Gabarito FUVEST - Provas Anteriores

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Questão 97
2005Biologia

(FUVEST - 2005 - 1 FASE)Uma lagarta de mariposa absorve apenas metade das substncias orgnicas que ingere, sendo a outra metade eliminada na forma de fezes. Cerca de 2/3 do material absorvido utilizado como combustvel na respirao celular, enquanto o 1/3 restante convertido em matria orgnica da lagarta. Considerando que uma lagarta tenha ingerido uma quantidade de folhas com matria orgnica equivalente a 600 calorias, quanto dessa energia estar disponvel para um predador da lagarta?

Questão 98
2005Biologia

(FUVEST - 2005 - 1 FASE)Considere as seguintes atividades humanas: I- Uso de equipamento ligado rede de energia gerada em usinas hidreltricas. II- Preparao de alimentos em foges a gs combustvel. III- Uso de equipamento rural movido por trao animal. IV- Transporte urbano movido a lcool combustvel. As transformaes de energia solar, por ao direta ou indireta de organismos fotossintetizantes, ocorrem exclusivamente em

Questão 99
2005Biologia

(FUVEST - 2005 - 1 FASE) Qual das alternativas indica corretamente o tipo de bioma que prevalece nas regies assinaladas?

Questão 100
2005Biologia

(FUVEST - 2005 - 1 FASE)Observando plantas de milho, com folhas amareladas, um estudante de agronomia considerou que essa aparncia poderia ser devida deficincia mineral do solo. Sabendo que a clorofila contm magnsio, ele formulou a seguinte hiptese: As folhas amareladas aparecem quando h deficincia de sais de magnsio no solo. Qual das alternativas descreve um experimento correto para testar tal hiptese?

Questão
2005Redação

(FUVEST - 2005 - 1 FASE)Considere a foto e os textos abaixo: Catraca invisvel ocupa lugar de esttua Sem que ningum saiba como e muito menos o por qu uma catraca enferrujada foi colocada em cima de um pedestal no largo do Arouche (centro de So Paulo). o monumento catraca invisvel, informa uma placa preta com moldura e letras douradas, colocada abaixo do objeto, onde ainda se l: Programa para a descatracalizao da vida, Julho de 2004. (Foto ao lado) (Adaptado de Folha de S. Paulo, 04 de setembro de 2004) [Catraca = borboleta: dispositivo geralmente formado por trs ou quatro barras ou alas giratrias, que impede a passagem de mais de uma pessoa de cada vez, instalado na entrada e/ou sada de nibus, estaes, estdios etc. para ordenar e controlar o movimento de pessoas, cont-las etc.] Grupo assume autoria da catraca invisvel Um grupo artstico chamado Contra Fil assumiu a responsabilidade pela colocao de uma catraca enferrujada no largo do Arouche (regio central). A interveno elevou a catraca ao status de monumento descatracalizao da vida e fez parte de um programa apresentado no Sesc da Avenida Paulista, paralelamente ao Frum das Cidades. No site do Sesc, o grupo afirma que a catraca representa um objeto de controle biopoltico do capital e do governo sobre os cidados. (Adaptado de Folha de S. Paulo, 09 de setembro de 2004) Em site sobre o assunto, assim foi explicado o projeto do grupo Contra Fil: O Contra Fil desenvolveu o PROGRAMA PARA A DESCATRACALIZAO DA PRPRIA VIDA. A catraca representa um signo revelador do controle biopoltico, atravs de foras visveis e/ou invisveis. Por quantas catracas passamos diariamente? Por quantas no passamos, apesar de termos a sensao de passar? (http://lists.indymedia.org/pipemail/cmi-brasil-video/2004-july/0726-ct.html) INSTRUO. Como voc pde verificar, observando o noticirio da imprensa e o texto da Internet aqui reproduzidos, a catraca que apareceu em uma praa de So Paulo era, na verdade, um Monumento catraca invisvel, ali instalado pelo grupo artstico Contra Fil, como parte de seu Programa para a descatracalizao da vida. Tudo indica, portanto, que o grupo responsvel por este programa acredita que h um excesso de controles, dos mais variados tipos, que se exercem sobre os corpos e as mentes das pessoas, submetendo-as a constantes limitaes e constrangimentos. Tendo em vista as motivaes do grupo, voc julga que o programa por ele desenvolvido se justifica? Considerando essa questo, alm de outras que voc ache pertinentes, redija uma DISSERTAO EM PROSA, argumentando de modo a apresentar seu ponto de vista sobre o assunto.

Questão
2005Português

ESCREVO-LHE ESTA CARTA... Um ano depois, programa de alfabetização no Acre apresenta resultados acima da média e, como prova final, bilhetes comoventes Repleto de adultos lançado recém-lançado-alfabetizados, o Teatro Plácido de Castro, na capital do Acre, Rio Branco, quase veio abaixo com a leitura do bilhete escrito pela dona de casa Sebastiana Costa para o marido: Manoel, eu fui para aula. Se quiser comida esquente. Foi eu que escrevi. Atordoada com os aplausos, a franzina Sebastiana desceu do palco com a cabeça baixa e os ombros encurvados. Casada há trinta anos e mãe de oito filhos, ela só descontraiu um pouco quando a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, comentou que o bilhete não precisava ser interpretado como um desaforo, embora passasse um sentimento de libertação. Alfabetizada apenas aos dezessete anos, a ministra Marina conhece como poucos o drama daqueles que não são capazes de decifrar o letreiro de um ônibus ou de rabiscar uma simples mensagem. (Revista ISTO É) (Fuvest 2005) O título Escrevo-lhe esta carta...

Questão 1
2004Português

(FUVEST - 2004 - 1a fase) Observe esta gravura de Escher: Na linguagem verbal, exemplos de aproveitamento de recursos equivalentes aos da gravura de Escher encontram-se, com frequncia,

Questão 1
2004Biologia

(FUVEST - 2004 - 2 fase - Questo 1)Uma enzima, extrada da secreo de um rgo abdominal de um co, foi purificada, dissolvida em uma soluo fisiolgica com pH 8 e distribuda em seis tubos de ensaio. Nos tubos 2, 4 e 6, foi adicionado cido clordrico (HCl), de modo a se obter um pH final em torno de 2. Nos tubos 1 e 2, foi adicionado macarro; nos tubos 3 e 4, foi adicionada carne; nos tubos 5 e 6, foi adicionada manteiga. Os tubos foram mantidos por duas horas temperatura de 36C. Ocorreu digesto apenas no tubo 1. a) Qual foi o rgo do animal utilizado na experincia? b) Que alterao esperada na composio qumica da urina de um co que teve esse rgo removido cirurgicamente? Por qu? c) Qual foi a substncia que a enzima purificada digeriu?

Questão 1
2004Geografia

(FUVEST - 2004 - 2 fase - Questo 1) Considerando a rede mundial de computadores, inovao tecnolgica contempornea das mais importantes, explique as afirmaes. a) A integrao econmica global facilitada pelo uso das mesmas tcnicas... b) ... contudo, integrar no significa incluir a todos.

Questão 1
2004Física

(FUVEST - 2004 - 2 fase - Questo 1)Durante um jogo de futebol, um chute forte, a partir do cho, lana a bola contra uma parede prxima. Com auxlio de uma cmera digital, foi possvel reconstituir a trajetria da bola, desde o ponto em que ela atingiu sua altura mxima (ponto A) at o ponto em que bateu na parede (ponto B). As posies de A e B esto representadas na figura. Aps o choque, que elstico, a bola retorna ao cho e o jogo prossegue. a) Estime o intervalo de tempo t1, em segundos, que a bola levou para ir do ponto A ao ponto B. b) Estime o intervalo de tempo t2, em segundos, durante o qual a bola permaneceu no ar, do instante do chute at atingir o cho aps o choque. c) Represente, no sistema de eixos da folha de resposta, em funo do tempo, as velocidades horizontal VXe vertical VYda bola em sua trajetria, do instante do chute inicial at o instante em que atinge o cho, identificando por VXe VY, respectivamente, cada uma das curvas. NOTE E ADOTE: VY positivo quando a bola sobe VX positivo quando a bola se move para a direita

Questão 1
2004Química

(FUVEST - 2004 - 2 fase - Questo 1)Uma reao qumica importante, que deu a seus descobridores (O.Diels e K.Alder) o prmio Nobel (1950), consiste na formao de um composto cclico, a partir de um composto com duplas ligaes alternadas entre tomos de carbono (dieno) e outro, com pelo menos uma dupla ligao, entre tomos de carbono, chamado de dienfilo. Um exemplo dessa transformao : Compostos com duplas ligaes entre tomos de carbono podem reagir com HBr, sob condies adequadas, como indicado: Considere os compostos I e II, presentes no leo de lavanda: a) O composto III reage com um dienfilo, produzindo os compostos I e II. Mostre a frmula estrutural desse dienfilo e nela indique, com setas, os tomos de carbono que formaram ligaes com os tomos de carbono do dieno, originando o anel. b) Mostre a frmula estrutural do composto formado, se 1 mol do composto II reagir com 2 mols de HBr, de maneira anloga indicada para a adio de HBr ao 2-metilpropeno, completando a equao qumica abaixo. c) Na frmula estrutural do composto II, (abaixo), assinale, com uma seta, o tomo de carbono que, no produto da reao do item b, ser assimtrico. Justifique.

Questão 1
2004Matemática

(FUVEST - 2004 - 2 fase - Questo 1)O nmero de gols marcados nos 6 jogos da primeira rodada de um campeonato de futebol foi 5, 3, 1, 4, 0 e 2. Na segunda rodada, sero realizados mais 5 jogos. Qual deve ser o nmero total de gols marcados nessa rodada para que a mdia de gols, nas duas rodadas, seja 20% superior mdia obtida na primeira rodada?

Questão 1
2004Português

(FUVEST - 2004 - 2 fase - Questo 1) Capitulao Delivery At pra telepizza um exagero. H quem negue? Um povo com vergonha Da prpria lingua J est entregue. (Lus Fernando Verrssimo) a) O ttulo dado pelo autor est adequado, tendo em vista o contedo do poema? Justifique sua resposta. b) O exagero que o autor v no emprego da palavra delivery se aplicaria tambm a telepizza? Justifique sua resposta.

Questão 1
2004História

(FUVEST - 2004 - 2 fase - Questo 1) Parece-me que ... o temor religioso salvaguarda os interesses de Roma. Desenvolvendo este sentimento, pensava-se, sobretudo, no povo. Em uma sociedade composta apenas por sbios, esta precauo talvez no fosse necessria; mas como toda multido cheia de inconstncia, de paixes desregradas, de cleras violentas e irrefletidas, no possvel, a quem quer que seja, mant-la, exceto pelo temor de seres invisveis e por toda espcie de fices. Polbio, autor romano do sculo II A.C. Baseando-se no texto, indique: a) A relao estabelecida pelo autor entre religio e poltica. b) Duas caractersticas da religio romana no perodo em que o texto foi escrito.

Questão 2
2004Português

(FUVEST - 2004 - 1a fase) Uma flor, o Quincas Borba. Nunca em minha infncia, nunca em toda a minha vida, achei um menino mais gracioso, inventivo e travesso. Era a flor, e no j da escola, seno de toda a cidade. A me, viva, com alguma cousa de seu, adorava o filho e trazia-o amimado, asseado, enfeitado, com um vistoso pajem atrs, um pajem que nos deixava gazear a escola, ir caar ninhos de pssaros, ou perseguir lagartixas nos morros do Livramento e da Conceio, ou simplesmente arruar, toa, como dous peraltas sem emprego. E de imperador! Era um gosto ver o Quincas Borba fazer de imperador nas festas do Esprito Santo. De resto, nos nossos jogos pueris, ele escolhia sempre um papel de rei, ministro, general, uma supremacia, qualquer que fosse. Tinha garbo o traquinas, e gravidade, certa magnificncia nas atitudes, nos meneios. Quem diria que Suspendamos a pena; no adiantemos os sucessos. Vamos de um salto a 1822, data da nossa independncia poltica, e do meu primeiro cativeiro pessoal. (Machado de Assis,Memrias pstumas de Brs Cubas) A busca de uma supremacia, qualquer que fosse, que neste trecho caracteriza o comportamento de Quincas Borba, tem como equivalente, na trajetria de Brs Cubas,

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