Gabarito UFRRJ - Provas Anteriores

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2008Química

(UFRRJ - 2008)Mattel anuncia recall‟ de 18,6 milhes de brinquedos. Aps 15 dias recolhendo brinquedos por excesso de chumbo na tinta, a Mattel anuncia recall‟ de 18,6 milhes de brinquedos... Fonte: Brincadeira de alto risco. In: Jornal O Globo, 27036, agosto, 2007. O envenenamento por chumbo um problema relatado desde a Antiguidade, pois os romanos utilizavam esse metal em dutos de gua e recipientes para cozinhar. No corpo humano, com o passar do tempo, o chumbo deposita-se nos ossos, substituindo o clcio. Isso ocorre porque os ons Pb+2 e Ca+2 so similares em tamanho, fazendo com que a absoro de chumbo pelo organismo aumente em pessoas que tm deficincia de clcio. Com relao ao Pb+2, seu nmero de prtons, nutrons e eltrons so, respectivamente: (Dados: n. atmico Pb = 82, n. de massa Pb = 207)

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2008Química

(Ufrrj 2008/Adaptada) A busca para se obter um maior tempo de vida exige diversos cuidados. Entre eles está o de realizar visitas periódicas a médicos, com o objetivo de diagnosticar doenças precocemente. Entretanto, em 2003, diversas pessoas morreram intoxicadas, quando uma indústria fabricante de produtos farmacêuticos vendeu sulfato de bário (BaSO4) contaminado com carbonato de bário (BaCO3), para uso como contraste radiográfico. Considere as afirmações II) Uma das formas de sintetizar o sulfato de bário é através da reação entre carbonato de bário e sulfato de cálcio (CaSO4) em meio aquoso. A equação que ocorre de fato é Ba2+(aq)+ SO42-(aq)- BaSO4(s). II) Sabendo que a solubilidade molar do carbonato de bário, em determinada temperatura, vale 5,0 10-5 mol/L, a constante do produto de solubilidade (Kps) desse composto nessa temperatura. é 2,5.10-9 Está(ão) correta(s):

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2007História

(Ufrrj 2007) Leia os textos seguintes: Texto 1: Dizendo Fazei penitncia..., nosso Senhor e Mestre Jesus Cisto quis que toda a vida dos fiis seja uma penitncia. (...) Qualquer cristo, verdadeiramente arrependido, tem plena remisso da pena e da falta; ela -lhe devida mesmo sem cartas de indulgncias. (Citado de acordo com Marques, A., Berrutti, F. e Faria, R. Histria Moderna atravs de textos. So Paulo: Contexto, 2001, p. 119-120.) Texto 2: Se algum diz que o mpio se justifica unicamente pela f, de tal modo que entenda que nada mais preciso para cooperar com a graa com o fim de obter a justificao, e que no necessrio que se prepare e se disponha por um movimento da sua prpria vontade - que seja excomungado. (Citado de acordo com Marques, A., Berrutti, F. e Faria, R. Histria Moderna atravs de textos. So Paulo: Contexto, 2001, p. 120.) Estes textos expressam, respectivamente, princpios

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2006Química

(Ufrrj 2006/Adaptada) Soluções aquosas de hidróxido de sódio (NaOH) podem ser utilizadas como titulantes na determinação da concentração de soluções ácidas. Qual seria o volume de solução de NaOH 0,1 mol/L gasto na neutralização de 25 mL de uma solução aquosa de um ácido monoprótico fraco (HA) com concentração 0,08 mol/L?

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2006História

(UFRRJ) Prossigo: mil vozes servem de arauto para a novidade... A Bastilha foi tomada .... No acreditei e fui ver o cerco de perto .... No meio da Grve encontro um corpo sem cabea estendido no meio do riacho, rodeado por cinco ou seis indiferentes. Fao perguntas ... o governador da Bastilha. (Restil de la Bretonne, As Noites Revolucionrias, So Paulo: Estao Liberdade,1989, p. 58). O episdio acima narrado marca o incio de um dos momentos polticos mais importantes da histria europeia, a Revoluo Francesa. A tomada e destruio da fortaleza da Bastilha explicita:

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2006Biologia

(UFRRJ-2006) Tal como acontece com os animais, os vegetais superiores tambm apresentam clulas com uma organizao estrutural formando tecidos. Existe uma certa analogia entre alguns tecidos vegetais e determinados tecidos animais. Esta analogia existe entre:

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2005Matemática

(Ufrrj 2005) Um arquiteto vai construir um obelisco de base circular. Serão elevadas sobre essa base duas hastes triangulares, conforme figura a seguir, onde o ponto O é o centro do círculo de raio 2 m e os ângulos BOC e OBC são iguais. O comprimento do segmento AB é

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2005História

(Ufrrj 2005) Getúlio Vargas até hoje é um nome conhecido por muitos brasileiros. A maneira de Getúlio Vargas governar, nas décadas de 30 a 50, modo esse típico da América Latina, denominou-se Populismo. O Populismo varguista também é chamado de Trabalhismo, uma forma específica (própria dele) de Getúlio lidar com a questão dos trabalhadores. Em relação ao Trabalhismo de Vargas é correto se afirmar que: I - As leis trabalhistas de Getúlio só valiam para os trabalhadores urbanos. Porém sabe-se que, na época, 60% dos brasileiros viviam no campo. II - O campesinato brasileiro foi amplamente beneficiado pelas leis trabalhistas, visto que Getúlio defendia a Reforma Agrária. III - A concessão de direitos trabalhistas estava voltada a evitar greves, uma vez que o pacto populista, proposto por Getúlio aos trabalhadores, buscava inibir o avanço das forças trabalhistas com vistas a uma revolução socialista igual à da Rússia. IV - Getúlio concedeu o direito de greve aos trabalhadores, subordinando os sindicatos ao Ministério das Relações Exteriores. V - O Estado Novo se valia do Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP). A propaganda política tentava convencer os brasileiros de que Getúlio era o pai dos pobres. Estão corretas as afirmações:

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2005Geografia

(Ufrrj 2005) Leia o texto que menciona a ação do Estado na economia. Os argumentos favoráveis à reforma do Estado podem ser resumidos nos seguintes termos: com a crescente globalização da produção, da circulação de mercadorias, dos padrões de consumo e do sistema financeiro, alega-se que o desenvolvimento socioeconômico não pode mais ser pensado a partir da dimensão nacional, menos ainda a partir de uma estrutura burocrática estatal. OLIVA, J.; GIANSANTI, R. "Temas da Geografia do Brasil". São Paulo: Atual, 1999. p. 55. A partir da argumentação apresentada no texto, o desenvolvimento socioeconômico deve ser estruturado em função do

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2005Geografia

(Ufrrj 2005) No texto a seguir, são feitas algumas considerações sobre o capitalismo e o seu processo de desenvolvimento ao longo da história. O capitalismo, como sistema econômico e social, passou a ser dominante no mundo ocidental a partir do século XVI. Seus principais mecanismos foram sendo alterados para se adaptar às novas formas de relações políticas e econômicas estabelecidas entre as nações ao longo do tempo. O capitalismo evoluiu gradativamente e foi-se transformando à medida que novas dificuldades surgiam, apresentando, assim, um grande dinamismo ao longo do seu processo de desenvolvimento. Para melhor entender a sua evolução e a construção do espaço geográfico, costuma-se dividir o capitalismo em 3 (três) fases distintas. Adap. SENE, E. de e MOREIRA, J. C. Geografia Geral e do Brasil: Espaço Geográfico e Globalização. São Paulo: Scipione, 1998. p. 14 Considerando o capitalismo e o seu processo de desenvolvimento através da história, marque a opção que corresponde respectivamente a essas fases é

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2005Geografia

(Ufrrj 2005) No mapa a seguir, encontra-se identificada uma das principais áreas de tensão do planeta na atualidade. Assinale a alternativa que apresenta uma das razões para o conflito entre Índia e Paquistão, pelo controle dessa região.

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2005Física

Uma determinada marca de automvel possui um tanque de gasolina com volume igual a 54 litros. O manual de apresentao do veculo informa que ele pode percorrer 12 km com 1 litro. Supondo-se que as informaes do fabricante sejam verdadeiras, a ordem de grandeza da distancia, medida em metros, que o automvel pode percorrer, aps ter o tanque completamente cheio, sem precisar reabastecer, de

Questão
2004História

(Ufrrj 2004) A charge exposta a seguir trata da política brasileira durante o período de crise do que se convencionou chamar de República Oligárquica. Charge de STONI na revista Careta, ano 22, n 1103, de 10/08/1929 In: LEMOS, Renato (organizador). "Historia do Brasil através da caricatura" (1840-2001). Rio de Janeiro: Bom Texto Editora e Produtora de Arte e Editora Letras & Expressões, 2001. p.61. A charge em questão joga com o nome de personagens importantes da política brasileira da época para compor o nome daquele que, conhecido como "Cavaleiro da Esperança", carregava então um enorme prestígio e as aspirações de mudança de grandes parcelas do povo brasileiro a partir de sua atuação

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2004Português

(UFRJ - 2004) Samos varanda, dali chcara, e foi ento que notei uma circunstncia. Eugnia coxeava um pouco, to pouco, que eu cheguei a perguntar-lhe se machucara o p. A me calou-se; e a filha respondeu sem titubear: - No, senhor, sou coxa de nascena. O pior que era coxa. Uns olhos to lcidos, uma boca to fresca, uma compostura to senhoril; e coxa! Esse contraste faria suspeitar que a natureza s vezes um imenso escrnio. Por que bonita, se coxa? Por que coxa, se bonita? Essa voz saa de mim mesmo, e tinha duas origens: a piedade, que me desarmava ante a candura da pequena, e o terror de vir a amar deveras, e despos-la. Uma mulher coxa! Foi na varanda, na tarde de uma segunda-feira, ao anunciar-lhe que na seguinte manh partiria: - Adeus, suspirou ela, faz bem em fugir ao ridculo de casar comigo. Ia dizer-lhe que no; ela retirou-se lentamente, engolindo as lgrimas. Alcancei-a a poucos passos, e jurei-lhe por todos os santos do cu que eu era obrigado a partir, mas que no deixava de lhe querer muito; tudo hiprboles frias, que ela escutou sem dizer nada. Adap. de: ASSIS, M. de. Memrias Pstumas de Brs Cubas. So Paulo: tica, 1991, 17 ed., p. 53-55. Eugnia coxeava um pouco, to pouco, que eu cheguei a perguntar-lhe se MACHUCARA o p. A forma verbal destacada pode ser substituda, sem alterao de sentido, pela forma composta

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2004Português

(UFRRJ - 2004) Vivemos numa cultura marcada pelo individualismo afetivo e prtico. Vivemos sob um sistema socioeconmico globalizado que prioriza o lucro e a produtividade em prejuzo das pessoas. As consequncias so sentidas por todos ns, e mais duramente pelos pobres. A lgica do mercado decreta friamente que eles so um estorvo, no deveriam ter filhos e melhor seria se simplesmente no existissem. Seus rostos famintos nos incomodam, seus filhos miserveis nos revoltam. MIRANDA, Mrio de F. Promover a vida. In: O GLOBO. 12 de dezembro de 2002. p. 6. Leia com ateno o trecho abaixo. Os governantes passaram a dizer que a culpa no era deles, era da taxa de juros, de alguma crise no exterior, da falta de investimentos externos, das dvidas financeiras, ou qualquer outra circunstncia administrativa, porque no sentiam a obrigao de cuidar do povo. BUARQUE, Cristovam. O tamanho do corao. In: O GLOBO. 16 de dezembro de 2002. p. 7. Agora, relendo o texto, indique nele a palavra ou expresso que sintetize o trecho lido acima.

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