Questões de Português - FUVEST 1999 | Gabarito e resoluções

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(Fuvest 1999) A frase em que a grafia está inteiramente correta é:

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(Fuvest 1999) A frase em que a correlação de tempos e modos verbais FOGE às normas da língua escrita padrão é

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(Fuvest 1999) O espectador de olhar imediatista talvez tenha dificuldade para apreender a principal qualidade de KENOMA. Tal mérito não ocupa a tela de modo escancarado, mas por meio do acúmulo de imagens. É preciso aceitar o ritmo cadenciado e os silêncios da narrativa para perceber a sintonia da direção com o ambiente retratado - um grotão esquecido do Brasil, registrado por uma câmera realista, às vezes documental, mas com toques lúdicos. Mérito significativo em se tratando de um relato de investigação sobre uma realidade social e geográfica distante dos realizadores. Ainda mais em uma época tomada por filmes cujo ritmo acelerado impede a permanência das imagens na retina e a apreensão de seus significados após a sessão. (ÉPOCA, 31/08/98, p. 89) O termo MÉRITO em Tal MÉRITO não ocupa... refere-se a

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(Fuvest -1999) Existe, hoje, uma percepo disseminada pela intelectualidade e por boa parte da opinio pblica mundial de uma grande e acelerada mudana operando em vrias dimenses da sociedade moderno-contempornea. No h, certamente, consenso sobre esse fenmeno, variando definies, terminologia e, sobretudo, avaliaes positivas, negativas ou matizadas. De qualquer modo, h uma tendncia macia para reconhecer o carter ampliado das mudanas econmicas e tecnolgicas que afetariam, com maior ou menor impacto, todas as sociedades do planeta, justificando o termo globalizao mesmo quando se critica a sua possvel banalizao como instrumento de conhecimento. Gilberto Velho, Revista de Cultura Brasileira, 03/98, n 1. Em relao s mudanas econmicas e tecnolgicas mencionadas no texto, correto afirmar que

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(FUVEST) A carruagem parou ao p de uma casa amarelada, com uma portinha pequena. Logo entrada, um cheiro mole e salobro enojou-a. A escada, de degraus gastos, subia ingrememente, apertada entre paredes onde a cal caa, e a umidade fizera ndoas. No patamar da sobreloja, uma janela com um gradeadozinho de arame, parda do p acumulado, coberta de teias de aranha, coava a luz suja do saguo. E por trs de uma portinha, ao lado, sentia-se o ranger de um bero, o chorar doloroso de uma criana. (Ea de Queirs, O primo Baslio) O segmento do texto em que a preposio DE estabelece uma relao de causa :

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(FUVEST/1999) Começo a arrepender-me deste livro. Não que ele me canse; eu não tenho que fazer; e, realmente, expedir alguns magros capítulos para esse mundo sempre é tarefa que distrai um pouco da eternidade. Mas o livro é enfadonho, cheira a sepulcro, traz certa contração cadavérica; vício grave, e aliás ínfimo, porque o maior defeito deste livro és tu, leitor. Tu tens pressa de envelhecer, e o livro anda devagar; tu amas a narração direita e nutrida, o estilo regular e fluente, e este livro e o meu estilo são como os ébrios, guinam à direita e à esquerda, andam e param, resmungam, urram, gargalham, ameaçam o céu, escorregam e caem... (Machado de Assis, MEMÓRIAS PÓSTUMAS DE BRÁS CUBAS) Tendo em vista o contexto das MEMÓRIAS PÓSTUMAS DE BRÁS CUBAS, é correto afirmar que, nesse excerto,

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(FUVEST) Leia: Oh! Benedito o que semeia Livros... livros mo cheia... E manda o povo pensar! O livro caindo nalma germe - que faz a palma, chuva - que faz o mar. Vs, que o templo das ideias Largo - abris s multides, Pra o batismo luminoso Das grandes revolues Agora que o trem de ferro Acorda o tigre no cerro E espanta os caboclos nus, Fazei desse rei dos ventos - Ginete dos pensamentos, - Arauto da grande luz!... (Castro Alves) Se iniciarmos a segunda estrofe pelo pronome TU, os verbos ABRIS e FAZEI, que aparecem no texto, devero mudar, respectivamente, para:

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(Fuvest 1999) Transforma-se o amador na cousa amada, por virtude do muito imaginar; no tenho, logo, mais que desejar, pois em mim tenho a parte desejada. Se nela est minhalma transformada, que mais deseja o corpo de alcanar? Em si somente pode descansar, pois consigo tal alma est liada. Mas esta linda e pura semideia, que, como um acidente em seu sujeito, assi co a alma minha se conforma, est no pensamento como ideia: e o vivo e puro amor de que sou feito, como a matria simples busca a forma. (Cames, ed. A. J. da Costa Pimpo) A relao semntica expressa pelo termo LOGO no verso No tenho, LOGO, mais que desejar ocorre igualmente em:

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