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Questão 11
2019Português

(ENEM - 2019) Nesse cartaz, o uso da imagem do calado aliada ao texto verbal tem o objetivo de

Questão 12
2019Português

(ENEM - 2019) Blues da piedade Vamos pedir piedade Senhor, piedade Pra essa gente careta e covarde Vamos pedir piedade Senhor, piedade Lhes d grandeza e um pouco de coragem CAZUZA. Cazuza: o poeta no morreu. Rio de Janeiro: Universal Music, 2000 (fragmento) Todo gnero apresenta elementos constitutivos que coincidem seu uso em sociedade. A letra da cano identifica-se com o gnero ladainha, essencialmente, pela utilizao da sequncia textual:

Questão 13
2019Português

(ENEM - 2019) Com o enredo que homenageou o centenrio do Rei do Baio, Luiz Gonzaga, a Unidos da Tijuca foi corada em 2012. A penltima escola a entrar na Sapuca, na segunda noite de desfiles, mergulhou no universo do cantor e compositor brasileiro e trouxe a cultura nordestina com criatividade para a Avenida, com o enredo O dia em que a realeza desembarcou na Avenida para coroar o Rei Luiz do Serto. Disponvel em: www.cultura.rj.gov.br. Acesso em: 15 maio 2012 (adaptado) A notcia relata um evento cultural que marca a

Questão 14
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(ENEM - 2019) Os subrbios do Rio de Janeiro foram a primeira coisa a aparecer no mundo, antes mesmo dos vulces e dos cachalotes, antes de Portugal invadir, antes do Getlio Vargas mandar construir casas populares. O bairro do Quem, onde nasci e cresci, um deles. Aconchegado entre o Engenho Novo e Andara, foi feito daquela argila primordial, que se aglutinou em diversos formatos: ces soltos, moscas e morros, uma estao de trem, amendoeiras e barracos e sobrados, botecos e arsenais de guerra, armarinhos e bancas de jogo do bicho e um terreno enorme reservado para o cemitrio. Mas tudo ainda estava vazio: faltava gente. No demorou. As ruas juntaram tanta poeira que o homem no teve escolha a no ser passar a existir para varr-las. tardinha, sentar na varanda das casas e reclamar da pobreza, falar mal dos outros e olhar para as caladas encardidas de sol, os nibus da volta do trabalho sujando tudo de novo. HERINGER, V. O amor dos homens avulsos. So Paulo: Cia. das Letras, 2016. Traando a gnese simblica de sua cidade, o narrador imprime ao texto um sentido esttico fundamentado na

Questão 15
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(ENEM - 2019) A rede , antes de tudo, um instrumento de comunicao entre pessoas, um lao virtual em que as comunidades auxiliam seus membros a aprender o que querem saber. Os dados no representam seno a matria-prima de um processo intelectual e social vivo, altamente elaborado. Enfim, toda inteligncia coletiva do mundo jamais dispensar a inteligncia pessoal, o esforo individual e o tempo necessrio para aprender, pesquisar, avaliar e integrar-se a diversas comunidades, sejam elas virtuais ou no. A rede jamais pensar em seu lugar, fique tranquilo. LVY, P. A mquina universo: criao, cognio e cultura informtica. Porto Alegre:Artmed, 1998. No contexto das novas tecnologias de informao e comunicao, a circulao de saberes depende da:

Questão 16
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(ENEM - 2019) TEXTO I Estratos Na passagem de uma lngua para outra, algo sempre permanece, mesmo que no haja ningum para se lembrar desse algo. Pois um idioma retm em si mais memrias que os seus falantes e, como uma chapa mineral marcada por camadas de uma histria mais antiga do que aquela dos seres viventes, inevitavelmente carrega em si a impresso das eras pelas quais passou. Se as lnguas so arquivos da histria, elas carecem de livros de registro e catlogos. Aquilo que contm pode apenas ser consultado em parte, fornecendo ao pesquisador menos os elementos de uma biografia do que um estudo geolgico de uma sedimentao realizada em um perodo sem comeo ou sem fim definido. HELLER-ROAZEN, D. Ecolalias: sobre o esquecimento das lnguas. Campinas: Unicamp. 2010. TEXTO II Na reflexo gramatical dos sculos XVI e XVII, a influncia rabe aparece pontualmente, e se reveste sobretudo de item blico fundamental na atribuio de rudeza aos idiomas portugus e castelhano por seus respectivos detratores. Parecer com o rabe, assim, uma acusao de dessemelhana com o latim. SOUZA, M. P. Lingustica histrica. Campinas: Unicamp, 2006. Relacionando-se as ideias dos textos a respeito da histria e memria das lnguas, quanto formao da lngua portuguesa, constata-se que

Questão 17
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(ENEM - 2019) Essa campanha se destaca pela maneira como utiliza a linguagem para conscientizar a sociedade da necessidade de se acabar com o bullying. Tal estratgia est centrada no(a)

Questão 18
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(ENEM - 2019) Esporte e cultura: anlise acerca da esportivizao de prticas corporais nos jogos indgenas Nos Jogos Indgenas, observa-se que as prticas corporais realizadas envolvem elementos tradicionais (como as pinturas e adornos corporais) e modernos (como a regulamentao, a fiscalizao e a padronizao). O arco e flecha e a lana, por exemplo, so instrumentos tradicionalmente utilizados para a caa e a defesa da comunidade na aldeia. Na ocasio do evento, esses artefatos foram produzidos pela prpria etnia, porm sua estruturao como modalidade esportiva promoveu uma semelhana entre as tcnicas apresentadas, com o sentido nico da competio. ALMEIDA, A. J. M.; SUASSUNA, D. M. F. A. Pensar a prtica, n. 1, jan.-abr. 2010 (adaptado) A relao entre os elementos tradicionais e modernos nos Jogos dos Povos Indgenas desencadeou a

Questão 19
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(ENEM - 2019) Disponvel em: www.tecmundo.com.br. Acesso em: 10 dez. 2018 (adaptada) O texto tem um formato de uma carta de jogo e apresenta dados a respeito de Marcelo Gleiser, premiado pesquisador brasileiro da atualidade. Essa apresentao subverte um gnero textual ao:

Questão 20
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(ENEM - 2019) Toca a sirene na fbrica, e o apito como um chicote bate na manh nascente e bate na tua cama no sono da madrugada. Ternuras da spera lona pelo corpo adolescente. o trabalho que te chama. s pressas tomas o banho, tomas teu caf com po, tomas teu lugar no bote no cais do Capibaribe. Deixas chorando na esteira, teu filho de me solteira. Levas ao lado a marmita, contendo a mesma rao do meio de todo o dia, a carne-seca e o feijo. De tudo quanto ele pede ds s bom-dia ao patro, e recomeas a luta na engrenagem da fiao. MOTA, M . Canto ao meio.Rio de Janeiro Civilizao Brasileira, 1964. Nesse texto, a mobilizao do usopadro das formas verbais e pronominais

Questão 21
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(ENEM - 2019) Iner, meu passarinho do serto do Cariri, Iner, meu companheiro, Cad viola? Cad meu bem? Cad Maria? Ai triste sorte a do violeiro cantad! Ah! Sem a viola em que cantava o seu am, Ah! seu assobio tua flauta d Que tua flauta do serto quando assobia, Ah! A gente sofre sem quer! Ah! Teu canto chega l no fundo do serto, Ah! Como uma brisa amolecendo o corao. Ah! Ah! Irer, solta teu canto! Canta mais! Canta mais! Pr alembr o Cariri! VILA-LOBOS, H. Bachianas Brasileiras n. t para soprano e oitovioloncelos(1938-1945): Disponvel em http://euterpe.blog.br: Acesso em: 23 abr. 2019. Nesses versos, h uma exaltao ao serto do Cariri em uma ambientao linguisticamente apoiada no(a)

Questão 22
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(ENEM - 2019) JU LOYOLA. The promise of happiness. LOYOLA, J. Disponvel em: http://ladyscomics.com.br. Acesso em: 8 dez. 2018 (adaptada) TEXTO II: Quadrinista surda faz sucesso na CCXP com narrativas silenciosas A rea de artistas independentes da Comic Con Experience (CCXP) deste ano a maior da histria do evento geek, so mais de 450 quadrinistas e ilustradores no Artists Alley. E a diversidade vai alm do estilo do estilo das HQs. Em uma das mesas na fila F senta a quadrinista com deficincia auditiva Ju Loyola, com suas histrias que classifica como narrativas silenciosas. So histrias que podem ser compreendidas por crianas e adultos, e pessoas de qualquer nacionalidade, pelos simples motivo de no terem uma nica palavra. A artista no escreve roteiros convencionais para suas obras. Sua experincia de ter que entender a comunicao pelo que v faz com que ela se identifique muito mais com o que observa do que o que as pessoas dizem. E basta folhear suas obras que fica claro que elas no so histrias em quadrinhos que perderam as palavras, mas sim que ganharam uma nova perspectiva. Disponvel em: https://catracalivre.com.br. Acesso em: 8 dez. 2018 (adaptada) O Texto I exemplifica a obra de uma artista surda, que promove uma experincia de leitura inovadora, divulgada no Texto II. Independentemente de seus objetivos, ambos os textos:

Questão 23
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(ENEM - 2019) HELOSA: Faz versos? PINOTE: Sendo preciso Quadrinhas Acrsticos Sonetos Reclames. HELOSA: Futuristas? PINOTE: No senhora! Eu j fui futurista. Cheguei a acreditar na independncia Mas foi uma tragdia! Comearam a me tratar de maluco. A me olhar de esguelha. A no me receber mais. As crianas choravam em casa. Tenho trs filhos. No jornal tambm no pagavam, devido crise. Precisei viver de bicos. Ah! Reneguei tudo. Arranjei aquele instrumento ( Mostra a faca ) e fiquei passadista. ANDRADE, O. O rei da vela. So Paulo: Globo, 2003. O fragmento da pea teatral de Oswald de Andrade ironiza a reao da sociedade brasileira dos anos 1930 diante de determinada vanguarda europeia. Nessa viso atribui-se ao pblico leitor uma postura

Questão 24
2019Português

(ENEM - 2019) 1. Ns queremos cantar o amor ao perigo, o hbito da energia e da temeridade. 2. A coragem, a audcia, a rebelio sero elementos essenciais de nossa poesia. 3. A literatura exaltou at hoje a imobilidade pensativa, o xtase. o sono. Ns queremos exaltar o movimento agressivo. a insnia febril, o passo de corrida, o salto mortal, o bofeto e o soco. 4. Ns afirmamos que a magnificncia do mundo enriqueceu-se de uma beleza nova: a beleza da velocidade. Um automvel de corrida com seu cofre enfeitado com tubos grossos, semelhantes a serpentes de hlito explosivo... um automvel rugidor, que parece correr sobre a metralha, mais bonito que a Vitria de Samotrcia. 5. Ns queremos entoar hinos ao homem que segura o volante, cuja haste ideal atravessa a Terra, lanada tambm numa corrida sobre o circuito da sua rbita. 6. preciso que o poeta prodigalize com ardor, fausto e munificincia, para aumentar o entusistico fervor dos elementos primordiais. MARINETTI. F. T. Manifesto futurista. In: TELES. G. M. Vanguardas europeias e Modernismo brasileiro. Petrpolis: Vozes, 1985 O documento de Marinetti, de 1909, prope os referenciais estticos do Futurismo, que valorizam a:

Questão 25
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(ENEM - 2019) Ela nasceu lesma, vivia no meio das lesmas, mas no estava satisfeita com sua condio. No passamos de criaturas desprezadas, queixava-se. S somos conhecidas por nossa lentido. O rastro que deixaremos na Histria ser to desprezvel quanto a gosma que marca nossa passagem pelos pavimentos. A esta frustrao correspondia um sonho: a lesma queria ser como aquele parente distante, o escargot. O simples nome j a deixava fascinada: um termo francs, elegante, sofisticado, um termo que as pessoas pronunciavam com respeito e at com admirao. Mas, lembravam as outras lesmas, os escargots so comidos, enquanto ns pelo menos temos chance de sobreviver. Este argumento no convencia a insatisfeita lesma, ao contrrio: preferiria exatamente terminar sua vida desta maneira, numa mesa de toalha adamascada, entre talheres de prata e clices de cristal. Assim como o mar o nico tmulo digno de um almirante batavo, respondia, a travessa de porcelana a nica lpide digna dos meus sonhos. SCLIAR, M. Sonho de lesma. In: ABREU, C. F. et. al. A prosa do mundo. So Paulo: Global, 2009. Incorporando o devaneio da personagem, o narrador compe uma alegoria que representa o anseio de

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