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Questão 63
2011Geografia

(FUVEST - 2011) Sobre a produo de madeira oriunda de florestas plantadas, no Brasil, para fabricao de papel e celulose, considere o grfico e as afirmaes seguintes: I. Os estados de So Paulo e Paran respondem, juntos, por cerca de 50% da produo nacional, em funo de sua proximidade com as indstrias processadoras, com o maior mercado consumidor do pas e com os principais eixos de exportao. II. O cultivo de espcies voltadas a essa produo tem avanado sobre territrios dos estados da Bahia e do Esprito Santo, sendo responsvel pela subtrao de parcela da Mata Atlntica nesses estados. III. Nos estados da regio Sul, que figuram entre os oito maiores produtores do pas, essa produo est restrita a pequenas propriedades, associada a produtos voltados subsistncia, tais como laticnios, charque e hortalias. Est correto o que se afirma em

Questão 64
2011Geografia

(FUVEST - 2011) A metrpole se transforma num ritmo intenso. A mudana mais evidente refere-se ao deslocamento de indstrias da cidade de So Paulo [para outras cidades paulistas ou outros estados], uma tendncia que presenciamos no processo produtivo como condio de competitividade que obriga as empresas a se modernizarem. A. F. A. Carlos, So Paulo: do capital industrial ao capital financeiro, 2004. Adaptado. Com base no texto acima e em seus conhecimentos, considere as afirmaes: I. Um dos fatores que explica o deslocamento de indstrias da capital paulista o seu trnsito congestionado, que aumenta o tempo e os custos da circulao de mercadorias. II. O deslocamento de indstrias da capital paulista tem acarretado transformaes no mercado de trabalho, como a diminuio relativa do emprego industrial na cidade. III. O deslocamento de indstrias da cidade de So Paulo decorre, entre outros fatores, do alto grau de organizao e da forte atuao dos sindicatos de trabalhadores nessa cidade. Est correto o que se afirma em

Questão 65
2011Geografia

(FUVEST - 2011) A representao grfica abaixo diz respeito oferta interna de energia, por tipo de fonte, em quatro pases. As fontes de energia 1, 2 e 3 esto corretamente identificadas em:

Questão 66
2011Geografia

(FUVEST - 2011) A figura abaixo uma representao esquemtica da geopoltica atual (1991-2009), segundo o autor Philip S. Golub. Considerando seus conhecimentos sobre a atual geopoltica mundial, identifique a alternativa que contm um ttulo adequado para a figura bem como informaes que completam, corretamente, os itens 1, 2 e 3 da legenda.

Questão 67
2011Geografia

(FUVEST - 2011) Os investimentos diretos da China no Brasil aumentaram vertiginosamente nos ltimos anos, conforme pode ser observado no grfico acima. Sobre esses investimentos, correto afirmar:

Questão 68
2011Geografia

(FUVEST - 2011) Observe o mapa abaixo, no qual esto representadas cidades africanas em que ocorreram jogos da seleo brasileira de futebol pouco antes e durante a Copa do Mundo de 2010. As distncias*, em linha reta e em km, entre Johannesburgo e as demais cidades localizadas no mapa, esto corretamente indicadas em:

Questão 69
2011Geografia

(FUVEST - 2011) Doenas tropicais surgem graas a um conjunto de fatores biolgicos, ecolgicos e evolutivos que condicionam a sua ocorrncia exclusivamente nas proximidades do Equador, entre os trpicos de Cncer e Capricrnio. Porm, a perpetuao das doenas tropicais em pases a situados depende, fundamentalmente, da precria situao econmica vigente e consequncia direta do subdesenvolvimento. E. P. Camargo, Doenas tropicais, 2008. Adaptado. Com base no mapa e em seus conhecimentos, indique a afirmao correta.

Questão 70
2011Português

(FUVEST - 2011) Todo o barbeiro tagarela, e principalmente quando tem pouco que fazer; comeou portanto a puxar conversa com o fregus. Foi a sua salvao e fortuna. O navio a que o marujo pertencia viajava para a Costa e ocupava-se no comrcio de negros; era um dos combis que traziam fornecimento para o Valongo, e estava pronto a largar. mestre! disse o marujo no meio da conversa, voc tambm no sangrador? Sim, eu tambm sangro... Pois olhe, voc estava bem bom, se quisesse ir conosco... para curar 1a gente a bordo; morre-se ali que uma praga. 2Homem, eu da cirurgia no entendo 3muito... Pois j no disse que sabe tambm sangrar? Sim... Ento j sabe at demais. No dia seguinte 4saiu o nosso homem pela barra fora: a 6fortuna tinha-lhe dado o meio, cumpria sab-lo aproveitar; de oficial de barbeiro dava um salto mortal a mdico de navio negreiro; restava unicamente saber fazer render a nova posio. Isso ficou por sua conta. Por um feliz acaso logo nos primeiros dias de viagem adoeceram dois marinheiros; chamou-se o mdico; ele fez tudo o que sabia... sangrou os doentes, e em pouco tempo estavam bons, perfeitos. Com isto ganhou imensa reputao, e comeou a ser estimado. Chegaram com feliz viagem ao seu destino; tomaram o seu carregamento de gente, e voltaram para o Rio. Graas 5lanceta do nosso homem, nem um s negro morreu, o que muito contribuiu para aumentar-lhe a slida reputao de entendedor do riscado. Manuel Antnio de Almeida, Memrias de um sargento de milcias. Das seguintes afirmaes acerca de diferentes elementos lingusticos do texto, a nica correta :

Questão 71
2011Português

(FUVEST - 2011) Todo o barbeiro tagarela, e principalmente quando tem pouco que fazer; comeou portanto a puxar conversa com o fregus. Foi a sua salvao e fortuna. O navio a que o marujo pertencia viajava para a Costa e ocupava-se no comrcio de negros; era um dos combis que traziam fornecimento para o Valongo, e estava pronto a largar. mestre! disse o marujo no meio da conversa, voc tambm no sangrador? Sim, eu tambm sangro... Pois olhe, voc estava bem bom, se quisesse ir conosco... para curar 1a gente a bordo; morre-se ali que uma praga. 2Homem, eu da cirurgia no entendo 3muito... Pois j no disse que sabe tambm sangrar? Sim... Ento j sabe at demais. No dia seguinte 4saiu o nosso homem pela barra fora: a 6fortuna tinha-lhe dado o meio, cumpria sab-lo aproveitar; de oficial de barbeiro dava um salto mortal a mdico de navio negreiro; restava unicamente saber fazer render a nova posio. Isso ficou por sua conta. Por um feliz acaso logo nos primeiros dias de viagem adoeceram dois marinheiros; chamou-se o mdico; ele fez tudo o que sabia... sangrou os doentes, e em pouco tempo estavam bons, perfeitos. Com isto ganhou imensa reputao, e comeou a ser estimado. Chegaram com feliz viagem ao seu destino; tomaram o seu carregamento de gente, e voltaram para o Rio. Graas 5lanceta do nosso homem, nem um s negro morreu, o que muito contribuiu para aumentar-lhe a slida reputao de entendedor do riscado. Manuel Antnio de Almeida, Memrias de um sargento de milcias. Para expressar um fato que seria consequncia certa de outro, pode-se usar o pretrito imperfeito do indicativo em lugar do futuro do pretrito, como ocorre na seguinte frase:

Questão 72
2011Português

(FUVEST - 2011) Todo o barbeiro tagarela, e principalmente quando tem pouco que fazer; comeou portanto a puxar conversa com o fregus. Foi a sua salvao e fortuna. O navio a que o marujo pertencia viajava para a Costa e ocupava-se no comrcio de negros; era um dos combis que traziam fornecimento para o Valongo, e estava pronto a largar. mestre! disse o marujo no meio da conversa, voc tambm no sangrador? Sim, eu tambm sangro... Pois olhe, voc estava bem bom, se quisesse ir conosco... para curar 1a gente a bordo; morre-se ali que uma praga. 2Homem, eu da cirurgia no entendo 3muito... Pois j no disse que sabe tambm sangrar? Sim... Ento j sabe at demais. No dia seguinte 4saiu o nosso homem pela barra fora: a 6fortuna tinha-lhe dado o meio, cumpria sab-lo aproveitar; de oficial de barbeiro dava um salto mortal a mdico de navio negreiro; restava unicamente saber fazer render a nova posio. Isso ficou por sua conta. Por um feliz acaso logo nos primeiros dias de viagem adoeceram dois marinheiros; chamou-se o mdico; ele fez tudo o que sabia... sangrou os doentes, e em pouco tempo estavam bons, perfeitos. Com isto ganhou imensa reputao, e comeou a ser estimado. Chegaram com feliz viagem ao seu destino; tomaram o seu carregamento de gente, e voltaram para o Rio. Graas 5lanceta do nosso homem, nem um s negro morreu, o que muito contribuiu para aumentar-lhe a slida reputao de entendedor do riscado. Manuel Antnio de Almeida, Memrias de um sargento de milcias. Neste trecho, em que narra uma cena relacionada ao trfico de escravos, o narrador no emite julgamento direto sobre essa prtica. Ao adotar tal procedimento, o narrador

Questão 73
2011Português

(FUVEST - 2011) Todo o barbeiro tagarela, e principalmente quando tem pouco que fazer; comeou portanto a puxar conversa com o fregus. Foi a sua salvao e fortuna. O navio a que o marujo pertencia viajava para a Costa e ocupava-se no comrcio de negros; era um dos combis que traziam fornecimento para o Valongo, e estava pronto a largar. mestre! disse o marujo no meio da conversa, voc tambm no sangrador? Sim, eu tambm sangro... Pois olhe, voc estava bem bom, se quisesse ir conosco... para curar 1a gente a bordo; morre-se ali que uma praga. 2Homem, eu da cirurgia no entendo 3muito... Pois j no disse que sabe tambm sangrar? Sim... Ento j sabe at demais. No dia seguinte 4saiu o nosso homem pela barra fora: a 6fortuna tinha-lhe dado o meio, cumpria sab-lo aproveitar; de oficial de barbeiro dava um salto mortal a mdico de navio negreiro; restava unicamente saber fazer render a nova posio. Isso ficou por sua conta. Por um feliz acaso logo nos primeiros dias de viagem adoeceram dois marinheiros; chamou-se o mdico; ele fez tudo o que sabia... sangrou os doentes, e em pouco tempo estavam bons, perfeitos. Com isto ganhou imensa reputao, e comeou a ser estimado. Chegaram com feliz viagem ao seu destino; tomaram o seu carregamento de gente, e voltaram para o Rio. Graas 5lanceta do nosso homem, nem um s negro morreu, o que muito contribuiu para aumentar-lhe a slida reputao de entendedor do riscado. Manuel Antnio de Almeida, Memrias de um sargento de milcias. Assim como faz o barbeiro, nesse trecho de Memrias de um sargento de milcias, tambm a personagem Jos Dias, de Dom Casmurro, ir se passar por mdico (homeopata), para obter meios de subsistncia. Essa correlao indica que I. estamos diante de uma linha de continuidade temtica entre o romance de Manuel Antnio de Almeida e o romance machadiano da maturidade. II. agregados transgrediam com bastante desenvoltura princpios morais bsicos, razo pela qual eram proibidos de conviver com a rgida famlia patriarcal do Imprio. III. os protagonistas desses romances decalcam um mesmo modelo literrio: o do pcaro, heri do romance picaresco espanhol. Est correto o que se afirma em:

Questão 74
2011Matemática

(FUVEST - 2011) Na figura, o tringuloABC equiltero de lado 1, eACDE,AFGBeBHIC so quadrados. A rea do polgonoDEFGHIvale

Questão 74
2011Português

(FUVEST - 2011) Todo o barbeiro tagarela, e principalmente quando tem pouco que fazer; comeou portanto a puxar conversa com o fregus. Foi a sua salvao e fortuna. O navio a que o marujo pertencia viajava para a Costa e ocupava-se no comrcio de negros; era um dos combis que traziam fornecimento para o Valongo, e estava pronto a largar. mestre! disse o marujo no meio da conversa, voc tambm no sangrador? Sim, eu tambm sangro... Pois olhe, voc estava bem bom, se quisesse ir conosco... para curar 1a gente a bordo; morre-se ali que uma praga. 2Homem, eu da cirurgia no entendo 3muito... Pois j no disse que sabe tambm sangrar? Sim... Ento j sabe at demais. No dia seguinte 4saiu o nosso homem pela barra fora: a 6fortuna tinha-lhe dado o meio, cumpria sab-lo aproveitar; de oficial de barbeiro dava um salto mortal a mdico de navio negreiro; restava unicamente saber fazer render a nova posio. Isso ficou por sua conta. Por um feliz acaso logo nos primeiros dias de viagem adoeceram dois marinheiros; chamou-se o mdico; ele fez tudo o que sabia... sangrou os doentes, e em pouco tempo estavam bons, perfeitos. Com isto ganhou imensa reputao, e comeou a ser estimado. Chegaram com feliz viagem ao seu destino; tomaram o seu carregamento de gente, e voltaram para o Rio. Graas 5lanceta do nosso homem, nem um s negro morreu, o que muito contribuiu para aumentar-lhe a slida reputao de entendedor do riscado. Manuel Antnio de Almeida, Memrias de um sargento de milcias. A linguagem de cunho popular que est presente tanto na fala das personagens quanto no discurso do narrador do romance de Manuel Antnio de Almeida, est mais bem exemplificada em:

Questão 75
2011Português

(FUVEST - 2011) Considere a seguinte afirmao: Ambas as obras criticam a sociedade, mas apenas a segunda milita pela subverso da hierarquia social nela representada. Observada a sequncia, essa afirmao aplica-se a:

Questão 76
2011Português

(FUVEST - 2011) Leia o trecho de Machado de Assis sobre Iracema, de Jos de Alencar, e responda ao que se pede. ....... o cime e o valor marcial; ....... a austera sabedoria dos anos; Iracema o amor. No meio destes caracteres distintos e animados, a amizade simbolizada em ....... . Entre os indgenas a amizade no era este sentimento, que fora de civilizar-se, tornou-se raro; nascia da simpatia das almas, avivava-se com o perigo, repousava na abnegao recproca; ....... e ....... so os dois amigos da lenda, votados mtua estima e ao mtuo sacrifcio. Machado de Assis, Crtica. No trecho, os espaos pontilhados sero corretamente preenchidos, respectivamente, pelos nomes das seguintes personagens de Iracema:

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