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2018Redação

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2017Redação

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Questão
2015Português

(UnB/2015) Com a técnica fotográfica proposta por Walter Benjamin, a arte como reprodução passou a ser pensada de um modointeiramente diverso, não mais enquanto reprodução de um objeto ou tema, mas, sim, enquanto produção da própria obra. Essa nova perspectiva rompeu a tradição, lançando a modernidade em outro paradigma, em que o que contava não era mais imitar (a natureza ou os grandes modelos) ou ser original, mas, sim, o fato de não mais existir uma identidade única, fechada, da obra, do seu produtor e daquilo que eventualmente ela viesse a representar. M. Seligmann-Silva. A segunda técnica em Walter Benjamin: o cinema e o novo mito da caverna. In: W. Benjamin. A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica. Porto Alegre: LPM, 2013, p. 28 (com adaptações). Infere-se do texto que, na denominada arte tradicional, a mimese era um princípio relevante na valorização de uma obra de arte.

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2015Português

(UnB/2015) [1] Os contemporâneos de Leonardo da Vinci encaravam-no como um ser estranho e misterioso. Príncipes e chefes militares queriam usar esse surpreendente mago como[4] engenheiro militar na construção de fortificações e canais, novas armas e dispositivos bélicos. É provável que o próprio Leonardo não alimentasse a ambição de ser considerado um [7] cientista. A exploração da natureza era para ele, em primeiro lugar e acima de tudo, um meio de adquirir conhecimentos sobre o mundo visível conhecimentos de que necessitaria [10] para a sua arte. E. H. Gombrich. A história da arte. Rio de Janeiro: LTC, 2011, p. 294 (com adaptações). Os estudos anatômicos de Leonardo da Vinci apresentam uma das transformações que levaram à Revolução Científica: a valorização do método experimental, por força do qual a ciência deixou de ser contemplativa e tornou-se uma disciplina ativa.

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2013Filosofia

(UNB 2013) Ora, entre os antigos, normas de vida e exerccios espirituais formavam a essncia da filosofia, no da religio, e a religio estava mais ou menos separada das ideias sobre amorte e o alm. Havia seitas, que eram filosficas, pois a filosofia era a matria de seitas que propunham convices e normas de vida a quem elas pudessem interessar; um indivduose tornava estoico ou epicurista e se conformava mais ou menos a suas convices. Paul Veyne. O Imprio Romano In: Philippe Aris e Georges Duby. Histria da vida privada: do Imprio Romano ao ano mil. So Paulo: Companhia das Letras, 2010 p. 201 (com adaptaes). Ainda sobre o mesmo texto, depreende-se que o saber filosfico:

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2013Matemática

Com relação ao sistema de equações a seguir, julgue os itens em verdadeiro (V) ou falso (F): Para k = -1 e a não nulo, o sistema tem uma única solução. Para k nulo, o sistema não tem solução. Para k = 1, a = 3, b = 2 e c = 1, se (x, y, z) é uma solução do sistema, então x + y + z = -4. Para k = -1 e a = b = c = 0 o sistema tem infinitas soluções.

Questão
2013Filosofia

(UNB 2013) Ora, entre os antigos, normas de vida e exercícios espirituais formavam a essência da filosofia, não da religião, e a religião estava mais ou menos separada das ideias sobre amorte e o além. Havia seitas, que eram filosóficas, pois a filosofia era a matéria de seitas que propunham convicções e normas de vida a quem elas pudessem interessar; um indivíduose tornava estoico ou epicurista e se conformava mais ou menos a suas convicções. Paul Veyne. O Império Romano In: Philippe Ariès e Georges Duby. História da vida privada: do Império Romano ao ano mil. São Paulo: Companhia das Letras, 2010 p. 201 (com adaptações). Com relação ao assunto tratado no texto acima, assinale a opção correta.

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2013Inglês

(UNB 2013/ adaptada) Read the cartoon: Based on the cartoon, it is correct to state that

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2012Filosofia

(Unb 2012) No início do século XX, estudiosos esforçaram-se em mostrar a continuidade, na Grécia Antiga, entre mito e filosofia, opondo-se a teses anteriores, que advogavam a descontinuidade entre ambos.A continuidade entre mito e filosofia, no entanto, não foi entendida univocamente. Alguns estudiosos, como Cornford e Jaeger, consideraram que as perguntas acerca da origem do mundo e das coisas haviam sido respondidas pelos mitos e pela filosofia nascente, dado que os primeiros filósofos haviam suprimido os aspectos antropomórficos e fantásticos dos mitos.Ainda no século XX, Vernant, mesmo aceitando certa continuidade entre mito e filosofia, criticou seus predecessores, ao rejeitar a ideia de que a filosofia apenas afirmava, de outra maneira, o mesmo que o mito. Assim, a discussão sobre a especificidade da filosofia em relação ao mito foi retomada. Considerando o breve histórico acima, concernente à relação entre o mito e a filosofia nascente, assinale a opção que expressa, de forma mais adequada, essa relação na Grécia Antiga.

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2012Matemática

(UNB 2012) TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: O circuito elétrico ilustrado acima permite modelar a descarga elétrica produzida por um peixe elétrico. Esse circuito é formado por uma fem ε, um capacitor de capacitância C e uma resistência interna r. A parte externa é representada pelo capacitor ligado a um resistor de resistência R, o qual representa um objeto que eventualmente sofre uma descarga do peixe elétrico. Quando a chave A é fechada, o capacitor carrega-se, se estiver descarregado. Nesse caso, a carga q armazenada no capacitor em função do tempo é dada por O capacitor, quando está completamente carregado, com a chave A aberta e a chave B fechada, descarrega-se. Nesse caso, a carga q armazenada no capacitor, em função do tempo, é expressa por Considere que a fem do circuito em questão seja dada pela função V = V(t) = α sen βt + γ, 0 ≤ t ≤ 8, cujo gráfico é ilustrado acima. Nesse caso, o valor de α × β × γ é igual a

Questão
2012Filosofia

(UNB 2012) Crepúsculo dos Ídolos Em todos os tempos, quis-se melhorar os homens: este anseio, antes de tudo, chamava-se moral. Sob a mesma palavra, escondem-se tendências diversas. Tanto a domesticação da besta humana quanto a criação de determinado gênero de homem foi chamada melhoramento: somente estes termos zoológicos expressam realidades, realidades de que, com certeza, o típico melhorador nada sabe nada quer saber... Chamar a domesticação de um animal seu melhoramento soa, para nós, quase como uma piada. Quem sabe o que acontece nos amestramentos em geral duvida de que a besta seja aí mesmo melhorada. Ela é enfraquecida, tornam-na menos nociva, ela se transforma em uma besta doentia através do afeto depressivo do medo, através do sofrimento, através das chagas, através da fome. A moral da criação e a moral da domesticação são plenamente dignas uma da outra, no que concerne aos meios de se impor. Podemos apresentar como princípio mais elevado o seguinte: para levar a termo a moral, é necessário ter a vontade incondicionada do contrário. Poder-se-ia dizer: todos os meios pelos quais até aqui a humanidade deveria tornar-se moral foram fundamentalmente imorais. F. W. Nietzsche. Crepúsculo dos ídolos. Ed. Hemus, 1976, p. 49-53 (com adaptações) Do ponto de vista nietzschiano, a relação entre domesticação e vontade de potência estabelece que a ação de domesticar é

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