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Questão 5
2018Inglês

(ENEM - 2018) 1984 (excerpt) Is it your opinion, Winston, that the past has real existence? [...] OBrien smiled faintly. I will put it more precisely. Does the past exist concretely, in space? Is there somewhere or other a place, a world of solid objects, where the past is still happening? No. Then where does the past exist, if at all? In records. It is written down. In records. And ? In the mind. In human memories. In mernory. Very well, then. We, the Party, control all records, and we control all memories. Then we control the past, do we not? ORWELL. G, Nineteen Eighty-Four. New York: Signet Classics, 1977 O romance 1984 descreve os perigos de um Estado totalitrio. A ideia evidenciada nessa passagem que o controle do Estado se d por meio do(a)

Questão 6
2018Português

(ENEM - 2018) Ptria amada, Idolatrada, Salve! Salve! Brasil, de amor eterno seja smbolo O lbaro que ostentas estrelado, E diga o verde-louro dessa flmula Paz no futuro e glria no passado. Mas, se ergues da justia a clava forte, Vers que um filho teu no foge luta , Nem teme, quem te adora, a prpria morte. Terra adorada, Entre outras mil, s tu, Brasil, Ptria amada! Dos filhos deste solo s me gentil, Ptria amada, Brasil! O uso da norma-padro na letra do Hino Nacional do Brasil justificado por tratar-se de um (a)

Questão 7
2018Português

(ENEM - 2018) A fotografia exibe a fachada do um supermercado em Foz do Iguau, cuja localizao transfronteiria marcada tanto pelo limite com Argentina o Paraguai quanto pela presena de outros povos. Essa fachada revela o(a)

Questão 8
2018Português

(ENEM - 2018) O trabalho no ora penoso: colar rtulos, meter vidros em caixas, etiquet-las, sel-las, envolv-Ias em papel celofane, branco, verde, azul, conforme o produto, separ-las em dzias Era fastidioso. Para passar mais rapidamente s oito horas havia o remdio: conversar. Era proibido, mas quem ia atrs de proibies? O patro vinha? Vinha o encarregado do servio? Calavam o bico, aplicavam-se ao trabalho. Mal viravam as costas, voltavam e taramelar. As mos no paravam, as lnguas no paravam. Nessas conversas interminveis, do linguagem solta e assuntos crus, Loniza se completou. Isabela, Afonsina, Idlia, Jurete, Deolinda foram mestras. O mundo acabou de se desvendar. Leniza perdeu o tom ingnuo que ainda podia ter. Ganhou um Jogar do corpo que convIda, um quebrar do olhos que promete tudo, toa, gratuitamente. Modificou-se o timbre de sua voz. Ficou mais quente. A prpria inteligncia se transformou. Tornou-se mais aguda, mais trepidante. REBELO,M. A estrela sobe. rio de Janeiro: Jos Olympio, 2009. O romance, de 1939, traz cena tipos e situaes que espelham o Rio de Janeiro daquela dcada. No fragmento, o narrador delineia esse contexto centrado no

Questão 9
2018Português

(ENEM - 2018) A imagem da negra e do negro em produtos de beleza e esttica do racismo. Resumo: Este artigo tem por finalidade discutir a representao da populao negra, especialmente, da mulher negra, em imagens e produtos de beleza presentes em comrcios do nordeste goiano. Evidencia-se que a presena de esteretipos negativos nessas imagens dissemina um imaginrio racista apresentado sob uma forma de uma esttica racista que camufla a excluso e normaliza a inferiorizao sofrida pelos(as) negros(as) na sociedade brasileira. A anlise do material imagtico aponta a desvalorizao esttica do negro, especialmente da mulher negra, e a idealizao da beleza e do branqueamento a serem alcanados por meio do uso dos produtos apresentados. O discurso miditico-publicitrio dos produtos de beleza rememora a legitima a prtica de uma tica racista construda e atuante no cotidiano. Frente a essa discusso, sugere-se que o trabalho antirracismo, feito nos diversos espaos sociais, considere o uso de estratgias para uma descolonizao esttica que empodere os sujeitos negros por meio de sua valorizao esttica e protagonismo na construo de uma tica da diversidade. Palavras-chave: Esttica, racismo, mdia, educao, diversidade. SANTANA, J. A imagem da negra e do negro em produtos de beleza e esttica do racismo. Dossi: trabalho e educao bsica. Margens Interdisciplinar. Verso digital. Abaetetuba,n.16,jun.2017 (adaptado). O cumprimento da funo referencial da linguagem uma marca caracterstica do gnero resumo de artigo acadmico. Na estrutura desse texto, essa funo estabelecida pela

Questão 10
2018Português

(ENEM - 2018) A imagem integra uma adaptao em quadrinhos da obra Grande serto: veredas, de Guimares Rosa. Na representao grfica, a inter-relao de diferentes linguagens caracteriza-se por

Questão 11
2018Português

(ENEM - 2018) Tanto os Jogos Olmpicos quanto os Paralmpicos so mais que uma corrida por recordes, medalhas e busca de excelncia. Por trs deles est a filosofia do baro Pierre de Coubertin, fundados do Movimento Olmpico. Como educador, ele viu nos Jogos a oportunidade para que os povos desenvolvessem valores, que poderiam ser aplicados no somente ao esporte, mas educao e sociedade. Os valores olmpicos so: a amizade, a excelncia e o respeito, enquanto os valores paralmpicos so: a determinao, a coragem, a igualdade e a inspirao. MIRAGAYA, A. Valores para toda a vida. Disponvel em: www.esporteessencial.com.br. Acesso em: 9 ago. 2017 (adaptado). No contexto das aulas de Educao Fsica escolar, os valores olmpicos e paralmpicos podem ser identificados quando o colega

Questão 12
2018Português

(ENEM - 2018) Mais bigdo que bang A comunidade cientfica mundial recebeu, na semana passada, a confirmao oficial de uma descoberta sobre a qual se falava com enorme expectativa h alguns meses. Pesquisadores do Centro de Astrofsica Harvard-Smithsonian revelaram ter obtido a mais forte evidncia at agora de que o universo em que vivemos comeou mesmo pelo Big Bang, mas este no foi exploso, e sim uma sbita expanso de matria e energia infinitas concentradas em um ponto microscpico que, sem muitas opes semnticas, os cientistas chamam de singularidade. Essa semente csmica permanecia em estado latente e, sem que exista ainda uma explicao definitiva, comeou a inchar rapidamente [...]. No intervalo de um piscar de olhos, por exemplo, seria possvel, portanto, que ocorressem mais de 10 trilhes de Big Bangs. ALLEGRETTI F. Veja, 26 mar. 2014 (adaptado). No titulo proposto para esse texto de divulgao cientfica, ao dissociar os elementos da expresso Big Bang, a autora revela a inteno de

Questão 13
2018Português

(ENEM -2018) Nessa campanha, a principal estratgia para convencer o leitor a fazer a reciclagem do lixo a utilizao da linguagem no verbal como argumento para

Questão 14
2018Português

(ENEM - 2018) Tambm chamados impresses ou imagens fotogramticas [...I, os fotogramas so, numa definio genrica, imagens realizadas sem a utilizao da cmera fotogrfica, por contato direto de um objeto ou material com uma superfcie fotossensvel exposta a uma fonte de luz. Essa tcnica, que nasceu junto com a fotografia e serviu de modelo a muitas discusses sobre a ontologia da imagem fotogrfica, foi profundamente transformada pelos artistas da vanguarda, nas primeiras dcadas do sculo XX. Representou mesmo, ao lado das colagens, fotomontagens e outros procedimentos tcnicos. a incorporao definitiva da fotografia arte moderna e seu distanciamento da representao figurativa. COLUCCI, M. B. Impresses fotogramticas e vanguardas: as experincias de Man Ray. Studium, n 2, 2000. TEXTO II RAY, M.Rayograph, 1922. 23.9 x 29,9 cm. MOMA, Nova York. Disponvel em: www.moma.org. Acesso em: 18 abr. 2018 (adaptado) No fotograma de Man Ray, o distanciamento da representao figurativa a que se refere o Texto I manifesta-se na

Questão 15
2018Português

(ENEM - 2018) Eu sobrevivi do nada, do nada Eu no existia No tinha uma existncia No tinha uma matria Comecei existir com quinhentos milhes e quinhentos milanos Logo de uma vez, j velha Eu no nasci criana, nasci j velha Depois que eu virei criana E agora continuei velha Me transformei novamente numa velha Voltei ao que eu era, uma velha PATROCNIO, S. In; MOS, V, (Org.). Reino dos bichos e dos animais meu nome. Rio de Janeiro: Azougue, 2009. Nesse poema de Stela do Patrocnio. a singularidade da expresso lrica manifesta-se na

Questão 16
2018Português

(ENEM - 2018) A histria do futebol uma triste viagem do prazer ao dever. [...]O jogo se transformou em espetculo, com poucos protagonistas e muitos espectadores, futebol para olhar, e o espetculo se transformou num dos negcios mais lucrativos do mundo, que no organizado para ser jogado, mas para impedir que se jogue. A tecnocracia do esporte profissional foi impondo um futebol de pura velocidade e muita fora, que renuncia alegria, atrofia a fantasia e probe a ousadia. Por sorte ainda aparece nos campos, [...] algum atrevido que sai do roteiro e comete o disparate de driblar o time adversrio inteirinho, alm do juiz e do pblico das arquibancadas, pelo puro prazer do corpo que se lana na proibida aventura da liberdade. GALEANO, E Futebol ao sol e e sombra Porto Alogro L8Phl Pockels. 1995 (adaptado) O texto indica que as mudanas nas prticas corporais. especificamente no futebol,

Questão 17
2018Português

(ENEM - 2018) Fotografia: LUCAS HALLEL. Disponvel em: www.flickr.com. Acesso em: 16 de abr. 2018 (adaptado) O grupo O Teatro Mgico apresenta composies autorais que tm referncias estticas do rock, do pop e da msica folclrica brasileira. A originalidade dos seus shows tem relao com a pera europeia do sculo XIX a partir da

Questão 18
2018Português

(ENEM - 2018) A trajetria de Liesel Meminger contada por uma narradora mrbida, surpreendentemente simptica. Ao perceber que a pequena ladra de livros lhe escapa, a Morte afeioa-se menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. Traos de uma sobrevivente: a me comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmo para o subrbio pobre de uma cidade alem, onde um casal se dispe a adot-los por dinheiro. O garoto morre no trajeto e enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. o primeiro de uma srie que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. O nico vnculo com a famlia esta obra, que ela ainda no sabe ler. A vida ao redor a pseudorrealidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste eufrica celebrao do aniversrio do Fhrer pela vizinhana. A Morte, perplexa diante da violncia humana, d um tom leve e divertido narrativa deste duro confronto entre a infncia perdida e a crueldade do mundo adulto, um sucesso absoluto e raro de crtica e pblico. Disponvel em: www.odevoradordelivros.com. Acesso em: 24 jun. 2014 Os gneros textuais podem ser caracterizados, dentre outros fatores, por seus objetivos. Esse fragmento um(a)

Questão 19
2018Português

(ENEM - 2018) Encontrando base em argumentos supostamente cientficos, o mito do sexo frgil contribuiu historicamente para controlar as prticas corporais desempenhadas pelas mulheres. Na histria do Brasil, exatamente na transio entre os sculos XIX e XX, destacam-se os esforos para impedir a participao da mulher no campo das prticas esportivas. As desconfianas em relao presena da mulher no esporte estiveram culturalmente associadas ao medo de masculinizar o corpo feminino pelo esforo fsico intenso. Em relao ao futebol feminino, o mito do sexo frgil atuou como obstculo ao consolidar a crena de que o esforo fsico seria inapropriado para proteger a feminilidade da mulher normal. Tal mito sustentou um forte movimento contrrio aceitao do futebol como prtica esportiva feminina. Leis e propagandas buscaram desacreditar o futebol, considerando-o inadequado delicadeza. Na verdade, as mulheres eram consideradas incapazes de se adequar s mltiplas dificuldades do esporte-rei. TEIXEIRA, F. L. S.; CAMINHA, I. O. Preconceito no futebol feminino: uma reviso sistemtica. Movimento, Porto Alegre, n. 1, 2013 (adaptado) No contexto apresentado, a relao entre a prtica do futebol e as mulheres caracterizada por um

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