Gabarito FUVEST - Provas Anteriores

Questão 6
2005Matemática

(FUVEST - 2005 - 2FASE) Na figura acima, as 12 circunferncias tm todas o mesmo raio r; cada uma tangente a duas outras e ao quadrado. Sabendo-se que cada uma das retas suporte das diagonais do quadrado tangencia quatro das circunferncias (ver figura), e que o quadrado tem lado , determine r.

Questão 6
2005Química

(FUVEST - 2005 - 2FASE)A L-isoleucina um aminocido que, em milhares de anos, se transforma no seu ismero, a D-isoleucina. Assim, quando um animal morre e aminocidos deixam de ser incorporados, o quociente entre as quantidades, em mol, de D-isoleucina e de L-isoleucina, que igual a zero no momento da morte, aumenta gradativamente at atingir o valor da constante de equilbrio. A determinao desses aminocidos, num fssil, permite dat-lo. O grfico traz a frao molar de L-isoleucina, em uma mistura dos ismeros D e L, em funo do tempo . a) Leia no grfico as fraes molares de L-isoleucina indicadas com uma cruz e construa uma tabela com esses valores e com os tempos correspondentes. b) Complete sua tabela com os valores da frao molar de D-isoleucina formada nos tempos indicados. Explique. c) Calcule a constante do equilbrio da isomerizao L-isoleucina D-isoleucina d) Qual a idade de um osso fssil em que o quociente entre as quantidades de D-isoleucina e L-isoleucina igual a 1?

Questão 7
2005Física

(FUVEST - 2005 - 2FASE)O ano de 2005 foi declarado o Ano Internacional da Fsica, em comemorao aos 100 anos da Teoria da Relatividade, cujos resultados incluem a famosa relao E = ∆m.c2 . Num reator nuclear, a energia provm da fisso do Urnio. Cada ncleo de Urnio, ao sofrer fisso, divide-se em ncleos mais leves, e uma pequena parte, ∆m, de sua massa inicial transforma-se em energia. A Usina de Angra II tem uma potncia eltrica de cerca 1350 MW, que obtida a partir da fisso de Urnio-235. Para produzir tal potncia, devem ser gerados 4000 MW na forma de calor Q. Em relao Usina de Angra II, estime a a) quantidade de calor Q, em joules, produzida em um dia. b) quantidade de massa ∆m que se transforma em energia na forma de calor, a cada dia. c) massa MU de Urnio-235, em kg, que sofre fisso em um dia, supondo que a massa ∆m, que se transforma em energia, seja aproximadamente 0,0008 (8 x 10-4) da massa MU

Questão 7
2005Biologia

(FUVEST - 2005 - 2FASE)O grfico abaixo indica a transpirao de uma rvore, num ambiente em que a temperatura permaneceu em torno dos 20o C, num ciclo de 24 horas. a) Em que perodo (A, B, C ou D) a absoro de gua, pela planta, a menor? b) Em que perodo ocorre a abertura mxima dos estmatos? c) Como a concentrao de gs carbnico afeta a abertura dos estmatos? d) Como a luminosidade afeta a abertura dos estmatos?

Questão 7
2005Português

(FUVEST - 2005 - 2FASE)Leia o seguinte poema de Manuel Bandeira: PORQUINHO-DA-NDIA Quando eu tinha seis anos Ganhei um porquinho-da-ndia. Que dor de corao me dava Porque o bichinho s queria estar debaixo do fogo! Levava ele pra sala Pra os lugares mais bonitos mais limpinhos Ele no gostava: Queria era estar debaixo do fogo. No fazia caso nenhum das minhas ternurinhas ... ⎯ O meu porquinho-da-ndia foi a minha primeira namorada. a) Aponte, no poema, dois aspectos de estilo que estejam relacionados ao tema da infncia. Explique sucintamente. b) Qual o elemento comum entre a experincia infantil e a experincia mais adulta presentes no poema? Explique sucintamente.

Questão 7
2005Português

(FUVEST - 2005 - 1 FASE)Texto para as questes O filme Cazuza O tempo no pra me deixou numa espcie de felicidade pensativa. Tento explicar por qu. Cazuza mordeu a vida com todos os dentes. A doena e a morte parecem ter-se vingado de sua paixo exagerada de viver. impossvel sair da sala de cinema sem se perguntar mais uma vez: o que vale mais, a preservao de nossas foras, que garantiria uma vida mais longa, ou a livre procura da mxima intensidade e variedade de experincias? Digo que a pergunta se apresenta mais uma vez porque a questo hoje trivial e, ao mesmo tempo, persecutria. (...) Obedecemos a uma proliferao de regras que so ditadas pelos progressos da preveno. Ningum imagina que comer banha, fumar, tomar pinga, transar sem camisinha e combinar, sei l, nitratos com Viagra seja uma boa idia. De fato no . primeira vista, parece lgico que concordemos sem hesitao sobre o seguinte: no h ou no deveria haver prazeres que valham um risco de vida ou, simplesmente, que valham o risco de encurtar a vida. De que adiantaria um prazer que, por assim dizer, cortasse o galho sobre o qual estou sentado? Os jovens tm uma razo bsica para desconfiar de uma moral prudente e um pouco avara que sugere que escolhamos sempre os tempos suplementares. que a morte lhes parece distante, uma coisa com a qual a gente se preocupar mais tarde, muito mais tarde. Mas sua vontade de caminhar na corda bamba e sem rede no apenas a inconscincia de quem pode esquecer que o tempo no pra. tambm (e talvez sobretudo) um questionamento que nos desafia: para disciplinar a experincia, ser que temos outras razes que no sejam s a deciso de durar um pouco mais? (Contardo Calligaris, Folha de S. Paulo) As opes de vida que se caracterizam pela preservao de nossas foras e pela procura da mxima intensidade e variedade de experincias esto metaforizadas no texto, respectivamente, pelas expresses:

Questão 7
2005Geografia

(FUVEST - 2005 - 2FASE)Portos secos so recintos alfandegados de uso pblico, situados em zona secundria, nas quais so executadas operaes de movimentao, armazenagem e despacho aduaneiro de mercadorias e de bagagens, sob responsabilidade da Secretaria da Receita Federal. Seu funcionamento tem permitido a interiorizao desses servios no pas, antes realizados principalmente em portos e aeroportos. Fonte: Adapt. Receita Federal, 2004. a) Cite duas caractersticas geogrficas do centro-oeste brasileiro que justifiquem a criao de um porto seco. b) Explique.

Questão 7
2005História

(FUVEST - 2005 - 2FASE)Com relao ao povoamento e colonizao da regio norte do Brasil, nos sculos XVII e XVIII, explique: a) As particularidades da administrao poltica e religiosa da regio. b) A importncia da explorao econmica dessa regio para a Metrpole.

Questão 7
2005Matemática

(FUVEST - 2005 - 2FASE)Determine todos os valores de x pertencentes ao intervalo que satisfazem a equao cos22x= - sen2x.

Questão 7
2005Química

(FUVEST - 2005 - 2FASE)Uma jovem senhora, no querendo revelar sua idade, a no ser s suas melhores amigas, convidou-as para festa de aniversrio, no sto de sua casa, que mede 3,0 m x 2,0 m x 2,0 m. O bolo de aniversrio tinha velas em nmero igual idade da jovem senhora, cada uma com 1,55 g de parafina. As velas foram queimadas inteiramente, numa reao de combusto completa. Aps a queima, a porcentagem de gs carbnico, em volume, no sto, medido nas condies-ambiente, aumentou de 0,88 %. Considere que esse aumento resultou, exclusivamente, da combusto das velas. Dados: massa molar da parafina, C22H46= 310 g mol-1 Volume molar dos gases nas condies-ambiente de presso e temperatura = 24 L mol-1 a) Escreva a equao de combusto completa da parafina. b) Calcule a quantidade de gs carbnico, em mols, no sto, aps a queima das velas. c) Qual a idade da jovem senhora? Mostre os clculos.

Questão 8
2005Biologia

(FUVEST - 2005 - 2FASE) Num campo, vivem gafanhotos que se alimentam de plantas e servem de alimento para passarinhos. Estes so predados por gavies. Essas quatro populaes se mantiveram em nmeros estveis nas ltimas geraes. a) Qual o nvel trfico de cada uma dessas populaes? b) Explique de que modo a populao de plantas poder ser afetada se muitos gavies imigrarem para esse campo. c) Qual a trajetria dos tomos de carbono que constituem as protenas dos gavies desde sua origem inorgnica? d) Qual o papel das bactrias na introduo do nitrognio nessa cadeia alimentar?

Questão 8
2005Português

(FUVEST - 2005 - 2FASE)Considere os seguintes versos, que fazem parte de um poema em que Carlos Drummond de Andrade fala de Guimares Rosa e de sua obra: (...) ou ele mesmo [Guimares Rosa] era a parte de gente servindo de ponte entre o sub e o sobre que se arcabuzeiam de antes do princpio, que se entrelaam para melhor guerra, para maior festa? (arcabuzeiam = lutam com arcabuzes, espingardas) a) A luta entre Augusto Matraga e Joozinho Bem-Bem (do conto A hora e vez de Augusto Matraga) apresenta, conjugados, os aspectos de guerra e de festa referidos nos versos de Drummond. Voc concorda com esta afirmao? Justifique sucintamente. b) O conflito entre Turbio Todo e Cassiano Gomes (do conto Duelo) apresenta essa mesma juno de aspectos de guerra e de festa? Justifique sucintamente.

Questão 8
2005Português

(FUVEST - 2005 - 1 FASE)Texto para as questes O filme Cazuza O tempo no pra me deixou numa espcie de felicidade pensativa. Tento explicar por qu. Cazuza mordeu a vida com todos os dentes. A doena e a morte parecem ter-se vingado de sua paixo exagerada de viver. impossvel sair da sala de cinema sem se perguntar mais uma vez: o que vale mais, a preservao de nossas foras, que garantiria uma vida mais longa, ou a livre procura da mxima intensidade e variedade de experincias? Digo que a pergunta se apresenta mais uma vez porque a questo hoje trivial e, ao mesmo tempo, persecutria. (...) Obedecemos a uma proliferao de regras que so ditadas pelos progressos da preveno. Ningum imagina que comer banha, fumar, tomar pinga, transar sem camisinha e combinar, sei l, nitratos com Viagra seja uma boa idia. De fato no . primeira vista, parece lgico que concordemos sem hesitao sobre o seguinte: no h ou no deveria haver prazeres que valham um risco de vida ou, simplesmente, que valham o risco de encurtar a vida. De que adiantaria um prazer que, por assim dizer, cortasse o galho sobre o qual estou sentado? Os jovens tm uma razo bsica para desconfiar de uma moral prudente e um pouco avara que sugere que escolhamos sempre os tempos suplementares. que a morte lhes parece distante, uma coisa com a qual a gente se preocupar mais tarde, muito mais tarde. Mas sua vontade de caminhar na corda bamba e sem rede no apenas a inconscincia de quem pode esquecer que o tempo no pra. tambm (e talvez sobretudo) um questionamento que nos desafia: para disciplinar a experincia, ser que temos outras razes que no sejam s a deciso de durar um pouco mais? (Contardo Calligaris, Folha de S. Paulo) Embora predomine no texto a linguagem formal, possvel identificar nele marcas de coloquialidade, como as expresses assinaladas em:

Questão 8
2005História

(FUVEST - 2005 - 2FASE)Este comrcio de carne humana , pois, um cancro que corri as entranhas do Brasil ... Acabese de uma vez o infame trfico de escravatura africana... Torno a dizer, porm, que eu no desejo ver abolida de repente a escravido; tal acontecimento traria consigo grandes males. Para emancipar escravos, sem prejuzo da sociedade, cumpre faz-los primeiramente dignos da liberdade: cumpre que sejamos forados pela razo e pela lei a convert-los gradualmente de vis escravos em homens livres e ativos. Jos Bonifcio, 1823. a) Qual a posio do autor com relao escravido no Brasil? b) Essas idias esto relacionadas ao contexto scio-econmico brasileiro? Por qu?

Questão 8
2005Física

(FUVEST - 2005 - 2FASE)O som produzido por um determinado instrumento musical, longe da fonte, pode ser representado por uma onda complexa S, descrita como uma sobreposio de ondas senoidais de presso, conforme a figura. Nela, est representada a variao da presso P em funo da posio, num determinado instante, estando as trs componentes de S identificadas por A, B e C. a) Determine os comprimentos de onda, em metros, de cada uma das componentes A, B e C, preenchendo o quadro da folha de respostas. b) Determine o comprimento de onda 0, em metros, da onda S. c) Represente, no grfico apresentado na folha de respostas, as intensidades das componentes A e C. Nesse mesmo grfico, a intensidade da componente B j est representada, em unidades arbitrrias.