Gabarito FUVEST - Provas Anteriores

ITA
IME
ENEM
FUVEST
UNICAMP
UNESP
ESPCEX
AFA
Questão 9
2006Português

(FUVEST - 2006 - 1 FASE ) Leia: o Kramer apaixonou-se por uma corista que se chamava Olga. por algum motivo nunca conseguiam encontrar-se. ele gritava passando pela casa de Olga, manhzinha (ela dormia): Olga, Olga, hoje estou de folga! mas nunca se viam e penso que ele sabia que se efetivamente se deitasse com ela o sonho terminaria. sbio Kramer. nunca mais o vi. h sonhos que devem permanecer nas gavetas, nos cofres, trancados at o nosso fim. e por isso passveis de serem sonhados a vida inteira. (Hilda Hilst, Estar sendo. Ter sido.) OBSERVAES: O emprego sistemtico de minscula na abertura de perodo opo estilstica da autora. Corista = atriz/bailarina que figura em espetculo de teatro musicado. No trecho h sonhos que devem permanecer nas gavetas, nos cofres, trancados at o nosso fim., o recurso de estilo que no ocorre

Questão 10
2006Biologia

(FUVEST - 2006)No desenho abaixo, esto representados dois cromossomos de uma clula que resultou da 1 diviso da meiose de um indivduo heterozigtico AaBb. Esquematize esses cromossomos, com os genes mencionados, a) no final da interfase da clula que originou a clula do desenho. b) nas clulas resultantes da 2 diviso meitica da clula do desenho. c) em todas as clulas resultantes da meiose que originou a clula do desenho.

Questão 10
2006Português

(FUVEST - 2006 - 1 FASE ) A televiso tem de ser vista ...... um prisma crtico, principalmente as telenovelas, ..... audincia significativa. Temos de procurar saber ..... elas prendem tanto os telespectadores. Preenchem de modo correto as lacunas acima, respectivamente,

Questão 10
2006Português

(FUVEST - 2006) Havia cinco anos que D. Felicidade o amava. (...) Accio tornara-se a sua mania: admirava a sua figura e a sua gravidade, arregalava grandes olhos para a sua eloqncia, achava-o numa linda posio. O Conselheiro era a sua ambio e o seu vcio! Havia sobretudo nele uma beleza, cuja contemplao demorada a estonteava como um vinho forte; era a calva. Sempre tivera o gosto perverso de certas mulheres pela calva dos homens, e aquele apetite insatisfeito inflamara-se com a idade. Quando se punha a olhar para a calva do Conselheiro, larga, redonda, polida, brilhante s luzes, uma transpirao ansiosa umedecia-lhe as costas, os olhos dardejavam-lhe, tinha uma vontade absurda, vida de lhe deitar as mos, palp-la, sentir-lhe as formas, amass-la, penetrar-se dela! Mas disfarava, punha-se a falar alto com um sorriso parvo, abanava-se convulsivamente, e o suor gotejava-lhe nas roscas anafadas* do pescoo. Ia para casa rezar estaes, impunha-se penitncias de muitas coroas Virgem; mas apenas as oraes findavam, comeava o temperamento a latejar. E a boa, a pobre D. Felicidade tinha agora pesadelos lascivos e as melancolias do histerismo velho. Ea de Queirs, O primo Baslio. * anafadas = gordas a) Qual a escola literria cujas caractersticas mais se fazem sentir neste trecho? Justifique brevemente sua resposta. b) Considere a seguinte afirmao: Em Ea de Queirs, a stira e a caricatura tornam-se, com frequncia, cruis e sombrias, por isso mesmo incompatveis com o riso e o humor. Essa afirmao aplica-se ao trecho acima reproduzido? Justifique sucintamente sua resposta.

Questão 10
2006Geografia

(FUVEST - 2006) a) Identifique a formao vegetal representada e sua rea de ocorrncia original. b) Considerando ao menos um fator de ordem fsica, explique por que essa formao tem ocorrncias fora de sua rea nuclear. c) Identifique trs das principais atividades econmicas que promoveram a substituio de tal formao vegetal.

Questão 10
2006Matemática

(FUVEST - 2006) a) Determine os pontos A e B do plano cartesiano nos quais os grficos de e se interceptam. b) Sendo O a origem, determine o ponto C no quarto quadrante que satisfaz e que pertence reta x=2.

Questão 10
2006História

(FUVEST - 2006)A crise poltica que o Brasil vem enfrentando desde junho deste ano no teria ocorrido nos tempos da ditadura militar. S a democracia permite o debate pblico. De um observador, em setembro de 2005. Essa frase remete s diferenas nas relaes entre Estado e sociedade no perodo da ditadura militar e na democracia presente. Discorra sobre algumas dessas diferenas no que se refere a) ao poder legislativo e aos partidos polticos. b) imprensa.

Questão 11
2006Português

(FUVEST - 2006 - 1 FASE ) Os verbos esto corretamente empregados apenas na frase:

Questão 12
2006Português

(FUVEST -2006 - 1 FASE ) Noite de S. Joo para alm do muro do meu quintal. Do lado de c, eu sem noite de S. Joo. Porque h S. Joo onde o festejam. Para mim h uma sombra de luz de fogueiras na noite, Um rudo de gargalhadas, os baques dos saltos. E um grito casual de quem no sabe que eu existo. (Alberto Caeiro, Poesia.) Considerando-se este poema no contexto das tendncias dominantes da poesia de Caeiro,pode-se afirmar que, neste texto, o afastamento da festa de So Joo vivido pelo eu-lricocomo

Questão 13
2006Português

(FUVEST -2006 - 1 FASE ) Quando ontem adormeci Na noite de So Joo Havia alegria e rumor Estrondos de bombas luzes de Bengala Vozes cantigas e risos Ao p das fogueiras acesas. No meio da noite despertei No ouvi mais vozes nem risos (...) Onde estavam os que h pouco Danavam Cantavam E riam Ao p das fogueiras acesas? - Estavam todos dormindo Estavam todos deitados Dormindo Profundamente Quando eu tinha seis anos No pude ver o fim da festa de So Joo Porque adormeci Hoje no ouo mais as vozes daquele tempo Minha av Meu av Totnio Rodrigues Tomsia Rosa Onde esto todos eles? - Esto todos dormindo Esto todos deitados Dormindo Profundamente. (Manuel Bandeira, Libertinagem.) No conhecido poema de Bandeira, aqui parcialmente reproduzido, a experincia do afastamento da festa de So Joo

Questão 14
2006Português

(FUVEST - 2006 - 1 FASE ) Um homem precisa viajar. Por sua conta, no por meio de histrias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e ps, para entender o que seu. Para um dia plantar as suas prprias rvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para conhecer o calor. E o oposto. Sentir a distncia e o desabrigo para estar bem sob o prprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que no conhece para quebrar essa arrogncia que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e no simplesmente como ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que no vimos, quando deveramos ser alunos, e simplesmente ir ver. Amyr Klink, Mar sem fim. A repetio de precisa viajar acentua, no contexto, o valor daquelas experincias que

Questão 15
2006Português

(FUVEST - 2006 - 1 FASE ) Um homem precisa viajar. Por sua conta, no por meio de histrias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e ps, para entender o que seu. Para um dia plantar as suas prprias rvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para conhecer o calor. E o oposto. Sentir a distncia e o desabrigo para estar bem sob o prprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que no conhece para quebrar essa arrogncia que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e no simplesmente como ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que no vimos, quando deveramos ser alunos, e simplesmente ir ver. Amyr Klink, Mar sem fim. Na frase que nos faz professores e doutores do que no vimos, o pronome sublinhado retoma a expresso antecedente

Questão 16
2006Português

(FUVEST - 2006 - 1 FASE ) Costuma-se reconhecer que tanto O primo Baslio quanto as Memrias pstumas de Brs Cubas possuem notvel contedo de crtica social. Apesar das muitas diferenas que separam os dois romances, em ambos essa crtica

Questão 17
2006Português

(FUVEST - 2006 - 1 FASE ) impossvel colocar em srie exata os fatos da infncia porque h aqueles que j acontecem permanentes, que vm para ficar e doer, que nunca mais so esquecidos, que so sempre trazidos tempo afora, como se fossem dagora. a carga. H os outros, midos fatos, incolores e quase sem som que mal se deram, a memria os atira nos abismos do esquecimento. Mesmo prximos eles viram logo passado remoto. Surgem s vezes, na lembrana, como se fossem uma incongruncia. S aparentemente sem razo, porque no h associao de idias que seja ilgica. O que assim parece, em verdade, liga-se e harmoniza-se no subconsciente pelas razes subterrneas razes lgicas! de que emergem os pequenos caules isolados aparentemente ilgicos! s aparentemente! s vezes chegados memria vindos do esquecimento, que outra funo ativa dessa mesma memria. Pedro Nava, Ba de ossos. Ao analisar os processos da memria, o autor manifesta a convico de que

Questão 18
2006Português

(FUVEST - 2006 - 1 FASE ) impossvel colocar em srie exata os fatos da infncia porque h aqueles que j acontecem permanentes, que vm para ficar e doer, que nunca mais so esquecidos, que so sempre trazidos tempo afora, como se fossem dagora. a carga. H os outros, midos fatos, incolores e quase sem som que mal se deram, a memria os atira nos abismos do esquecimento. Mesmo prximos eles viram logo passado remoto. Surgem s vezes, na lembrana, como se fossem uma incongruncia. S aparentemente sem razo, porque no h associao de idias que seja ilgica. O que assim parece, em verdade, liga-se e harmoniza-se no subconsciente pelas razes subterrneas razes lgicas! de que emergem os pequenos caules isolados aparentemente ilgicos! s aparentemente! s vezes chegados memria vindos do esquecimento, que outra funo ativa dessa mesma memria. Pedro Nava,Ba de ossos. A expresso O que assim parece tem, no contexto, o sentido de

NOVIDADES
Kuadro