Questões de Português - UNICAMP 2015

1-15 de 23chevron right center
Questão 1
2015Português

(UNICAMP - 2015)Os textos abaixo foram retirados da coluna Caras e bocas, do Caderno Alis, do jornal O Estado de So Paulo: A inteno salvar o Brasil. Ana Paula Logulho, professora e entusiasta da segunda Marcha da Famlia com Deus pela Liberdade, que pede uma interveno militar no pas e pretendeu reeditar, no sbado, a passeata de 19 de maro de 1964, na capital paulista, contra o governo do Presidente Joo Goulart. Ser um evento esculhambativo em homenagem ao outro de So Paulo. Jos Caldas, organizador da Marcha com Deus e o Diabo na Terra do Sol, convocada pelo Facebook para o mesmo dia, no Rio de Janeiro. (O Estado de So Paulo, 23/03/2014, Caderno Alis, E4. Negritos presentes no original.) a) Descreva o processo de formao de palavras envolvido em esculhambativo, apontando o tipo de transformao ocorrida no vocbulo. b) Discorra sobre a diferena entre as expresses evento esculhambado e evento esculhambativo, considerando as relaes de sentido existentes entre os dois textos acima.

Questão 2
2015Português

(UNICAMP - 2015)No texto abaixo, h uma presena significativa de metforas que auxiliam na construo de sentidos. Entre silncios e dilogos Havia uma desconfiana: o mundo no terminava onde os cus e a terra se encontravam. A extenso do meu olhar no podia determinar a exata dimenso das coisas. Havia o depois. Havia o lugar do sol se aninhar enquanto a noite se fazia. Havia um abrigo para a lua enquanto era dia. E o meu corao de menino se afogava em desesperana. Eu que no era marinheiro nem pssaro - sem barco e asa. Um dia aprendi com Lili a decifrar as letras e suas somas. E a palavra se mostrou como caminho poderoso para encurtar distncia, para alcanar onde s a fantasia suspeitava, para permitir silncio e dilogo. Com as palavras eu ultrapassava a linha do horizonte. E o meu corao de menino se afagava em esperana. Ao virar uma pgina do livro, eu dobrava uma esquina, escalava uma montanha, transpunha uma mar. Ao passar uma folha, eu frequentava o fundo dos oceanos, transpirava em desertos para, em seguida, me fazer hspede de outros coraes. Pela leitura temperei a minha ptria, chorei sua misria, provei de minha famlia, bebi de minha cidade, enquanto, pacientemente, degustei dos meus desejos e limites. Assim, o livro passou a ser o meu porto, a minha porta, o meu cais, a minha rota. Pelo livro soube da histria e criei os avessos, soube do homem e seus disfarces, soube das vrias faces e dos tantos lugares de se olhar. (...) Ler aventurar-se pelo universo inteiro. (Bartolomeu Campos de Queirs, Sobre ler, escrever e outros dilogos. Belo Horizonte: Autntica, 2012, p. 63.) a) No trecho Assim, o livro passou a ser o meu porto, a minha porta, o meu cais, a minha rota, h metforas que expressam a experincia do autor com a leitura. Escolha uma dessas metforas e explique-a, considerando seu sentido no texto. b) O texto mostra que a experincia de leitura promove uma importante mudana subjetiva. Explique essa mudana e cite dois trechos nos quais ela explicitada

Questão 3
2015Português

(UNICAMP - 2015) O circo no mais o mesmo, respeitvel pblico. A tradio do picadeiro itinerante, da arte hereditria, vem se transformando. Uma das grandes mudanas foi a partir da segunda metade do sculo XX, quando os prprios artistas, preocupados com as exigncias da educao formal de seus filhos, decidiram fixar residncia. Muitos reduziram as viagens, mandaram as crianas para a casa de parentes e para uma escola fixa e assumiram um novo modo de vida. O circo no mais o mesmo: encontrou outros modos de organizar-se, muito alm da lona. Ocupa espaos nunca antes imaginados, como academias, projetos sociais, oficinas culturais e at hospitais. No Brasil, grande parte dessa transformao se deve aos prprios artistas que, preocupados ainda com a continuidade da arte circense, participaram da criao de escolas para a formao das novas geraes. Escolas e cursos abertos a quem se interessasse. De fato os prprios artistas foram abrindo o ambiente para outras pessoas e facilitando esta via de mo dupla. O circo novo de hoje estabelece-se a partir desta relao com o novo sujeito histrico, afirma Rodrigo Mallet Duprat, autor da tese Realidades e particularidades da formao do profissional circense no Brasil: rumo a uma formao tcnica e superior. Rodrigo investigou a formao do profissional de circo no Brasil, na Blgica, na Frana e na Espanha. O objetivo do trabalho foi entender a pluralidade da formao do profissional de circo de hoje bem como sua atuao em outros mbitos, para alm do artstico/profissional. A pesquisa foi desenvolvida no programa de ps-graduao em Educao Fsica, na rea de concentrao Educao Fsica e Sociedade. Rodrigo entende que atualmente a atividade exercida por diferentes profissionais como professores de teatro, artes ou educao fsica. A tese prope formao continuada a fim de habilitar o profissional de circo para atuar em todos os mbitos, inclusive naqueles que ganharam maior espao no Brasil nas ltimas dcadas, como os projetos de circo social. H, no mercado, profissionais hbridos, oriundos de vrias reas de formao, inclusive no circo familiar. Mas, como falta um curso superior, muitos artistas que comearam nas artes circenses vo para outras reas do conhecimento como cincias sociais, dana, teatro, educao fsica, histria... at bom existir essa amplitude s que aquele profissional poderia ter a possibilidade de se formar, fazer um curso superior de artes do circo, defende o autor da tese. (Adaptado de Patrcia Lauretti, Tem diploma no circo, Jornal da Unicamp, no . 607, 22/09/2014, p. 12.) a) Em um texto jornalstico, usam-se fontes fidedignas para dar credibilidade s informaes. Aponte os tipos de fontes usados no texto acima e d dois exemplos de discurso reportado que as identificam. b) Com base nas informaes do texto, descreva o profissional do circo e sua formao nos dias atuais

Questão 4
2015Português

(UNICAMP - 2015) Os guardas vm nos seus calcanhares. Sem-Pernas sabe que eles gostaro de o pegar, que a captura de um dos Capites da Areia uma bela faanha para um guarda. Essa ser a sua vingana. No deixar que o peguem. (...) Apanhara na polcia, um homem ria quando o surravam. Para ele este homem que corre em sua perseguio (...). Vm em seus calcanhares, mas no o levaro. Pensam que ele vai parar junto ao grande elevador. Mas Sem-Pernas no para. (...) Sem-Pernas se rebenta na montanha como um trapezista de circo que no tivesse alcanado o outro trapzio. (Jorge Amado, Capites da Areia. 19 ed., So Paulo: Companhia das Letras, 2013, p. 242-243.) a) Levando em conta o trecho em questo e a obra como um todo, qual a imagem dos socialmente excludos de quem Sem-Pernas representativo no trecho? b) Apanhara na polcia, um homem ria quando o surravam. Diante dessa lembrana recorrente, evocada durante sua perseguio pelos policiais, qual o sentido da simblica vingana de Sem-Pernas?

Questão 5
2015Português

(UNICAMP - 2015)Leia os excertos a seguir. Um dia... Sim, quando as secas desaparecessem e tudo andasse direito... Seria que as secas iriam desaparecer e tudo andar certo? No sabia. (Graciliano Ramos, Vidas secas. 118 ed., Rio de Janeiro: Record, 2012, p. 25.) Nunca vira uma escola. Por isso no conseguia defender-se, botar as coisas nos seus lugares. O demnio daquela histria entrava-lhe na cabea e saa. Era para um cristo endoidecer. Se lhe tivessem dado ensino, encontraria meio de entend-la. Impossvel, s sabia lidar com bichos. (Graciliano Ramos, Vidas secas. 118 ed., Rio de Janeiro: Record, 2012, p. 35.) a) Nos excertos citados, a seca e a falta de educao formal afetam a existncia das personagens. Levando em conta o carter crtico e poltico do romance, relacione o problema da seca com a questo da escolarizao no que diz respeito personagem Fabiano. b) Nunca vira uma escola. Por isso no conseguia defender-se, botar as coisas nos seus lugares. Descreva uma passagem do romance em que, por no saber ler e escrever, Fabiano prejudicado e no consegue se defender.

Questão 6
2015Português

(UNICAMP - 2015) Os ombros suportam o mundo Chega um tempo em que no se diz mais: meu Deus. Tempo de absoluta depurao. Tempo em que no se diz mais: meu amor. Porque o amor resultou intil. E os olhos no choram. E as mos tecem apenas o rude trabalho. E o corao est seco. Em vo as mulheres batem porta, no abrirs. Ficaste sozinho, a luz apagou-se, mas na sombra teus olhos resplandecem enormes. s todo certeza, j no sabes sofrer. E nada esperas de teus amigos. Pouco importa venha a velhice, que a velhice? Teus ombros suportam o mundo e ele no pesa mais que a mo de uma criana. As guerras, as fomes, as discusses dentro dos edifcios provam apenas que a vida prossegue e nem todos se libertaram ainda. Alguns, achando brbaro o espetculo, prefeririam (os delicados) morrer. Chegou um tempo em que no adianta morrer. Chegou um tempo em que a vida uma ordem. A vida apenas, sem mistificao. (Carlos Drummond de Andrade, Sentimento do mundo. So Paulo: Companhia das Letras, 2012, p.51.) a) Na primeira estrofe, o eu lrico afirma categoricamente que o corao est seco. Que imagem, nessa primeira estrofe, explica o fato de o corao estar seco? Justifique sua resposta. b) O ltimo verso (A vida apenas, sem mistificao) fornece para o leitor o sentido fundamental do poema. Levando-se em conta o conjunto do poema, que sentido sugerido pela palavra mistificao?

Questão
2015Português

(UNICAMP-2015) O trecho a seguir foi retirado da apresentação da obra Pioneiras da ciência no Brasil. O livro traz biografias de cientistas brasileiras que iniciaram suas carreiras nos anos 1930 e 1940. Cabe uma reflexão sobre a divisão dos papéis masculino e feminino dentro da família, para tentar melhor entender por que a presença feminina no mundo científico mantém-se minoritária. Constata-se que, no Brasil, ainda cabem às mulheres, fortemente, as responsabilidades domésticas e de socialização das crianças, além dos cuidados com os velhos. Assim, ainda que dividindo o espaço doméstico com companheiros, as mulheres têm, na maioria dos lares, maior necessidade de articular os papéis familiares e profissionais. A ideia de que conciliar vida profissional e familiar representa uma dificuldade é reforçada pela análise da população ocupada feminina com curso superior, feita por estudiosos, que constata que cerca de 46% dessas mulheres vivem em domicílios sem crianças. Como as cientistas são pessoas com diplomas superiores, elas estão compreendidas nesse universo. Por outro lado,talvez a sociedade brasileira ainda mantenha uma visão estereotipada calcada num modelo masculino tradicional - do que seja um profissional da ciência. E certamente faltam às mulheres modelos positivos, as grandes cientistas que lograram conciliar sucesso profissional comvida pessoal realizada. Para quebrar os estereótipos femininos, para que novas gerações possam se mirar em novos modelos, é necessário resgatar do esquecimento figuras femininas que, inadvertida ou deliberadamente, permaneceram ocultas na história da ciência em nosso país. (Adaptado de Hildete P. de Melo e Lígia Rodrigues, Pioneiras da ciência no Brasil. Rio de Janeiro: SBPC, 2006, p. 3-4.) Releia o período: Assim, ainda que dividindo o espaço doméstico com companheiros, as mulheres têm, na maioria dos lares, maior necessidade de articular os papéis familiares e profissionais. A expressão sublinhada

Questão
2015Português

(UNICAMP - 2015) A busca por vida fora da Terra Um sinal eletrnico emitido pelo Laboratrio de Propulso a Jato (JPL, sigla em ingls) da NASA, em Pasadena, Califrnia, e viaja at um rob fixado na parte inferior da camada de gelo de 30 centmetros de espessura em um lago do extremo norte do Alasca. O holofote do rob comea a brilhar. Funcionou!, exclama John Leichty, um jovem engenheiro do JPL, que est em uma barraca perto do lago congelado. Embora no parea uma grande faanha tecnolgica, esse talvez seja o primeiro passo para a explorao de uma lua distante. Mais de sete mil quilmetros ao sul do Alasca, no Mxico, a geomicrobiloga Penelope Boston caminha por uma gua turva que bate em seus tornozelos, em uma gruta, cerca de 15 metros abaixo da superfcie. Como os outros cientistas que a acompanham, Penelope carrega um respirador pesado, alm do tanque adicional de ar, de modo que possa sobreviver em meio ao sulfeto de hidrognio, monxido de carbono e outros gases venenosos da caverna. Aos seus ps, a gua corrente contm cido sulfrico. A lanterna no capacete ilumina a gotcula de uma gosma espessa e semitranslcida que escorre da parede. No incrvel?, exclama. Esses dois locais (um lago congelado no rtico e uma gruta nos trpicos) talvez possam fornecer pistas para um dos mistrios mais antigos e instigantes: existe vida fora do nosso planeta? Criaturas em outros mundos, seja em nosso sistema solar, seja em rbita ao redor de estrelas distantes, poderiam muito bem ter de sobreviver em oceanos recobertos de gelo, como os que existem em um dos satlites de Jpiter, ou em grutas fechadas e repletas de gs, que talvez sejam comuns em Marte. Portanto, se for possvel determinar um procedimento para isolar e identificar formas de vida em ambientes igualmente extremos aqui na Terra, ento estaremos mais preparados para empreender a busca pela vida em outras partes do Universo. Adaptado de Michael D. Lemonick, A busca por vida fora da Terra.National Geographic, jul. 2014, p. 38-40. Assinale a alternativa que resume adequadamente o texto.

Questão
2015Português

(UNICAMP 2015) Sobre A Cidade e as Serras, de Eça de Queirós, é correto afirmar:

Questão
2015Português

(UNICAMP 2015)Considere os versos abaixo dos poemas Sentimento do mundo e Noturno à janela do apartamento, de Carlos Drummond de Andrade, ambos publicados no livro Sentimento do mundo. esse amanhecer mais noite que a noite. (Carlos Drummond de Andrade. Sentimento do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2012, p.12.) Silencioso cubo de treva: um salto, e seria a morte. Mas é apenas, sob o vento, a integração na noite. Nenhum pensamento de infância, nem saudade nem vão propósito. Somente a contemplação de um mundo enorme e parado. A soma da vida é nula. Mas a vida tem tal poder: na escuridão absoluta, como líquido, circula. Suicídio, riqueza, ciência... A alma severa se interroga e logo se cala. E não sabe se é noite, mar ou distância. Triste farol da Ilha Rasa. (Idem, p. 71.) Considerando a obra Sentimento do mundo em seu conjunto e tendo em vista que os primeiros versos transcritos pertencem ao poema que abre e dá título ao livro de Drummond, e que o segundo poema, citado integralmente, corresponde ao fechamento do volume, é correto afirmar que

Questão
2015Português

(UNICAMP 2015) Considere o fragmento abaixo extraído de Vidas secas, de Graciliano Ramos. O pequeno sentou-se, acomodou-se nas pernas a cabeça da cachorra, pôs-se a contar-lhe baixinho uma história. Tinha um vocabulário quase tão minguado como o do papagaio que morrera no tempo da seca. Valia-se, pois, de exclamações e de gestos, e Baleia respondia com o rabo, com a língua, com movimentos fáceis de entender. (Graciliano Ramos. Vidas secas. Rio de Janeiro: Record, 2012, p. 57.) No romance Vidas secas, a alteridade é construída ficcionalmente. Isso porque o narrador

Questão
2015Português

(UNICAMP 2015) Leia o seguinte excerto de Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis: Deixa lá dizer Pascal que o homem é um caniço pensante. Não; é uma errata pensante, isso sim. Cada estação da vida é uma edição, que corrige a anterior, e que será corrigida também, até a edição definitiva, que o editor dá de graça aos vermes. (Machado de Assis, Memórias póstumas de Brás Cubas. São Paulo: Ateliê Editorial, 2001, p.120.) Na passagem citada, a substituição da máxima pascalina de que o homem é um caniço pensante pelo enunciado ohomem é uma errata pensante significa

Questão
2015Português

(UNICAMP - 2015) Considere o fragmento abaixo extrado de Vidas secas, de Graciliano Ramos. O pequeno sentou-se, acomodou-se nas pernas a cabea da cachorra, ps-se a contar-lhe baixinho uma histria. Tinha um vocabulrio quase to minguado como o do papagaio que morrera no tempo da seca. Valia-se, pois, de exclamaes e de gestos, e Baleia respondia com o rabo, com a lngua, com movimentos fceis de entender. (Graciliano Ramos. Vidas secas. Rio de Janeiro: Record, 2012, p. 57.) Uma definio possvel de alteridade a capacidade de se colocar no lugar do outro. No excerto, o menino mais velho, aps ter recebido um cocorote de sinh Vitria, ao lhe ter feito uma pergunta sobre a palavra inferno, conta uma histria para Baleia. Da leitura desse trecho, podemos concluir que

Questão
2015Português

(Unicamp 2015) Dados numéricos e recursos linguísticos colaboram para a construção dos sentidos de um texto. Leia os títulos de notícias a seguir sobre as vendas do comércio no último Dia dos Pais. Venda para o Dia dos Pais cresceu 2% em relação ao ano passado. Adaptado de O Diário Online, 15/08/2014.Disponível em http://www.odiarioonline.com.br/noticia/26953/. Acessado em 20/08/2014. Só 4 em cada 10 brasileiros compraram presentes no Dia dos Pais. Época São Paulo, 17/08/2014. Disponível em http://epoca.globo.com/regional/sp/Consumo. Acessado em 20/08/2014. Podemos afirmar que:

Questão
2015Português

(UNICAMP-2015) Robótica não é filme de Hollywood, diz Nicolelis sobre o exoesqueleto. Robô comandado por paraplégico foi mostrado na abertura da Copa. Equipamento transforma força do pensamento em movimentos mecânicos. Em entrevista ao G1, o neurocientista brasileiro MiguelNicolelis comentou que inicialmente estava previsto um jovem paraplégico se levantar da cadeira de rodas, andar alguns passos e dar um chute na bola, que seria o pontapé inicial do Mundial do Brasil. Mas a estratégia foi revista após a Fifa informar que o grupo teria 29 segundos para realizar a demonstração científica. Na última quinta-feira, o voluntário Juliano Pinto, de 29 anos, deu um chute simbólico na bola da Copa usando o exoesqueleto. Na transmissão oficial, exibida por emissoras em todo o mundo, a cena durou apenas setesegundos. O neurocientista minimizou as críticas recebidas após a rápida apresentação na Arena Corinthians: Tenham calma, não olhem para isso como se fosse um jogo de futebol. Tem que conhecer tecnicamente e saber o esforço. Robótica não é filme de Hollywood, tem limitações que nós conhecemos. O limite desse trabalho foi alcançado. Os oito pacientes atingiram um grau de proficiência e controle mental muito altos, e tudo isso será publicado, garante. Adaptado de Eduardo Carvalho, Robótica não é filme de Hollywood,diz Nicolelis sobre o exoesqueleto. Disponível em http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2014/06/robotica-nao-e-filme-de-hollywood-diz-nicolelis-sobre- o-exoesqueleto.html. Acessado em 18/06/2014. Considerando a notícia transcrita acima, pode-se dizer que a afirmação reproduzida no título (Robótica não é filme de Hollywood).

1-15 de 23chevron right center