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Questões de Sociologia - UNESP 2016

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1-2 de 2
Questão
2016Sociologia

(Unesp 2016) Texto 1 Cientistas americanos observaram, em um estudo recente, o motivo que pode tornar adolescentes impulsivos e infratores. Exames de neuroimagem em jovens mostraram que o córtex pré-frontal, região do cérebro ligada à tomada de decisão, ou seja, que nos faz pensar antes de agir, ainda está em formação nos adolescentes. Essa área do cérebro tende a ficar madura somente aos 20 anos. Por outro lado, a região cerebral associada às emoções e à impulsividade, conhecida como sistema límbico, tem um pico de desenvolvimento durante essa fase da vida, o que aumenta a propensão dos jovens a agirem mais com a emoção do que com a razão. O aumento da emotividade e da impulsividade seriam gatilhos naturais para atitudes extremadas, inclusive para cometer crimes. (Camila Neumam. Estudo explica por que adolescentes são impulsivos e podem cometer crimes. www.uol.com.br, 26.05.2015. Adaptado.) Texto 2 A situação de vulnerabilidade aliada às turbulentas condições socioeconômicas de muitos países latino-americanos ocasiona uma grande tensão entre os jovens, o que agrava diretamente os processos de integração social e, em algumas situações, fomenta o aumento da violência e da criminalidade. (Miriam Abramovay. Juventude, violência e vulnerabilidade social na América Latina, 2002. Adaptado.) Os textos expõem abordagens sobre o comportamento agressivo na adolescência referidos, respectivamente, a

Questão
2016Sociologia

(Unesp 2016) Defendo a liberdade de expressão irrestrita, mesmo depois desse trágico evento em que os cartunistas do jornal satírico Charlie Hebdo foram mortos, além de outras pessoas em um mercado kosher, em Paris. [...] Sou intransigente no que diz respeito à liberdade de expressão de cada um: e sou ainda mais intransigente quando matam em nome de Alá, de Maomé, de Cristo, de comunismo, de nazismo, de fascismo etc. Caricaturar nunca é crime. Caneta e lápis não matam. Exageram, humilham, fazem rir, mas não matam. (Gerald Thomas. Quem ri por último ri melhor. Folha de S.Paulo, 17.01.2015.) O argumento defendido no texto está baseado na

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