Questões - FUVEST 2018 | Gabarito e resoluções

Questão 2
2018Química

(FUVEST - 2018 - 2 fase) A reao qumica de hidrlise de steres de cidos carboxlicos catalisada por cidos e segue uma cintica de primeira ordem. Uma soluo aquosa 0,1 mol/L de acetato de etila praticamente no apresenta hidrlise em pH = 7; porm, ao se adicionar HCl at a concentrao de 0,1 mol/L, observa-se hidrlise, de modo que a concentrao de ster cai pela metade a cada 17,5 horas, ou seja, o tempo de meia-vida da reao de hidrlise do acetato de etila considerado constante e igual a 17,5 horas. A reao prossegue at praticamente todo o ster reagir. No quadriculado da folha de respostas, esboce os grficos das concentraes de ster (acetato de etila), de lcool (etanol) e de HCl ao longo do tempo para essa reao, nomeando a curva referente a cada composto. Justifique sua resposta.

Questão 2
2018Física

(FUVEST - 2018 - 2 FASE)Um grupo de alunos, em uma aula de laboratrio, eletriza um canudo de refrigerante por atrito, com um leno de papel. Em seguida, com o canudo, eles eletrizam uma pequena esfera condutora, de massa 9 g, inicialmente neutra, pendurada em um fio de seda isolante, de comprimento L, preso em um ponto fixo P. No final do processo, a esfera e o canudo esto com cargas de sinais opostos. a) Descreva as etapas do processo de eletrizao da esfera. Em seguida, os alunos colocam a esfera eletrizada (E1) em contato com outra esfera (E2), idntica primeira, eletricamente neutra e presa na extremidade de outro fio de seda isolante, tambm de comprimento L, fixo no ponto P. O sistema adquire a configurao ilustrada na figura, sendo d = 8 cm Para o sistema em equilbrio nessa configurao final, determine b) o mdulo da tenso em um dos fios isolantes; c) o mdulo da carga q2da esfera E2; d) a diferena N entre o nmero de eltrons e de prtons na esfera E2aps a eletrizao.

Questão 2
2018Inglês

(FUVEST - 2018) Com base nas informaes do texto, atenda ao que se pede, redigindo em portugus. a) Cite um benefcio do cultivo de algodo orgnico para o meio ambiente. Justifique sua resposta. b) Explique a relao de fazendeiros produtores de algodo orgnico com a comercializao do produto.

Questão 3
2018Física

(FUVEST -2018 - 1 FASE )Furaces so sistemas fsicos que liberam uma enorme quantidade de energia por meio de diferentes tipos de processos, sendo um deles a condensao do vapor em gua. De acordo com o Laboratrio Oceanogrfico e Meteorolgico do Atlntico, um furaco produz, em mdia, 1,5 cm de chuva por dia em uma regio plana de 660 km de raio. Nesse caso, a quantidade de energia por unidade de tempo envolvida no processo de condensao do vapor em gua da chuva , aproximadamente,

Questão 3
2018Geografia

(FUVEST - 2018)A concentrao da energia solar s acontece com a irradiao solar direta. Locais com uma disponibilidade de irradiao solar anual acima de 2000 kWh/m2 ano e baixa nebulosidade apresentam potencial para a gerao heliotrmica (gerao de energia eltrica a partir do aproveitamento trmico da energia solar). Considerando o mapa, responda: a) Qual a regio brasileira com maior potencial heliotrmico para absoro de energia solar? Explique o potencial heliotrmico da regio Amaznica. b) Cite duas vantagens da gerao heliotrmica de eletricidade e explique uma dessas vantagens em comparao com outras fontes de energia utilizadas para esse fim

Questão 3
2018Biologia

(FUVEST 2018 - Segunda Fase) Gafanhotos alados (Orthoptera), formando nuvens, atacaram recentemente lavouras de mandioca, na regio Norte do Brasil, trazendo prejuzos econmicos. Outra praga agrcola que vem causando danos para a economia a lagarta-do-cartucho (Lepidoptera), que ataca plantaes de milho e reduz a produo desse gro em at 50%. a) Como esses insetos so classificados quanto ao tipo de desenvolvimento e ao processo de metamorfose? b) Quais so as fases de desenvolvimento representadas pelo gafanhoto alado e pela lagarta?

Questão 3
2018Física

(FUVEST - 2018 - 2 FASE)Um espectrmetro ptico, representado na figura, utiliza um prisma como elemento de disperso da luz de diferentes comprimentos de onda. O espectrmetro possui uma fenda de entrada de luz, F1, uma lente convergente, L1, um prisma de vidro com ngulos internos de 60e uma segunda lente convergente, L2, que permite a focalizao do comprimento de onda da luz refratada pelo prisma em uma fenda, F2, imediatamente frente do detector D. Cada comprimento de onda focalizado em posies laterais diferentes no plano focal de L2. a) Determine a distncia focal, f, da lente L1, posicionada a 30 mm da fenda F1, para que um feixe de luz branca, difratado pela fenda F1, incida no prisma com os seus raios paralelos entre si. b) O espectrmetro foi construdo impondo-se que um raio de luz violeta (violeta = 400 nm) se propague no interior do prisma (n = 1,53 para a luz violeta), paralelamente sua face inferior. Nesta condio, determine o valor do ngulo de incidncia, i, da luz branca, em relao normal superfcie do prisma. Para este espectrmetro, o grfico na pgina de respostas apresenta o desvio angular, d, entre o feixe incidente e o feixe emergente do prisma, em funo do comprimento de onda da luz refratada c) Determine a diferena no desvio angular, d, entre os feixes de luz violeta (violeta = 400 nm) e vermelha (vermelho = 700 nm) refratados pelo prisma. d) Considere que a distncia da lente L2ao ponto P seja 20 cm. Determine o deslocamento lateral, S, em relao posio de medida para o raio violeta, do conjunto F2e D2, para que o feixe de luz vermelha seja detectado.

Questão 3
2018Português

(FUVEST -2018 - 2 FASE) Examine a transcrio do depoimento de Eduardo Koge, lder indgena de Tadarimana, MT. Ns vivemos aqui que nem gado. Tem a cerca e ns no podemos sair dessa cerca. Tem que viver s do que tem dentro da cerca. , ns vivemos que nem boi no curral. Paulo A. M. Isaac, Drama da educao escolar indgena BeBororo. a) Nos trechos Tem a cerca... e Tem que viver..., o verbo ter assume sentidos diferentes? Justifique. b) Reescreva, em um nico perodo, os trechos Ns vivemos aqui que nem gado e ns no podemos sair dessa cerca, empregando discurso indireto. Comece o perodo conforme indicado na pgina de respostas.

Questão 3
2018História

(FUVEST - 2018) A ndia exporta para a China vastas quantidades de pio, para cujo cultivo possui facilidades peculiares. O pio pode ser produzido em Bengala melhor e mais barato do que em qualquer outra parte do mundo; e a China oferece um mercado quase que ilimitado em suas dimenses. O gosto por essa droga espalhou-se pelo imprio, a despeito das severas regulaes para sua excluso, e se diz que ele entrou no prprio palcio. No obstante o consumo desse estimulante pernicioso eventualmente ser reprimido de um ponto de vista moral, certo que ele promove diversos objetos que so igualmente desejveis tanto pela ndia como pela Inglaterra. A ndia, ao exportar pio, auxilia o fornecimento de ch Inglaterra. A China, ao consumir pio, facilita as operaes de receita entre a ndia e a Inglaterra. A Inglaterra, ao consumir ch, contribui para aumentar a demanda por pio indiano. Edward Thornton, India, its state and prospects. Londres: Parbury, Allen Co., 1835. Adaptado. a) Indique como o texto caracteriza a cadeia mercantil do pio e qual sua importncia para a economia inglesa do sculo XIX e para as relaes coloniais entre Gr-Bretanha e ndia. b) Identifique e explique um conflito posterior a 1835 que se relacione diretamente aos processos descritos no texto.

Questão 3
2018Matemática

(FUVEST - 2018 - 2a fase) Sejam C um subconjunto no vazio e P um ponto, ambos em um mesmo plano, tais que P C. Diz-se que P enxerga C sob um ngulo se for a medida do menor ngulo com vrtice em P que contenha C. Por exemplo, na figura, o ponto P enxerga o quadrado C sob o ngulo indicado. a) Se for um crculo de raio r, centrado na origem de um plano cartesiano real, determine o lugar geomtrico dos pontos que enxergam C sob um ngulo de 60. b) Se for a unio dos segmentos OA e OB , em que A = (a, 0) e B = (0,b), com a,b 0, determine o lugar geomtrico dos pontos que enxergam C sob um ngulo de 90.

Questão 3
2018Química

(FUVEST - 2018 - 2 fase) Um estudante realizou um experimento para verificar a influncia do arranjo de clulas eletroqumicas em um circuito eltrico. Para isso, preparou 3 clulas idnticas, cada uma contendo soluo de sulfato de cobre (II) e dois eletrodos de cobre, de modo que houvesse corroso em um eletrodo e deposio de cobre em outro. Em seguida, montou, sucessivamente, dois circuitos diferentes, conforme os Arranjos 1 e 2 ilustrados. O estudante utilizou uma fonte de tenso (F) e um ampermetro (A), o qual mediu uma corrente constante de 60 mA em ambos os casos. a) Considere que a fonte foi mantida ligada, nos arranjos 1 e 2, por um mesmo perodo de tempo. Em qual dos arranjos o estudante observar maior massa nos eletrodos em que ocorre deposio? Justifique. b) Em um outro experimento, o estudante utilizou apenas uma clula eletroqumica, contendo 2 eletrodos cilndricos de cobre, de 12,7 g cada um, e uma corrente constante de 60 mA. Considerando que os eletrodos esto 50 % submersos, por quanto tempo o estudante pode deixar a clula ligada antes que toda a parte submersa do eletrodo que sofre corroso seja consumida?

Questão 4
2018Física

(FUVEST - 2018 - 2 FASE) O motor Stirling, uma mquina trmica de alto rendimento, considerado um motor ecolgico, pois pode funcionar com diversas fontes energticas. A figura I mostra esquematicamente um motor Stirling com dois cilindros. O ciclo termodinmico de Stirling, mostrado na figura II, representa o processo em que o combustvel queimado externamente para aquecer um dos dois cilindros do motor, sendo que uma quantidade fixa de gs inerte se move entre eles, expandindo-se e contraindo-se. Nessa figura est representado um ciclo de Stirling no diagrama P XV para um mol de gs ideal monoatmico. No estado A, a presso PA= 4 atm, a temperatura T1= 27C e o volume VA. A partir do estado A, o gs comprimido isotermicamente at um tero do volume inicial, atingindo o estado B. Na isoterma T1, a quantidade de calor trocada Q1= 2.640 J, e, na isoterma T2, Q2= 7.910 J Determine a) o volume VA, em litro b) a presso PD, em atm, no estado D; c) a temperatura T2 Considerando apenas as transformaes em que o gs recebe calor, determine d) a quantidade total de calor recebido em um ciclo, QR, em J.

Questão 4
2018Matemática

(FUVEST - 2018 - 2a fase) Considere a sequncia a1= 6, a2= 4, a3= 1, a4= 2, e an= an-4, para. Definapara, isto , a soma de k + 1 termos consecutivos da sequncia comeando do n-simo, por exemplo,. a) Encontre n e k tal que. b) Para cada inteiro j,, encontre n e k tal que. c) Mostre que, para qualquer inteiro j,, existem inteirosetais que.

Questão 4
2018Geografia

(Fuvest Segunda Fase - 2018 - dia 3) Estudos sobre os megaeventos esportivos tm demonstrado seu carter indutor de significativas transformaes urbanas nas cidades que sediam os Jogos Olmpicos. Tais intervenes urbanas so realizadas a partir de investimentos financeiros na melhoria de infraestruturas e imagem dessas cidades. De modo geral, esses megaeventos articulam interesses governamentais, industriais e empresariais. Considerando o exemplo dos Jogos Olmpicos realizados em 2016na cidade do Rio de Janeiro, atenda ao que se pede. a) Explique dois impactos dos Jogos Olmpicos na capital fluminense no que se refere mercantilizao da cidade. b) Cite dois exemplos de estratgias urbanas relacionadas aos interesses governamentais e empresariais.

Questão 4
2018História

(FUVEST - 2018) Migrar, portanto, tem sempre um sentido ambguo como uma imposio das condies econmicas e sociais ou ambientais e, nesse caso, ela aparece no mais das vezes como um dos mais fortes elementos que explicariam uma destinao do ser nordestino, mas tambm como uma escolha contra a misria e a pobreza da vida no serto. Migrar , em ltima instncia, dizer no situao em que se vive, pegar o destino com as prprias mos, resgatar sonhos e esperanas de vida melhor ou mesmo diferente. O problema est no fato de que, numa vasta produo discursiva, retirou-se do migrante a sua condio de sujeito, como se migrar no fosse uma escolha, como se ele no tivesse vontade prpria. Migrar pode ser entendido como estratgia no s para minimizar as penrias do cotidiano, mas tambm para buscar um lugar social onde se possa driblar a excluso pretendida pelas elites brasileiras atravs de seus projetos modernizantes. Isabel C. M. Guillen. Seca e migrao no Nordeste: Reflexes sobre o processo de banalizao de sua dimenso histrica. Trabalhos para Discusso n 111. Recife: Fundao Joaquim Nabuco, 2001. Adaptado. a) Cite uma obra literria e um filme que tenham tratado do fenmeno mencionado no texto. b) Identifique as motivaes dos fluxos migratrios de nordestinos para a regio Norte, na segunda metade do sculo XIX, e para a regio Sudeste, na segunda metade do sculo XX.