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Questão
2019RedaçãoPortuguês

(IFPE 2019) Considerando que o Cartum um gnero composto por linguagem verbal e por imagem, a fim de estimular a reflexo acerca de questes relacionadas ao comportamento humano e a situaes do cotidiano, assinale a alternativa CORRETA no que diz respeito mensagem que se pode compreender a partir da leitura do cartum.

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2018Matemática

(IFPE - 2018) Chamamos uma frao de unitria se o numerador for igual a um e o denominador for um inteiro positivo, por exemplo: Os antigos egpcios costumavam trabalhar com fraes que poderiam ser obtidas como soma de fraes unitrias diferentes, por exemplo: Por esse motivo, esse tipo de frao, que pode ser obtido por soma de fraes unitrias distintas, conhecido por fraes egpcias. O uso das fraes egpcias facilitavas as contas e comparaes, especialmente num mundo onde no havia calculadoras. Encontre uma frao, F, equivalente soma

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2018Geografia

(G1 - ifpe 2018) (...) h um muro de concreto entre nossos lbios h um muro de Berlim dentro de mim tudo se divide todos se separam duas Alemanhas duas Coreias tudo se divide todos se separam (...) Disponvel em: http://www2.uol.com.br/engenheirosdohawaii/discos/letras/alivio.htm. Acesso em: 09 out. 2017. Adaptado. O trecho da msica Alvio imediato, da banda brasileira Engenheiros do Hawaii, aborda alguns fatos referentes ao contexto da Guerra Fria. Sobre esses fatos, assinale a alternativa CORRETA.

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2018Redação

(IFPE 2018) Economia comportamental leva o Nobel Norte-americano Richard H. Thaler diz que para fazer uma boa anlise em economia deve-se ter em mente que as pessoas so humanas Richard H. Thaler recebeu o Prmio Nobel de Economia pelas suas contribuies no campo da economia comportamental. O professor Thaler, nascido em 1945, em East Orange, New Jersey (EUA), trabalha na Faculdade de Administrao da Universidade Booth de Chicago. Segundo o comit do Nobel, ao anunciar o prmio em Estocolmo, Thaler pioneiro na aplicao da psicologia ao comportamento em economia e em explicar como as pessoas tomam decises econmicas, s vezes, rejeitando a racionalidade. Sua pesquisa, disse o comit, levou o campo comportamental em economia, de um papel secundrio, para a corrente principal da pesquisa acadmica e mostrou que o fator tinha importantes implicaes para a poltica econmica. Thaler disse, nesta segunda-feira, 9, que a premissa bsica de suas teorias a seguinte: Para fazer uma boa anlise em economia deve-se ter em mente que as pessoas so humanas. Quando lhe perguntaram como gastaria o dinheiro (cerca de US$ 1,1 milho) do prmio, respondeu: Esta uma pergunta bem divertida. E acrescentou: Tentarei gast-lo da forma mais irracional possvel O prmio de Economia foi criado em 1968 em memria de Alfred Nobel e concedido pela Academia Real de Cincias da Sucia. As linhas principais de estudos econmicos em grande parte do sculo 20 basearam-se na hiptese simplificada de que as pessoas se comportavam racionalmente. Os economistas entendiam que isso no era literalmente real, mas argumentaram que estava bem prximo disso. O professor Thaler desempenhou um papel central ao se distanciar desse pressuposto. Ele no s defendeu que os seres humanos so irracionais, o que algo bvio, mas tambm de pouca ajuda. Em vez disso, ele mostrou que as pessoas saem da racionalidade de maneiras coerentes, portanto seu comportamento ainda pode ser antecipado. O comit do Nobel descreveu como a teoria de Thaler sobre contabilidade mental explica de que forma as pessoas simplificam as decises financeiras, concentrando-se no impacto limitado de cada deciso e no no seu efeito mais geral. Ele tambm mostrou como a averso a uma perda pode explicar por que as pessoas valorizam muito mais o mesmo item quando so proprietrias do que quando no o so, fenmeno chamado efeito de doao. As teorias de Thaler explicam, ainda, porque as resolues de ano-novo podem ser difceis de se manter e analisam a tenso entre o planejamento de longo prazo e a ao no curto prazo. Sucumbir tentao de curto prazo uma razo importante pela qual muitas pessoas fracassam em seus planos de poupar para quando forem idosas, ou fazer escolhas de estilo de vida mais saudveis, de acordo com a pesquisa de Thaler. Ele tambm demonstrou o quanto mudanas aparentemente pequenas na forma como os sistemas funcionam, ou como um empurrozinho (nudging) termo que ele inventou pode ajudar as pessoas a exercer melhor o autocontrole quando, por exemplo, esto economizando para a aposentadoria. O professor Thaler teve uma rpida participao no filme A Grande Aposta, ao lado da atriz e cantora Selena Gomez, no qual ele usou a economia comportamental para ajudar a explicar as causas da crise financeira. Quando perguntaram a ele sobre sua curta carreira em Hollywood, brincou se dizendo desapontado pelo fato de suas faanhas como ator no terem sido mencionadas no resumo de suas realizaes quando o prmio foi anunciado. Por que o trabalho de Thaler foi importante? Seu trabalho forou os economistas a lidarem com as limitaes da anlise tradicional com base no pressuposto de que as pessoas so atores racionais. Ele tambm tem sido excepcionalmente bem-sucedido ao influenciar diretamente polticas pblicas. Uma das contribuies mais importantes a sua influncia sobre a mudana dos planos de aposentadoria nos quais os funcionrios se inscrevem automaticamente e nas aplices que oferecem aos funcionrios a opo de aumentar as contribuies ao longo do tempo. Ambos refletem a viso de Thaler de que a inrcia pode ser usada para moldar resultados benficos sem impor limites escolha humana. APPELBAUM, Binyamin. Disponvel em: http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,nobel-de-economia-2017-vai-para-um-dos-fundadores-da-economia-comportamental,7000203479. Acesso em: 11 out. 2017. Adaptado. O texto tem como fato gerador

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2018Português

(IFPE - 2018) O FIM DO LIVRO DE PAPEL S 122 livros. Era o que a Universidade de Cambridge tinha em 1427. Eram manuscritos lindos, que valiam cada um o preo de uma casa. Isso foi 3 dcadas antes de a Bblia de Gutenberg chegar s ruas. Depois dela, os livros deixaram de ser obras artesanais exclusivas de milionrios e viraram o que viraram. Graas a uma novidade: a prensa de tipos mveis, que era capaz de fazer milhares de cpias no tempo que um monge levava para terminar um manuscrito. Foi uma revoluo sem igual na histria e bl, bl, bl. S que uma revoluo que j acabou. H 10 anos, pelo menos. Quando a internet comeou a crescer para valer, ficou claro que ela passaria uma borracha na histria do papel impresso e comearia outra. Mas aconteceu justamente o que ningum esperava: nada. A internet nunca arranhou o prestgio nem as vendas dos livros. Muito pelo contrrio. O 2o negcio online que mais deu certo (depois do Google) uma livraria, a Amazon. Se um extraterrestre pousasse na Terra hoje, acharia que nada disso faz sentido. Por que o livro no morreu? Como uma plataforma que, se comparada internet, to arcaica quanto folhas de pergaminho ou tbuas de argila continua firme? Voc sabe por qu. Ler um livro inteiro no computador insuportvel. A melhor tecnologia para uma leitura profunda e demorada continua sendo tinta preta em papel branco. Tudo embalado num pacote porttil e fcil de manusear. Igual Bblia de Gutenberg. Isso sem falar em outro ingrediente: quem gosta de ler sente um afeto fsico pelos livros. Curte tocar neles, sentir o fluxo das pginas, exibir a estante cheia. Uma relao de fetiche. Amor at. Mas esse amor s dura porque ainda no apareceu nada melhor que um livro para a atividade de ler um livro. Se aparecer Se aparecer, no: quando aparecer. Depois do CD, que j morreu, e do DVD, que est respirando com a ajuda de aparelhos, o livro impresso o prximo da lista. VERSIGNASSI, Alexandre. O fim do livro de papel. Disponvel em: https://super.abril.com.br/tecnologia/o-fim-do-livro-de-papel/. Acesso em: 06 out. 2017. Para estabelecer unidade de sentido, os textos so construdos com recursos que permitem articulao entre suas partes. Quanto ligao entre os pargrafos do texto, analise as afirmativas abaixo. I. A relao entre o segundo e o primeiro pargrafos se estabelece por meio da elipse, pois o verbo ser em Foi uma revoluo sem igual na histria retoma a criao da prensa de tipos mveis descrita no primeiro pargrafo. II. O terceiro pargrafo iniciado pela conjuno mas, que introduz uma ideia oposta construda no pargrafo anterior: a superao do papel impresso pelo crescimento da internet, sendo assim, h uma quebra de expectativa. III. Com a afirmao Voc sabe por qu, que inicia o quarto pargrafo, o autor mantm a continuidade textual por meio da resposta s questes retricas que finalizaram o terceiro pargrafo. IV. Em Mas esse amor s dura porque, a conjuno grifada adiciona uma informao sobre o amor que as pessoas em geral tm pelo livro de papel, introduzindo uma relao temporal entre o quarto e o quinto pargrafo. V. A coeso entre os pargrafos do texto constituiu-se por meio de conjunes adversativas e temporais, estabelecendo relaes de oposio, de causa e consequncia e de tempo. Esto CORRETAS, apenas, as afirmativas

Questão 19
2017Português

(IFPE - 2017) TEXTO PARA A PRXIMA QUESTO: REFLETINDO SOBRE APROPRIAO CULTURAL Os efeitos desta supervalorizao da cultura europeia a existncia de uma hierarquia cultural J h algum tempo, acompanho esse debate sobre apropriao cultural e, lendo os artigos produzidos (a favor ou contra), percebi que a maioria no consegue articular este debate com questes mais amplas: racismo e capitalismo. preciso aceitar que h apropriao cultural. E que esta apropriao no resultado de uma troca cultural. E por qu? A cultura predominante em nosso pas a ocidental que nos obriga a digerir a cultura europeia. Isso bem problemtico numa sociedade marcada pela diversidade tnico-cultural. Os efeitos desta supervalorizao da cultura europeia a existncia de uma hierarquia cultural. E aqui que racismo e capitalismo se articulam na apropriao da cultura do outro. Ningum no Brasil proibido de usar um turbante, uma guia ou de pertencer a alguma religio de matriz africana. Porm, h um olhar diferenciado quando negros ou negras usam um turbante, uma guia que os identificam com o candombl em espao pblico. Diferente de brancos. Os primeiros so logo tachados de macumbeiros e os segundos, na moda, estilo e tendncia tnica. O cerne da questo se d quando a cultura africana e afro-brasileira apropriada por empresas e os protagonistas so excludos do processo. Outro problema da assimilao cultural seu retorno. Esta retorna na forma de mercadoria esvaziada de sentido. A filsofa e feminista negra Djamila Ribeiro faz a provocao: A etnia Maasai no quer ser reparada pelo mundo da moda por apropriao, porque lucraram com sua cultura sem que eles recebessem por isso. A relao entre capitalismo e racismo se manifesta desta forma. O debate sobre apropriao cultural prope refletir sobre o uso da cultura africana e afro-brasileira por empresas sem a presena e um retorno aos protagonistas. Para os que fazem este debate de forma ampla, h uma compreenso de que no justo atingir pessoas. Estas no possuem um conhecimento sobre tal problemtica. preciso atacar as empresas que usam e abusam da cultura desses povos e a transformam em simples mercadoria. Chamo ateno (finalizando) para o fato de alguns artigos que, sem entender ou por pura desonestidade intelectual, procuram, ao combater os argumentos daqueles que escrevem sobre a apropriao cultural, desqualificar toda uma produo de conhecimento forjada a partir de uma longa experincia no combate ao racismo. Penso que todo debate vlido, porm, sejamos ticos. FERREIRA, H. Refletindo sobre apropriao cultural. Disponvel em: http://www.opovo.com.br/jornal/opiniao/2017/02/hilario-ferreira-refletindo-sobre-apropriacao-cultural.html. Acesso em: 09 maio 2017 (adaptado). Com base nas estratgias lgico-discursivas mobilizadas no texto, considere as seguintes afirmativas. I. No trecho lendo os artigos produzidos (a favor ou contra), percebi que a maioria no consegue articular este debate (pargrafo 1), o verbo grifado institui uma orao subordinada reduzida de gerndio e estabelece, com a orao seguinte, uma relao de alternncia. II. Em Porm, h um olhar diferenciado (pargrafo 3), a conjuno destacada introduz uma ideia de oposio com relao ao perodo anterior. III. Em O cerne da questo se d quando a cultura africana e afro-brasileira apropriada por empresas (pargrafo 4), a conjuno grifada introduz uma circunstncia de tempo. IV. No trecho A etnia Maasai no quer ser reparada pelo mundo da moda por apropriao, porque lucraram com sua cultura sem que eles recebessem por isso (pargrafo 4), a expresso em destaque introduz a consequncia do lucro do mundo da moda com a cultura Maasai. V. Em Chamo ateno (finalizando) para o fato de alguns artigos que [...] procuram, ao combater os argumentos daqueles que escrevem sobre a apropriao cultural, desqualificar toda uma produo de conhecimento forjada (pargrafo 6), a expresso verbal grifada introduz uma orao reduzida de infinitivo que estabelece uma relao de conformidade com a orao anterior. Esto CORRETAS apenas as assertivas

Questão
2017Matemática

(IFPE - 2017) s 10 h 45 min de uma manh ensolarada, as sobras de um edifcio e de um poste de 8 metros de altura foram medidas ao mesmo tempo. Foram encontrados 30 metros e 12 metros, respectivamente, conforma a ilustrao abaixo. De acordo com as informaes acima, a altura h do prdio de

Questão
2017Português

(IFPE - 2017) MACUNAMA Uma feita a Sol cobrira os trs manos duma escaminha de suor e Macunama se lembrou de tomar banho. Porm no rio era impossvel por causa das piranhas to vorazes que de quando em quando na luta pra pegar um naco de irm espedaada, pulavam aos cachos pra fora dgua metro e mais. Ento Macunama enxergou numa lapa bem no meio do rio uma cova cheia dgua. E a cova era que-nem a marca dum p-gigante. Abicaram. O heri depois de muitos gritos por causa do frio da gua entrou na cova e se lavou inteirinho. Mas a gua era encantada porque aquele buraco na lapa era marca do pezo do Sum, do tempo em que andava pregando o evangelho de Jesus pra indiada brasileira. Quando o heri saiu do banho estava branco louro e de olhos azuizinhos, a gua lavara o pretume dele. E ningum no seria capaz mais de indicar nele um filho da tribo retinta dos Tapanhumas. Nem bem Jigu percebeu o milagre, se atirou na marca do pezo do Sum. Porm a gua j estava muito suja da negrura do heri e por mais que Jigu esfregasse feito maluco atirando gua pra todos os lados s conseguiu ficar da cor do bronze novo. Macunama teve d e consolou: Olhe, mano Jigu, branco voc ficou no, porm pretume foi-se e antes fanhoso que sem nariz. Maanape ento que foi se lavar, mas Jigu esborrifara toda a gua encantada pra fora da cova. Tinha s um bocado l no fundo e Maanape conseguiu molhar s a palma dos ps e das mos. Por isso ficou negro bem filho da tribo dos Tapanhumas. ANDRADE, Mrio de. Macunama. 22. ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1986. Macunama uma obra da primeira gerao modernista, cujo autor, Mrio de Andrade, foi um dos mentores da Semana de Arte Moderna, de 1922. A respeito da primeira fase do Modernismo, podemos afirmar que

Questão
2017Geografia

(G1 - ifpe 2017) Leia a tirinha para responder questo. Em agosto de 1945, as bombas atmicas lanadas sobre as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki marcaram o incio de uma era de 45 anos na qual as duas potncias mundiais, EUA e URSS, viveram uma escalada de hostilidade que foi acentuada pela construo do Muro de Berlim em 1961. A tirinha acima representa esse perodo que ficou conhecido como Guerra Fria sobre a qual se pode afirmar que

Questão
2017Geografia

(IFPE/2017) O Brasil um dos maiores produtores e exportadores de recursos minerais, e entre seus principais produtos esto o minrio de ferro, o mangans e a bauxita, que so matrias-primas essenciais para vrios ramos do setor industrial. Sabe-se que essa riqueza em reservas de minerais metlicos est diretamente atrelada a sua estrutura geolgica. Diante do exposto e observando a imagem abaixo, podemos afirmar quanto aos recursos minerais brasileiros que

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2017RedaçãoPortuguês

(IFPE 2017) CAMPANHA DE DOAO DE SANGUE APORTA NO CIN DA UFPE O Programa de Educao Tutorial (PET) de Informtica promove, na prxima quarta-feira, uma campanha de doao de sangue no Centro de Informtica (CIn) da Universidade Federal de Pernambuco. A ao foi articulada em parceria com o Hemope. Para doar, basta portar a carteira de identidade ou Carteira Nacional de Habilitao (CNH) e comparecer ao Centro de 8h30 s 12h ou de 13h30 s 17h. importante lembrar que crachs no podero ser utilizados como documento de identificao. O posto de doao estar localizado no Bloco A do CIn. Para doar, necessrio ter entre 18 e 60 anos, ter peso superior a 50 kg e no ter feito tatuagens ou piercings recentemente. necessrio tambm estar descansado e bem alimentado, no ingerir bebida alcolica nas 12 horas que antecedem a doao e estar em boas condies de sade. H a oportunidade de ajudar na realizao da campanha alm da doao, participando como voluntrio. A principal informao veiculada pela notcia que compe o texto

Questão
2017Redação

(IFPE 2017) ESTRESSE: CAUSAS E PREVENO 1. O estresse uma reao a diversos estmulos fsicos, mentais ou emocionais. Esse comportamento acontece porque certas situaes fazem o nvel de tenso ficar muito elevado ou prolongado. Apesar de algumas pessoas apresentarem bom desempenho sob estresse, a maioria delas consegue suportar situaes de tenso apenas at certo ponto, a partir do qual podem comear a ter problemas fsicos. 2. Os nveis dos hormnios do estresse caem, normalmente, logo que ele passa, quando podemos relaxar. Mas esses nveis podem continuar altos se a situao causadora do estresse se mantiver ou surgir com frequncia, ou se, em geral, reagirmos intensamente a qualquer tipo de perturbao, ainda que de menor importncia. 3. Grande parte das doenas que acometem os indivduos est relacionada com o estresse. Entre essas enfermidades esto hipertenso, ataques cardacos, acidentes vasculares cerebrais (derrames), depresso, ansiedade, sndromes da fadiga crnica, distrbios digestivos, obesidade, enxaquecas e alguns problemas respiratrios. 4. Alm disso, longos perodos de estresse comprometem o sistema imunolgico, tornando-nos mais propensos a infeces, cncer e doenas autoimunes, em que o sistema imunolgico ataca clulas do organismo. So exemplos a artrite reumatoide, o lpus, as doenas da tireide, certos tipos de anemia e alguns problemas de fertilidade. Fumar, comer demais e outras formas de dependncia tambm esto, muitas vezes, relacionados ao estresse. Alm desses fatores, as causas mais comuns do estresse prolongado so: morte de pessoa prxima, problemas nas relaes afetivas, preocupaes monetrias, desemprego, m gesto do tempo, descanso e lazer insuficientes, tdio, doena, entre outras. 5. Nem sempre possvel evitar as situaes que causam estresse, mas podemos alterar as nossas reaes aos estmulos. Aprender estratgias de controle do estresse pode ser til a quem sofre desse mal, pois isso permitir que os nveis de hormnios do estresse baixem de modo que possamos enfrentar, sem muita angstia, o que a vida vai trazendo. Autor no informado. Estresse: causas e preveno (adaptado). Revista Selees. Disponvel em: http://www.selecoes.com.br/selecoes-e-voce-bem-estar-estresse-causas-e-prevencao-390-htm. Acesso: 01 out. 2016 A respeito dos recursos coesivos e aspectos relacionados coerncia presentes no texto Estresse: causas e preveno, analise as afirmaes a seguir. I. Em conseque suportar situaes de tenso apenas at certo ponto, a partirdo qualpodem comear a ter problemas fsicos (1 pargrafo), o uso do pronome relativo destacado configura uma escolha estilstica do autor e permite um processo coesivo de referncia. II. No fragmento Os nveis dos hormnios do estresse caem, normalmente, logo queelepassa (...) (2 pargrafo), o pronome pessoal utilizado um termo catafrico, ou seja, retoma um elemento que j foi mencionado no texto. III. Em entre essasenfermidadesesto hipertenso, ataques cardacos, (...), obesidade, enxaquecas e alguns problemas respiratrios. (3 pargrafo), o termo em destaque, por ser um sinnimo da expresso doenas, usada anteriormente no texto, possibilita a coeso lexical. IV. Ao citar vrias doenas provocadas, entre outros fatores, pelo estresse, o autor do texto fornece informaes redundantes, isto , repete a mesma ideia diversas vezes no texto, compromentendo a sua progresso e prejudicando a coerncia textual devido tautologia. V. No 1 pargrafo de texto, h uma contradio quando se afirma que alguma pessoas apresentam bom desempenho sob estresse, mas que a maioria s suporta situaes de tenso at certo ponto, e isso compromete a coerncia textual. Esto CORRETAS apenas as afirmaes constantes nos itens

Questão
2016RedaçãoPortuguês

(IFPE 2016) Na tirinha de Quino, a personagem Mafalda afirma, no ltimo quadrinho, ter sido persuadida por Susanita (sua interlocutora), esta teria sido, inclusive, a razo para Mafalda apelar para a violncia. A propsito, qual foi a estratgia argumentativa de que se valeu a personagem Susanita para convencer Mafalda?

Questão
2016RedaçãoPortuguês

(IFPE 2016) O humor no anncio publicitrio foi conferido, sobretudo,

Questão
2014Português

(IFPE- 2014) ENTENDA O MOVIMENTO LITERRIO QUE DEU ORIGEM A MACUNAMA Macunama uma obra que atravessa tempos e lugares, raas e linguagens, cruzando as fronteiras entre o culto e o popular. O livro faz uma sntese do povo brasileiro que se mantm atual mesmo 80 anos depois de seu lanamento. De acordo com Noemi Jaffe, autora do ttulo Folha Explica - Macunama, da Publifolha, o carter atual da obra se mantm por tratar de temas que ainda fazem parte do Brasil. O nosso pas ainda apresenta os mesmos problemas retratados em Macunama: economicamente dependente, desigual e apresenta dificuldades de reconhecimento da identidade. A obra Macunama, de Mrio de Andrade, foi escrita em 1927 e publicada em 1928. O livro pertence ao Modernismo, movimento literrio que teve seu pice em 1922, com a semana de Arte Moderna, que teve Mrio de Andrade como um de seus mentores. Seis anos depois, em 1928, ano em que Macunama foi lanado, o Modernismo j era um movimento literrio mais consolidado; com nome, nmero, identidade e ideologia, afirma Noemi Jaffe. Em 1928, de acordo com Oscar Pilagallo, autor da srie Folha Explica - Histria e outros livros da Publifolha, o modernismo entrava em outra fase, marcado pelo Manifesto Antropfago de Oswald de Andrade, publicado em maio daquele ano, e pelo lanamento de Macunama, de Mrio de Andrade. Foram duas vertentes importantes, ambas marcadas pelo nacionalismo. O folclorismo de Mrio e a irreverncia de Oswald. Disponvel em: http://www1.folha.uol.com.br . (Publicado em 2008). Acesso em: 25 ago.2013. Conforme retrata o texto, Macunama uma obra de grande importncia para a literatura nacional, no s por retratar questes relativas identidade brasileira, como tambm por ser um marco no Modernismo. A respeito da Primeira Fase desse movimento esttico no Brasil, correto afirmar que

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