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Questão 17
2010Geografia

(FUVEST - 2010 - 2 fase - Questo 17) Leia os textos jornalsticos abaixo. Texto 1: O respeito s unidades de conservao e s terras indgenas j demarcadas que juntas correspondem a cerca de 37% da Amaznia Legal garantiria a permanncia da floresta e impediria a transformao da mata em savana. O Estado de S. Paulo, 16/06/2009. Adaptado. Texto 2: O atual modo de desenvolvimento da Amaznia est muito longe do desejvel. preciso incentivar as populaes florestais a conduzirem atividades de desenvolvimento sustentvel, remunerando, por exemplo, os servios voltados ao ecossistema prestados pelos habitantes da floresta. Le Monde, 16/06/2009. Adaptado. a) Indique duas diferenas entre as estratgias propostas nesses textos para a soluo dos atuais problemas socioambientais da regio amaznica. b) Considerando que a Amaznia Legal abrange cerca de 60% do territrio brasileiro, calcule a porcentagem ocupada em nosso pas pelas unidades de conservao e terras indgenas j demarcadas. c) Por que a preservao da Amaznia Legal no suficiente para garantir a manuteno da biodiversidade no Brasil?

Questão 18
2010História

(FUVEST - 2010 - 1 FASE ) A partir da redemocratizao do Brasil (1985), possvel observar mudanas econmicas significativas no pas. Entre elas, a

Questão 18
2010História

(FUVEST - 2010 - 2 fase - Questo 18) O texto (I) e a imagem (II) abaixo foram produzidos por viajantes europeus que estiveram no Brasil na primeira metade do sculo XIX e procuraram retratar aspectos da sociedade que aqui encontraram. I: Como em todas as lojas, o mercador se posta por trs de um balco voltado para a porta, e sobre ele que distribui aos bebedores a aguardente chamada cachaa, cujo sabor detestvel tem algo de cobre e fumaa. Auguste de Saint-Hilaire, 1816. II: Indique elementos ou indcios presentes no texto ou na imagem que sinalizem caractersticas da poca relativas a a) fontes de energia. b) processos de industrializao. c) vida urbana.

Questão 19
2010História

(FUVEST - 2010 - 1 FASE )Cartaz de 1994 da campanha de Nelson Mandela presidncia da frica do Sul. Essa campanha representou a

Questão 19
2010Química

(FUVEST - 2010 - 2 fase - Questo 19) A proporo do istopo radioativo do carbono (), com meia-vida de, aproximadamente, 5.700 anos, constante na atmosfera. Todos os organismos vivos absorvem tal istopo por meio de fotossntese e alimentao. Aps a morte desses organismos, a quantidade incorporada do comea a diminuir exponencialmente, por no haver mais absoro. a) Balanceie a equao qumica da fotossntese, reproduzida na folha de respostas, e destaque nela o composto em que o foi incorporado ao organismo. b) Por que um pedao de carvo que contenha 25% da quantidade original de no pode ser proveniente de uma rvore do incio da era crist? c) Por que no possvel fazer a datao de objetos de bronze a partir da avaliao da quantidade de ?

Questão 20
2010Português

(FUVEST - 2010 - 1 FASE ) Belo Horizonte, 28 de julho de 1942. Meu caro Mrio, Estou te escrevendo rapidamente, se bem que haja muitssima coisa que eu quero te falar (a respeito da Conferncia, que acabei de ler agora). Vem-me uma vontade imensa de desabafar com voc tudo o que ela me fez sentir. Mas longo, no tenho o direito de tomar seu tempo e te chatear. Fernando Sabino. Neste trecho de uma carta de Fernando Sabino a Mrio de Andrade, o emprego de linguagem informal bem evidente em

Questão 20
2010Matemática

(FUVEST - 2010 - 2 fase - Questo 20) Leia a charge e responda. a) Que motivo levou Mafalda a pedir para ir ao banheiro? b) Enuncie e resolva o problema matemtico apresentado Mafalda.

Questão 21
2010Português

(FUVEST - 2010 - 1 FASE ) Texto para as questes 20 e 21 Belo Horizonte, 28 de julho de 1942. Meu caro Mrio, Estou te escrevendo rapidamente, se bem que haja muitssima coisa que eu quero te falar (a respeito da Conferncia, que acabei de ler agora). Vem-me uma vontade imensa de desabafar com voc tudo o que ela me fez sentir. Mas longo, no tenho o direito de tomar seu tempo e te chatear. Fernando Sabino. No texto, o conectivo se bem que estabelece relao de

Questão 22
2010Português

(FUVEST - 2010 - 1 FASE ) Desde pequeno, tive tendncia para personificar as coisas. Tia Tula, que achava que mormao fazia mal, sempre gritava: Vem pra dentro, menino, olha o mormao! Mas eu ouvia o mormao com M maisculo. Mormao, para mim, era um velho que pegava crianas! Ia pra dentro logo. E ainda hoje, quando leio que algum se viu perseguido pelo clamor pblico, vejo com estes olhos o Sr. Clamor Pblico, magro, arquejante, de preto, brandindo um guarda-chuva, com um gog protuberante que se abaixa e levanta no excitamento da perseguio. E j estava devidamente grandezinho, pois devia contar uns trinta anos, quando me fui, com um grupo de colegas, a ver o lanamento da pedra fundamental da ponte Uruguaiana-Libres, ocasio de grandes solenidades, com os presidentes Justo e Getlio, e gente muita, tanto assim que fomos alojados os do meu grupo num casaro que creio fosse a Prefeitura, com os demais jornalistas do Brasil e Argentina. Era como um alojamento de quartel, com breve espao entre as camas e todas as portas e janelas abertas, tudo com os alegres incmodos e duvidosos encantos de uma coletividade democrtica. Pois l pelas tantas da noite, como eu pressentisse, em meu entredormir, um vulto junto minha cama, sentei-me estremunhado* e olhei atnito para um tipo de chiru*, ali parado, de bigodes cados, pala pendente e chapu descido sobre os olhos. Diante da minha muda interrogao, ele resolveu explicar-se, com a devida calma: Pois ! No v que eu sou o sereno... Mrio Quintana, As cem melhores crnicas brasileiras. *Glossrio: estremunhado: mal acordado. chiru: que ou aquele que tem pele morena, traos acaboclados (regionalismo: Sul do Brasil). No incio do texto, o autor declara sua tendncia para personificar as coisas. Tal tendncia se manifesta na personificao dos seguintes elementos:

Questão 23
2010Português

(FUVEST - 2010 - 1 FASE ) Desde pequeno, tive tendncia para personificar as coisas. Tia Tula, que achava que mormao fazia mal, sempre gritava: Vem pra dentro, menino, olha o mormao! Mas eu ouvia o mormao com M maisculo. Mormao, para mim, era um velho que pegava crianas! Ia pra dentro logo. E ainda hoje, quando leio que algum se viu perseguido pelo clamor pblico, vejo com estes olhos o Sr. Clamor Pblico, magro, arquejante, de preto, brandindo um guarda-chuva, com um gog protuberante que se abaixa e levanta no excitamento da perseguio. E j estava devidamente grandezinho, pois devia contar uns trinta anos, quando me fui, com um grupo de colegas, a ver o lanamento da pedra fundamental da ponte Uruguaiana-Libres, ocasio de grandes solenidades, com os presidentes Justo e Getlio, e gente muita, tanto assim que fomos alojados os do meu grupo num casaro que creio fosse a Prefeitura, com os demais jornalistas do Brasil e Argentina. Era como um alojamento de quartel, com breve espao entre as camas e todas as portas e janelas abertas, tudo com os alegres incmodos e duvidosos encantos de uma coletividade democrtica. Pois l pelas tantas da noite, como eu pressentisse, em meu entredormir, um vulto junto minha cama, sentei-me estremunhado* e olhei atnito para um tipo de chiru*, ali parado, de bigodes cados, pala pendente e chapu descido sobre os olhos. Diante da minha muda interrogao, ele resolveu explicar-se, com a devida calma: Pois ! No v que eu sou o sereno... Mrio Quintana,As cem melhores crnicas brasileiras. *Glossrio: estremunhado: mal acordado. chiru: que ou aquele que tem pele morena, traos acaboclados (regionalismo: Sul do Brasil). A caracterizao ambivalente da coletividade democrtica (L. 20 e 21), feita com humor pelo cronista, ocorre tambm na seguinte frase relativa democracia:

Questão 24
2010Português

(FUVEST - 2010 - 1 FASE ) Desde pequeno, tive tendncia para personificar as coisas. Tia Tula, que achava que mormao fazia mal, sempre gritava: Vem pra dentro, menino, olha o mormao! Mas eu ouvia o mormao com M maisculo. Mormao, para mim, era um velho que pegava crianas! Ia pra dentro logo. E ainda hoje, quando leio que algum se viu perseguido pelo clamor pblico, vejo com estes olhos o Sr. Clamor Pblico, magro, arquejante, de preto, brandindo um guarda-chuva, com um gog protuberante que se abaixa e levanta no excitamento da perseguio. E j estava devidamente grandezinho, pois devia contar uns trinta anos, quando me fui, com um grupo de colegas, a ver o lanamento da pedra fundamental da ponte Uruguaiana-Libres, ocasio de grandes solenidades, com os presidentes Justo e Getlio, e gente muita, tanto assim que fomos alojados os do meu grupo num casaro que creio fosse a Prefeitura, com os demais jornalistas do Brasil e Argentina. Era como um alojamento de quartel, com breve espao entre as camas e todas as portas e janelas abertas, tudo com os alegres incmodos e duvidosos encantos de uma coletividade democrtica. Pois l pelas tantas da noite, como eu pressentisse, em meu entredormir, um vulto junto minha cama, sentei-me estremunhado* e olhei atnito para um tipo de chiru*, ali parado, de bigodes cados, pala pendente e chapu descido sobre os olhos. Diante da minha muda interrogao, ele resolveu explicar-se, com a devida calma: Pois ! No v que eu sou o sereno... Mrio Quintana,As cem melhores crnicas brasileiras. *Glossrio: estremunhado: mal acordado. chiru: que ou aquele que tem pele morena, traos acaboclados (regionalismo: Sul do Brasil). Considerando que silepse a concordncia que se faz no com a forma gramatical das palavras, mas com seu sentido, com a ideia que elas representam, indique o fragmento em que essa figura de linguagem se manifesta.

Questão 25
2010Português

(FUVEST - 2010 - 1 FASE ) Desde pequeno, tive tendncia para personificar as coisas. Tia Tula, que achava que mormao fazia mal, sempre gritava: Vem pra dentro, menino, olha o mormao! Mas eu ouvia o mormao com M maisculo. Mormao, para mim, era um velho que pegava crianas! Ia pra dentro logo. E ainda hoje, quando leio que algum se viu perseguido pelo clamor pblico, vejo com estes olhos o Sr. Clamor Pblico, magro, arquejante, de preto, brandindo um guarda-chuva, com um gog protuberante que se abaixa e levanta no excitamento da perseguio. E j estava devidamente grandezinho, pois devia contar uns trinta anos, quando me fui, com um grupo de colegas, a ver o lanamento da pedra fundamental da ponte Uruguaiana-Libres, ocasio de grandes solenidades, com os presidentes Justo e Getlio, e gente muita, tanto assim que fomos alojados os do meu grupo num casaro que creio fosse a Prefeitura, com os demais jornalistas do Brasil e Argentina. Era como um alojamento de quartel, com breve espao entre as camas e todas as portas e janelas abertas, tudo com os alegres incmodos e duvidosos encantos de uma coletividade democrtica. Pois l pelas tantas da noite, como eu pressentisse, em meu entredormir, um vulto junto minha cama, sentei-me estremunhado* e olhei atnito para um tipo de chiru*, ali parado, de bigodes cados, pala pendente e chapu descido sobre os olhos. Diante da minha muda interrogao, ele resolveu explicar-se, com a devida calma: Pois ! No v que eu sou o sereno... Mrio Quintana,As cem melhores crnicas brasileiras. *Glossrio: estremunhado: mal acordado. chiru: que ou aquele que tem pele morena, traos acaboclados (regionalismo: Sul do Brasil). No contexto em que ocorre, a frase estava devidamente grandezinho, pois devia contar uns trinta anos (L. 11 e 12 ) constitui

Questão 26
2010Português

(FUVEST - 2010 - 1 FASE ) H 1,5 milho de anos, ancestrais do homem moderno deixaram pegadas quando atravessaram um campo lamacento nas proximidades do Ileret, no norte do Qunia. Uma equipe internacional de pesquisadores descobriu essas marcas recentemente e mostrou que elas so muito parecidas com as do Homo sapiens: o arco do p alongado, os dedos so curtos, arqueados e alinhados. Tambm, o tamanho, a profundidade das pegadas e oespaamento entre elas refletem a altura, o peso e o modo de caminhar atual. Anteriormente, houve outras descobertas arqueolgicas, como, por exemplo, as feitas na Tanznia, em 1978, que revelaram pegadas de 3,7 milhes de anos, mas com uma anatomia semelhante de macacos. Os pesquisadores acreditam que as marcas recm-descobertas pertenceram ao Homo erectus. Revista FAPESP, n 157, maro de 2009. Adaptado. No texto, a sequncia temporal estabelecida principalmente pelas expresses:

Questão 27
2010Português

(FUVEST -2010 - 1 FASE ) H 1,5 milho de anos, ancestrais do homem moderno deixaram pegadas quando atravessaram um campo lamacento nas proximidades do Ileret, no norte do Qunia. Uma equipe internacional de pesquisadores descobriu essas marcas recentemente e mostrou que elas so muito parecidas com as do Homo sapiens: o arco do p alongado, os dedos so curtos, arqueados e alinhados. Tambm, o tamanho, a profundidade das pegadas e oespaamento entre elas refletem a altura, o peso e o modo de caminhar atual. Anteriormente, houve outras descobertas arqueolgicas, como, por exemplo, as feitas na Tanznia, em 1978, que revelaram pegadas de 3,7 milhes de anos, mas com uma anatomia semelhante de macacos. Os pesquisadores acreditam que as marcas recm-descobertas pertenceram ao Homo erectus. Revista FAPESP, n 157, maro de 2009. Adaptado. No trecho semelhante de macacos, fica subentendida uma palavra j empregada na mesma frase. Um recurso lingustico desse tipo tambm est presente no trecho assinalado em:

Questão 28
2010Português

(FUVEST -2010 - 1 FASE ) [Jos Dias] Teve um pequeno legado no testamento, uma aplice e quatro palavras de louvor. Copiou as palavras, encaixilhou-as e pendurou-as no quarto, por cima da cama. Esta a melhor aplice, dizia ele muita vez. Com o tempo, adquiriu certa autoridade na famlia, certa audincia, ao menos; no abusava, e sabia opinar obedecendo. Ao cabo, era amigo, no direi timo, mas nem tudo timo neste mundo. E no lhe suponhas alma subalterna; as cortesiasque fizesse vinham antes do clculo que da ndole. A roupa durava-lhe muito; ao contrrio das pessoas que enxovalham depressa o vestido novo, ele trazia o velho escovado e liso, cerzido, abotoado, de uma elegncia pobre e modesta. Era lido, posto que de atropelo, o bastante para divertir ao sero e sobremesa, ou explicar algum fenmeno, falar dos efeitos do calor e do frio, dos polos e de Robespierre. Contava muita vez uma viagem que fizera Europa, e confessava que a no sermos ns, j teria voltado para l; tinha amigos em Lisboa, mas a nossa famlia, dizia ele, abaixo de Deus, era tudo. Machado de Assis, Dom Casmurro. No texto, o narrador diz que Jos Dias sabia opinar obedecendo. Considerada no contexto da obra, essa caracterstica da personagem motivada, principalmente, pelo fato de Jos Dias ser

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