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Questão
2018Português

(IFSC -2018) Leia o texto abaixo para responder (s) questo(es). A gerao smartphone, que bebe menos lcool, faz menos sexo e no est preparada para a vida adulta Jovens que cresceram na era dos smartphones esto menos preparados para a vida adulta, segundo uma pesquisa americana. A chamada gerao smartphone, daqueles que nasceram aps 1995, vem amadurecendo mais lentamente do que as anteriores. Eles so menos propensos a dirigir, trabalhar, fazer sexo, sair e beber lcool, de acordo com Jean Twenge, professora de Psicologia da Universidade Estadual de San Diego, nos Estados Unidos. Suas concluses esto no recm-publicado livro iGen: Why Todays Super-Connected Kids are Growing up Less Rebellious, More Tolerant, Less Happy - and Completely Unprepared for Adulthood (iGen: Por que as crianas superconectadas esto crescendo menos rebeldes, mais tolerantes, menos felizes - e completamente despreparadas para a vida adulta, em traduo livre), 1com os resultados de uma investigao baseada em pesquisas com 11 milhes de jovens americanos e entrevistas em profundidade. Em entrevista BBC Mundo, o servio da BBC em espanhol, Twenge explicou que esses jovens cresceram em um ambiente mais seguro e se expem menos a situaes de risco. Mas, por outro lado, chegam universidade e ao mundo do trabalho com menos experincias, mais dependentes e com dificuldade de tomar decises. Os de 18 anos agem como se tivessem 15 em geraes anteriores, comenta Twenge. Ela diz que isto tem relao com a superconectividade tpica desta gerao, que passa em mdia seis horas por dia conectada internet, enviando mensagens e jogando jogos online. Por conta disto, acabam passando menos tempo com amigos, o que pode afetar o desenvolvimento de suas habilidades sociais. O estudo mostrou ainda que quanto mais tempo o jovem passa na frente do computador, maiores os nveis de infelicidade. O que me impressionou na pesquisa foi que os adolescentes estavam bastante cientes dos efeitos negativos dos celulares, comentou a pesquisadora. E um estudo com 200 universitrios que fizemos mostrou que quase todos prefeririam ver seus amigos pessoalmente, continua. Essa conscincia, no entanto, no se traduz na prtica. A Gerao Smartphone, segundo a pesquisa com base no universo americano, sofre com altos nveis de ansiedade, depresso e solido. 2A taxa de suicdio, por exemplo, triplicou na ltima dcada entre meninas de 12 a 14 anos. 3Mas, ao mesmo tempo, trata-se de uma gerao mais realista com o mercado de trabalho e mais disposta a trabalhar duro, o que Twenge v como boa notcia para empresas. 4Eles no tm grandes expectativas como as que tinham os millennials (a gerao anterior, dos nascidos aps 1980), compara. 5Eles esto mais preocupados em estar fsica e emocionalmente seguros. Bebem menos e no gostam de riscos. Segundo o livro, por terem uma infncia mais protegida, tm um crescimento mais lento. Para Twenge, 6no gostam de fazer coisas nas quais no se sintam seguras, o que fazem adiar os prazeres e as responsabilidades. Embora as principais concluses paream acenar para um sinal de alerta, a pesquisadora comenta que a gerao smartphone tolerante com pessoas diferentes e ativa na defesa de direitos LGBT e da populao. E mais ainda que as geraes anteriores, eles acreditam que as pessoas devem ser o que so, completa. Disponvel em: http://www.bbc.com/portuguese/geral-41080541. Acesso em: 29 Ago, 2017. I. Em com os resultados de uma investigao baseada em pesquisas com 11 milhes de jovens americanos e entrevistas em profundidade (ref. 1) as palavras em destaque so substantivos. II. Em A taxa de suicdio, por exemplo, triplicou na ltima dcada entre meninas de 12 a 14 anos (ref. 2), a expresso em destaque um vocativo. III. Em Eles no tm grande expectativas como as que tinham os millennials (ref. 4), as palavras em destaque so artigos. IV. Em Eles esto mais preocupados em estar fsica e emocionalmente seguros. Bebem menos e no gostam de riscos (ref. 5), as palavras em destaque so verbos. V. Em no gostam de fazer coisas nas quais no se sintam seguras, o que fazem adiar os prazeres e responsabilidades (ref. 6), as palavras em destaque so adjetivos. Assinale a alternativa CORRETA.

Questão
2017Matemática

(IFSC - 2017) O tringulo, que possui trs lados e trs ngulos, uma das figuras geomtricas mais importantes da geometria plana. Sabendo-se que em um tringulo equiltero ABC, o comprimento do lado AB mede 3x+y, do lado AC mede 2x + y+2 e do lado BC mede x + 3y, qual o permetro desse tringulo? Assinale a alternativa CORRETA. OBS: u.c. significa unidades de comprimento.

Questão
2017Redação

(G1 - ifsc/2017) O resto silncio Miriam Leito* 1Ouvi o silncio e o que ele me disse foi devastador.2O silncio pior do que as palavras duras, porque possvel instalar nele todos os medos. o nada e nele os temores desenham fantasias que podem nos aprisionar. Prefiro palavras e que elas explicitem o rancor e os ressentimentos, e que faam cobranas, e que sejam implacveis. O silncio ser pior porque ele o terreno do desconhecido, do que se imagina, e do que se teme. Tente ficar em silncio por mais tempo que o descanso e veja que ele crescer sobre voc. Imagine o que ser posto diante do silncio: voc e ele e nada mais.3Os minutos passam como se fossem horas.4As horas imitam os dias. O tempo se alonga, aprisiona e oprime. Ele pode ser o som da calma, da paz e do descanso. Mas pense no silncio da pergunta sem resposta, do carinho no correspondido, do5apelo sem clemncia, da ofensa deliberada, da correspondncia que no chega. Pense no silncio como o avesso do dilogo, como um grande e vasto espelho no qual voc v suas impossibilidades e seus erros. E a espera sem data. 6H silncios libertadores. Ao fim de uma grande tenso, quando, em ambiente acolhedor, voc entrega seus ouvidos calma.7H silncios que aprisionam quando, em ambiente hostil, voc tenta inutilmente buscar os sons que informem e situem. Bom o silncio que acolhe, acaricia e pacifica, mas tantas vezes preciso lidar com o que nega, inquieta, rejeita. 8A noite apagou todos os sons, fez dormir as criaturas, acalmou o mundo, mas voc inquieto acorda insone e tem como companhia para os ouvidos, o nada. Voc vasculha o espao em busca de algo e no h o que o socorra. do que falo e o que temo: o nada spero, o nada negativo, o nada nada. Fuja desse silncio, porque ele desengana os apaixonados, inquieta os inseguros, adoece os aflitos. H o bom silncio, como na manh de um dia encapsulado no tempo, em que9o sol j iluminou a paisagem verde, voc abre a janela sobre o vale, confere os telhados terrosos e descansa os olhos sobre a amplitude.10Talvez algum pssaro emita um som, mas isso s vai confirmar a paz que cerca, acaricia, acalma. O mesmo nada e abstrato pode ferir ou enternecer. Pode ser o descanso ou o desassossego. Eu escolheria para oferecer aos amigos que tenho o melhor dos silncios, o da esperana da proteo contra os rudos de um tempo sem trgua. E assim, juntos, ficaramos em silncio calmo espera do recomeo. *Miriam Leito jornalista e escritora. Escreve crnicas aos sbados como colaboradora do Blog. Sbado, 27/08/2016, s 09:52. Quanto ao gnero do texto, assinale a alternativa CORRETA.

Questão 7
2016Português

(IFSC - 2016) Ningum dono da sua felicidade, por isso no entregue a sua alegria, a sua paz, a sua vida nas mos de ningum, absolutamente ningum. Somos livres, no pertencemos a ningum e no podemos querer ser donos dos desejos, da vontade ou dos sonhos de quem quer que seja. A razo de ser da sua vida voc mesmo. A sua paz interior deve ser a sua meta de vida; quando sentir um vazio na alma, quando acreditar que ainda falta algo, mesmo tendo tudo, remeta o seu pensamento para os seus desejos mais ntimos e busque a divindade que existe dentro de si.(...) Fonte: Roberto Gaefke. (Disponvel em: http://www.mensagenscomamor.com/diversas/textos_felicidade.htm) Com base no texto, assinale a alternativa CORRETA.

Questão 13
2016Português

(IFSC - 2016) TEXTO PARA A PRXIMA QUESTO: CAFEZINHO Leio a reclamao de um reprter irritado que precisava falar com um delegado e lhedisseram que o homem havia ido tomar um cafezinho. Ele esperou longamente, e chegou concluso de que o funcionrio passou o dia inteiro tomando caf. Tinha razo o rapaz de ficar zangado. Mas com um pouco de imaginao e bom humor podemos pensar que uma das delcias do gnio carioca exatamente esta frase: Ele foi tomar caf. A vida triste e complicada. Diariamente preciso falar com um nmero excessivo de pessoas. O remdio ir tomar um cafezinho. Para quem espera nervosamente, esse cafezinho qualquer coisa infinita e torturante. Depois de esperar duas ou trs horas d vontade de dizer: Bem, cavalheiro, eu me retiro. Naturalmente, o Sr. Bonifcio morreu afogado no cafezinho. Ah, sim, mergulhemos de corpo e alma no cafezinho. Sim, deixemos em todos os lugares este recado simples e vago: Ele saiu para tomar um caf e disse que volta j. Quando a Bem-amada vier com seus olhos tristes e perguntar: Ele est? algum dar nosso recado sem endereo. Quando vier o amigo, e quando vier o credor, e quando vier o parente, e quando vier a tristeza, e quando a morte vier, o recado ser o mesmo: Ele disse que ia tomar um cafezinho... Podemos, ainda, deixar o chapu. Devemos at comprar um chapu especialmente para deix-lo. Assim diro: Ele foi tomar um caf. Com certeza volta logo. O chapu dele est a... Ah! Fujamos assim, sem drama, sem tristeza, fujamos assim. A vida complicada demais. Gastamos muito pensamento, muito sentimento, muita palavra, O melhor no estar. Quando vier a grande hora de nosso destino ns teremos sado h uns cinco minutos para tomar um caf. Vamos, vamos tomar um cafezinho. BRAGA, Rubem. In.: O conde e o passarinho Morro do isolamento. Rio de Janeiro: Record, 2002, p. 156-157. Considere as seguintes afirmaes: I. Em Bem, cavalheiro, eu me retiro. (referncia 3), o termo em destaque exerce funo sinttica de aposto. II. Na frase Ele disse que ia tomar um cafezinho... (referncia 5), o verbo em destaque transitivo. III. Em Ah, sim, mergulhemos de corpo e alma no cafezinho. (referncia 4), a palavra em destaque foi empregada no sentido conotativo. IV. Na orao Tinha razo o rapaz de ficar zangado. (referncia 1), o sujeito oculto. Assinale a alternativa CORRETA:

Questão
2016Português

(IFSC - 2016) Considerando as palavras adolescentes, derrocada, necessrio e professora, CORRETO afirmar:

Questão 2
2015Português

(IFSC 2015) Com base na leitura do texto abaixo, responda a(s) questo(es) Uma nova preocupao Desde os meus 16 anos pratico algum tipo de luta. Na faculdade de Educao Fsica, na UFRJ, vivia dentro do ginsio de lutas. Com grandes mestres aprendi que a luta pode ser um timo meio de se educar jovens e crianas e de realizar a tal incluso social. [...] Nunca fui expoente em nenhuma, porm extra, de cada uma, conhecimentos e aprendizagens que levo para minha vida. Na luta, aprendi a respeitar, ter disciplina e principalmente... a no us-la de forma inadequada Aproveitando a moda do vale tudo, nome que deu origem s lutas atualmente conhecidas como MMA (Mix de Artes Marciais), a rede Globo importa um programa que pode, a mdio e longo prazo, demolir tudo o que os grandes mestres das lutas conseguiram em anos. Na casa intitulada 1TUF, o que se v o oposto que qualquer luta deve trazer para seus praticantes. uma sequncia de exemplos negativos [...]. Nos colgios, normalmente as crianas repetem o que seus dolos fazem [...] agora elas j comeam a imitar o Anderson Silva, s que o resultado ser diferente. A Educao Fsica precisa discutir o assunto. Glossrio: 1TUF: um reality show chamado The Ultimate Fighter Fonte: Ricardo Oliveira da Silva [CREF 01822G/RJ]. Espao do leitor. Revista Educao Fsica, n. 48, jun. 2013. p. 34. [Adaptado] Considere o seguinte trecho: [...] a rede Globo importa um programa que pode, a mdio e longo prazo, demolir tudo o que os grandes mestres das lutas conseguiram em anos. Assinale a alternativa CORRETA.

Questão
2015Redação

(IFSC 2015) Poema tirado de uma notcia de jornal Joo Gostoso era carregador de feira livre e morava no morro da Babilnia num barraco sem nmero Uma noite ele chegou no bar Vinte de Novembro Bebeu Cantou Danou Depois se atirou na lagoa Rodrigo de Freitas e morreu afogado. Fonte: BANDEIRA, Manuel. In: Manuel Bandeira. So Paulo: Abril Educao, 1981, p. 65. Sobre o texto, CORRETO afirmar que:

Questão
2015Geografia

(IFSC - 2015) Os trs Rs do desenvolvimento sustentvel, REDUZIR, REUTILIZAR e RECICLAR esto no topo dos projetos alternativos que visam racionalizar o uso dos recursos naturais. As campanhas educativas defendem que no cotidiano das pessoas essas aes podem ser concretizadas por atitudes simples como a reduo no uso de sacolas de supermercado, a separao dos resduos slidos e o reaproveitamento, por exemplo, de garrafas de refrigerantes para outros fins. H, entretanto, de acordo com o interesse, divergncias na forma como esses trs Rs so tratados pelos diversos setores que compe as sociedade. Leia e analise as afirmaes abaixo: I. Essas divergncias existem porque para as indstrias de forma geral no interessa REDUZIR o consumo dos seus produtos. Por isso, ao mesmo tempo que se dizem preocupadas com o meio ambiente, elas fazem grandes investimentos em campanhas publicitrias para incentivar o consumo. II. O consumo de mercadorias a base que sustenta o modo de vida capitalista: sem ele, o sistema entra em colapso. Por isso, dos trs Rs, as grandes corporaes capitalistas do mais nfase ao REUTILIZAR e ao RECICLAR. III. No podemos viver sem consumir, portanto, o problema maior no tanto na forma e na quantidade que consumimos, mas sim com o destino final dos resduos slidos aps se completar o ciclo do consumo. Por isso, dos trs Rs, o REUTILIZAR e o RECICLAR so de fato os mais importantes porque resolvem o problema dos aterros sanitrios. IV. Os ambientalistas defendem que o desenvolvimento sustentvel passa pelo consumo consciente, estimulado por polticas tais como a reduo das taxas de juros ao crdito e a iseno de impostos sobre produtos industrializados, e um eficiente controle da natalidade. Assinale a alternativa CORRETA.

Questão
2014Português

(IFSC - 2014) Leia o texto a seguir para responder a(s) quest(es): O Assalto Na feira, a gorda senhora protestou a altos brados contra o preo do chuchu: Isto um assalto! Houve um rebulio. Os que estavam perto fugiram. Algum, correndo, foi chamar o guarda. Um minuto depois, a rua inteira, atravancada, mas provida de um admirvel servio de comunicao espontnea, sabia que se estava perpetrando um assalto ao banco. Mas que banco? Havia banco naquela rua? Evidente que sim, pois do contrrio como poderia ser assaltado? Um assalto! Um assalto! a senhora continuava a exclamar, e quem no tinha escutado, escutou, multiplicando a notcia. Aquela voz subindo do mar de barracas e legumes era como a prpria sirena policial, documentando, por seu uivo, a ocorrncia grave, que fatalmente se estaria consumando ali, na claridade do dia, sem que ningum pudesse evit-la. Moleques de carrinho corriam em todas as direes, atropelando-se uns aos outros. Queriam salvar as mercadorias que transportavam. No era o instinto de propriedade que os impelia. Sentiam-se responsveis pelo transporte. E no atropelo da fuga, pacotes rasgavam-se, melancias rolavam, tomates esborrachavam-se no asfalto. Se a fruta cai no cho, j no de ningum; de qualquer um, inclusive do transportador. Em ocasies de assalto, quem que vai reclamar uma penca de bananas meio amassadas? Olha o assalto! Tem um assalto ali adiante! O nibus na rua transversal parou para assun tar. Passageiros ergueram-se, puseram o nariz para fora. No se via nada. O motorista desceu, desceu o trocador, um passageiro advertiu: No que voc vai a fim do assalto, eles assaltam sua caixa. Ele nem escutou. Ento os passageiros tambm acharam de bom alvitre abandonar o veculo, na nsia de saber, que vem movendo o homem, desde a idade da pedra at a idade do mdulo lunar. Outros nibus pararam, a rua entupiu. Melhor. Todas as ruas esto bloqueadas. Assim eles no podem dar no p. uma mulher que chefia o bando! J sei. A tal dondoca loira. A loura assalta em So Paulo. Aqui morena. Uma gorda. Est de metralhadora. Eu vi. Minha Nossa Senhora, o mundo est virado! Vai ver que est caando marido. No brinca numa hora dessas. Olha a sangue escorrendo! Sangue nada, tomate. Na confuso, circularam notcias diversas. O assalto fora a uma joalheria, as vitrinas tinham sido esmigalhadas a bala. E havia jias pelo cho, braceletes, relgios. O que os bandidos no levaram, na pressa, era agora objeto de saque popular. Morreram no mnimo duas pessoas, e trs estavam gravemente feridas. Barracas derrubadas assinalavam o mpeto da convulso coletiva. Era preciso abrir caminho a todo custo. No rumo do assalto, para ver, e no rumo contrrio, para escapar. Os grupos divergentes chocavam-se, e s vezes trocavam de direo; quem fugia dava marcha r, quem queria espiar era arrastado pela massa oposta. Os edifcios de apartamentos tinham fechado suas portas, logo que o primeiro foi invadido por pessoas que pretendiam, ao mesmo tempo, salvar o plo e contemplar l de cima. Janelas e balces apinhados de moradores, que gritavam: Pega! Pega! Correu pra l! Olha ela ali! Eles entraram na Kombi ali adiante! um mascarado! No, so dois mascarados! Ouviu-se nitidamente o pipocar de uma metralhadora, a pequena distncia. Foi um deitar-no-cho geral, e como no havia espao uns caam por cima de outros. Cessou o rudo, Voltou. Que assalto era esse, dilatado no tempo, repetido, confuso? Olha o diabo daquele escurinho tocando matraca! E a gente com dor-de-barriga, pensando que era metralhadora! Caram em cima do garoto, que sorveteu na multido. A senhora gorda apareceu, muito vermelha, protestando sempre: um assalto! Chuchu por aquele preo um verdadeiro assalto! Fonte: ANDRADE, Carlos Drummond.Assalto. In:Para gostar de ler. Vol. 3. Ed. tica, 1979. Em relao acentuao grfica, leia e analise as seguintes afirmaes: I. As palavras notcias, relgio, nsia e contrrio so acentuadas por serem paroxtonas e terminarem em ditongo. II. Os vocbulos p, l, a e j recebem acento tnico por serem monosslabos tnicos. III. As palavras veculo, mdulo, mpeto e nibus recebem acento grfico por serem proparoxtonas. Assinale a alternativa CORRETA.

Questão
2013Português

(IFSuldeMinas - 2013) Leia os textos, a seguir, e responda questo: TEXTO III Pero Garcia Burgals Ai eu coitad! E por que vi a dona que por meu mal vi! Ca Deus lo sabe, poila vi, nunca j mais prazer ar vi; ca de quantas donas eu vi, tam ba dona nunca vi. Tam comprida de todo bem, per boa f, esto sei bem, se Nostro Senhor me d bem dela! Que eu quero gram bem, per boa f, nom por meu bem! Ca pero que lheu quero bem, non sabe ca lhe quero bem. Ca lho nego pola veer, pero nona posso veer! Mais Deus, que mi a fezo veer, rogueu que mi a faa veer; e se mi a non fazer veer. sei bem que non posso veer prazer nunca sem a veer. Ca lhe quero melhor ca mim, pero non o sabe per mim, a que eu vi por mal de mi[m]. Nem outre j, mentr eu o sem houver; mais s perder o sem, dire[i]-o com mingua de sem; Ca vedes que ouo dizer que mingua de sem faz dizer a home o que non quer dizer! BURGALS, Pero Garcia. In: CORREA, Natlia. Cantares dos trovadores galego-portugueses. Lisboa: Estampa, 1978. Vocabulrio: ca: pois, porque, que; poila vi: pois a vi; ar: de novo, tambm; u: onde, quando; gram: grande; pero: mas, contudo, embora; rogu eu: rogo eu; per mim: por mim; outre: outrem, outra pessoa; mentreu: enquanto eu; sen: senso, juzo; mingua: falta. TEXTO IV Beatriz Chico Buarque Olha Ser que ela moa Ser que ela triste Ser que o contrrio Ser que pintura O rosto da atriz Se ela dana no stimo cu Se ela acredita que outro pas E se ela s decora o seu papel E se eu pudesse entrar na sua vida Olha Ser que ela de loua Ser que de ter Ser que loucura Ser que cenrio A casa da atriz Se ela mora num arranha-cu E se as paredes so feitas de giz E se ela chora num quarto de hotel E se eu pudesse entrar na sua vida Sim, me leva pra sempre, Beatriz Me ensina a no andar com os ps no cho Para sempre sempre por um triz A, diz quantos desastres tem na minha mo Diz se perigoso a gente ser feliz Olha Ser que uma estrela Ser que mentira Ser que comdia Ser que divina A vida da atriz Se ela um dia despencar do cu E se os pagantes exigirem bis E se o arcanjo passar o chapu E se eu pudesse entrar na sua vida Disponvel em: http://letras.terra.com.br/chico-buarque/45115/ . Acesso em 30 mar., 2012. possvel estabelecermos um paralelo entre a cantiga trovadoresca medieval (texto III) e a letra da cano Beatriz (texto IV), de Chico Buarque,EXCETOna alternativa:

Questão
2012Física

(IFSC) A fora de reao normal uma fora que surge quando existe contato entre o corpo e uma superfcie, sendo definida como uma fora de reao da superfcie sobre a compresso que o corpo exerce sobre esta superfcie. Abaixo temos quatro situaes, com os respectivos diagramas de foras. Analise a representao da Fora de Reao Normal em cada uma das situaes.

Questão
2011Redação

(IFSC 2011) O padeiro Levanto cedo, fao minhas ablues, ponho a chaleira no fogo para fazer caf e abro a porta do apartamento mas no encontro o po costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da vspera sobre a greve do po dormido. De resto no bem uma greve, um lock-out, greve dos patres, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando o povo a tomar seu caf da manh com po dormido conseguiro no sei bem o que do governo. Est bem. Tomo o meu caf com po dormido, que no to ruim assim. E enquanto tomo caf vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o po porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para no incomodar os moradores, avisava gritando: No ningum, o padeiro! Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo? Ento voc no ningum? Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lhe acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha l de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: no ningum, no senhora, o padeiro. Assim ficara sabendo que no era ningum... Ele me contou isso sem mgoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu no quis det-lo para explicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempo eu tambm, como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redao de jornal, quase sempre depois de uma passagem pela oficina e muitas vezes saa j levando na mo um dos primeiros exemplares rodados, o jornal ainda quentinho da mquina, como po sado do forno. Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E s vezes me julgava importante porque no jornal que levava para casa, alm de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crnica ou artigo com o meu nome. O jornal e o po estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro do meu corao eu recebi a lio de humildade daquele homem entre todos til e entre todos alegre; no ningum, o padeiro! E assobiava pelas escadas. BRAGA, Rubem. O padeiro. In: ANDRADE, Carlos Drummond de; SABINO, Fernando; CAMPOS, Paulo Mendes; BRAGA, Rubem. Para gostar de ler: v. 1. Crnicas. 12 ed. So Paulo: tica, 1982. p.63 - 64. De acordo com o texto, assinale a alternativa correta.

Questão
2010Português

(IFSC - 2010) H paralelismo sinttico se entre expresses, oraes ou partes de um texto houver uma relao de igualdade. Indique a alternativa em que h quebra do paralelismo:

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