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Questão 93
2016Inglês

(Enem 2016) Frankentissue: printable cell technology In November, researchers from the University of Wollongong in Australia announced a new bioink that is a step toward really printing living human tissue on an inkjet printer. It is like printing tissue dot-by-dot. A drop of bio-ink contains 10,000 to 30,000 cells. The focus of much of this research is the eventual production of tailored tissues suitable for surgery, like living Band-Aids, which could be printed on the inkjet. However, it is still nearly impossible to effectively replicate natures ingenious patterns on a home office accessory. Consider that the liver is a series of globules, the kidney a set of pyramids. Those kinds of structures demand 3D printers that can build them up, layer by layer. At the moment, skin and other flat tissues are most promising for the inkjet. Disponível em: http://discovermagazine.com. Acesso em: 2 dez. 2012. O texto relata perspectivas no campo da tecnologia para cirurgias em geral, e a mais promissora para este momento enfoca o(a)

Questão 94
2016Inglês

(Enem 2016) Orientações à população são encontradas também em sites oficiais. Ao clicar no endereço eletrônico mencionado no cartaz disponível na internet, o leitor tem acesso aos(às)

Questão 95
2016Inglês

(ENEM 2016) BOGOF is used as a noun as in There are some great bogofs on at the supermarket or an adjective, usually with a word such as offer or deal there are some great bogof offers in store. When you combine the first letters of the words in a phrase or the name of an organisation, you have an acronym. Acronyms are spoken as a word so NATO (North Atlantic Treaty Organisation) is not pronounced N-A-T-O. We say NATO. Bogof, when said out loud, is quite comical for a native speaker, as it sounds like an insult, Bog off! meaning go away, leave me alone, slightly childish and a little old-fashioned. BOGOF is the best-known of the supermarket marketing strategies. The concept was first imported from the USA during the 1970s recession, when food prices were very high. It came back into fashion in the late 1990s, led by big supermarket chains trying to gain a competitive advantage over each other. Consumers were attracted by the idea that they could get something for nothing. Who could possibly say no? Disponvel em: www.bbc.co.uk. Acesso em: 2 ago. 2012 (adaptado). Considerando-se as informaes do texto, a expresso bogof usada para

Questão 96
2016Português

(ENEM 2016) Ler no decifrar, como num jogo de adivinhaes, o sentido de um texto. , a partir do texto, ser capaz de atribuir-lhe significado, conseguir relacion-lo a todos os outros textos significativos para cada um, reconhecer nele o tipo de leitura que o seu autor pretendia e, dono da prpria vontade, entregar-se a essa leitura, ou rebelar-se contra ela, propondo uma outra no prevista. LAJOLO, M. Do mundo da leitura para a leitura do mundo. So Paulo: tica, 1993. Nesse texto, a autora apresenta reflexes sobre o processo de produo de sentidos, valendo-se da metalinguagem. Essa funo da linguagem torna-se evidente pelo fato de o texto

Questão 97
2016Português

(Enem 2016) Nessa campanha publicitária, para estimular a economia de água, o leitor é incitado a:

Questão 98
2016Português

(Enem 2016) At que ponto replicar contedo crime? A internet e a pirataria so inseparveis, diz o diretor do instituto de pesquisas americano Social Science Research Council. H uma infraestrutura pequena para controlar quem o dono dos arquivos que circulam na rede. Isso acabou com o controle sobre a propriedade e tem sido descrito como pirataria, mas inerente tecnologia, afirma o diretor. O ato de distribuir cpias de um trabalho sem a autorizao dos seus produtores pode, sim, ser considerado crime, mas nem sempre essa distribuio gratuita lesa os donos dos direitos autorais. Pelo contrrio. Veja o caso do livro O alquimista, do escritor Paulo Coelho. Aps publicar, para download gratuito, uma verso traduzida da obra em seu blog, Coelho viu as vendas do livro em papel explodirem. BARRETO, J.; MORAES, M, A internet existe sem pirataria? Veja, n. 2 303, 13 fev. 2013 (adaptado). De acordo com o texto, o impacto causado pela internet propicia a:

Questão 99
2016Português

(ENEM 2016) Em casa, Hideo ainda podia seguir fiel ao imperador japons e s tradies que trouxera no navio que aportara em Santos. [...] Por isso Hideo exigia que, aos domingos, todos estivessem juntos durante o almoo. Ele se sentava cabeceira da mesa; direita ficava Hanashiro, que era o primeiro filho, e Hitoshi, o segundo, e esquerda, Haruo, depois Hiroshi, que era o mais novo. [...] A esposa, que tambm era me, e as filhas, que tambm eram irms, aguardavam de p ao redor da mesa [...]. Haruo reclamava, no se cansava de reclamar: que se sentassem tambm as mulheres mesa, que era um absurdo aquele costume. Quando se casasse, se sentariam mesa a esposa e o marido, um em frente ao outro, porque no era o homem melhor que a mulher para ser o primeiro [...]. Elas seguiam de p, a me um pouco cansada dos protestos do filho, pois o momento do almoo era sagrado, no era hora de levantar bandeiras inteis [...]. NAKASATO, O. Nihonjin. So Paulo: Benvir, 2011 (fragmento). Referindo-se a prticas culturais de origem nipnica, o narrador registra as reaes que elas provocam na famlia e mostra um contexto em que

Questão 100
2016Português

(Enem 2016) O hoax, como chamado qualquer boato ou farsa na internet, pode espalhar vrus entre os seus contatos. Falsos sorteios de celulares ou frases que Clarice Lispector nunca disse so exemplos de hoax. Trata-se de boatos recebidos por e-mail ou compartilhados em redes sociais. Em geral, so mensagens dramticas ou alarmantes que acompanham imagens chocantes, falam de crianas doentes ou avisam sobre falsos vrus. O objetivo de quem cria esse tipo de mensagem pode ser apenas se divertir com a brincadeira (de mau gosto), prejudicar a imagem de uma empresa ou espalhar uma ideologia poltica. Se o hoax for do tipo phishing (derivado de fishing, pescaria, em ingls) o problema pode ser mais grave: o usurio que clicar pode ter seus dados pessoais ou bancrios roubados por golpistas. Por isso to importante ficar atento. VIMERCATE, N. Disponvel em: www.techtudo.com.br. Acesso em: 1 maio 2013 (adaptado). Ao discorrer sobre os hoaxes, o texto sugere ao leitor, como estratgia para evitar essa ameaa,

Questão 101
2016Português

(ENEM 2016) Colcha de retalhos representa a essncia do mural e convida o pblico a

Questão 102
2016Português

(Enem/2016) PINHÃO sai ao mesmo tempo que BENONA entra. BENONA: Eurico, Eudoro Vicente está lá fora e quer falar com você. EURICÃO: Benona, minha irmã, eu sei que ele está lá fora, mas não quero falar com ele. BENONA: Mas Eurico, nós lhe devemos certas atenções. EURICÃO: Você, que foi noiva dele. Eu, não! BENONA: Isso são coisas passadas. EURICÃO: Passadas para você, mas o prejuízo foi meu. Esperava que Eudoro, com todo aquele dinheiro, se tornasse meu cunhado. Era uma boca a menos e um patrimônio a mais. E o peste me traiu. Agora, parece que ouviu dizer que eu tenho um tesouro. E vem louco atrás dele, sedento, atacado de verdadeira hidrofobia. Vive farejando ouro, como um cachorro da molesta, como um urubu, atrás do sangue dos outros. Mas ele está enganado. Santo Antônio há de proteger minha pobreza e minha devoção. SUASSUNA, A. O santo e a porca. Rio de Janeiro: José Olympio, 2013 (fragmento). Nesse texto teatral, o emprego das expressões o peste e cachorro da molesta contribui para

Questão 103
2016Português

(ENEM 2016) Soneto VII Onde estou? Este stio desconheo: Quem fez to diferente aquele prado? Tudo outra natureza tem tomado; E em contempl-lo tmido esmoreo. Uma fonte aqui houve; eu no me esqueo De estar a ela um dia reclinado: Ali em vale um monte est mudado: Quanto pode dos anos o progresso! rvores aqui vi to florescentes, Que faziam perptua a primavera: Nem troncos vejo agora decadentes. Eu me engano: a regio esta no era; Mas que venho a estranhar, se esto presentes Meus males, com que tudo degenera! COSTA, C. M. Poemas. Disponvel em: www.dominiopublico.gov.br. Acesso em: 7 jul. 2012. No soneto de Cludio Manuel da Costa, a contemplao da paisagem permite ao eu lrico uma reflexo em que transparece uma

Questão 104
2016Português

(ENEM 2016) Antiode Poesia, no ser esse o sentido em que ainda te escrevo: flor! (Te escrevo: flor! No uma flor, nem aquela flor-virtude em disfarados urinis). Flor a palavra flor; verso inscrito no verso, como as manhs no tempo. Flor o salto da ave para o voo: o salto fora do sono quando seu tecido se rompe; uma exploso posta a funcionar, como uma mquina, uma jarra de flores. MELO NETO, J. C. Psicologia da composio. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1997 (fragmento). A poesia marcada pela recriao do objeto por meio da linguagem, sem necessariamente explic-lo. Nesse fragmento de Joo Cabral de Melo Neto, poeta da gerao de 1945, o sujeito lrico prope a recriao potica de

Questão 105
2016Português

(Enem 2016) Qual a segurana do sangue? Para que o sangue esteja disponvel para aqueles que necessitam, os indivduos saudveis devem criar o hbito de doar sangue e encorajar amigos e familiares saudveis a praticarem o mesmo ato. A prtica de selecionar criteriosamente os doadores, bem como as rgidas normas aplicadas para testar, transportar, estocar e transfundir o sangue doado fizeram dele um produto muito mais seguro do que j foi anteriormente. Apenas pessoas saudveis e que no sejam de risco para adquirir doenas infecciosas transmissveis pelo sangue, como hepatites B e C, HIV, sfilis e Chagas, podem doar sangue. Se voc acha que sua sade ou comportamento pode colocar em risco a vida de quem for receber seu sangue, ou tem a real inteno de apenas realizar o teste para o vrus HIV, NO DOE SANGUE. Cumpre destacar que apesar de o sangue doado ser testado para as doenas transmissveisconhecidas no momento, existe um perodo chamado de janela imunolgica em que um doador contaminado por um determinado vrus pode transmitir a doena atravs do seu sangue. DA SUA HONESTIDADE DEPENDE A VIDA DE QUEM VAI RECEBER SEU SANGUE Disponvel em: www.prosangue.sp.gov.br. Acesso em: 24 abr. 2015 (adaptado). Nessa campanha, as informaes apresentadas tm como objetivo principal

Questão 106
2016Português

(ENEM 2016) TEXTO I Entrevistadora eu vou conversar aqui com a professora A. D. ... o portugus ento no uma lngua difcil? Professora olha se voc parte do princpio... que a lngua portuguesa no s regras gramaticais... no se voc se apaixona pela lngua que voc... j domina que voc j fala ao chegar na escola se o teu professor cativa voc a ler obras da literatura... obras da/ dos meios de comunicao... se voc tem acesso a revistas... ... a livros didticos... a... livros de literatura o mais formal o e/ o difcil porque a escola transforma como eu j disse as aulas de lngua portuguesa em anlises gramaticais. TEXTO II Entrevistadora Vou conversar com a professora A. D. O portugus uma lngua difcil? Professora No, se voc parte do princpio que a lngua portuguesa no s regras gramaticais. Ao chegar escola, o aluno j domina e fala a lngua. Se o professor motiv-lo a ler obras literrias, e se tem acesso a revistas, a livros didticos, voc se apaixona pela lngua. O que torna difcil que a escola transforma as aulas de lngua portuguesa em anlises gramaticais. MARCUSCHI, L. A. Da fala para a escrita: atividades de retextualizao. So Paulo: Cortez, 2001 (adaptado). O Texto I a transcrio de uma entrevista concedida por uma professora de portugus a um programa de rdio. O Texto II a adaptao dessa entrevista para a modalidade escrita.Em comum, esses textos

Questão 107
2016Português

(ENEM 2016) Galinha cega O dono correu atrs de sua branquinha, agarrou-a, lhe examinou os olhos. Estavam direitinhos, graas a Deus, e muito pretos. Soltou-a no terreiro e lhe atirou mais milho. A galinha continuou a bicar o cho desorientada. Atirou ainda mais, com pacincia, at que ela se fartasse. Mas no conseguiu com o gasto de milho, de que as outras se aproveitaram, atinar com a origem daquela desorientao. Que que seria aquilo, meu Deus do cu? Se fosse efeito de uma pedrada na cabea e se soubesse quem havia mandado a pedra, algum moleque da vizinhana, a... Nem por sombra imaginou que era a cegueira irremedivel que principiava. Tambm a galinha, coitada, no compreendia nada, absolutamente nada daquilo. Por que no vinham mais os dias luminosos em que procurava a sombra das pitangueiras? Sentia ainda o calor do sol, mas tudo quase sempre to escuro. Quase que j no sabia onde que estava a luz, onde que estava a sombra. GUIMARAENS, J. A. Contos e novelas. Rio de Janeiro: Imago, 1976 (fragmento). Ao apresentar uma cena em que um menino atira milho s galinhas e observa com ateno uma delas, o narrador explora um recurso que conduz a uma expressividade fundamentada na

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