 19 anos

Os alunos concluem o ensino médio no Brasil, em sua maioria, com 17 ou 18 anos. Porém, mais da metade dos aprovados no vestibular do ITA possuem mais de 19 anos. Esse número apenas reforça um fato que deve você deve entender o quanto antes: o projeto de ser aprovado nesse vestibular é de médio/longo prazo.

Uma das justificativas para está na qualidade da concorrência. Por já estarem estudando há algum tempo, muitos alunos já começam o ano com um nível muito alto de conhecimento e maturidade. Sem dúvida, a experiência conta muito para a aprovação.

2 – Média de vestibulares

Apesar da variedade de motivos pelos quais os alunos querem passar no ITA, em média, os estudantes seguem uma mesma trajetória (pelo menos a princípio). O aluno vislumbra estudar na instituição, antes de começar a se preparar de maneira eficiente para isso.

O que ocorre, em quase 100% dos casos, é o aluno se assustar com o nível de dificuldade da prova ao ter contato direto pela primeira vez. Mesmo todos sabendo que a prova é difícil, só quem realiza o vestibular entende essa realidade.

Após essa primeira experiência, o candidato normalmente percebe a necessidade de realizar uma preparação mais específica e busca algum tipo de suporte e acompanhamento. Os aprovados fizeram o exame, em média, quatro vezes até conquistar a vaga.

3 – Base fraca

Todos os aprovados que participaram da pesquisa responderam como consideravam a sua base de conhecimento nas matérias exatas e português antes de começarem a se preparar. A maioria das respostas variou entre fraca e média.

Esse resultado é importante porque desconstrói uma impressão que muitos estudantes têm sobre o perfil do iteano. Muitos acreditam que aqueles que passam são gênios que sempre tiveram enorme facilidade de aprendizado e que passaram por poucas dificuldades ao longo da sua preparação.

Entretanto, como podemos ver pelos dados levantados, a genialidade não é uma característica presente no iteano. Na realidade, o perfil de quem passa na prova do ITA é o de pessoas conscientes de que estão defasadas em relação aos demais candidatos, mas que confiam em sua capacidade.

4 – Tempo de preparação

Os estudantes se preparam, em média, por 2,1 anos para alcançarem a tão sonhada vaga. Contamos tanto o tempo que o aluno gasta estudando sozinho quanto o tempo em que ele estuda com algum tipo de acompanhamento de um curso, seja presencial ou on-line.

Além disso, de acordo com a nossa pesquisa, o tempo médio de preparação mensal foi de 30 a 60 horas. Os que responderam com números próximos de 50 horas semanais consideraram o tempo de aula, enquanto os alunos que não consideraram isso, em sua maioria, disseram estudar menos de 30 horas semanais.

Caso o aluno busque um curso preparatório para o ITA online, esse tempo muda, visto que o tempo de estudo fora de aula é bem maior e por consequência mais produtivo – esses alunos estudaram em torno de 42 horas semanais.

5 – Base é importante

Quando você começa a se preparar para o vestibular do ITA, o fator que vai determinar o tempo que será necessário para a sua aprovação é a sua base de conhecimentos. Ou seja, a quantidade de conteúdos que você já aprendeu até o momento. Assim, o seu ponto de partida depende do quanto você já se sentir preparado. Todos os alunos que consideravam que possuíam uma base muito fraca demoraram pelo menos 3 anos para passar.

Para quem considerava ter base fraca, 72% precisaram de 3 anos ou mais de cursinho e 24% precisaram de 2 anos de preparação. Já os que consideravam a sua base média ou boa, demoraram em média 2 anos para serem aprovados. Até mesmo para aqueles que consideravam que possuíam uma base muito boa, apenas 60% conseguiu a aprovação em 1 ano de estudos.

Como você pode ver, o ponto de partida importa bastante, mas não deve ser um fator de desmotivação. Mas, sim, para você ter uma ideia da dimensão do caminho a ser seguido.

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6 – 40% querem ser engenheiros

Você pode estar se perguntando o porquê tão poucos alunos que pleiteiam uma vaga em um curso de engenharia não pretendem seguir na carreira.

Há duas razões principais para esse cenário:

  • A primeira justificativa para essa pergunta é que o profissional que se forma em engenharia desenvolve qualidades que podem ser úteis em outras áreas do mercado de trabalho. Além disso, o mercado atual para os engenheiros está desaquecido.
  • A segunda e mais relevante justificativa é a de que inúmeras empresas — muitas delas que nem sequer trabalham com engenharia — gostam muito do perfil iteano e desejam contar com essa força de trabalho em seus negócios. Companhias financeiras, estratégicas e de educação estão recrutando esses profissionais.

7- Apoio da família é essencial

A maioria dos novos iteanos apontam o apoio da família como um diferencial para a aprovação. Ao responderem a pergunta sobre qual foi pessoa que mais manifestou apoio durante toda a preparação, 76,6% responderam como sendo pais, irmãos ou outro ente familiar.

É muito importante ter um bom relacionamento familiar. O bem-estar dentro de casa e a sensação de ser apoiado são determinantes para que o estudante consiga se concentrar em um único problema: passar no ITA. Conte com o Kuadro para ajudá-lo a ter o perfil do aprovado no ITA. Aqui você pode aprender e ir muito mais longe. Inscreva-se já!

Passar no ITA é possível

Muitos desistem de tentar a aprovação no ITA devido à alta concorrência e dificuldade da prova.

Mas a verdade é que passar na prova do Instituto Tecnológico de Aeronáutica depende de uma boa rotina de estudos e preparação.

Conheça algumas dicas para montar seu ritual de estudo e passar no ITA:

Veja também como o curso preparatório do Kuadro pode te ajudar a conquistar a aprovação no ITA.

Como ir bem na prova objetiva de matemática da FUVEST?

Quanto mais concorrido é um processo seletivo, maior é o tempo de estudo necessário para chegar ao nível exigido pela prova. Esse é o desafio de quem quer passar na USP. Nesse aspecto, a Matemática da Fuvest costuma ser um dos aspectos mais temidos pelos estudantes. As questões dessa disciplina não deixam a desejar no quesito dificuldade. À primeira vista, isso pode até parecer uma notícia ruim. Porém, se essa parte da prova for bem aproveitada, ela se transformará em um diferencial para a sua aprovação.

Confira as últimas provas

É extremamente importante conhecer a prova da Fuvest. Um dos maiores problemas que os estudantes encontram é identificar qual conteúdo deve ser priorizado. Ou melhor, o que deve ser mais estudado durante a preparação. Uma ótima maneira de prever quais conteúdos podem cair com maior peso é observar as provas anteriores do mesmo vestibular. A Fuvest possui um “perfil” de exame que sofre pouquíssimas alterações ao longo dos anos. É um vestibular previsível. Essa dica também vale para as carreiras que tem Matemática na 2º fase. Nessas situações, é importante que o estudante saiba como resolver as questões dissertativas e não apenas encontre um valor, como ocorre na objetiva. O vestibular também costuma repetir assuntos na prova dissertativa.

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Tendências observadas

Ao observar as últimas provas de Matemática na Fuvest, é possível perceber que alguns assuntos se repetem. Portanto, embora seja importante o aluno saber o máximo de conteúdo, alguns pontos ele deve, simplesmente, dominar. Nós do Kuadro observamos algumas características dessa disciplina no vestibular da USP. Confira!

  • A maior parte das questões cobra puramente Matemática básica. Isso evidencia que nem sempre é necessário aprofundar demais nos conteúdos para resolver uma questão da Fuvest. A existência desse tipo de questão só comprova que, para ir bem nessa prova, é fundamental ter uma boa base em Matemática;
  • Um terço da prova de Matemática é geometria, seja ela plana, espacial ou analítica. Uma dica é focar bastante na geometria plana, que sempre é utilizada como ferramenta na resolução de questões de analítica e espacial;
  • Conhecer bem as funções mais comuns (1º e 2º grau, logarítmica, exponencial, trigonométrica e modular) é uma ótima ideia. Além de te ajudar a resolver as questões específicas desse conteúdo, também te fornecem uma boa base para resolução de exercícios de outras partes da Matemática;
  • Análise combinatória é uma matéria que não cai com tanta incidência como as outras que já citamos. Contudo, é interessante ir para a prova preparado e na expectativa de encontrar ao menos uma questão desse conteúdo,
  • Polinômios, sequências, números complexos, sistemas, matrizes e determinantes são matérias bem importantes, mas que não caem com tanta frequência na primeira fase do vestibular da USP. Isso não significa que você pode ir para a prova sem saber esses conteúdos. Mas que você pode priorizar outras partes da Matemática que você sente mais dificuldade quando for estudar.

Conclusão

A Matemática para o vestibular não é um assunto simples, mas também não é um bicho-de-sete-cabeças. Com paciência, empenho e material adequado, qualquer pessoa pode ser dar bem nessa disciplina — até mesmo quem é “de Humanas”. Além de ter um peso importante para a Fuvest, a disciplina também ajuda nos conteúdos de Exatas (Física e Química). Por isso, não negligencie essa matéria tão importante que poderá te levar à aprovação. Seguindo as dicas acima, não tem erro. Você enfrentará de igual para igual a prova objetiva dessa matéria, sem nenhuma dúvida. Mas caso ainda exista alguma, não perca tempo! Escreva aqui nos comentários o que achou e o que mais você deseja descobrir sobre os vestibulares. Além disso, no Kuadro você conta com um excelente cursinho on-line, que inclui aulas dinâmicas e material de qualidade. Aprenda o que cai de Matemática na Fuvest com mais facilidade e esteja mais preparado para alcançar os seus objetivos!

O que cai na prova de Matemática do ENEM?

Apesar de ter 45 questões, a parte de matemática do Enem pode ser mais fácil do que grande parte dos estudantes imaginam. É isso mesmo! Nesse exame, você não vai encontrar questões que exijam conhecimento profundo de assuntos espinhosos ou procedimentos longos e minuciosos.
O Kuadro fez um levantamento e constatou que as questões privilegiam alguns assuntos mais básicos, ensinados, inclusive, durante o Ensino Fundamental. Dessa forma, percebe-se que a prova está preocupada em avaliar o raciocínio em exercícios que se aproximam da realidade.
A matemática no Enem apresenta bastante contextualização. Mas não basta saber interpretar as questões, também é necessário aplicar fórmulas e conceitos para resolvê-las. Saiba mais sobre como essa disciplina é cobrada e estude melhor!

1. Regra de três

Razão e proporção, popularmente conhecido como “regra de três”, é um dos assuntos de matemática mais comuns na prova. Ela permite avaliar o raciocínio do candidato, mesmo quando ele não tem muita informação, mas boa capacidade analítica.
Além de ser cobrada na parte de matemática, a regra de três também é uma ferramenta para resolver outros conteúdos. Em geografia, por exemplo, é possível que haja um exercícios envolvendo escala. Nesse caso, a resolução é feita por meio desse método de razão e proporção.

2. Funções

Geralmente, o Enem apresenta enunciados elaborados, em que propõe a utilização de uma função. Ou seja, nem sempre é explícito. Assim, o estudante precisa saber interpretar a situação apresentada e observar que a função é necessária.
Pode até ser que o exame apresente a expressão f(x), mas não é tão comum de acontecer. Portanto, apesar das contas serem fáceis, o estudante deve se esforçar para desvendar o que a questão deseja.

3. Financeira

A Matemática Financeira também é figurinha carimbada no Enem. Também pudera! Ela permite avaliar domínio de conceitos muito básicos e capacidade de raciocínio, além de proporcionar questões muito interessantes.
Para se dar bem nesse tipo de questão, é importante que o estudante entenda bem de porcentagem e as diferenças entre juros simples e compostos. A Matemática Financeira não é difícil, mas exige atenção. Se o estudante não se atentar, ele pode calcular um valor achando que envolve juros simples, quando na verdade trata-se dos compostos.

4. Geometria

Para quem vai prestar exame para os cursos mais concorridos, quanto mais questões acertar de matemática melhor. Por isso, vale a pena dar uma atenção especial para a Geometria Plana e a Espacial.
Como já dissemos, o Enem prefere cobrar matemática básica. Mas geometria também tem a sua vez, ainda que de forma mais simples. Nessa parte, os estudantes têm que dominar sólidos simples (prismas, esferas e pirâmides), problemas envolvendo triângulos retângulos e áreas de figuras planas. Esses conteúdos representam aproximadamente 25% das questões.

5. Probabilidade e estatística

A forma como a prova cobra Probabilidade e Estatística tende a privilegiar os estudantes mais bem preparados. Como no geral esses temas costumam ser vistos como simples, muitos não o estudam nem treinam o suficiente.
Grande engano! Nesses assuntos, o Enem requer a análise de gráficos e, geralmente, coloca algumas pegadinhas no meio. Em função disso, é importante que o estudante leia atentamente todos os dados do enunciado, resolva a questão e releia para saber se a resposta realmente condiz com o enunciado.
A prova pode, por exemplo, mostrar a probabilidade de determinado evento ocorrer. Mas, em vez de solicitar esse número encontrado pelo estudante, ela pode perguntar qual é a chance de algo não acontecer.

Como tirar de letra a parte de matemática

O primeiro passo para se sair bem em matemática no Enem é não se desesperar. Pode até parecer tolo dizer isso, mas é a verdade. Muitos candidatos perdem o foco quando percebem que o exercício possui um longo enunciado ou gráficos para analisar.
Como já visto, esse conteúdo costuma ser mais fácil do que aparenta ser. Assim, depois de ler a questão, comece a anotar todos os dados do problema e lembre-se das ferramentas que pode usar. É um problema de porcentagem? Análise combinatória? Função?
Manter a calma, ler atentamente e saber o máximo de conceitos é a chave para se sair bem no exame. Na hora de estudar matemática, vale a pena dar enfoque máximo na resolução de exercícios, especialmente dos que já foram cobrados.
Dessa forma, você não terá surpresas quando chegar o dia do exame. Quanto mais tipos de enunciados você tiver contato antes, mais fácil será para reconhecer o que a questão pede e, consequentemente, maiores serão os acertos.
Quer se preparar de verdade para o Enem com quem realmente é especialista em aprovação? Venha para o Kuadro. Temos o melhor cursinho on-line da atualidade, com professores disponíveis para qualquer dúvida e muitos recursos pedagógicos!

O valor do apoio da família para a aprovação de Bianca

Passar no vestibular é um feito que envolve muitas pessoas. O aluno aprovado é o principal agente nesse processo. Mas a presença de pessoas que o apoiem é essencial para que ele possa dar o seu melhor. No caso de Bianca Campos, o apoio da família teve bastante influência em sua aprovação em Medicina na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP).
O anseio dos pais em ajudar os filhos é grande. Eliane Campos, mãe de Bianca, conta: “eu e meu marido sempre nos preocupamos bastante de ela estar preparada pra fazer as provas”.
A dificuldade de conseguir a aprovação pode gerar muito estresse nos vestibulandos. É aí que entra o apoio da família. O carinho e o cuidado dos pais com os filhos nessa etapa faz com que eles se sintam amparados.
O pai de Bianca, Anivaldo Campos, acredita que o papel de pais inclui também esse incentivo aos filhos. Segundo ele, a função dos pais é “dar o suporte necessário para eles terem tranquilidade de enfrentar os desafios”.

O Kuadro na visão da família

Bianca, que é de Lins, no interior de SP, mas morava em Limeira, também no interior. Em Limeira teve dificuldade de encontrar um cursinho pré-vestibular que atendesse ao que ela precisava.  
Eliane conta que “o grande obstáculo era não ter um curso específico”. O sonho da Medicina exigia muito e ela precisava se aliar às pessoas certas.
Foi quando Bianca descobriu o Kuadro. Ao sair do vestibular do ITA, que  prestou no 2º ano do Ensino Médio, a jovem viu a divulgação do curso.
Inicialmente, Eliane ficou receosa de apostar na plataforma para o futuro da filha. Mas percebeu que era uma boa escolha. “Quando eu via que ela estava feliz e que estava só evoluindo, a gente percebeu que se encaixou perfeitamente no perfil dela”, afirma.
Anivaldo também acredita que o curso deu bons resultados para o que a filha necessitava. “O Kuadro foi surpreendente. Apresentou uma estrutura pedagógica que deu tudo que ela precisava para se desenvolver”, conta o pai.

O apoio da família Campos

O carinho nesse núcleo familiar sempre existiu. Bianca conta: “Meus pais sempre foram muito apoiadores de todos os meus sonhos. Me incentivaram a correr atrás do melhor e do que eu quisesse”.
No período do vestibular, esse apoio foi ainda mais intenso. A jovem afirma que, durante o processo, os pais estiveram nos bastidores cuidando dela para que ela se concentrasse nos estudos.
Anivaldo acrescenta ainda a felicidade de ajudar a filha: “foi muito bom poder continuar dando suporte para ela nesse ano, acompanhando o desenvolvimento dela”.
A aprovação em Medicina na UNICAMP veio e Bianca agradece: “foi muito bom saber que eles confiavam em mim e acreditavam que eu fosse passar. Foi essencial”.

A importância da orientação pedagógica para Bianca

Que a dedicação para passar no vestibular é exclusiva do aluno todos sabemos. Mas será que existem outras pessoas importantes para conquistar a vaga no tão desejado ensino superior? A jovem Bianca Campos, aprovada em Medicina na UNICAMP e na UNESP, garante que sim. A orientação pedagógica oferecida pelo Kuadro ajudou Bianca a ter a garra para continuar estudando.

“A orientação sempre está ali para te apoiar, as meninas perguntam como você está indo no curso, se está tudo bem, se você está passando por algum problema. Isso é muito importante pra gente conseguir manter o sonho”, afirma a aprovada. 

Autonomia no estudo

Por ser para cada aluno, esse acompanhamento torna-se ainda mais proveitoso para quem quer passar no vestibular.
Atualmente a equipe pedagógica da plataforma conta com 17 orientadores. Cada aluno tem o seu orientador, que vai observar e verificar o processo de aprendizado e desenvolvimento do aluno.
Maíra Costa, que foi orientadora da Bianca durante o período de estudos no Kuadro, relata como foi o desenvolvimento da jovem: “Ela sempre foi uma aluna muito independente e consciente de suas responsabilidades. Durante a orientação dela focamos mais em acertar a rotina para que ela pudesse render mais e melhor nos estudos”.
“Eu acho bom ser personalizado, porque cada um vai aprendendo no seu ritmo. Nisso o Kuadro dá muita chance, você vai tendo autonomia no seu próprio estudo, é ótimo”, afirma Bianca.

Relação próxima

No Kuadro, o contato entre orientador e orientando une estímulo, “puxão de orelha” e elogios – tudo de acordo com o movimento do aluno. É função da orientação pedagógica acolher o aluno quando ele estiver com alguma dificuldade e motivá-lo a não recuar nos estudos.
Maíra acrescenta sua visão sobre Bianca: “O ponto mais positivo dela era a postura de vir até mim quando encontrava um problema que não conseguia vir sozinha. Esse comportamento aliado ao esforço foram responsáveis pela mais que merecida aprovação”.
Bianca conta: “Se estiver com algum problema você conversa com elas, em relação a simulados, desânimo. E aí conta pra elas o seu resultado, elas ficam felizes por você”.

Mas só a orientação pedagógica não resolve tudo…

O trabalho do orientador é garantir que o desempenho do aluno evolua ao longo do seu processo de estudos. Mas a união desse acompanhamento ao empenho pessoal de cada estudante é o ideal para garantir a aprovação dos sonhos!
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Medicina na UNICAMP: a conquista de Bianca com o Kuadro

A jovem Bianca Campos, nascida em Lins/SP, sempre teve facilidade nas disciplinas de exatas. No ensino médio, cursou o Colégio Técnico da Unicamp e, durante esse período, acreditou que deveria optar pela carreira de Engenharia. Contudo, Bianca sempre nutriu internamente o sonho de fazer Medicina e ajudar as pessoas. Por isso, no período do vestibular, dividiu-se entre as duas carreiras.
“Meus pais sempre me incentivaram a fazer Engenharia, porque eu era boa em exatas, mas eu ainda não estava segura se era essa área que eu queria seguir”, conta a jovem. Bianca prestou os vestibulares do ITA, da AFA e da EsPCEx no 2º ano do Ensino Médio, mas ainda não estava convencida.
Com o apoio de outro membro da família, o sonho falou mais alto. “Eu tenho uma tia médica que me ajudou bastante nessa decisão. Passei uns dias no consultório com ela, vi como é o dia a dia da profissão. Foi bem emocionante e importante para eu decidir fazer Medicina.”

A dificuldade para encontrar um cursinho para Medicina

O sonho de Bianca, no entanto, exigia muita dedicação e parecia distante. Não havia nenhum cursinho focado em ciências médicas em sua cidade (Lins/SP), nenhuma alternativa que parecesse viável.
Foi quando a jovem lembrou-se de um cursinho online que havia conhecido em um dos vestibulares que prestou: “Eu conheci o Kuadro saindo da prova do ITA, no meu 2º ano do Ensino Médio, e a equipe estava lá fazendo a divulgação.”

Kuadro aproxima Bianca de seu sonho

Em busca de uma ponte para chegar ao curso de Medicina, Bianca procurou o Kuadro e encontrou no cursinho online o que procurava: “É uma plataforma ótima para quem não tem um cursinho perto. Tem ótimos professores, todo o material já separado. Você não tem que buscar nada por fora.”
Quando chegou o período das primeiras fases dos vestibulares, a jovem estava preparada: fez as revisões do Kuadro, ganhou confiança e foi tranquila fazer as provas.
Nas segundas fases, a segurança aumentou ainda mais, pois conhecia bem o conteúdo: “Foi muito bom ver que várias questões tinham assuntos que eu tinha estudado, tinha revisado no caderno havia pouco tempo”, afirmou Bianca.

Emoção: aprovada em Medicina na UNICAMP

O resultado da UNICAMP, que em 2018 foi antecipado em um dia, surpreendeu Bianca positivamente.
Ao receber uma mensagem da tia com os dizeres “Parabéns! UNICAMP 2018!”, ela logo foi confirmar: “Procurei meu nome desesperada e estava lá mesmo, convocada! Fiquei muito feliz, chorei, foi muito bom.”
Dias depois, Bianca ainda recebeu a notícia da aprovação em Medicina na UNESP,  no campus de Botucatu/SP. Feliz com suas aprovações em duas universidades de ponta, a jovem teve ainda a possibilidade de escolher onde estudar.
O Kuadro foi a escolha certeira para Bianca alcançar seu sonho com sucesso: “Rende bem mais que um cursinho presencial por se adequar a cada aluno”.

O papel da família na aprovação #06

A Ingrid imaginava que nunca seria possível passar no vestibular da USP, mas além da sua dedicação o apoio incondicional da família foi um ponto muito importante para realizar esse sonho e conquistar a aprovação no vestibular.

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O papel da família na aprovação #05

O Davi Mol teve uma boa educação no interior do RJ. Ele sempre contou com o suporte e o carinho da família e tudo parecia muito bem encaminhado. Durante o ensino médio, ele descobriu que pra passar numa boa faculdade de engenharia seria necessário se aprofundar mais em exatas. Isso obrigaria ele a mudar para outra cidade.
Nesse momento, enquanto a família fazia as contas para a mudança, ele descobriu o kuadro. Com o apoio da família e muita dedicação, o Davi Mol conseguiu a aprovação em várias federais estudando de casa, num curso online, e agora cursa engenharia mecânica.

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O papel da família na aprovação #03

Assista o vídeo abaixo e saiba como a família do nosso aluno aprovado Felipe Bomfim lidou com a decisão dele de focar 100% nos estudos para ser aprovado nos vestibulares mais difíceis do país.

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O papel da família na aprovação #02

Confira nesse vídeo como o suporte da família foi importante na aprovação do Bruno Lanza na AFA.

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