Gabarito FUVEST - Provas Anteriores

Questão 37
2001Biologia

(FUVEST - 2001 - 1a fase) A vinblastina um quimioterpico usado no tratamento de pacientes com cncer. Sabendo-se que essa substncia impede a formao de microtbulos, pode-se concluir que sua interferncia no processo de multiplicao celular ocorre na

Questão 38
2001Inglês

(FUVEST - 2001 - 1a fase) MICHAEL D. COES Breaking the Maya Code. Revised paperback edition. First published 1992. Thames Hudson, New York, 1999 ($18.95). The decipherment of the Maya script was, Coe states, one of the most exciting intellectual adventures of our age, on a par with the exploration of space and the discovery of the genetic code. He presents the story eloquently and in detail, with many illustrations of the mysterious Maya inscriptions and the people who tried to decipher them. Most of the credit, he says, goes to the late Yuri V. Knorosov of the Russian Institute of Ethnography, but many others participated. They did not always agree, and some of them went up blind alleys. Coe----- emeritus professor of anthropology at Yale University----- vividly describes the battles, missteps and successes. What is now established, he writes, is that the Maya writing system is a mix of logograms and syllabic signs; with the latter, they could and often did write words purely phonetically. SCIENTIFIC AMERICAN APRIL 2000 In the passage, some of them went up blind alleysmeans that some scientists engaged in the decipherment of the Maya script

Questão 38
2001Biologia

(FUVEST - 2001 -1a fase) Um pesquisador estudou uma clula ao microscpio eletrnico, verificando a ausncia de ncleo e de compartimentos membranosos. Com base nessas observaes, ele concluiu que a clula pertence a:

Questão 39
2001Biologia

(FUVEST - 2001 - 1a fase) Clulas animais, quando privadas de alimento, passam a degradar partes de si mesmas como fonte de matria-prima para sobreviver. A organela citoplasmtica diretamente responsvel por essa degradao

Questão 39
2001Inglês

(FUVEST - 2001 - 1a fase) MICHAEL D. COES Breaking the Maya Code. Revised paperback edition. First published 1992. Thames Hudson, New York, 1999 ($18.95). The decipherment of the Maya script was, Coe states, one of the most exciting intellectual adventures of our age, on a par with the exploration of space and the discovery of the genetic code. He presents the story eloquently and in detail, with many illustrations of the mysterious Maya inscriptions and the people who tried to decipher them. Most of the credit, he says, goes to the late Yuri V. Knorosov of the Russian Institute of Ethnography, but many others participated. They did not always agree, and some of them went up blind alleys. Coe----- emeritus professor of anthropology at Yale University----- vividly describes the battles, missteps and successes. What is now established, he writes, is that the Maya writing system is a mix of logograms and syllabic signs; with the latter, they could and often did write words purely phonetically. SCIENTIFIC AMERICAN APRIL 2000 According to the passage, Michael D. Coes book

Questão 40
2001Inglês

(FUVEST - 2001 - 1a fase) MICHAEL D. COES Breaking the Maya Code. Revised paperback edition. First published 1992. Thames Hudson, New York, 1999 ($18.95). The decipherment of the Maya script was, Coe states, one of the most exciting intellectual adventures of our age, on a par with the exploration of space and the discovery of the genetic code. He presents the story eloquently and in detail, with many illustrations of the mysterious Maya inscriptions and the people who tried to decipher them. Most of the credit, he says, goes to the late Yuri V. Knorosov of the Russian Institute of Ethnography, but many others participated. They did not always agree, and some of them went up blind alleys. Coe----- emeritus professor of anthropology at Yale University----- vividly describes the battles, missteps and successes. What is now established, he writes, is that the Maya writing system is a mix of logograms and syllabic signs; with the latter, they could and often did write words purely phonetically. SCIENTIFIC AMERICAN APRIL 2000 Which of these statements is true according to the passage?

Questão 40
2001Biologia

(FUVEST - 2001 - 1a fase) Para a ocorrncia de osmose, necessrio que

Questão 41
2001Matemática

(FUVEST - 2001 - 1a fase) Os vrtices de um tringulo ABC, no plano cartesiano, so: A = (1,0) , B = (0,1), C = (0, ) . Ento, o ngulo BCmede:

Questão 41
2001Física

(FUVEST - 2001 - 1a fase) Dois espelhos planos, sendo um deles mantido na horizontal, formam entre si um ngulo . Uma pessoa observa-se atravs do espelho inclinado, mantendo seu olhar na direo horizontal. Para que ela veja a imagem de seus olhos, e os raios retornem pela mesma trajetria que incidiram, aps reflexes nos dois espelhos (com apenas uma reflexo no espelho horizontal), necessrio que o ngulo seja de

Questão 42
2001Física

(FUVEST - 2001 - 1a fase) Uma pessoa segura uma lente delgada junto a umlivro, mantendo seus olhos aproximadamente a 40 cm da pgina, obtendoa imagem indicada na figura. Em seguida, sem mover a cabea ou o livro, vai aproximando a lente deseus olhos. A imagem, formada pela lente, passar a ser:

Questão 42
2001Matemática

(FUVEST - 2001 - 1a fase) Na figura a seguir, os quadrados ABCD e EFGH tm, ambos, lado a e centro O. Se EP = 1, ento a :

Questão 43
2001Física

(FUVEST - 2001 - 1a fase) Uma pea, com a forma indicada, gira em torno de um eixo horizontal P, com velocidade angular constante e igual a rad/s. Uma mola mantm uma haste apoiada sobre a pea, podendo a haste mover-se APENAS na vertical. A forma da pea tal que, enquanto ela gira, a extremidade da haste sobe e desce, descrevendo, com o passar do tempo, um movimento harmnico simples Y(t) como indicado no grfico. Assim, a frequncia do movimento da extremidade da haste ser de

Questão 43
2001Matemática

(FUVEST - 2001 - 1a fase) O conjunto dos pontos (x, y) do plano cartesiano, cujas coordenadas satisfazem a equao (x2+ y2+ 1)(2x + 3y - 1)(3x - 2y + 3) = 0, pode ser representado, graficamente, por:

Questão 44
2001Física

(FUVEST - 2001 - 1a fase) Considerando o fenmeno de ressonncia, o ouvido humano deveria ser mais sensvel a ondas sonoras com comprimentos de onda cerca de quatro vezes o comprimento do canal auditivo externo, que mede, em mdia, 2,5 cm. Segundo esse modelo, no ar, onde a velocidade de propagao do som 340 m/s, o ouvido humano seria mais sensvel a sons com freqncias em torno de

Questão 44
2001Matemática

(FUVEST - 2001 - 1a fase) Considere os seguintes dados, obtidos em 1996 pelo censo do IBGE: A partir dos dados acima, pode-se afirmar que o nmero de pessoas, maiores de 18 anos, filiadas a rgos comunitrios , aproximadamente, em milhes: