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Questões de Português - FUVEST | Gabarito e resoluções

Questão 1
2024Português

(FUVEST - 2024) TEXTO PARA AS QUESTES 01 E 02 Tempo de nos aquilombar tempo de caminhar em fingido silncio, e buscar o momento certo no grito, aparentar fechar um olho evitando o cisco e abrir escancaradamente o outro. tempo de fazer os ouvidos moucos para os vazios lero-leros, e cuidar dos passos assuntando as vias, ir se vigiando atento, que o buraco fundo. tempo de ningum se soltar de ningum, mas olhar fundo na palma aberta a alma de quem lhe oferece o gesto. O laar de mos no pode ser algemas, e sim acertada ttica, necessrio esquema. tempo de formar novos quilombos, em qualquer lugar que estejamos e que venham dias futuros, salve 2020 A mstica quilombola persiste afirmando: a liberdade uma luta constante. Conceio Evaristo. Jornal O Globo, 31/12/2019. O verso tempo de formar novos quilombos um exemplo de

Questão 1
2024Português

(UNESP - 2024) Para responder s questes de 01 a 05, leia a crnica Despedida, de Carlos Drummond de Andrade (1902-1987), publicada originalmente no Jornal do Brasil em 05.06.1971, e a resposta de Edson Arantes do Nascimento (1940-2022), o Pel, publicada no mesmo jornal em 29.06.1971. Pel despede-se em julho da Seleo Brasileira. Decidiu, est decidido. Querem que ele continue, mas sua educao esportiva se dilata em educao moral, e Pel d muito apreo sua palavra. Se atender aos apelos, ficar bem com todo o mundo e mal consigo. Pel no quer brigar com Pel. No abandonar de todo o futebol, pois continuar jogando pelo seu clube. No vejo contradio nisto. Faz como um grande proprietrio de terras, que trocasse a fazenda pela miniatura de um stio: continua a ter guas, plantas, criao, a mesma luminosidade das horas menos a imensido, que acaba cansando. Ou como o leitor de muitos livros, que passasse a ler um s que contm o resumo de tudo. Pel quer cultivar sua vida a seu gosto, ele que a vivia tanto ao gosto dos outros. Sua municipalizao voluntria me encanta. No s pelo ato de sabedoria, que sair antes que exijam a nossa sada. Uma atitude destas indica mais cautela do que desprendimento. pelo ato de escolha de escolher o mais simples, envolvendo renncia e gentileza. As massas brasileiras e internacionais no podero cham-lo de ingrato, pois continuaro a v-lo, aqui e no estrangeiro, em seu jogo de astcia e arte. Mas ele passar a jogar como particular, um famoso incgnito, que no aspira s glrias de um quarto campeonato mundial. E com isso, dar lugar a outro, ou a outros, que por mais que caprichassem ficavam sempre um tanto encobertos pela sombra de Pel a sombra de que espontaneamente se desfaz. Bela jogada, a sua: a de no jogar como campeo, sendo campeonssimo. (Carlos Drummond de Andrade. Quando dia de futebol, 2014.) Estou comovido. Entre tantas coisas que dizem a meu respeito, generosas ou menos boas, suas palavras tiveram a rara virtude de se lembrarem do homem, da pessoa humana que quero ser, demonstrando compreenso e carinho por essa condio fundamental. Recortei sua crnica, no porque fala de mim, mas porque traduz, no primor de seu estilo, um apoio que me incentiva e me conforta. (Pel apud Carlos Drummond de Andrade. Quando dia de futebol, 2014.) De acordo com Drummond, Pel

Questão 1
2024Português

(FUVEST - 2024) Considere o anncio jornalstico e os comentrios do X (antigo Twitter) para responder questo. a) O anncio da abertura de um caf no Museu da Lngua Portuguesa causou muita agitao nas redes sociais. Considerando os comentrios retirados do antigo Twitter, como se caracteriza a postura dos usurios em relao reportagem e ao prprio idioma? b) Os comentrios apresentados revelam o registro informal da lngua. Identifique dois exemplos de registros informais e explique de que maneira colaboram para a construo de sentido do texto.

Questão 2
2024Português

(FUVEST - 2024) Leia o texto para responder questo. Tudo que nos acontece, especialmente nesta era da (Des)Informao, pode ser sintetizado pelas imagens que passam, cleres, pela internet, com destaque para as que esto nas redes sociais. Os textos vo ficando cada vez mais curtos, os vdeos, minsculos, porm, mais numerosos e cheios de efeitos. As fotos, cada vez mais sofisticadas, mais ntidas ou elaboradas com tcnicas de inteligncia artificial, fazem com que duvidemos do que vemos, o que nos torna cada vez mais incrdulos e inseguros daquilo que nos acontece. Quem no se chocou com as imagens de destruio dos prdios dos Trs Poderes brasileiros por conta do ataque de vndalos no dia 8 de janeiro? E o que dizer das fotos e vdeos dos Yanomami, exibindo o descaso, o descuido, a crueldade, o genocdio em curso, como j afirmam as diversas instituies responsveis pelos direitos humanos no Brasil e no mundo? Muitos de ns realmente ficamos sem palavras, e no porque uma imagem vale mais do que mil palavras, mas sobretudo porque ainda h quem questione se estamos vendo o que estamos vendo e, o que mais preocupante, saindo em defesa ou contrapondo essas imagens com outras, fakes e eivadas de teorias conspiratrias. Olhar, no mundo em que vivemos, mais do que nunca buscar e fabricar uma significao. Nesses tempos em que reinam a desinformao e as teorias conspiratrias, ter olhos de ver mais um dos desafios que temos de enfrentar no nosso cotidiano, especialmente se estamos nas mdias sociais. Est cada dia mais complicado pensar sobre o que vemos. Januria Cristina Alves. Uma imagem sempre muito mais do que uma imagem. 02/02/2023. Disponvel em https://www.nexojornal.com.br/. Adaptado. a) Qual o significado no texto da expresso olhos de ver? Relacione o seu sentido com a sua importncia em tempos de (Des)Informao. b) Mantendo o sentido do texto, escreva trs palavras que podem substituir, respectivamente, cleres, incrdulos e eivadas.

Questão 2
2024Português

(UNESP - 2024) Para responder s questes de 01 a 05, leia a crnica Despedida, de Carlos Drummond de Andrade (1902-1987), publicada originalmente no Jornal do Brasil em 05.06.1971, e a resposta de Edson Arantes do Nascimento (1940-2022), o Pel, publicada no mesmo jornal em 29.06.1971. Pel despede-se em julho da Seleo Brasileira. Decidiu, est decidido. Querem que ele continue, mas sua educao esportiva se dilata em educao moral, e Pel d muito apreo sua palavra. Se atender aos apelos, ficar bem com todo o mundo e mal consigo. Pel no quer brigar com Pel. No abandonar de todo o futebol, pois continuar jogando pelo seu clube. No vejo contradio nisto. Faz como um grande proprietrio de terras, que trocasse a fazenda pela miniatura de um stio: continua a ter guas, plantas, criao, a mesma luminosidade das horas menos a imensido, que acaba cansando. Ou como o leitor de muitos livros, que passasse a ler um s que contm o resumo de tudo. Pel quer cultivar sua vida a seu gosto, ele que a vivia tanto ao gosto dos outros. Sua municipalizao voluntria me encanta. No s pelo ato de sabedoria, que sair antes que exijam a nossa sada. Uma atitude destas indica mais cautela do que desprendimento. pelo ato de escolha de escolher o mais simples, envolvendo renncia e gentileza. As massas brasileiras e internacionais no podero cham-lo de ingrato, pois continuaro a v-lo, aqui e no estrangeiro, em seu jogo de astcia e arte. Mas ele passar a jogar como particular, um famoso incgnito, que no aspira s glrias de um quarto campeonato mundial. E com isso, dar lugar a outro, ou a outros, que por mais que caprichassem ficavam sempre um tanto encobertos pela sombra de Pel a sombra de que espontaneamente se desfaz. Bela jogada, a sua: a de no jogar como campeo, sendo campeonssimo. (Carlos Drummond de Andrade. Quando dia de futebol, 2014.) Estou comovido. Entre tantas coisas que dizem a meu respeito, generosas ou menos boas, suas palavras tiveram a rara virtude de se lembrarem do homem, da pessoa humana que quero ser, demonstrando compreenso e carinho por essa condio fundamental. Recortei sua crnica, no porque fala de mim, mas porque traduz, no primor de seu estilo, um apoio que me incentiva e me conforta. (Pel apud Carlos Drummond de Andrade. Quando dia de futebol, 2014.) No contexto da crnica, referem-se Seleo Brasileira, em termos figurados, as seguintes expresses:

Questão 2
2024Português

(FUVEST - 2024) TEXTO PARA AS QUESTES 01 E 02 Tempo de nos aquilombar tempo de caminhar em fingido silncio, e buscar o momento certo no grito, aparentar fechar um olho evitando o cisco e abrir escancaradamente o outro. tempo de fazer os ouvidos moucos para os vazios lero-leros, e cuidar dos passos assuntando as vias, ir se vigiando atento, que o buraco fundo. tempo de ningum se soltar de ningum, mas olhar fundo na palma aberta a alma de quem lhe oferece o gesto. O laar de mos no pode ser algemas, e sim acertada ttica, necessrio esquema. tempo de formar novos quilombos, em qualquer lugar que estejamos e que venham dias futuros, salve 2020 A mstica quilombola persiste afirmando: a liberdade uma luta constante. Conceio Evaristo. Jornal O Globo, 31/12/2019. Considerando o enfoque do texto na denncia social, o eu lrico revela, predominantemente,

Questão 3
2024Português

(FUVEST - 2024) A arte foi e ainda pode ser utilizada para criar, reforar e disseminar ideias, valores e esteretipos, mas tambm pode coloc-los em discusso. A obra Sentem para jantar, de G Viana, faz parte da srie Atualizaes traumticas deDebret, na qual o artista prope uma reviso iconogrfica da histria do Brasil tendo como referncia as obras de JeanBaptiste Debret, especificamente aquelas presentes em Viagem Pitoresca e Histrica ao Brasil (1834-1839), publicao que pautou de maneira imagtica o perodo colonial brasileiro. Em sua reviso, G Viana d continuidade ao seu projeto de anlise crtica de representaes histricas, produzindo releituras de algumas dessas obras, dentre as quais, a obra Um jantar brasileiro, do artista francs. A seguir, so reproduzidos os quadros desses dois artistas. Com base nas informaes e imagens apresentadas, assinale a alternativa que corresponde abordagem adotada por G Viana em sua obra Sentem para jantar, ao utilizar como referncia a obra Um jantar brasileiro, de Jean-Baptiste Debret.

Questão 3
2024Português

(UNESP - 2024) Para responder s questes de 01 a 05, leia a crnica Despedida, de Carlos Drummond de Andrade (1902-1987), publicada originalmente no Jornal do Brasil em 05.06.1971, e a resposta de Edson Arantes do Nascimento (1940-2022), o Pel, publicada no mesmo jornal em 29.06.1971. Pel despede-se em julho da Seleo Brasileira. Decidiu, est decidido. Querem que ele continue, mas sua educao esportiva se dilata em educao moral, e Pel d muito apreo sua palavra. Se atender aos apelos, ficar bem com todo o mundo e mal consigo. Pel no quer brigar com Pel. No abandonar de todo o futebol, pois continuar jogando pelo seu clube. No vejo contradio nisto. Faz como um grande proprietrio de terras, que trocasse a fazenda pela miniatura de um stio: continua a ter guas, plantas, criao, a mesma luminosidade das horas menos a imensido, que acaba cansando. Ou como o leitor de muitos livros, que passasse a ler um s que contm o resumo de tudo. Pel quer cultivar sua vida a seu gosto, ele que a vivia tanto ao gosto dos outros. Sua municipalizao voluntria me encanta. No s pelo ato de sabedoria, que sair antes que exijam a nossa sada. Uma atitude destas indica mais cautela do que desprendimento. pelo ato de escolha de escolher o mais simples, envolvendo renncia e gentileza. As massas brasileiras e internacionais no podero cham-lo de ingrato, pois continuaro a v-lo, aqui e no estrangeiro, em seu jogo de astcia e arte. Mas ele passar a jogar como particular, um famoso incgnito, que no aspira s glrias de um quarto campeonato mundial. E com isso, dar lugar a outro, ou a outros, que por mais que caprichassem ficavam sempre um tanto encobertos pela sombra de Pel a sombra de que espontaneamente se desfaz. Bela jogada, a sua: a de no jogar como campeo, sendo campeonssimo. (Carlos Drummond de Andrade. Quando dia de futebol, 2014.) Estou comovido. Entre tantas coisas que dizem a meu respeito, generosas ou menos boas, suas palavras tiveram a rara virtude de se lembrarem do homem, da pessoa humana que quero ser, demonstrando compreenso e carinho por essa condio fundamental. Recortei sua crnica, no porque fala de mim, mas porque traduz, no primor de seu estilo, um apoio que me incentiva e me conforta. (Pel apud Carlos Drummond de Andrade. Quando dia de futebol, 2014.) Em sua resposta, Pel mostra-se

Questão 3
2024Português

(FUVEST - 2024) Leia o texto para responder questo. Quando falo de humanidade no estou falando s do Homo sapiens, me refiro a uma imensido de seres que ns exclumos desde sempre: caamos baleia, tiramos barbatana de tubaro, matamos leo e o penduramos na parede para mostrar que somos mais bravos que ele. Alm da matana de todos os outros humanos que a gente achou que no tinham nada, que estavam a s para nos suprir com roupa, comida, abrigo. Somos a praga do planeta, uma espcie de ameba gigante. Ao longo da histria, os humanos, alis, esse clube exclusivo da humanidade que est na declarao universal dos direitos humanos e nos protocolos das instituies , foram devastando tudo ao seu redor. como se tivessem elegido uma casta, a humanidade, e todos que esto fora dela so a sub-humanidade. No so s os caiaras, quilombolas e povos indgenas, mas toda vida que deliberadamente largamos margem do caminho. E o caminho o progresso: essa ideia prospectiva de que estamos indo para algum lugar. H um horizonte, estamos indo para l, e vamos largando no percurso tudo que no interessa, o que sobra, a sub-humanidade alguns de ns fazemos parte dela. incrvel que esse vrus que est a agora esteja atingindo s as pessoas. Foi uma manobra fantstica do organismo da Terra tirar a teta da nossa boca e dizer: Respirem agora, quero ver. Isso denuncia o artifcio do tipo de vida que ns criamos, porque chega uma hora que voc precisa de uma mscara, de um aparelho para respirar, mas, em algum lugar, o aparelho precisa de uma usina hidreltrica, nuclear ou de um gerador de energia qualquer. E o gerador tambm pode apagar, independentemente do nosso decreto, da nossa disposio. Estamos sendo lembrados de que somos to vulnerveis que, se cortarem nosso ar por alguns minutos, a gente morre. No preciso nenhum sistema blico complexo para apagar essa tal de humanidade: se extingue com a mesma facilidade que os mosquitos de uma sala depois de aplicado um aerossol. Ns no estamos com nada: essa a declarao da Terra. Ailton Krenak. A vida no til. 2020. a) Identifique o processo de formao das palavras humanidade e sub-humanidade, bem como o seu sentido no texto. b) Mantendo a correlao verbal, reescreva, na folha de respostas, o trecho a seguir iniciando por Estvamos. Estamos sendo lembrados de que somos to vulnerveis que, se cortarem nosso ar por alguns minutos, a gente morre.

Questão 4
2024Português

(FUVEST - 2024) Considere os dois verbetes a seguir para responder questo. a) Qual o tratamento dado ao termo traveco, na segunda acepo do Dicionrio Michaelis, e no Glossrio Antidiscriminatrio? De que modo os sentidos desse termo, no Dicionrio e no Glossrio, se aproximam ou se afastam? b) Redija uma atualizao do verbete travesti para o Dicionrio Michaelis, incluindo sua classe e gnero gramaticais.

Questão 4
2024Português

(FUVEST - 2024) TEXTO PARA AS QUESTES 04 E 05 No anncio, o segmento wont bestow mega-buck prices indica

Questão 5
2024Português

(FUVEST - 2024) TEXTO PARA AS QUESTES 04 E 05 Considerado o contexto, a expresso be worth tem sentido de

Questão 5
2024Português

(FUVEST - 2024) Leia o texto para responder questo. A Dinamarca vai devolver ao Brasil um manto tupinamb que est em Copenhague desde pelo menos 1699. A pea, considerada extremamente rara, ser doada para o Museu Nacional, no Rio de Janeiro, pelo Museu Nacional da Dinamarca. O manto feito de penas vermelhas de guar. Artista, Glicria Tupinamb est completando sua formao em antropologia no Museu Nacional e vem realizando um trabalho de encontro e pesquisa dos mantos e outros artefatos de seus ancestrais junto s instituies europeias. Em 2006, Glicria estava trabalhando na composio de um novo manto tupinamb como forma de agradecimento a entidades sagradas, os Encantados, pelo processo de retomada do territrio indgena. Por meio de fotos, ela vinha tentando entender a tcnica para fazer a trama dos mantos da mesma forma que era feita por seus antepassados. Eu fui entendendo a questo do ponto, que o ponto do jerer, que as mulheres tupinamb utilizam para fazer instrumentos de pesca. S duas mulheres sabiam fazer esse ponto na aldeia, minha madrinha de 97 anos e minha prima de 78 anos. Mulheres detentoras de um saber que est quase extinto, conta ela. O primeiro manto que Glicria teve oportunidade de conhecer pessoalmente est ainda na Frana. Eu quero ver o avesso, disse ela equipe do museu parisiense, em 2018. O pessoal fica muito ligado na cor da pena, mas eu queria entender a malha, a tcnica, ver o avesso. Mas no s isso. Glicria tambm queria escutar o manto. O manto fala comigo. A gente tem uma relao ancestral, explica ela. Sei que para quem passou a vida inteira ouvindo que objetos no falam, eu pareo uma pessoa louca. Mas eu venho de um contexto de aldeia, e a gente entende que os objetos no so simplesmente objetos, ainda mais quando se tratam de vestimentas usadas no ambiente religioso. Glicria conta que, na ocasio, o manto mostrou a ela trs imagens: Uma quando ele estava dentro do territrio, eu via mulheres, crianas, as penas, a feitura. Outra imagem que ele me apresenta era ele dentro de uma embarcao, as pessoas na margem. Eu podia sentir a areia nos meus ps e ver a embarcao sumindo no fio do horizonte. E, depois, eu vejo esse manto saindo da embarcao e desaparecendo por uma viela escura. Isabel Seta. Rarssimo manto tupinamb que est na Dinamarca ser devolvido ao Brasil; pea vai ficar no Museu Nacional. 28/06/2023. Disponvel em: https://g1.globo.com/. a) Justifique o uso de ainda no trecho O primeiro manto que Glicria teve oportunidade de conhecer pessoalmente est ainda na Frana.. Reescreva a frase, substituindo apenas a palavra ainda, sem prejuzo do sentido. b) Explique o sentido do trecho os objetos no so simplesmente objetos no texto.

Questão 6
2024Português

(FUVEST - 2024) Examine a charge para responder questo. a) Qual a crtica social explorada pela charge? b) Explique a polissemia expressa pela ltima palavra da gradao contida na charge.

Questão 7
2024Português

(FUVEST - 2024) Leia os textos para responder questo. I. Poema de sete faces Quando nasci, um anjo torto desses que vivem na sombra disse: Vai, Carlos! ser gauche na vida. As casas espiam os homens que correm atrs de mulheres. A tarde talvez fosse azul, no houvesse tantos desejos. Carlos Drummond de Andrade. Alguma Poesia. Anjos tronchos Uns anjos tronchos do Vale do Silcio Desses que vivem no escuro em plena luz Disseram: Vai ser virtuoso no vcio Das telas dos azuis mais do que azuis Agora a minha histria um denso algoritmo Que vende venda a vendedores reais Neurnios meus ganharam novo ritmo E mais, e mais, e mais, e mais, e mais Caetano Veloso. Meu Coco, 2021. a) No trecho da cano, Caetano Veloso recria o clebre verso de Drummond, atualizando o seu sentido em tempos de domnio tecnolgico. Comente as diferenas de significado que podem sugerir em paralelo Vai, Carlos! ser gauche na vida e Vai ser virtuoso no vcio. b) A cor azul aparece referida nas duas composies. Analise o efeito simblico que o azul adquire em cada uma delas.