Questões de História - FUVEST | Gabarito e resoluções

Questão 66
2014HistóriaPortuguês

(FUVEST - 2014) Em seu contexto de origem, o quadro acima corresponde a uma

Questão 68
2014História

(FUVEST- 2014) A charge satiriza uma prtica eleitoral presente no Brasil da chamada Primeira Repblica. Tal prtica revelava a

Questão 1
2013História

(FUVEST - 2013- 2 fase) Leia o texto e examine a imagem. A arte gtica rene e desenvolve os fermentos novos [...] e os organiza em sistema; e esse sistema tem um lugar seguro na mais vasta organizao do saber. G. C. Argan. Histria da arte italiana. Da Antiguidade a Duccio. So Paulo: Cosac Naif, 2003, v. 1, p. 337. Adaptado. a) Identifique, a partir da imagem, dois elementos caractersticos do chamado estilo gtico. b) Do ponto de vista cultural, apresente e explique uma caracterstica do sistema, que, segundo o texto, tem um lugar seguro na mais vasta organizao do saber.

Questão 1
2013História

(FUVEST - 2020 - 2 fase - Questo 1) PROVA NCLEO COMUM As guerras napolenicas, entre o final do sculo XVIII e as primeiras dcadas do sculo XIX, tiveram consequncias diretas muito importantes para as diversas regies do mundo. Mencione e explique uma delas, relativa A) ao bloqueio continental B) as conquistas e aliados

Questão 1
2013PortuguêsHistória

(FUVEST - 2020 - 2 fase - Questo 1) No mais, musa, no mais, que a lira tenho Destemperada e a voz enrouquecida, E no do canto, mas de ver que venho Cantar a gente surda e endurecida. O favor com que mais se acende o engenho No no d a ptria, no, que est metida No gosto da cobia e na rudeza Duma austera, apagada e vil tristeza. Lus de Cames.Os Lusadas. a) Cte uma caracterstica tpica e uma caracterstica atpica da poesia pica, presentes na estrofe. Justifique. b) Relacione o contedo dessa estrofe com o momento vivido pelo Imprio Portugus por volta de 1572, ano da publicao de Os Lusadas.

Questão 2
2013História

(FUVEST - 2013 - 2 fase) Representando apenas 19,6% das exportaes brasileiras em 1822 (com a mdia de 18,4% nos anos 1820), o caf passou a liderar as exportaes brasileiras na dcada dos 1830 (com 28,6%), assumindo assim o lugar tradicionalmente ocupado pelo acar desde o perodo colonial. Nos meados do sculo XIX, passava a representar quase a metade do valor das exportaes e, no ltimo decnio do perodo monrquico, alcanava 61,5%. J a participao do acar no quadro dos valores das exportaes brasileiras passou de 30,1%, na dcada de 1820, a apenas 9,9%, nos anos 1880. O algodo alcanava 20,6%, na dcada de 1820, cifra jamais alcanada depois, em todo o perodo monrquico. Com exceo dos anos da guerra civil americana, que se refletiram na elevada participao do produto no conjunto das exportaes dos anos 1870 (18,3%), verifica-se o declnio das exportaes que, nos anos 1880, tm uma participao de apenas 4,2%. O comportamento das exportaes de fumo revela que essas oscilaram em torno de baixas percentagens, durante todo o perodo monrquico. Alcanando 2,5% do valor global das exportaes na dcada de 1820, decaiu, nas duas dcadas seguintes (1,9% para os anos 1830 e 1,8% para os anos 1840). Na segunda metade do sculo, melhorou a posio do fumo no conjunto das exportaes, tendo alcanado, nos anos 1860 e 1870, as maiores percentagens do perodo, com 3% e 3,4%. A participao do cacau no conjunto das exportaes nacionais cresceu de 0,5% na dcada de 1820 para 1,6% na ltima dcada da monarquia, a mais alta porcentagem do perodo. Srgio Buarque de Holanda (org.). Histria geral da civilizao brasileira. II. O Brasil Monrquico. 4. Declnio e queda do imprio. Rio de Janeiro: Difel, 1985, p. 119-126. Adaptado. Com base no texto, responda ao que se pede: a) Elabore um grfico das exportaes brasileiras de caf, acar e algodo no perodo monrquico, incluindo os respectivos dados percentuais (aproximados). b) Qual foi o principal produto de exportao brasileiro, respectivamente, nas dcadas de 1820, 1830 e 1880?

Questão 3
2013História

(FUVEST - 2013 - 2 fase) Observe a foto abaixo, tirada no Gueto de Varsvia, em 1943, durante a ocupao nazista da Polnia. a) Por que o menino porta uma estrela nas costas e o que essa estrela representava nas zonas de domnio nazista? b) Explique a dinmica de funcionamento do Gueto de Varsvia e o que ele representou na dominao nazista da Polnia.

Questão 4
2013História

(FUVEST - 2013 - 2 fase) Leia os textos abaixo: Coube ao Gen. Mouro Filho, Cmt. da 4a Regio Militar, essa histrica iniciativa, a 31 de maro, nas altaneiras montanhas de Minas. E a Revoluo, sem que tivesse havido elaboradas articulaes prvias entre os Chefes Militares, ─ no teria havido tempo para isto ─ empolga o Exrcito, a Marinha e a Aeronutica, para ter seu eplogo s 11h45min do dia 2 de abril, no Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, com a partida do ex-Presidente Joo Goulart para o estrangeiro. M. P. Figueiredo. A Revoluo de 1964. Um depoimento para a histria ptria. Rio de Janeiro: APEC, 1970, p. 11-12. Adaptado. Lembro-me bem do dia 31 de maro de 1964. Era aluno do curso de Sociologia e Poltica da Faculdade de Cincias Econmicas da antiga Universidade de Minas Gerais e militava na Ao Popular, grupo de esquerda catlica [...] No dia seguinte, 1o de abril, j no havia dvida sobre a vitria do golpe. Sa em companhia de colegas a vagar pelas ruas de Belo Horizonte [...] Contemplvamos, perplexos, a alegria dos que celebravam a vitria e assistamos, assustados, ao incio da violncia contra os derrotados. J. M. de Carvalho. Foras Armadas e Poltica no Brasil. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2005, p. 118. a) Que denominao cada autor utilizou para se referir ao regime instaurado aps 31 de maro de 1964? A que se deve essa diferena de denominao? b) Tal diferena se relaciona com a criao da Comisso da Verdade em 2012? Justifique.

Questão 5
2013História

(FUVEST - 2013 - 2 fase) No esqueamos que o processo de formao de um povo e de uma civilizao gregos no se desenrolou segundo um plano premeditado, nem de maneira realmente consciente. Tentativa, erro e imitao foram os principais meios, de tal modo que uma certa margem de diversidade social e cultural, amide muito marcada, caracterizou os incios da Grcia. De fato, nem o ritmo nem a prpria direo da mudana deixaram de se alterar ao longo da histria grega. Moses I. Finley. O mundo de Ulisses. 3 ed. Lisboa: Presena, 1998, p.16. a) Indique um elemento imitado de outros povos e sociedades que teria estado presente nos incios da Grcia. b) Oferea pelo menos dois exemplos do que o autor chama de diversidade social e cultural, que caracterizou os incios da Grcia.

Questão 6
2013História

A Revolução Mexicana, iniciada em 1910, arrastou-se por quase dez anos e envolveu diversos projetos políticos e sociais a) Identifique e analise uma das principais reivindicações dos zapatistas durante essa Revolução. b) Cite e analise duas das principais mudanças sociais trazidas por essa Revolução.

Questão 11
2013QuímicaHistória

(FUVEST - 2013) Admite-se que as cenouras sejam originrias da regio do atual Afeganisto, tendo sido levadas para outras partes do mundo por viajantes ou invasores. Com base em relatos escritos, pode-se dizer que as cenouras devem ter sido levadas Europa no sculo XII e, s Amricas, no incio do sculo XVII. Em escritos anteriores ao sculo XVI, h referncia apenas a cenouras de cor roxa, amarela ou vermelha. possvel que as cenouras de cor laranja sejam originrias dos Pases Baixos, e que tenham sido desenvolvidas, inicialmente, poca do Prncipe de Orange (1533-1584). No Brasil, so comuns apenas as cenouras laranja, cuja cor se deve presena do pigmento betacaroteno, representado a seguir. Com base no descrito acima, e considerando corretas as hipteses ali aventadas, possvel afirmar que as cenouras de colorao laranja

Questão 46
2013História

(FUVEST - 2013) A escravido na Roma antiga

Questão 47
2013História

(Fuvest - 2013) Quando Bernal Daz avistou pela primeira vez a capital asteca, ficou sem palavras. Anos mais tarde, as palavras viriam: ele escreveu um alentado relato de suas experincias como membro da expedio espanhola liderada por Hernn Corts rumo ao Imprio Asteca. Naquela tarde de novembro de 1519, porm, quando Daz e seus companheiros de conquista emergiram do desfiladeiro e depararam-se pela primeira vez com o Vale do Mxico l embaixo, viram um cenrio que, anos depois, assim descreveram: vislumbramos tamanhas maravilhas que no sabamos o que dizer, nem se o que se nos apresentava diante dos olhos era real. (Matthew Restall. Sete mitos da conquista espanhola. Rio de Janeiro: Civilizao Brasileira, 2006, p. 15-16. Adaptado.) O texto mostra um aspecto importante da conquista da Amrica pelos espanhis, a saber,

Questão 48
2013História

(FUVEST - 2013) O senhor acredita, ento, insistiu o inquisidor, que no se saiba qual a melhor lei? Menocchio respondeu: Senhor, eu penso que cada um acha que sua f seja a melhor, mas no se sabe qual a melhor; mas, porque meu av, meu pai e os meus so cristos, eu quero continuar cristo e acreditar que essa seja a melhor f. Carlo Ginzburg. O queijo e os vermes. So Paulo:Companhia das Letras, 1987, p. 113. O texto apresenta o dilogo de um inquisidor com um homem (Menocchio) processado, em 1599, pelo Santo Ofcio. A posio de Menocchio indica

Questão 49
2013História

(FUVEST 2013) A populao indgena brasileira aumentou 150% na dcada de 1990, passando de 294 mil pessoas para 734 mil, de acordo com uma pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatstica (IBGE). O crescimento mdio anual foi de 10,8%, quase seis vezes maior do que o da populao brasileira em geral. http://webradiobrasilindigena.wordpress.com, 21/11/2007. A notcia acima apresenta