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Questão 20
2018Português

(ENEM - 2018) Farejador de Plgio: uma ferramenta contra a cpia ilegal No mundo acadmico ou nos veculos de comunicao, as cpias ilegais podem surgir de diversas maneiras, sendo integrais, parciais ou parfrases. Para ajudar a combater esse crime, o professor Maximiliano Zambonatto Pezzin, engenheiro de computao, desenvolveu junto com os seus alunos o programa Farejador de Plgio. O programa capaz de detectar: trechos contnuos e fragmentados. frases soltas, partes de textos reorganizadas. frases reescritas, mudanas na ordem dos perodos e erros fonticos e sintticos. Mas como o programa realmente funciona? Considerando o texto como uma sequncia de palavras, a ferramenta analisa e busca trecho por trecho nos cites de busca, assim como um professor desconfiado de um aluno faria. A diferena que o programa permite que se Pesquise em vrios buscadores, gerando assim muito mais resultados. Disponvel em: http://reporterunesp.jor.br. Acesso em: 19 mar. de 2018. Segundo o texto, a ferramenta Farejador de Plgio alcana seu objetivo por meio da

Questão 21
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(ENEM -2018) TEXTO II Stephen Lund, artista canadense, morador em Victoria, capital da Colmbia Britnica (Canad), transformou-se em fenmeno mundial produzindo obras de arte virtuais pedalando sua bike. Seguindo rotas traadas com o auxlio de um dispositivo de GPS, ele calcula ter percorrido mais de 10 mil quilmetros. Disponvel em: www.booooooom.com. Acesso em: 9 dez. 2017 (adaptado) Os textos destacam a inovao artstica proposta por Stephen Lund a partir do(a)

Questão 22
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(ENEM - 2018) TEXTO I TEXTO II Imaginamos um cidado, residente na periferia de um grande centro urbano, que diariamente acorda s 5h para trabalhar, enfrenta em mdia 2 horas de transporte pblico, em geral lotado, para chegar s 8h ao trabalho. Termina o expediente s 17h e chega em casa s 19h para, a sim, cuidar dos afazeres domsticos, dos filhos, etc. Como dizer a essa pessoa que ela deve praticar exerccios, pois importante para sua sade? Como ela ir entender a mensagem da importncia do exerccio fsico? A probabilidade de essa pessoa praticar exerccios regularmente significativamente menor que a do pessoas da classe mdia/alta que vivem outra realidade. Nesse caso, a abordagem individual do problema tende e fazer com que a pessoa se sinta impotente em no conseguir praticar exerccios e, consequentemente, culpada pelo fato de ser ou estar sedentria. FERREIRA, M.S. Aptido fsica e sade na educao fsica escolar: ampliando o enfoque. RBCE, n. 2,jan. 2001 (adaptado). O segundo texto, que prope uma reflexo sobre o primeiro acerca do impacto de mudanas no estilo de vida na sade, apresenta uma viso

Questão 23
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(ENEM -2018) No tradicional concurso de miss, as candidatas apresentaram dados de feminicdio, abuso sexual e estupro no pas. No lugar das medidas de altura, peso, busto, cintura e quadril, dados da violncia contra as mulheres no Peru. Foi assim que as 23 candidatas ao Miss Peru 2017 protestaram contra os altos ndices de feminicdio e abuso sexual no pas no tradicional desfile em trajes de banho. O tom poltico, porm, marcou a atrao desde o comeo: logo no incio, quando as peruanas se apresentaram, uma a uma, denunciaram os abusos morais e fsicos, a explorao sexual, o assdio, entre outros crimes contra as mulheres. Disponvel em: www.cartacapital.com.br. Acesso em: 29 nov. 2017. Quanto materializao da linguagem, a apresentao de dados relativos violncia contra a mulher

Questão 24
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(ENEM - 2018) Dia 20/10 preciso no beber mais. No preciso sentir vontade de beber e no beber: preciso no sentir vontade de beber. preciso no dar de comer aos urubus. preciso fechar para balano e reabrir. preciso no dar de comer aos urubus. Nem esperanas aos urubus. preciso sacudir a poeira. preciso poder beber sem se oferecer em holocausto. preciso. preciso no morrer por enquanto. preciso sobreviver para verificar. No pensar mais na solido do Rogrio e deix-lo. preciso no dar de comer aos urubus. preciso enquanto tempo no morrer na via pblica. TORQUATO NETO. In: MENDONA, J. (Org.) Poesia (im)popular brasileira. So Bernardo do Campo: Lamparina Luminosa, 2012. O processo de construo do texto formata uma mensagem por ele dimensionada, uma vez que

Questão 25
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(ENEM - 2018) As duas imagens so produes que tm a cermica como matria-prima. A obra Estrutura vertical dupla se distingue da urna funerria marajoara ao

Questão 26
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(ENEM - 2018) o que ser que ela quer essa mulher de vermelho alguma coisa ela quer pra ter posto esse vestido no pode ser apenas uma escolha casual podia ser um amarelo verde ou talvez azul mas ela escolheu vermelho ela sabe o que ela quer e ela escolheu vestido e ela uma mulher ento com base nesses fatos eu j posso afirmar que conheo o seu desejo caro watson, elementar: o que ela quer sou euzinho sou euzinho o que ela quer s pode ser euzinho o que mais podia ser FREITAS, A. Um tero do tamanho de um punho. So Paulo: Cosac Naify, 2013 No processo de elaborao do poema, a autora confere ao eu lrico uma identidade que aqui representa a

Questão 27
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(ENEM - 2018) O rio que fazia uma volta atrs de nossa casa era a imagem de um vidro mole que fazia uma volta atrs de casa. Passou um homem e disse: Essa volta que o rio faz por trs de sua casa se chama enseada. No era mais a imagem de uma cobra de vidro que fazia uma volta atrs de casa. Era uma enseada. Acho que o nome empobreceu a imagem. BARROS, M. O livro das Ignoras. Rio de Janeiro: Best Seller, 2008. O sujeito potico questiona o uso do vocbulo enseada porque a

Questão 28
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(ENEM -2018) ABL lana novo concurso cultural: Conte o conto sem aumentar um ponto Em razo da grande repercusso do concurso de Microcontos do Twitter da ABL, o Abletras, a Academia Brasileira de Letras lanou no dia do seu aniversrio de 113 anos um novo concurso cultural intitulado Conte o conto sem aumentar um ponto, baseado na obra A cartomante, de Machado de Assis. Conte o conto sem aumentar um ponto tem como objetivo dar um final distinto do original ao conto A cartomante, de Machado de Assis, utilizando-se o mesmo nmero de caracteres ou inferior que Machado concluiu seu trabalho, ou seja, 1 778 caracteres. Vale ressaltar que, para participar do concurso, o concorrente dever ser seguidor do Twitter da ABL, o Abletras. Disponvel em: academia.org.br. Acesso em: 18 out. 2015 (adaptado). O Twitter reconhecido por promover o compartilhamento de textos. Nessa notcia, essa rede social foi utilizada como veculo/suporte para um concurso literrio por causa do(a)

Questão 29
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(ENEM - 2018) Nesse texto, busca-se convencer o leitor a mudar seu comportamento por meio da associao de verbos no modo imperativo

Questão 30
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(ENEM - 2018) A Casa de Vidro Houve protestos. Deram uma bola a cada criana e tempo para brincar. Elas aprenderam malabarismos incrveis e algumas viajavam pelo mundo exibindo sua alegre habilidade. (O problema que muitos, a maioria, no tinham jeito e eram feios de noite, assustadores. Seria melhor prender essa gente havia quem dissesse.) Houve protestos. Aumentaram o preo da carne, liberaram os preos dos cereais e abriram crdito a juros baixos para o agricultor. O dinheiro que sobrasse, bem, digamos, ora o dinheiro que sobrasse! Houve protestos. Diminuram os salrios (infelizmente aumentou o nmero de assaltos) porque precisamos combater a inflao e, como se sabe, quando os salrios esto acima do ndice de produtividade eles se tornam altamente inflacionrios, de modo que. Houve protestos. Proibiram os protestos. E no lugar dos protestos nasceu o dio. Ento surgiu a Casa de Vidro, para acabar com aquele dio. NGELO, I. A casa de vidro. So Paulo: Crculo do Livro, 1985 Publicado em 1979, o texto compartilha com outras obras da literatura brasileira escritas no perodo as marcas do contexto em que foi produzido, como a referncia a

Questão 31
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(ENEM - 2018) Acuenda o Pajub, conhea o dialeto secreto utilizado por gays e travestis Com origem no iorub, linguagem foi adotada por travestis e ganhou a comunidade Nhao, amap! No faa a loka e pague meu acu deixe de equ se no eu puxo teu pcum! Entendeu as palavras dessa frase? Se sim, porque voc manja alguma coisa de pajub, o dialeto secreto dos gays e travestis. Adepto do uso das expresses, mesmo nos ambientes mais formais, um advogado afirma: claro que eu no vou falar durante uma audincia ou numa reunio, mas na firma, com meus colegas de trabalho, eu falo de acu o tempo inteiro, brinca. A gente tem que ter cuidado de falar outras palavras porque hoje o pessoal j entende, n? T na internet, tem at dicionrio..., comenta. O dicionrio a que ele se refere o Aurlia, a dicionrio da lngua afiada, lanado no ano de 2006 e escrito pelo jornalista Angelo Vip e por Fred Libi. Na obra, h mais de 1 300 verbetes revelando o significado das palavras do pajub. No se sabe ao certo quando essa linguagem surgiu, mas sabe-se que h claramente uma relao entre o pajub e a cultura africana, numa costura iniciada ainda na poca do Brasil colonial. Disponvel em www.midiamax.com.br. Acesso em 4 de abr. 2017 (adaptado). Da perspectiva do usurio, o pajub ganha status de dialeto, caracterizando-se como elemento de patrimnio lingustico, especialmente por

Questão 32
2018Português

(ENEM - 2018) Certa vez minha me surrou-me com uma corda nodosa que me pintou as costas de manchas sangrentas. Modo, virando a cabea com dificuldade, eu distinguia nas costelas grandes lanhos vermelhos. Deitaram-me, enrolaram-me em panos molhados com gua de sal e houve uma discusso na famlia. Minha av, que nos visitava, condenou o procedimento da filha e esta afligiu-se. Irritada, ferira-me toa, sem querer. No guardei dio a minha me: o culpado era o n. RAMOS, G. Infncia. Rio de Janeiro: Record, 1998. Num texto narrativo, a sequncia dos fatos contribui para a progresso temtica. No fragmento, esse processo indicado pela

Questão 33
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(ENEM - 2018) Disponvel em: www,facebook.com/omeusegredinho. Acesso em: 9 dez. 2017 (adaptado) Essa imagem ilustra a reao dos celacos (pessoas sensveis ao glten) ao ler rtulos de alimentos sem glten. Essas reaes indicam que, em geral, os rtulos desses produtos

Questão 34
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(ENEM -2018) Quebranto s vezes sou o policial que me suspeito me peo documentos e mesmo de posse deles me prendo e me dou porrada s vezes sou o porteiro no me deixando entrar em mim mesmo a no ser pela porta de servio [...] s vezes fao questo de no me ver e entupido com a viso deles sinto-me a misria concebida como um eterno comeo fecho-me o cerco sendo o gesto que me nego a pinga que me bebo e me embebedo o dedo que me aponto e denuncio o ponto em que me entrego. s vezes!... CUTI. Negroesia. Belo Horizonte: Mazza. 2007 (fragmento). Na literatura de temtica negra produzida no Brasil, recorrente a presena de elementos que traduzem experincias histricas de preconceito e violncia. No poema, essa vivncia revela que o eu lrico

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