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2019Matemática

(IFPE - 2019) A Mitsubishi uma empresa multinacional cuja logomarca formada por trs losangos idnticos, conforme a imagem a seguir. Considera que, para fazer uma propaganda em determinado jornal, a logomarca tenha sido desenhada com cada um dos losangos medindo 4 cm de lado e com um dos ngulos internos medindo 120o. A rea que ser pintada desses trs losangos, em centmetros quadrados,

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2019RedaçãoPortuguês

(IFPE 2019) Jos Carlos Almeida Cruz ganhou notoriedade em Osasco, na Grande So Paulo, depois de aparecer na TV fazendo uma selfie para registrar o acidente envolvendo policiais durante a passagem da tocha olmpica pela cidade, na quinta-feira (21). Z Carlos ganhou memes na internet, crticas por no ter ajudado os acidentados e o apelido de Tiozinho da selfie. Na hora eu s pensei na foto, em poder guardar uma lembrana. Era um momento nico, disse A atitude do homem de 47 anos em sacar o celular e posar para a prpria foto com o acidente ao fundo foi filmada e chamou a ateno quando apareceu na TV e na internet. Mesmo sem inteno, ele ficou famoso nas redes sociais. Disponvel em: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2016/07/so-pensei-na-foto-diz-autor-de-selfie-em-acidente-no-tour-da-tocha-olimpica.html Acesso em: 01 out. 2018. O gnero notcia tem a funo primordial de informar sobre fatos ocorridos. O texto uma notcia cujos fatos narrados

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2019RedaçãoPortuguês

(IFPE 2019) IMAGEM 1 IMAGEM 2 ao observarmos as imagens 1 e 2 percebemos uma relao dialgica entre elas pois:

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2019RedaçãoPortuguês

(IFPE 2019) AS CRNICAS DE NRNIA Viagens ao fim do mundo, criaturas fantsticas e batalhas picas entre o bem e o mal o que mais um leitor poderia querer de um livro? O livro que tem tudo isso O leo, a feiticeira e o guarda-roupa, escrito em 1949 por Clive Staples Lewis. Mas Lewis no parou por a. Seis outros livros vieram depois e, juntos, ficaram conhecidos como As Crnicas de Nrnia. Em um universo completamente mgico e original, C.S. Lewis conduz a terra de Nrnia desde a sua criao at o seu fim em sete livros incrveis. As Crnicas de Nrnia um conjunto de histrias que abrangem diversas pocas dentro de um cenrio repleto de castelos, membros da realeza, guerreiros, criaturas fantsticas, feiticeiras e uma mitologia bem extensa. O autor buscou uma forma de elaborar a histria da Bblia em um contexto original e inspirado no livro sagrado, de modo que at mesmo quem no concorda com os seus preceitos e ensinamentos sinta interesse em iniciar a sua leitura. Alm disso, h tambm referncias claras s mitologias grega e nrdica e aos contos de fada, alm da insero de seres icnicos como o Papai Noel. Desde o Gnese ao Apocalipse, Nrnia vivencia muitos perodos, nos quais questes muito diferentes so abordadas. Entretanto, h um elemento comum em todos os livros: os papis principais so dados a crianas. So esses pequenos heris que se descobrem grandes salvadores e se sentem no dever de lutar para proteger a terra que tanto amam e que depende deles. A oposio entre Aslam e Tash comea a ganhar fora no decorrer da cronologia dos livros, sempre camuflada em um contexto de conflitos por terras e guerras entre reinos. Em A ltima Batalha, citado que Aslam remete ao bem e Tash, ao mal. Qualquer um que estiver seguindo a um dos dois e praticar o bem estar, na verdade, seguindo a Aslam. Se for o oposto, estar seguindo a Tash. Ambos so os contrastes de atitudes boas e ruins que podem ser cometidas de acordo com o carter, o comportamento e as escolhas de cada um. No geral, os personagens de mais destaque em toda a obra so: Aslam, Digory Kirke, Polly Plummer, A Feiticeira Branca, Pedro Pevensie, Susana Pevensie, Edmundo Pevensie, Lucy Pevensie, Sr. Tumnus, Os Castores, Caspian X, Ripchip, Trumpkin, Shasta, Aravis, Eustquio Msero, Jill Pole, Brejeiro, Rilian, Confuso, Manhoso, Tirian e Tash. Cada um possui uma personalidade bastante distinta do outro e todos apresentam caractersticas que os tornam originais e clssicos em uma obra que considerada essencial na vida de uma criana, mas que tambm pode ser apreciada por pessoas de qualquer faixa etria. [...] LIMA, Victor. Disponvel em: https://nomeumundo.com/2016/08/17/as-cronicas-de-narnia/. Acesso em: 09 maio 2019 (adaptado). Considerando-se o gnero do e sua pretenso comunicativa, assinale a alternativa CORRETA.

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2019Biologia

(G1 - ifpe - 2019) A Entomologia Forense um ramo da cincia que auxilia nas investigaes criminais, estimando principalmente o intervalo ps-morte (IPM), que o intervalo de tempo entre a morte e a data em que o cadver foi encontrado. Em 19 de abril de 2004, os corpos de 26 homens foram encontrados na floresta da reserva indgena do Parque Nacional Aripuan, no estado de Rondnia. Para auxiliar na elucidao do perodo exato do crime, foram coletadas, durante a necropsia, 320 larvas dos corpos. No laboratrio, as larvas que estavam em terceiro nstar evoluram para pupas em 58 horas e, para adultos, em 110,5 horas. Pela idade estimada das larvas, foi estimado que o intervalo ps-morte mnimo foi de 5-7 dias. VIANA, Eliane Nogueira. Entomologia forense: aplicaes legais e casos publicados no Brasil. Disponvel em: . Acesso em: 09 out. 2018 (adaptado). No texto, foram destacados animais que so utilizados na Entomologia Forense, em percias criminais. Sobre esses animais, CORRETO afirmar que as palavras destacadas no texto se referem a diferentes estgios de desenvolvimento de

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2019Matemática

(IFPE - 2019) No dia 11 de maio de 2019, um nico apostador ganhou 289,000,000,00 no sorteio da mega-sena. suponha que esse apostador resolva repartir uma parte do prmio com suas 3 filhas: Luana, que tem 30 anos, maria, de 36 e, Natlia, de 42 anos. sabendo que ele dividir 140.400.000,00 para as 3 filhas, em partes diretamente proporcionais s suas idades , correto afirmar que Natlia receber:

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2019Matemática

(IFPE - 2019) A Petrobras anunciou, nesta 6 feira (3 de maio de 2019), o reajuste do valor do Gs liquefeito de Petrleo, conhecido como Gs de cozinha, em 3,5% para o botijo de 13 kg . Se o aumento anunciado pela Petrobras for totalmente repassado para o consumidor que comprava um botijo de 13 kg de gs por R$60,00, o cosumidor passar a pagar:

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2019Biologia

(G1 - ifpe 2019) Maria Las vinha sentindo fortes dores no abdmen. Um dia, quando as dores estavam ainda mais intensas, ela procurou ajuda mdica. Aps detalhados exames de sangue e imagem, o mdico concluiu que seria necessria uma cirurgia para a retirada da vescula biliar, que se encontrava com muitos clculos biliares. Para evitar crises recorrentes enquanto aguardava a cirurgia, o mdico recomendou Maria Lais uma dieta rigorosa, excluindo da alimentao um determinado grupo de alimentos. Considerando a funo do rgo destacado no texto, no processo digestivo, os alimentos que Maria foi aconselhada a evitar se referem ao grupo dos

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2019Matemática

(IFPE - 2019) O primeiro brasileiro a competir nessa quinta-feira foi Alison Brendom dos Santos. O paulista correu nas qualificatrias dos 400 m com barreira e se classificou com 51,08 segundos para as semifinais que sero disputadas nessa sexta, a partir de 13h 28 (horrio de Braslia). Alisson estar na primeira de trs sries e correr lado a lado com dos favoritos ao ouro, o americano Cory Poole que tem 49,71 segundos como melhor tempo da carreira. Disponvel em: https://globoesporte.globo.com/atletismo/noticia/velocista-de-18-anos-se-torna-primeira-campea-mundial-de-atletismo-da-india.ghmtl.Acesso em: 05 maio 2019 (adaptado). Segundo o texto acima, a diferena entre os tempos do brasileiro Alison Brendom e do americano Cory Poole de

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2019Redação

(IFPE 2019) FRIDA KAHLO: A ME DA SELFIE A pesquisadora Ctia Ins Schuh, que elaborou a tese: A prospeco ps-moderna da comunicao visual no imaginrio de Frida Kahlo, sobre a apropriao da imagem da pintora mexicana pela indstria cultural e do consumo, disse, em entrevista, que Frida a me da selfie, j que grande parte de seu trabalho composta por autorretratos. Frida Kahlo j se expunha nas redes sociais antes de isso ser modinha e, provavelmente, seria uma famosa blogueira de moda nos dias de hoje, j que desenhava e customizava suas roupas e sapatos. Sua individualidade e sua sexualidade esto constantemente presentes em suas representaes. Frida tinha como um tema central de sua obra a potncia do corpo. O simples fato de seu corpo existir era uma resistncia a tantas intervenes decorrentes dos acidentes que sofreu e das cirurgias que fez. Em 17 de setembro de 1925, aos 18 anos, Frida sofreu um grave acidente de trnsito: o nibus em que estava bateu num bonde. Em seu dirio, ela afirmou que o nibus foi esmagado e o corrimo a transpassou como a espada transpassa o touro. Inmeras fraturas, um ms no hospital. Ela saiu do hospital para um longo perodo de imobilizao, em que no havia como continuar os estudos e, a partir da, comeou a emergir sua criao. nica aprendizagem possvel: a de si mesma, captada pelo pequeno espelho das dimenses de um retrato. nico material humano: o seu, pois no podia ir ao encontro dos outros, mas sempre cercada pela expresso que os grandes retratistas alemes e italianos davam figura humana. Desse confronto com a prpria identidade, nasceram as problemticas que tocaram a prpria essncia da arte: a iluso, o desdobramento, a relao com a morte. Bem mais que uma autobiografia, seus autorretratos se revelam como imagens do interior de uma mulher que se lanou em uma busca tanto existencial quanto esttica, de um ser em processo de vir a ser, de uma conscincia que nasce. BLOGFEM. Frida Kahlo: imagem, corpo e feminismo. Disponvel em: Acesso em: 03 out. 2018 Com relao s estratgias argumentativas utilizadas na construo do texto, analise as afirmativas abaixo. I. Logo no primeiro perodo do texto, utilizou-se o argumento de autoridade a partir de estudos e opinies de uma pesquisadora. II. No ltimo perodo do primeiro pargrafo, identifica-se uma relao de causa e efeito, seguindo o raciocnio lgico de que Frida poderia ser uma blogueira de moda nos dias atuais porque desenhava e customizava suas roupas e sapatos. III. No segundo pargrafo, tambm foi utilizado o argumento de autoridade, mas, dessa vez, as opinies da prpria Frida foram citadas. IV. O terceiro pargrafo apresenta um argumento por exemplificao a partir de uma sequncia que narra como se deu o incio da produo artstica de Frida. V. No quinto pargrafo, encontramos na afirmao Bem mais que uma autobiografia, seus autorretratos se revelam como imagens do interior de uma mulher um contra-argumento para rebater a ideia de que a obra de Frida Kahlo intimista e subjetiva. Esto CORRETAS, apenas, as afirmativas

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2019Português

(G1 - IFPE - 2019) MOVIMENTOS SOCIAIS: BREVE DEFINIO Em linhas gerais, o conceito de movimento social se refere ao coletiva de um grupo organizado que objetiva alcanar mudanas sociais por meio do embate poltico, conforme seus valores e ideologias dentro de uma determinada sociedade e de um contexto especficos, 1permeados por tenses sociais. Podem objetivar a mudana, a transio ou mesmo a revoluo de uma realidade hostil a certo grupo ou classe social. Seja a luta por um algum ideal, seja pelo questionamento de uma determinada realidade que se caracterize como algo impeditivo da realizao dos anseios deste movimento, este ltimo constri uma identidade para a luta e defesa de seus interesses. Torna-se porta-voz de um grupo de pessoas que se encontra numa mesma situao, seja social, econmica, poltica, religiosa, entre outras. Gianfranco Pasquino em sua contribuio ao Dicionrio de Poltica (2004) organizado por ele e por Norberto Bobbio e Nicolau Mateucci, 2afirma que os movimentos sociais constituem tentativas pautadas em valores comuns queles que compem o grupo de definir formas de ao social para se alcanar determinados resultados. Por outro lado, conforme aponta Alain Touraine, em seu livro intitulado Em defesa da Sociologia (1976), para se compreender os movimentos sociais, mais do que pensar em valores e crenas comuns para a ao social coletiva, seria necessrio considerar as estruturas sociais nas quais os movimentos se manifestam. Cada sociedade ou estrutura social 3teriam como cenrio um contexto histrico (ou historicidades) no qual, assim como tambm apontava Karl Marx, estaria posto um conflito entre classes, terreno das relaes sociais, a depender dos modelos culturais, polticos e sociais. Assim, os movimentos sociais fariam explodir os conflitos j postos pela estrutura social geradora por si s da contradio entre as classes, sendo uma ferramenta fundamental para a ao com fins de interveno e mudana daquela mesma estrutura. Dessa forma, para alm das instituies democrticas como os partidos, as eleies e o parlamento, a existncia dos movimentos sociais 5 de fundamental importncia para a sociedade civil enquanto meio de manifestao e reivindicao. Podemos citar como alguns exemplos de movimentos: o da causa operria, o movimento negro (contra racismo e segregao racial), o movimento estudantil, o movimento de trabalhadores do campo, o movimento feminista, os movimentos ambientalistas, os da luta contra a homofobia, os separatistas, os movimentos marxista, socialista, comunista, entre ouros.[...] A existncia de um movimento social requer uma organizao muito bem desenvolvida, o que demanda a mobilizao de recursos e pessoas muito 6engajadas. [...] RIBEIRO, Paulo Silvino. Movimentos sociais: breve definio. Disponvel em: https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/movimentos-sociais-breve-definicao.htm Acesso em: 22 set 2018 (adaptado) Analise alguns fragmentos do texto e marque a alternativa que contm uma afirmao verdadeira sobre o fenmeno da concordncia verbo-nominal para cada um deles.

Questão
2019RedaçãoPortuguês

(IFPE 2019) Considerando que o Cartum um gnero composto por linguagem verbal e por imagem, a fim de estimular a reflexo acerca de questes relacionadas ao comportamento humano e a situaes do cotidiano, assinale a alternativa CORRETA no que diz respeito mensagem que se pode compreender a partir da leitura do cartum.

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2018Português

(IFPE - 2018) O FIM DO LIVRO DE PAPEL S 122 livros. Era o que a Universidade de Cambridge tinha em 1427. Eram manuscritos lindos, que valiam cada um o preo de uma casa. Isso foi 3 dcadas antes de a Bblia de Gutenberg chegar s ruas. Depois dela, os livros deixaram de ser obras artesanais exclusivas de milionrios e viraram o que viraram. Graas a uma novidade: a prensa de tipos mveis, que era capaz de fazer milhares de cpias no tempo que um monge levava para terminar um manuscrito. Foi uma revoluo sem igual na histria e bl, bl, bl. S que uma revoluo que j acabou. H 10 anos, pelo menos. Quando a internet comeou a crescer para valer, ficou claro que ela passaria uma borracha na histria do papel impresso e comearia outra. Mas aconteceu justamente o que ningum esperava: nada. A internet nunca arranhou o prestgio nem as vendas dos livros. Muito pelo contrrio. O 2o negcio online que mais deu certo (depois do Google) uma livraria, a Amazon. Se um extraterrestre pousasse na Terra hoje, acharia que nada disso faz sentido. Por que o livro no morreu? Como uma plataforma que, se comparada internet, to arcaica quanto folhas de pergaminho ou tbuas de argila continua firme? Voc sabe por qu. Ler um livro inteiro no computador insuportvel. A melhor tecnologia para uma leitura profunda e demorada continua sendo tinta preta em papel branco. Tudo embalado num pacote porttil e fcil de manusear. Igual Bblia de Gutenberg. Isso sem falar em outro ingrediente: quem gosta de ler sente um afeto fsico pelos livros. Curte tocar neles, sentir o fluxo das pginas, exibir a estante cheia. Uma relao de fetiche. Amor at. Mas esse amor s dura porque ainda no apareceu nada melhor que um livro para a atividade de ler um livro. Se aparecer Se aparecer, no: quando aparecer. Depois do CD, que j morreu, e do DVD, que est respirando com a ajuda de aparelhos, o livro impresso o prximo da lista. VERSIGNASSI, Alexandre. O fim do livro de papel. Disponvel em: https://super.abril.com.br/tecnologia/o-fim-do-livro-de-papel/. Acesso em: 06 out. 2017. Para estabelecer unidade de sentido, os textos so construdos com recursos que permitem articulao entre suas partes. Quanto ligao entre os pargrafos do texto, analise as afirmativas abaixo. I. A relao entre o segundo e o primeiro pargrafos se estabelece por meio da elipse, pois o verbo ser em Foi uma revoluo sem igual na histria retoma a criao da prensa de tipos mveis descrita no primeiro pargrafo. II. O terceiro pargrafo iniciado pela conjuno mas, que introduz uma ideia oposta construda no pargrafo anterior: a superao do papel impresso pelo crescimento da internet, sendo assim, h uma quebra de expectativa. III. Com a afirmao Voc sabe por qu, que inicia o quarto pargrafo, o autor mantm a continuidade textual por meio da resposta s questes retricas que finalizaram o terceiro pargrafo. IV. Em Mas esse amor s dura porque, a conjuno grifada adiciona uma informao sobre o amor que as pessoas em geral tm pelo livro de papel, introduzindo uma relao temporal entre o quarto e o quinto pargrafo. V. A coeso entre os pargrafos do texto constituiu-se por meio de conjunes adversativas e temporais, estabelecendo relaes de oposio, de causa e consequncia e de tempo. Esto CORRETAS, apenas, as afirmativas

Questão
2018Matemática

(IFPE - 2018) Chamamos uma frao de unitria se o numerador for igual a um e o denominador for um inteiro positivo, por exemplo: Os antigos egpcios costumavam trabalhar com fraes que poderiam ser obtidas como soma de fraes unitrias diferentes, por exemplo: Por esse motivo, esse tipo de frao, que pode ser obtido por soma de fraes unitrias distintas, conhecido por fraes egpcias. O uso das fraes egpcias facilitavas as contas e comparaes, especialmente num mundo onde no havia calculadoras. Encontre uma frao, F, equivalente soma

Questão 19
2017Português

(IFPE - 2017) TEXTO PARA A PRXIMA QUESTO: REFLETINDO SOBRE APROPRIAO CULTURAL Os efeitos desta supervalorizao da cultura europeia a existncia de uma hierarquia cultural J h algum tempo, acompanho esse debate sobre apropriao cultural e, lendo os artigos produzidos (a favor ou contra), percebi que a maioria no consegue articular este debate com questes mais amplas: racismo e capitalismo. preciso aceitar que h apropriao cultural. E que esta apropriao no resultado de uma troca cultural. E por qu? A cultura predominante em nosso pas a ocidental que nos obriga a digerir a cultura europeia. Isso bem problemtico numa sociedade marcada pela diversidade tnico-cultural. Os efeitos desta supervalorizao da cultura europeia a existncia de uma hierarquia cultural. E aqui que racismo e capitalismo se articulam na apropriao da cultura do outro. Ningum no Brasil proibido de usar um turbante, uma guia ou de pertencer a alguma religio de matriz africana. Porm, h um olhar diferenciado quando negros ou negras usam um turbante, uma guia que os identificam com o candombl em espao pblico. Diferente de brancos. Os primeiros so logo tachados de macumbeiros e os segundos, na moda, estilo e tendncia tnica. O cerne da questo se d quando a cultura africana e afro-brasileira apropriada por empresas e os protagonistas so excludos do processo. Outro problema da assimilao cultural seu retorno. Esta retorna na forma de mercadoria esvaziada de sentido. A filsofa e feminista negra Djamila Ribeiro faz a provocao: A etnia Maasai no quer ser reparada pelo mundo da moda por apropriao, porque lucraram com sua cultura sem que eles recebessem por isso. A relao entre capitalismo e racismo se manifesta desta forma. O debate sobre apropriao cultural prope refletir sobre o uso da cultura africana e afro-brasileira por empresas sem a presena e um retorno aos protagonistas. Para os que fazem este debate de forma ampla, h uma compreenso de que no justo atingir pessoas. Estas no possuem um conhecimento sobre tal problemtica. preciso atacar as empresas que usam e abusam da cultura desses povos e a transformam em simples mercadoria. Chamo ateno (finalizando) para o fato de alguns artigos que, sem entender ou por pura desonestidade intelectual, procuram, ao combater os argumentos daqueles que escrevem sobre a apropriao cultural, desqualificar toda uma produo de conhecimento forjada a partir de uma longa experincia no combate ao racismo. Penso que todo debate vlido, porm, sejamos ticos. FERREIRA, H. Refletindo sobre apropriao cultural. Disponvel em: http://www.opovo.com.br/jornal/opiniao/2017/02/hilario-ferreira-refletindo-sobre-apropriacao-cultural.html. Acesso em: 09 maio 2017 (adaptado). Com base nas estratgias lgico-discursivas mobilizadas no texto, considere as seguintes afirmativas. I. No trecho lendo os artigos produzidos (a favor ou contra), percebi que a maioria no consegue articular este debate (pargrafo 1), o verbo grifado institui uma orao subordinada reduzida de gerndio e estabelece, com a orao seguinte, uma relao de alternncia. II. Em Porm, h um olhar diferenciado (pargrafo 3), a conjuno destacada introduz uma ideia de oposio com relao ao perodo anterior. III. Em O cerne da questo se d quando a cultura africana e afro-brasileira apropriada por empresas (pargrafo 4), a conjuno grifada introduz uma circunstncia de tempo. IV. No trecho A etnia Maasai no quer ser reparada pelo mundo da moda por apropriao, porque lucraram com sua cultura sem que eles recebessem por isso (pargrafo 4), a expresso em destaque introduz a consequncia do lucro do mundo da moda com a cultura Maasai. V. Em Chamo ateno (finalizando) para o fato de alguns artigos que [...] procuram, ao combater os argumentos daqueles que escrevem sobre a apropriao cultural, desqualificar toda uma produo de conhecimento forjada (pargrafo 6), a expresso verbal grifada introduz uma orao reduzida de infinitivo que estabelece uma relao de conformidade com a orao anterior. Esto CORRETAS apenas as assertivas

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