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Questão 86
2009Geografia

(Enem 2009) Reunindo-se as informações contidas nas duas charges, infere-se que

Questão 87
2009Geografia

(Enem 2009) Na figura, observa-se uma classificao de regies da Amrica do Sul segundo o grau de aridez verificado. Em relao s regies marcadas na figura, observa-se que

Questão 88
2009Geografia

(Enem 2009) À medida que a demanda por água aumenta, as reservas desse recurso vão se tornando imprevisíveis. Modelos matemáticos que analisam os efeitos das mudanças climáticas sobre a disponibilidade de água no futuro indicam que haverá escassez em muitas regiões do planeta. São esperadas mudanças nos padrões de precipitação, pois

Questão 89
2009História

(Enem 2009) A mais profunda objeção que se faz à ideia da criação de uma cidade, como Brasília, é que o seu desenvolvimento não poderá jamais ser natural. É uma objeção muito séria, pois provém de uma concepção de vida fundamental: a de que a atividade social e cultural não pode ser uma construção. Esquecem-se, porém, aqueles que fazem tal crítica, que o Brasil, como praticamente toda a América, é criação do homem ocidental. PEDROSA, M. Utopia: obra de arte. Vis Revista do Programa de Pós-graduação em Arte (UnB), Vol. 5, n. 1, 2006 (adaptado). As ideias apontadas no texto estão em oposição, porque a

Questão 90
2009Geografia

(Enem 2009) As áreas do planalto do cerrado como a chapada dos Guimarães, a serrade Tapirapuã e a serra dos Parecis, no Mato Grosso, com altitudes que variam de 400 m a 800m são importantes para a planície pantaneira mato-grossense (com altitude média inferior a200 m), no que se refere à manutenção do nível de água, sobretudo durante a estiagem. Nascheias, a inundação ocorre em função da alta pluviosidade nas cabeceiras dos rios, doafloramento de lençóis freáticos e da baixa declividade do relevo, entre outros fatores. Durantea estiagem, a grande biodiversidade é assegurada pelas águas da calha dos principais rios,cujo volume tem diminuído, principalmente nas cabeceiras. Cabeceiras ameaçadas. Ciência Hoje. Rio de Janeiro: SBPC. Vol. 42, jun. 2008 (adaptado). A medida mais eficaz a ser tomada, visando à conservação da planície pantaneira e àpreservação de sua grande biodiversidade, é a conscientização da sociedade e a organizaçãode movimentos sociais que exijam

Questão 91
2009Português

(Enem 2009) Analise as seguintes avaliaes de possveis resultados de um teste na Internet. Depreende-se, a partir desse conjunto de informaes, que o teste que deu origem a esses resultados, alm de estabelecer um perfil para o usurio de sites de relacionamento, apresenta preocupao com hbitos e prope mudanas de comportamento direcionadas

Questão 92
2009Português

(Enem2009) Gerente Boa tarde. Em que eu posso ajud-lo? Cliente Estou interessado em financiamento para compra de veculo. Gerente Ns dispomos de vrias modalidades de crdito. O senhor nosso cliente? Cliente Sou Jlio Csar Fontoura, tambm sou funcionrio do banco. Gerente Julinho, voc, cara? Aqui a Helena! C t em Braslia? Pensei que voc inda tivesse na agncia de Uberlndia! Passa aqui pra gente conversar com calma. BORTONI-RICARDO, S. M.Educao em lngua materna.So Paulo: Parbola, 2004 (adaptado). Na representao escrita da conversa telefnica entre a gerente do banco e o cliente, observa-se que a maneira de falar da gerente foi alterada de repente devido

Questão 93
2009Português

(Enem 2009) Os melhores crticos da cultura brasileira trataram-na sempre no plural, isto , enfatizando a coexistncia no Brasil de diversas culturas. Arthur Ramos distingue as culturas no europeias (indgenas, negras) das europeias (portuguesa, italiana, alem etc.), e Darcy Ribeiro fala de diversos Brasis: crioulo, caboclo, sertanejo, caipira e de Brasis sulinos, a cada um deles correspondendo uma cultura especfica. MORAIS, F. O Brasil na viso do artista: o pas e sua cultura. So Paulo: Sudameris, 2003. Considerando a hiptese de Darcy Ribeiro de que h vrios Brasis, a opo em que a obra mostrada representa a arte brasileira de origem negro-africana :

Questão 94
2009Português

(Enem 2009) No programa do bal Parade, apresentado em 18 de maio de 1917, foi empregada publicamente, pela primeira vez, a palavra sur-realisme. Pablo Picasso desenhou o cenrio e a indumentria, cujo efeito foi to surpreendente que se sobreps coreografia. A msica de Erik Satie era uma mistura de jazz, msica popular e sons reais tais como tiros de pistola, combinados com as imagens do bal de Charlie Chaplin, caubis e viles, mgica chinesa e Ragtime. Os tempos no eram propcios para receber a nova mensagem cnica demasiado provocativa devido ao repicar da mquina de escrever, aos zumbidos de sirene e dnamo e aos rumores de aeroplano previstos por Cocteau para a partitura de Satie. J a ao coreogrfica confirmava a tendncia marcadamente teatral da gestualidade cnica, dada pela justaposio, colagem de aes isoladas seguindo um estmulo musical. SILVA, S. M. O surrealismo e a dana. GUINSBURG, J.; LEIRNER (org.). O surrealismo. So Paulo: Perspectiva, 2008 (adaptado). As manifestaes corporais na histria das artes da cena muitas vezes demonstram as condies cotidianas de um determinado grupo social, como se pode observar na descrio acima do bal Parade, o qual reflete

Questão 95
2009Português

(Enem 2009) A msica pode ser definida como a combinao de sons ao longo do tempo. Cada produto final oriundo da infinidade de combinaes possveis ser diferente, dependendo da escolha das notas, de suas duraes, dos instrumentos utilizados, do estilo de msica, da nacionalidade do compositor e do perodo em que as obras foram compostas. Figura 1 - http://images.quebarato.com.br/photos/big/2/D/15A12D_2.jpg. Figura 2 - http://ourinhos.prefeituramunicipal.net/dados/fotos/2009/07/07/normal. Figura 3 - http://www.edmontonculturalcapital.com/gallery/edjazzfestival/JazzQuartet.jpg. Figura 4 - http://www.filmica.com/jacintaescudos/archivos/Led-Zeppelin.jpg. Das figuras que apresentam grupos musicais em ao, pode-se concluir que o(os) grupo(s) mostrado(s) na(s)figura(s)

Questão 96
2009Português

(Enem 2009) Para o Mano Caetano O que fazer do ouro de tolo Quando um doce bardo brada a toda brida, Em velas pandas, suas esquisitas rimas? Geografia de verdades, Guanabaras postias Saudades banguelas, tropicais preguias? A boca cheia de dentes De um implacvel sorriso Morre a cada instante Que devora a voz do morto, e com isso, Ressuscita vampira, sem o menor aviso [...] E eu soy lobo-bolo? lobo-bolo Tipo pra rimar com ouro de tolo? Oh, Narciso Peixe Ornamental! Tease me, tease me outra vez 1 Ou em banto baiano Ou em portugus de Portugal De Natal [...] 1 Tease me (caoe de mim, importune-me). LOBO. Disponvel em: http://vagalume.uol.com.br.Acesso em: 14 ago. 2009 (adaptado). Na letra da cano apresentada, o compositor Lobo explora vrios recursos da lngua portuguesa, a fim de conseguir efeitos estticos ou de sentido. Nessa letra, o autor explora o extrato sonoro do idioma e o uso de termos coloquiais na seguinte passagem:

Questão 97
2009Português

(Enem 2009) O texto tem o objetivo de solucionar um problema social,

Questão 98
2009Português

(Enem 2009) Os principais recursos utilizados para envolvimento e adeso do leitor campanha institucional incluem

Questão 99
2009Português

(Enem 2009) Crcere das almas Ah! Toda a alma num crcere anda presa, Soluando nas trevas, entre as grades Do calabouo olhando imensidades, Mares, estrelas, tardes, natureza. Tudo se veste de uma igual grandeza Quando a alma entre grilhes as liberdades Sonha e, sonhando, as imortalidades Rasga no etreo o Espao da Pureza. almas presas, mudas e fechadas Nas prises colossais e abandonadas, Da Dor no calabouo, atroz, funreo! Nesses silncios solitrios, graves, que chaveiro do Cu possui as chaves para abrir-vos as portas do Mistrio?! CRUZ E SOUSA, J. Poesia completa. Florianpolis: Fundao Catarinense de Cultura / Fundao Banco do Brasil, 1993. Os elementos formais e temticos relacionados ao contexto cultural do Simbolismo encontrados no poema Crcere das almas, de Cruz e Sousa, so

Questão 100
2009Português

(ENEM/2009) Gnero dramtico aquele em que o artista usa como intermediria entre si e o pblico a representao. A palavra vem do grego drao (fazer) e quer dizer ao. A pea teatral , pois, uma composio literria destinada apresentao por atores em um palco, atuando e dialogando entre si. O texto dramtico complementado pela atuao dos atores no espetculo teatral e possui uma estrutura especfica, caracterizada: 1) pela presena de personagens que devem estar ligados com lgica uns aos outros e ao; 2) pela ao dramtica (trama, enredo), que o conjunto de atos dramticos, maneiras de ser e de agir das personagens encadeadas unidade do efeito e segundo uma ordem composta de exposio, conflito, complicao, clmax e desfecho; 3) pela situao ou ambiente, que o conjunto de circunstncias fsicas, sociais, espirituais em que se situa a ao; 4) pelo tema, ou seja, a ideia que o autor (dramaturgo) deseja expor, ou sua interpretao real por meio da representao. COUTINHO, A. Notas de teoria literria. Rio de Janeiro: Civilizao Brasileira, 1973. (Adaptado.) Considerando o texto e analisando os elementos que constituem um espetculo teatral, conclui-se que:

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