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Questão 112
2013Português

(ENEM - 2013) TEXTO I evidente que a vitamina D importante mas como obt-la? Realmente, a vitamina D pode ser produzida naturalmente pela exposio luz do sol, mas ela tambm existe em alguns alimentos comuns. Entretanto, como fonte dessa vitamina, certos alimentos so melhores do que outros. Alguns possuem uma quantidade significativa de vitamina D, naturalmente, e so alimentos que talvez voc no queira exagerar: manteiga, nata, gema de ovo e fgado. Disponvel em: http://saude.hsw.uol.com.br. Acesso em: 31 jul. 2012. TEXTO II Todos ns sabemos que a vitamina D (colecalciferol) crucial para sua sade. Mas a vitamina D realmente uma vitamina? Est presente nas comidas que os humanos normalmente consomem? Embora exista em algum percentual na gordura do peixe, a vitamina D no est em nossas dietas, a no ser que os humanos artificialmente incrementem um produto alimentar, como o leite enriquecido com vitamina D. A natureza planejou que voc a produzisse em sua pele, e no a colocasse direto em sua boca. Ento, seria a vitamina D realmente uma vitamina? Disponvel em: www.umaoutravisao.com.br. Acesso em: 31 jul. 2012. Frequentemente circulam na mdia textos de divulgao cientfica que apresentam informaes divergentes sobre um mesmo tema. Comparando os dois textos, constata-se que o Texto II contrape-se ao I quando:

Questão 113
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(ENEM 2013) O bit na galxia de Gutenberg Neste sculo, a escrita divide terreno com diversos meios de comunicao. Essa questo nos faz pensar na necessidade da imbricao, na coexistncia e interpretao recproca dos diversos circuitos de produo e difuso do saber.... necessrio relativizar nossa postura frente s modernas tecnologias, principalmente informtica. Ela um campo novidativo, sem dvida, mas suas bases esto nos modelos informativos anteriores, inclusive, na tradio oral e na capacidade natural de simular mentalmente os acontecimentos do mundo e antecipar as consequncias de nossos atos. A impresso a matriz que deflagrou todo esse processo comunicacional eletrnico. Enfatizo, assim, o parentesco que h entre o computador e os outros meios de comunicao, principalmente a escrita, uma viso da informtica como um desdobramento daquilo que a produo literria impressa e, anteriormente, a tradio oral j traziam consigo. NEITZEL. L. C. Disponvel em: www.geocities.com. Acesso em: 1 ago. 2012 (adaptado). Ao tecer consideraes sobre as tecnologias da contemporaneidade e os meios de comunicao do passado, esse texto concebe que a escrita contribui para uma evoluo das novas tecnologias por:

Questão 114
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(Enem 2013) Manta que costura causos e histrias no seio de uma famlia serve de metfora da memria em obra escrita por autora portuguesa O que poderia valer mais do que a manta para aquela famlia? Quadros de pintores famosos? Joias de rainha? Palcios? Uma manta feita de centenas de retalhos de roupas velhas aquecia os ps das crianas e a memria da av, que a cada quadrado apontado por seus netos resgatava de suas lembranas uma histria. Histrias fantasiosas como a do vestido com um bolso que abrigava um gnomo comedor de biscoitos; histrias de traquinagem como a do calo transformado em farrapos no dia em que o menino, que gostava de andar de bicicleta de olhos fechados, quebrou o brao; histrias de saudades, como o avental que carregou uma carta por mais de um ms... Muitas histrias formavam aquela manta. Os protagonistas eram pessoas da famlia, um tio, uma tia, o av, a bisav, ela mesma, os antigos donos das roupas. Um dia, a av morreu, e as tias passaram a disputar a manta, todas a queriam, mais do que aos quadros, joias e palcios deixados por ela. Felizmente, as tias conseguiram chegar a um acordo, e a manta passou a ficar cada ms na casa de uma delas. E os retalhos, medida que iam se acabando, eram substitudos por outros retalhos, e novas e antigas histrias foram sendo incorporadas manta mais valiosa do mundo. LASEVICIUS, A. Lngua Portuguesa, So Paulo, n. 76, 2012 (adaptado). A autora descreve a importncia da manta para aquela famlia, ao verbalizar que novas e antigas histrias foram sendo incorporadas manta mais valiosa do mundo. Essa valorizao evidencia-se pela

Questão 115
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(Enem 2013) O hipertexto permite ou, de certo modo, em alguns casos, at mesmo exige a participao de diversos autores na sua construo, a redefinio dos papis de autor e leitor e a reviso dos modelos tradicionais de leitura e de escrita. Por seu enorme potencial para se estabelecerem conexes, ele facilita o desenvolvimento de trabalhos coletivamente, o estabelecimento da comunicao e a aquisio de informao de maneira cooperativa. Embora haja quem identifique o hipertexto exclusivamente com os textos eletrnicos, produzidos em determinado tipo de meio ou de tecnologia, ele no deve ser limitado a isso, j que consiste numa forma organizacional que tanto pode ser concebida para o papel como para os ambientes digitais. claro que o texto virtual permite concretizar certos aspectos que, no papel, so praticamente inviveis: a conexo imediata, a comparao de trechos de textos na mesma tela, o mergulho nos diversos aprofundamentos de um tema, como se o texto tivesse camadas, dimenses ou planos. RAMAL, A. C. Educao na cibercultura: hipertextualidade, leitura, escrita e aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 2002. Considerando-se a linguagem especfica de cada sistema de comunicao, como rdio, jornal, TV, internet, segundo o texto, a hipertextualidade configura-se como um(a)

Questão 116
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(ENEM 2013) O cartaz aborda a questo do aquecimento global.A relao entre os recursos verbais e no verbaisnessa propaganda revela que

Questão 117
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(ENEM 2013) Mesmo tendo a trajetria do movimento interrompidacom a priso de seus dois lderes, o tropicalismo nodeixou de cumprir seu papel de vanguarda na msica popular brasileira. A partir da dcada de 70 do sculopassado, em lugar do produto musical de exportaode nvel internacional prometido pelos baianos com aretomada da linha evolutria, instituiu-se nos meios decomunicao e na indstria do lazer uma nova era musical. TINHORO, J. R. Pequena histria da msica popular: da modinha ao tropicalismo. So Paulo: Art, 1986 (adaptado) A nova era musical mencionada no texto evidencia umgnero que incorporou a cultura de massa e se adequou realidade brasileira. Esse gnero est representadopela obra cujo trecho da letra :

Questão 118
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(ENEM 2013) Futebol: A rebeldia que muda o mundo Conhea a histria de Afonsinho, o primeirojogador do futebol brasileiro a derrotar a cartolagem e aconquistar o Passe Livre, h exatos 40 anos Pel estava se aposentando pra valer pela primeira vez, ento com a camisa do Santos (porque depois voltaria a atuar pelo New York Cosmos, dos Estados Unidos), em 1972, quando foi questionado se, finalmente, sentia-se um homem livre. O Rei respondeu sem titubear: Homem livre no futebol s conheo um: o Afonsinho. Este sim pode dizer, usando as suas palavras, que deu o grito de independncia ou morte. Ningum mais. O resto conversa. Apesar de suas declaraes serem motivo de chacota por parte da mdia futebolstica e at dos torcedores brasileiros, o Atleta do Sculo acertou. E provavelmente acertaria novamente hoje. Pela admirao por um de seus colegas de clube daquele ano. Pelo reconhecimento do carter e personalidade de um dos jogadores mais contestadores do futebol nacional. E principalmente em razo da histria de luta e vitria de Afonsinho sobre os cartolas. ANDREUCCI, R. Disponvel em: http://carosamigos.terra.com.br. Acesso em: 19 ago. 2011. O autor utiliza marcas lingusticas que do ao texto umcarter informal. Uma dessas marcas identificada em:

Questão 119
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(Enem 2013) Nessa charge, o recurso morfossintático que colabora para o efeito de humor está indicado pelo(a)

Questão 120
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(ENEM 2013) Pelas caractersticas da linguagem visual e pelas escolhas vocabulares, pode-se entender que o texto possibilita a reflexo sobre uma problemtica contempornea ao

Questão 122
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(ENEM 2013) Captulo LIV A pndula Sa dali a saborear o beijo. No pude dormir; estirei-me na cama, certo, mas foi o mesmo que nada. Ouvi as horas todas da noite. Usualmente, quando eu perdia o sono, o bater da pndula fazia-me muito mal; esse tique-taque soturno, vagaroso e seco parecia dizer a cada golpe que eu ia ter um instante menos de vida. Imaginava ento um velho diabo, sentado entre dois sacos, o da vida e o da morte, e a cont-las assim: Outra de menos Outra de menos Outra de menos Outra de menos O mais singular que, se o relgio parava, eu dava-lhe corda, para que ele no deixasse de bater nunca, e eu pudesse contar todos os meus instantes perdidos. Invenes h, que se transformam ou acabam; as mesmas instituies morrem; o relgio definitivo e perptuo. O derradeiro homem, ao despedir-se do sol frio e gasto, h de ter um relgio na algibeira, para saber a hora exata em que morre. Naquela noite no padeci essa triste sensao de enfado, mas outra, e deleitosa. As fantasias tumultuavam-me c dentro, vinham umas sobre outras, semelhana de devotas que se abalroam para ver o anjo-cantor das procisses. No ouvia os instantes perdidos, mas os minutos ganhados. ASSIS, M. Memrias pstumas de Brs Cubas. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1992 (fragmento). O captulo apresenta o instante em que Brs Cubas revive a sensao do beijo trocado com Virglia, casada com Lobo Neves. Nesse contexto, a metfora do relgio desconstri certos paradigmas romnticos, porque

Questão 123
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(ENEM 2013) Para Carr, internet atua no comrcio da distrao Autor de A Gerao Superficial analisa a influncia da tecnologia na mente O jornalista americano Nicholas Carr acredita que a internet no estimula a inteligncia de ningum. O autor explica descobertas cientficas sobre o funcionamento do crebro humano e teoriza sobre a influncia da internet em nossa forma de pensar. Para ele, a rede torna o raciocnio de quem navega mais raso, alm de fragmentar a ateno de seus usurios. Mais: Carr afirma que h empresas obtendo lucro com a recente fragilidade de nossa ateno. Quanto mais tempo passamos on-line e quanto mais rpido passamos de uma informao para a outra, mais dinheiro as empresas de internet fazem, avalia. Essas empresas esto no comrcio da distrao e so experts em nos manter cada vez mais famintos por informao fragmentada em partes pequenas. claro que elas tm interesse em nos estimular e tirar vantagem da nossa compulso por tecnologia. ROXO, E. Folha de S.Paulo, 18 fev. 2012 (adaptado). A crtica do jornalista norte-americano que justifica o ttulo do texto a de que a internet:

Questão 124
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(ENEM 2013) Na verdade, o que se chama genericamente de ndios um grupo de mais de trezentos povos que, juntos, falam mais de 180 lnguas diferentes. Cada um desses povos possui diferentes histrias, lendas, tradies, conceitos e olhares sobre a vida, sobre a liberdade, sobre o tempo e sobre a natureza. Em comum, tais comunidades apresentam a profunda comunho com o ambiente em que vivem, o respeito em relao aos indivduos mais velhos, a preocupao com as futuras geraes, e o senso de que a felicidade individual depende do xito do grupo. Para eles, o sucesso resultado de uma construo coletiva. Estas ideias, partilhadas pelos povos indgenas, so indispensveis para construir qualquer noo moderna de civilizao. Os verdadeiros representantes do atraso no nosso pas no so os ndios, mas aqueles que se pautam por vises preconceituosas e ultrapassadas de progresso. AZZI, R. As razes de ser guarani-kaiow. Disponvel em: www.outraspalavras.net. Acesso em: 7 dez. 2012. Considerando-se as informaes abordadas no texto, ao inici-lo com a expresso Na verdade, o autor tem como objetivo principal

Questão 125
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(ENEM 2013) A tirinha denota a postura assumida por seu produtorfrente ao uso social da tecnologia para fins de interao ede informao. Tal posicionamento expresso, de formaargumentativa, por meio de uma atitude

Questão 126
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(ENEM 2013) Dvida Dois compadres viajavam de carro por uma estrada de fazenda quando um bicho cruzou a frente do carro. Um dos compadres falou: Passou um largato ali! O outro perguntou: Lagarto ou largato? O primeiro respondeu: Num sei no, o bicho passou muito rpido Na piada, a quebra de expectativa contribui para produziro efeito de humor. Esse efeito ocorre porque um dospersonagens

Questão 127
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(ENEM 2013) A contemporaneidade identificada na performance /instalao do artista mineiro Paulo Nazareth resideprincipalmente na forma como ele

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