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Questão 10
2004História

(FUVEST - 2004 - 2 fase - Questo 10) Os militares latino-americanos j provaram ser a maior fora coesiva de que se dispe para assegurar a ordem pblica e apoiar governos resolutos na tentativa de manter a segurana interna. As Foras Armadas da Amrica Latina, atuando em conjunto com a polcia e outras foras de segurana, ajudaram a pr cobro a desordens e greves, a conter ou eliminar terroristas e guerrilhas e desencorajar todos os que se sentiam tentados a apelar para a violncia a fim de derrubar o governo. Relatrio do Comit de Negcios Estrangeiros do Congresso dos Estados Unidos, 1967. Tendo por base as afirmaes do Relatrio, responda: a) A que situao histrica se refere o texto? D um exemplo. b) Qual o papel atribudo aos militares pelo Comit? Explique sua resposta.

Questão 11
2004Português

(FUVEST - 2004 - 1a fase) Olhar para o cu noturno quase um privilgio em nossa atribulada e iluminada vida moderna. (...) Companhias de turismo deveriam criar excurses noturnas, em que grupos de pessoas so transportadas at pontos estratgicos para serem instrudos por um astrnomo sobre as maravilhas do cu noturno. Seria o nascimento do turismo astronmico, que completaria perfeitamente o novo turismo ecolgico. E por que no? Turismo astronmico ou no, talvez a primeira impresso ao observarmos o cu seja uma enorme sensao de paz, de permanncia, de profunda ausncia de movimento, fora um eventual avio ou mesmo um satlite distante (uma estrela que se move!). Vemos incontveis estrelas, emitindo sua radiao eletromagntica, perfeitamente indiferentes s atribulaes humanas. Essa viso pacata dos cus completamente diferente da viso de um astrofsico moderno. As inocentes estrelas so verdadeiras fornalhas nucleares, produzindo uma quantidade enorme de energia a cada segundo. A morte de uma estrela modesta como o sol, por exemplo, vir acompanhada de uma exploso que chegar at a nossa vizinhana, transformando tudo o que encontrar pela frente em poeira csmica. (O leitor no precisa se preocupar muito. O Sol ainda produzir energia docilmente por mais uns 5 milhes de anos.) (Marcelo Gleiser,Retratos csmicos) Considere as seguintes afirmaes: I. Na primeira frase do texto, os termos atribulada e iluminada caracterizam dois aspectos contraditrios e inconciliveis do que o autor chama de vida moderna. II. No segundo pargrafo, o sentido da expresso perfeitamente indiferentes s atribulaes humanas indica que j se desfez aquela primeira impresso e desapareceu a sensao de paz. III. No terceiro pargrafo, a expresso estrela modesta, referente ao Sol, implica uma avaliao que vai alm das impresses ou sensaes de um observador comum. Est correto apenas o que se afirma em

Questão 12
2004Português

(FUVEST - 2004 - 1a fase) Olhar para o cu noturno quase um privilgio em nossa atribulada e iluminada vida moderna. (...) Companhias de turismo deveriam criar excurses noturnas, em que grupos de pessoas so transportadas at pontos estratgicos para serem instrudos por um astrnomo sobre as maravilhas do cu noturno. Seria o nascimento do turismo astronmico, que completaria perfeitamente o novo turismo ecolgico. E por que no? Turismo astronmico ou no, talvez a primeira impresso ao observarmos o cu seja uma enorme sensao de paz, de permanncia, de profunda ausncia de movimento, fora um eventual avio ou mesmo um satlite distante (uma estrela que se move!). Vemos incontveis estrelas, emitindo sua radiao eletromagntica, perfeitamente indiferentes s atribulaes humanas. Essa viso pacata dos cus completamente diferente da viso de um astrofsico moderno. As inocentes estrelas so verdadeiras fornalhas nucleares, produzindo uma quantidade enorme de energia a cada segundo. A morte de uma estrela modesta como o sol, por exemplo, vir acompanhada de uma exploso que chegar at a nossa vizinhana, transformando tudo o que encontrar pela frente em poeira csmica. (O leitor no precisa se preocupar muito. O Sol ainda produzir energia docilmente por mais uns 5 milhes de anos.) (Marcelo Gleiser,Retratos csmicos) De acordo com o texto, as estrelas

Questão 13
2004Português

(FUVEST - 2004 - 1a fase) Olhar para o cu noturno quase um privilgio em nossa atribulada e iluminada vida moderna. (...) Companhias de turismo deveriam criar excurses noturnas, em que grupos de pessoas so transportadas at pontos estratgicos para serem instrudos por um astrnomo sobre as maravilhas do cu noturno. Seria o nascimento do turismo astronmico, que completaria perfeitamente o novo turismo ecolgico. E por que no? Turismo astronmico ou no, talvez a primeira impresso ao observarmos o cu seja uma enorme sensao de paz, de permanncia, de profunda ausncia de movimento, fora um eventual avio ou mesmo um satlite distante (uma estrela que se move!). Vemos incontveis estrelas, emitindo sua radiao eletromagntica, perfeitamente indiferentes s atribulaes humanas. Essa viso pacata dos cus completamente diferente da viso de um astrofsico moderno. As inocentes estrelas so verdadeiras fornalhas nucleares, produzindo uma quantidade enorme de energia a cada segundo. A morte de uma estrela modesta como o sol, por exemplo, vir acompanhada de uma exploso que chegar at a nossa vizinhana, transformando tudo o que encontrar pela frente em poeira csmica. (O leitor no precisa se preocupar muito. O Sol ainda produzir energia docilmente por mais uns 5 milhes de anos.) (Marcelo Gleiser, Retratos csmicos) Transpondo-se corretamente para a voz ativa a orao para serem instrudos por um astrnomo (...), obtm-se:

Questão 14
2004Português

(FUVEST - 2004 - 1a fase) Olhar para o cu noturno quase um privilgio em nossa atribulada e iluminada vida moderna. (...) Companhias de turismo deveriam criar excurses noturnas, em que grupos de pessoas so transportadas at pontos estratgicos para serem instrudos por um astrnomo sobre as maravilhas do cu noturno. Seria o nascimento do turismo astronmico, que completaria perfeitamente o novo turismo ecolgico. E por que no? Turismo astronmico ou no, talvez a primeira impresso ao observarmos o cu seja uma enorme sensao de paz, de permanncia, de profunda ausncia de movimento, fora um eventual avio ou mesmo um satlite distante (uma estrela que se move!). Vemos incontveis estrelas, emitindo sua radiao eletromagntica, perfeitamente indiferentes s atribulaes humanas. Essa viso pacata dos cus completamente diferente da viso de um astrofsico moderno. As inocentes estrelas so verdadeiras fornalhas nucleares, produzindo uma quantidade enorme de energia a cada segundo. A morte de uma estrela modesta como o sol, por exemplo, vir acompanhada de uma exploso que chegar at a nossa vizinhana, transformando tudo o que encontrar pela frente em poeira csmica. (O leitor no precisa se preocupar muito. O Sol ainda produzir energia docilmente por mais uns 5 milhes de anos.) (Marcelo Gleiser,Retratos csmicos) Na frase O Sol ainda produzir energia (...), o advrbioainda tem o mesmo sentido que em:

Questão 15
2004Português

(FUVEST - 2004 - 1a fase) O OLHAR TAMBM PRECISA APRENDER A ENXERGAR H uma historinha adorvel, contada por Eduardo Galeano, escritor uruguaio, que diz que um pai, morador l do interior do pas, levou seu filho at a beira do mar. O menino nunca tinha visto aquela massa de gua infinita. Os dois pararam sobre um morro. O menino, segurando a mo do pai, disse a ele: Pai, me ajuda a olhar. Pode parecer uma espcie de fantasia, mas deve ser a exata verdade, representando a sensao de faltarem no s palavras mas tambm capacidade para entender o que que estava se passando ali. Agora imagine o que se passa quando qualquer um de ns para diante de uma grande obra de arte visual: como olhar para aquilo e construir seu sentido na nossa percepo? S com auxlio mesmo. No quer dizer que a gente no se emocione apenas por ser exposto a um clssico absoluto, um Picasso ou um Niemeyer ou um Caravaggio. Quer dizer apenas que a gente podever melhor se entender a lgica da criao. (Lus Augusto Fischer, Folha de S. Paulo) Relacionando a histria contada pelo escritor uruguaio com o que se passa quando qualquer um de ns pra diante de uma grande obra de arte, o autor do texto defende a idia de que

Questão 16
2004Português

(FUVEST - 2004 - 1a fase) O OLHAR TAMBM PRECISA APRENDER A ENXERGAR H uma historinha adorvel, contada por Eduardo Galeano, escritor uruguaio, que diz que um pai, morador l do interior do pas, levou seu filho at a beira do mar. O menino nunca tinha visto aquela massa de gua infinita. Os dois pararam sobre um morro. O menino, segurando a mo do pai, disse a ele: Pai, me ajuda a olhar. Pode parecer uma espcie de fantasia, mas deve ser a exata verdade, representando a sensao de faltarem no s palavras mas tambm capacidade para entender o que que estava se passando ali. Agora imagine o que se passa quando qualquer um de ns para diante de uma grande obra de arte visual: como olhar para aquilo e construir seu sentido na nossa percepo? S com auxlio mesmo. No quer dizer que a gente no se emocione apenas por ser exposto a um clssico absoluto, um Picasso ou um Niemeyer ou um Caravaggio. Quer dizer apenas que a gente podever melhor se entender a lgica da criao. (Lus Augusto Fischer, Folha de S. Paulo) Analisando-se a construo do texto, verifica-se que

Questão 17
2004Português

(FUVEST - 2004 - 1a fase) O OLHAR TAMBM PRECISA APRENDER A ENXERGAR H uma historinha adorvel, contada por Eduardo Galeano, escritor uruguaio, que diz que um pai, morador l do interior do pas, levou seu filho at a beira do mar. O menino nunca tinha visto aquela massa de gua infinita. Os dois pararam sobre um morro. O menino, segurando a mo do pai, disse a ele: Pai, me ajuda a olhar. Pode parecer uma espcie de fantasia, mas deve ser a exata verdade, representando a sensao de faltarem no s palavras mas tambm capacidade para entender o que que estava se passando ali. Agora imagine o que se passa quando qualquer um de ns para diante de uma grande obra de arte visual: como olhar para aquilo e construir seu sentido na nossa percepo? S com auxlio mesmo. No quer dizer que a gente no se emocione apenas por ser exposto a um clssico absoluto, um Picasso ou um Niemeyer ou um Caravaggio. Quer dizer apenas que a gente podever melhor se entender a lgica da criao. (Lus Augusto Fischer, Folha de S. Paulo) A frase No quer dizer que a gente no se emocione apenas por ser exposto a um clssico absoluto pouco clara. Mantendo-se a coerncia com a linha de argumentao do texto, uma frase mais clara seria: No quer dizer que:

Questão 18
2004Português

(FUVEST - 2004 - 1a fase) Tendo em vista as diferenas entre O primo Baslio e Memrias pstumas de Brs Cubas, conclui-se corretamente que esses romances podem ser classificados igualmente como realistas apenas na medida em que ambos

Questão 19
2004Português

(FUVEST - 2004 - 1a fase) ORAO A TERESINHA DO MENINO JESUS Perdi o jeito de sofrer. Ora essa. No sinto mais aquele gosto cabotino da tristeza. Quero alegria! Me d alegria, Santa Teresa! Santa Teresa no, Teresinha... Teresinha... Teresinha... Teresinha do Menino Jesus. (...) (Manuel Bandeira, Libertinagem) Sobre este trecho do poema, s NO correto afirmar o que est em:

Questão 20
2004Português

(FUVEST - 2004 - 1a fase) Identifique a afirmao correta sobre A hora da estrela, de Clarice Lispector:

Questão 21
2004Matemática

(FUVEST - 2004 - 1a fase) Um reservatrio, com 40 litros de capacidade, j contm 30 litros de uma mistura gasolina/lcool com 18% de lcool. Deseja-se completar o tanque com uma nova mistura gasolina/lcool de modo que a mistura resultante tenha 20% de lcool. A porcentagem de lcool nessa nova mistura deve ser de:

Questão 22
2004Matemática

(FUVEST - 2004 - 1a fase) Um estacionamento cobra R$ 6,00 pela primeira hora de uso, R$ 3,00 porhora adicional e tem uma despesa diria de R$ 320,00. Considere-se um dia em que sejamcobradas, no total, 80 horas de estacionamento. O nmero mnimo de usurios necessriopara que o estacionamento obtenha lucro nesse dia :

Questão 23
2004Matemática

(FUVEST - 2004 - 1a fase) Em uma semi-circunferncia de centro C e raio R, inscreve-se um tringulo equiltero ABC. Seja D o ponto onde a bissetriz do ngulo AĈB intercepta a semi-circunferncia. O comprimento da corda :

Questão 24
2004Matemática

(FUVEST - 2004 - 1a fase) Um lateral L faz um lanamento para um atacante A, situado 32 m sua frente em uma linha paralela lateral do campo de futebol. A bola, entretanto, segue uma trajetria retilnea, mas no paralela lateral e quando passa pela linha de meio do campo est a uma distncia de 12 m da linha que une o lateral ao atacante. Sabendo-se que a linha de meio do campo est mesma distncia dos dois jogadores, a distncia mnima que o atacante ter que percorrer para encontrar a trajetria da bola ser de:

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