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Questão 28
2015HistóriaPortuguês

(FUVEST - 2015 - 1 FASE) Tornando da malograda espera do tigre,1alcanou o capanga um casal de velhinhos,2que seguiam diante dele o mesmo caminho, e conversavam acerca de seus negcios particulares. Das poucas palavras que apanhara, percebeu Jo Fera3que destinavam eles uns cinquenta mil-ris, tudo quanto possuam, compra de mantimentos, a fim de fazer um moquiro*, com que pretendiam abrir uma boa roa. - Mas chegar, homem? perguntou a velha. - H de se espichar bem, mulher! Uma voz os interrompeu: - Por este preo dou eu conta da roa! - Ah! nh Jo! Conheciam os velhinhos o capanga, a quem tinham por homem de palavra, e de fazer o que prometia. Aceitaram sem mais hesitao; e foram mostrar o lugar que estava destinado para o roado. Acompanhou-os Jo Fera; porm,4mal seus olhos descobriram entre os utenslios a enxada, a qual ele esquecera um momento no af de ganhar a soma precisa, que sem mais deu costas ao par de velhinhos e foi-se deixando-os embasbacados. ALENCAR, Jos de.Til. * moquiro = mutiro (mobilizao coletiva para auxlio mtuo, de carter gratuito). Considerada no contexto histrico-social figurado no romance Til, a brusca reao de Jo Fera, narrada no final do excerto, explica-se

Questão 29
2015Português

(Fuvest 2015) Captulo CVII Bilhete No houve nada, mas ele suspeita alguma cousa; est muito srio e no fala; agora saiu. Sorriu uma vez somente, para Nhonh, depois de o fitar muito tempo, carrancudo. No me tratou mal nem bem. No sei o que vai acontecer; Deus queira que isto passe. Muita cautela, por ora, muita cautela. Captulo CVIII Que se no entende Eis a o drama, eis a a ponta da orelha trgica de Shakespeare. Esse retalhinho de papel, garatujado em partes, machucado das mos, era um documento de anlise, que eu no farei neste captulo, nem no outro, nem talvez em todo o resto do livro. Poderia eu tirar ao leitor o gosto de notar por si mesmo a frieza, a perspiccia e o nimo dessas poucas linhas traadas pressa; e por trs delas a tempestade de outro crebro, a raiva dissimulada, o desespero que se constrange e medita, porque tem de resolver-se na lama, ou no sangue, ou nas lgrimas? ASSIS, Machado de. Memrias pstumas de Brs Cubas. Atente para o excerto, considerando-o no contexto da obra a que pertence. Nele, figura, primeiramente, o bilhete enviado a Brs Cubas por Virglia, na ocasio em que se torna patente que o marido da dama suspeita de suas relaes adlteras. Segue-se ao bilhete um comentrio do narrador (cap. CVIII).Feito isso, considere a afirmao que segue: No excerto, o narrador frisa aspectos cuja presena se costuma reconhecer no prprio romance machadiano da fase madura, entre eles, I. o realce da argcia, da capacidade de exame acurado das situaes e da firmeza de propsito, ainda quando impliquem malignidade; II. a relevncia da observao das relaes interpessoais e dos funcionamentos mentais correspondentes; III. a operao consciente dos elementos envolvidos no processo de composio literria: narrao, personagens, motivao, trama, intertextualidade, recepo etc. Est correto o que se indica em

Questão 30
2015Português

(Fuvest 2015) Ao comentar o bilhete de Virgília, o narrador se vale, principalmente, do seguinte recurso retórico:

Questão 31
2015Português

(Fuvest 2015) Captulo CVII Bilhete No houve nada, mas ele suspeita alguma cousa; est muito srio e no fala; agora saiu. Sorriu uma vez somente, para Nhonh, depois de o fitar muito tempo, carrancudo. No me tratou mal nem bem. No sei o que vai acontecer; Deus queira que isto passe. Muita cautela, por ora, muita cautela. Captulo CVIII Que se no entende Eis a o drama, eis a a ponta da orelha trgica de Shakespeare. Esse retalhinho de papel, garatujado em partes, machucado das mos, era um documento de anlise, que eu no farei neste captulo, nem no outro, nem talvez em todo o resto do livro. Poderia eu tirar ao leitor o gosto de notar por si mesmo a frieza, a perspiccia e o nimo dessas poucas linhas traadas pressa; e por trs delas a tempestade de outro crebro, a raiva dissimulada, o desespero que se constrange e medita, porque tem de resolver-se na lama, ou no sangue, ou nas lgrimas? ASSIS, Machado de. Memrias pstumas de Brs Cubas. Os seguintes aspectos compositivos considerados pelo narrador do excerto: concentrao e economia de meios expressivos, orientao realista e analtica, previso do papel do leitor na construo do sentido do texto, suprindo o que, neste, implcito ou lacunar, podem tambm caracterizar, principalmente, a obra

Questão 32
2015Português

(FUVEST 2015) E Jernimo via e escutava, sentindo ir-se-lhe toda a alma pelos olhos enamorados. Naquela mulata estava o grande mistrio, a sntese das impresses que ele recebeu chegando aqui: ela era a luz ardente do meio-dia; ela era o calor vermelho das sestas da fazenda; era o aroma quente dos trevos e das baunilhas, que o atordoara nas matas brasileiras; era a palmeira virginal e esquiva que se no torce a nenhuma outra planta; era o veneno e era o acar gostoso; era o sapoti mais doce que o mel e era a castanha do caju, que abre feridas com o seu azeite de fogo; ela era a cobra verde e traioeira, a lagarta viscosa, a murioca doida, que esvoaava havia muito tempo em torno do corpo dele, assanhando-lhe os desejos, acordando-lhe as fibras embambecidas pela saudade da terra, picando-lhe as artrias, para lhe cuspir dentro do sangue uma centelha daquele amor setentrional, uma nota daquela msica feita de gemidos de prazer, uma larva daquela nuvem de cantridas que zumbiam em torno da Rita Baiana e espalhavam-se pelo ar numa fosforescncia afrodisaca. Alusio Azevedo, O cortio. O conceito de hipernimo (vocbulo de sentido mais genrico em relao a outro) aplica-se palavra planta em relao a palmeira, trevos, baunilha etc., todas presentes no texto. Tendo em vista a relao que estabelece com outras palavras do texto, constitui tambmum hipernimo a palavra

Questão 34
2015Português

(FUVEST 2015) E Jernimo via e escutava, sentindo ir-se-lhe toda a alma pelos olhos enamorados. Naquela mulata estava o grande mistrio, a sntese das impresses que ele recebeu chegando aqui: ela era a luz ardente do meio-dia; ela era o calor vermelho das sestas da fazenda; era o aroma quente dos trevos e das baunilhas, que o atordoara nas matas brasileiras; era a palmeira virginal e esquiva que se no torce a nenhuma outra planta; era o veneno e era o acar gostoso; era o sapoti mais doce que o mel e era a castanha do caju, que abre feridas com o seu azeite de fogo; ela era a cobra verde e traioeira, a lagarta viscosa, a murioca doida, que esvoaava havia muito tempo em torno do corpo dele, assanhando-lhe os desejos, acordando-lhe as fibras embambecidas pela saudade da terra, picando-lhe as artrias, para lhe cuspir dentro do sangue uma centelha daquele amor setentrional, uma nota daquela msica feita de gemidos de prazer, uma larva daquela nuvem de cantridas que zumbiam em torno da Rita Baiana e espalhavam-se pelo ar numa fosforescncia afrodisaca. Alusio Azevedo, O cortio. Entre as caractersticas atribudas, no texto, natureza brasileira, sintetizada em Rita Baiana, aquela que corresponde, de modo mais completo, ao teor das transformaes que o contato com essa mesma natureza provocar em Jernimo a que se expressa em:

Questão 35
2015Português

(FUVEST 2015) E Jernimo via e escutava, sentindo ir-se-lhe toda a alma pelos olhos enamorados. Naquela mulata estava o grande mistrio, a sntese das impresses que ele recebeu chegando aqui: ela era a luz ardente do meio-dia; ela era o calor vermelho das sestas da fazenda; era o aroma quente dos trevos e das baunilhas, que o atordoara nas matas brasileiras; era a palmeira virginal e esquiva que se no torce a nenhuma outra planta; era o veneno e era o acar gostoso; era o sapoti mais doce que o mel e era a castanha do caju, que abre feridas com o seu azeite de fogo; ela era a cobra verde e traioeira, a lagarta viscosa, a murioca doida, que esvoaava havia muito tempo em torno do corpo dele, assanhando-lhe os desejos, acordando-lhe as fibras embambecidas pela saudade da terra, picando-lhe as artrias, para lhe cuspir dentro do sangue uma centelha daquele amor setentrional, uma nota daquela msica feita de gemidos de prazer, uma larva daquela nuvem de cantridas que zumbiam em torno da Rita Baiana e espalhavam-se pelo ar numa fosforescncia afrodisaca. Alusio Azevedo, O cortio. O efeito expressivo do texto bem como seu pertencimento ao Naturalismo em literatura baseiam-se amplamente no procedimento de explorar de modo intensivo aspectos biolgicos da natureza. Entre esses procedimentos empregados no texto, s NO se encontra a

Questão 36
2015Português

(Fuvest 2015) E Jerônimo via e escutava, sentindo ir-se-lhe toda a alma pelos olhos enamorados. Naquela mulata estava o grande mistério, a síntese das impressões que ele recebeu chegando aqui: ela era a luz ardente do meio-dia; ela era o calor vermelho das sestas da fazenda; era o aroma quente dos trevos e das baunilhas, que o atordoara nas matas brasileiras; era a palmeira virginal e esquiva que se não torce a nenhuma outra planta; era o veneno e era o açúcar gostoso; era o sapoti mais doce que o mel e era a castanha do caju, que abre feridas com o seu azeite de fogo; ela era a cobra verde e traiçoeira, a lagarta viscosa, a muriçoca doida, que esvoaçava havia muito tempo em torno do corpo dele, assanhando-lhe os desejos, acordando-lhe as fibras embambecidas pela saudade da terra, picando-lhe as artérias, para lhe cuspir dentro do sangue uma centelha daquele amor setentrional, uma nota daquela música feita de gemidos de prazer, uma larva daquela nuvem de cantáridas que zumbiam em torno da Rita Baiana e espalhavam-se pelo ar numa fosforescência afrodisíaca. Aluísio Azevedo, O cortiço. Para entender as impressões de Jerônimo diante da natureza brasileira, é preciso ter como pressuposto que há

Questão 37
2015Português

(Fuvest 2015) O OPERRIO NO MAR Na rua passa um operrio. Como vai firme! No tem blusa. No conto, no drama, no discurso poltico, a dor do operrio est na sua blusa azul, de pano grosso, nas mos grossas, nos ps enormes, nos desconfortos enormes. Esse um homem comum, apenas mais escuro que os outros, e com uma significao estranha no corpo, que carrega desgnios e segredos. Para onde vai ele, pisando assim to firme? No sei. A fbrica ficou l atrs. Adiante s o campo, com algumas rvores, o grande anncio de gasolina americana e os fios, os fios, os fios. O operrio no lhe sobra tempo de perceber que eles levam e trazem mensagens, que contam da Rssia, do Araguaia, dos Estados Unidos. No ouve, na Cmara dos Deputados, o lder oposicionista vociferando. Caminha no campo e apenas repara que ali corre gua, que mais adiante faz calor. Para onde vai o operrio? Teria vergonha de cham-lo meu irmo. Ele sabe que no , nunca foi meu irmo, que no nos entenderemos nunca. E me despreza... Ou talvez seja eu prprio que me despreze a seus olhos. Tenho vergonha e vontade de encar-lo: uma fascinao quase me obriga a pular a janela, a cair em frente dele, sustar-lhe a marcha, pelo menos implorar-lhe que suste a marcha. Agora est caminhando no mar. Eu pensava que isso fosse privilgio de alguns santos e de navios. Mas no h nenhuma santidade no operrio, e no vejo rodas nem hlices no seu corpo, aparentemente banal. Sinto que o mar se acovardou e deixou-o passar. Onde esto nossos exrcitos que no impediram o milagre? Mas agora vejo que o operrio est cansado e que se molhou, no muito, mas se molhou, e peixes escorrem de suas mos. Vejo-o que se volta e me dirige um sorriso mido. A palidez e confuso do seu rosto so a prpria tarde que se decompe. Daqui a um minuto ser noite e estaremos irremediavelmente separados pelas circunstncias atmosfricas, eu em terra firme, ele no meio do mar. nico e precrio agente de ligao entre ns, seu sorriso cada vez mais frio atravessa as grandes massas lquidas, choca-se contra as formaes salinas, as fortalezas da costa, as medusas, atravessa tudo e vem beijar-me o rosto, trazer-me uma esperana de compreenso. Sim, quem sabe se um dia o compreenderei? ANDRADE, Carlos Drummond de. Sentimento do mundo. Dentre estas propostas de substituio para diferentes trechos do texto, anica que NO est correta do ponto de vista da norma-padro :

Questão 38
2015Português

(FUVEST 2015) O OPERRIO NO MAR Na rua passa um operrio. Como vai firme! No tem blusa. No conto, no drama, no discurso poltico, a dor do operrio est na sua blusa azul, de pano grosso, nas mos grossas, nos ps enormes, nos desconfortos enormes. Esse um homem comum, apenas mais escuro que os outros, e com uma significao estranha no corpo, que carrega desgnios e segredos. Para onde vai ele, pisando assim to firme? No sei. A fbrica ficou l atrs. Adiante s o campo, com algumas rvores, o grande anncio de gasolina americana e os fios, os fios, os fios. O operrio no lhe sobra tempo de perceber que eles levam e trazem mensagens, que contam da Rssia, do Araguaia, dos Estados Unidos. No ouve, na Cmara dos Deputados, o lder oposicionista vociferando. Caminha no campo e apenas repara que ali corre gua, que mais adiante faz calor. Para onde vai o operrio? Teria vergonha de cham-lo meu irmo. Ele sabe que no , nunca foi meu irmo, que no nos entenderemos nunca. E me despreza... Ou talvez seja eu prprio que me despreze a seus olhos. Tenho vergonha e vontade de encar-lo: uma fascinao quase me obriga a pular a janela, a cair em frente dele, sustar-lhe a marcha, pelo menos implorar-lhe que suste a marcha. Agora est caminhando no mar. Eu pensava que isso fosse privilgio de alguns santos e de navios. Mas no h nenhuma santidade no operrio, e no vejo rodas nem hlices no seu corpo, aparentemente banal. Sinto que o mar se acovardou e deixou-o passar. Onde esto nossos exrcitos que no impediram o milagre? Mas agora vejo que o operrio est cansado e que se molhou, no muito, mas se molhou, e peixes escorrem de suas mos. Vejo-o que se volta e me dirige um sorriso mido. A palidez e confuso do seu rosto so a prpria tarde que se decompe. Daqui a um minuto ser noite e estaremos irremediavelmente separados pelas circunstncias atmosfricas, eu em terra firme, ele no meio do mar. nico e precrio agente de ligao entre ns, seu sorriso cada vez mais frio atravessa as grandes massas lquidas, choca-se contra as formaes salinas, as fortalezas da costa, as medusas, atravessa tudo e vem beijar-me o rosto, trazer-me uma esperana de compreenso. Sim, quem sabe se um dia o compreenderei? Carlos Drummond de Andrade, Sentimento do mundo. Atente para as seguintes afirmaes relativas ao texto de Drummond, considerado no contexto da obra a que pertence: I. A referncia inicial aos modos de se representar ooperrio sugere uma crtica do poeta aos esteretipospresentes na literatura da poca em que o texto foiescrito. II. O alcance simblico da figura do operrio depende, inclusive, do fato de que, no texto, ele constitudo por tenses que o fazem, ao mesmo tempo, comum e extraordinrio, familiar e enigmtico, prximo e longnquo etc. III. A imagem do operrio que anda sobre o mar pode simbolizar a criao prodigiosa de um mundo novo - a vida futura -, igualmente anunciado em smbolos como o das mos dadas, o da aurora, o do sangue redentor, tambm presentes no livro. Est correto o que se afirma em

Questão 39
2015Português

(FUVEST 2015) O OPERÁRIO NO MAR Na rua passa um operário. Como vai firme! Não tem blusa. No conto, no drama, no discurso político, a dor do operário está na sua blusa azul, de pano grosso, nas mãos grossas, nos pés enormes, nos desconfortos enormes. Esse é um homem comum, apenas mais escuro que os outros, e com uma significação estranha no corpo, que carrega desígnios e segredos. Para onde vai ele, pisando assim tão firme? Não sei. A fábrica ficou lá atrás. Adiante é só o campo, com algumas árvores, o grande anúncio de gasolina americana e os fios, os fios, os fios. O operário não lhe sobra tempo de perceber que eles levam e trazem mensagens, que contam da Rússia, do Araguaia, dos Estados Unidos. Não ouve, na Câmara dos Deputados, o líder oposicionista vociferando. Caminha no campo e apenas repara que ali corre água, que mais adiante faz calor. Para onde vai o operário? Teria vergonha de chamá-lo meu irmão. Ele sabe que não é, nunca foi meu irmão, que não nos entenderemos nunca. E me despreza... Ou talvez seja eu próprio que me despreze a seus olhos. Tenho vergonha e vontade de encará-lo: uma fascinação quase me obriga a pular a janela, a cair em frente dele, sustar-lhe a marcha, pelo menos implorar-lhe que suste a marcha. Agora está caminhando no mar. Eu pensava que isso fosse privilégio de alguns santos e de navios. Mas não há nenhuma santidade no operário, e não vejo rodas nem hélices no seu corpo, aparentemente banal. Sinto que o mar se acovardou e deixou-o passar. Onde estão nossos exércitos que não impediram o milagre? Mas agora vejo que o operário está cansado e que se molhou, não muito, mas se molhou, e peixes escorrem de suas mãos. Vejo-o que se volta e me dirige um sorriso úmido. A palidez e confusão do seu rosto são a própria tarde que se decompõe. Daqui a um minuto será noite e estaremos irremediavelmente separados pelas circunstâncias atmosféricas, eu em terra firme, ele no meio do mar. Único e precário agente de ligação entre nós, seu sorriso cada vez mais frio atravessa as grandes massas líquidas, choca-se contra as formações salinas, as fortalezas da costa, as medusas, atravessa tudo e vem beijar-me o rosto, trazer-me uma esperança de compreensão. Sim, quem sabe se um dia o compreenderei? Carlos Drummond de Andrade, Sentimento do mundo. Embora o texto de Drummond e o romance Capitães da Areia, de Jorge Amado, assemelhem-se na sua especial atenção às classes populares, um trecho do texto que NÃO poderia, sem perda de coerência formal e ideológica, ser enunciado pelo narrador do livro de Jorge Amado é, sobretudo, o que está em:

Questão 40
2015Inglês

(Fuvest 2015) O foco principal do texto são as

Questão 41
2015Inglês

(Fuvest 2015) Segundo estudo publicado no Journal of Neuroscience, mencionado no texto,

Questão 42
2015Inglês

(Fuvest 2015)  De acordo com o texto, a pesquisa mencionada pode

Questão 43
2015Inglês

(FUVEST 2015) Between now and 2050 the number of people living in cities will grow from 3.9 billion to 6.3 billion. The proportion of urban dwellers will swell from 54% to 67% of the worlds population, according to the UN. In other words, for the next 36 years the worlds cities will expand by the equivalent of sic So Paulos every year. This growth will largely occur in developing countries. But most governments there are ignoring the problem, says William Cobbett of the Cities Alliance, on NGO that supports initiatives such as the one launched by New York University to help cities make long-term preparations for their growth. Whether we want it or not, urbanisation is inevitable, say specialists. The real question is: how can we improve its quality? The Economist, June 21st 2014. Adaptado. De acordo com o texto:

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