Gabarito FUVEST - Provas Anteriores

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Questão 52
2007Geografia

(FUVEST - 2007 - 1a fase) Considere as seguintes afirmaes sobre a frica Sub-Saariana. I. Um dos motivos que justificam os conflitos violentos, nessa parte do continente, o da necessidade de controle dos recursos minerais a abundantes. II. A violncia e a impunidade a presentes representam desrespeito Declarao dos Direitos Humanos e s Leis Internacionais sobre Refugiados. III. A assistncia ao desenvolvimento dos pases que a compem foi incrementada em 40% pelos pases ricos, entre os anos 1990-1999. IV. A frica Sub-Saariana vem sofrendo limitaes no desenvolvimento de sua produo local, devido ao fato de estar fora das prioridades dos mercados mundiais. Est correto apenas o que se afirma em

Questão 53
2007Geografia

(FUVEST - 2007 - 1a fase) As geleiras da foto podem ser utilizadas como indicadores da tendncia de aumento das temperaturas globais, pois

Questão 54
2007Geografia

(FUVEST - 2007 - 1a fase)Desde a dcada de 1990, o Brasil vem incrementando a importncia do gs natural na matriz energtica nacional, abrindo-se, a partir da, a possibilidade de integrao econmica com pases vizinhos. A prova disto est

Questão 55
2007Geografia

(FUVEST - 2007 - 1a fase) Observe os mapas. A correspondncia existente entre as reas dos principais estoques subterrneos de gua e as reas de bacias sedimentares pode ser explicada, dentre outros, pelo fato de

Questão 56
2007Geografia

(FUVEST - 2007 - 1a fase) Fonte: Ross, Ecogeografia do Brasil, 2006. As reas assinaladas representam conjuntos de municpios brasileiros, que so os maiores

Questão 57
2007Geografia

(FUVEST - 2007 - 1a fase) Porque todos os crregos aqui so misteriosos - somem-se solo a dentro,de repente, em fendas de calcrio, viajando, ora lguas, nos leitos subterrneos, e apontando,muito adiante, num arroto ou numa cascata de rasgo.... Joo Guimares Rosa, Sagarana, 2001. Neste trecho, o autor

Questão 58
2007Geografia

(Fuvest 2007) Analise o mapa e as frases sobre o sistema eltrico. Fonte: Thry Mello, Atlas do Brasil, 2005. I. No Brasil, apesar de a maior parte da produo de energia eltrica ser originria de hidreltricas, cerca de metade de seu territrio utiliza, predominantemente, energia produzida por termeltricas. II. O Brasil apresenta vastas reas ainda no interligadas ao sistema eltrico, pois a tecnologia para se transportar energia entre grandes distncias ainda pouco conhecida no pas. III. O aproveitamento hidreltrico est prximo de seu limite nas principais regies consumidoras do Brasil, o que fez aumentar, a cada ano da ltima dcada, a gerao de energia eltrica por fontes alternativas, como a nuclear e a de carvo. Est correto o que se afirma em

Questão 59
2007Geografia

(FUVEST - 2007 - 1a fase) As atuais dificuldades de saneamento e abastecimento, observadas na Metrpole de So Paulo, so devidas, entre outros fatores, a processos (I)________ de apropriao e uso de recursos hdricos. A (II)________ do rio Pinheiros, por exemplo, realizada na primeira metade do sculo XX, para gerao de energia na escarpa da Serra do Mar, prejudicou o uso, para abastecimento, de parte da represa Billings. Por outro lado, a urbanizao das ltimas dcadas em reas de (III)________ aumentou a degradao dos escassos recursos hdricos superficiais. As lacunas do texto sero corretamente preenchidas respectivamente por:

Questão 60
2007Português

(FUVEST - 2007 - 1a fase) No trecho da cano de Paulinho da Viola e nos quadrinhos de Juarez Machado, representa-se um desencontro, cuja razo maior est

Questão 61
2007Português

(FUVEST - 2007 - 1a fase) O uso reiterado das reticncias na letra da cano denota o propsito de marcar, na escrita,

Questão 62
2007Português

(FUVEST - 2007 - 1a fase) O anncio luminoso de um edifcio em frente, acendendo e apagando, dava banhos intermitentes de sangue na pele de seu brao repousado, e de sua face. Ela estava sentada junto janela e havia luar; e nos intervalos desse banho vermelho ela era toda plida e suave. Na roda havia um homem muito inteligente que falava muito; havia seu marido, todo bovino; um pintor louro e nervoso; uma senhora recentemente desquitada, e eu. Para que recensear a roda que falava de poltica e de pintura? Ela no dava ateno a ningum. Quieta, s vezes sorrindo quando algum lhe dirigia a palavra, ela apenas mirava o prprio brao, atenta mudana da cor. Senti que ela frua nisso um prazer silencioso e longo. Muito!, disse quando algum lhe perguntou se gostara de um certo quadro e disse mais algumas palavras; mas mudou um pouco a posio do brao e continuou a se mirar, interessada em si mesma, com um ar sonhador. Rubem Braga, A mulher que ia navegar. O termo sublinhado no trecho Senti que ela frua nisso um prazer silencioso e longo refere-se, no texto,

Questão 63
2007Português

(FUVEST - 2007 - 1a fase) O anncio luminoso de um edifcio em frente, acendendo e apagando, dava banhos intermitentes de sangue na pele de seu brao repousado, e de sua face. Ela estava sentada junto janela e havia luar; e nos intervalos desse banho vermelho ela era toda plida e suave. Na roda havia um homem muito inteligente que falava muito; havia seu marido, todo bovino; um pintor louro e nervoso; uma senhora recentemente desquitada, e eu. Para que recensear a roda que falava de poltica e de pintura? Ela no dava ateno a ningum. Quieta, s vezes sorrindo quando algum lhe dirigia a palavra, ela apenas mirava o prprio brao, atenta mudana da cor. Senti que ela frua nisso um prazer silencioso e longo. Muito!, disse quando algum lhe perguntou se gostara de um certo quadro e disse mais algumas palavras; mas mudou um pouco a posio do brao e continuou a se mirar, interessada em si mesma, com um ar sonhador. Rubem Braga, A mulher que ia navegar. Entre os dois segmentos nos intervalos desse banho vermelho e ela era toda plida e suave, expressa-se um contraste que tambm ocorre entre

Questão 64
2007Português

(FUVEST - 2007 - 1a fase) O anncio luminoso de um edifcio em frente, acendendo e apagando, dava banhos intermitentes de sangue na pele de seu brao repousado, e de sua face. Ela estava sentada junto janela e havia luar; e nos intervalos desse banho vermelho ela era toda plida e suave. Na roda havia um homem muito inteligente que falava muito; havia seu marido, todo bovino; um pintor louro e nervoso; uma senhora recentemente desquitada, e eu. Para que recensear a roda que falava de poltica e de pintura? Ela no dava ateno a ningum. Quieta, s vezes sorrindo quando algum lhe dirigia a palavra, ela apenas mirava o prprio brao, atenta mudana da cor. Senti que ela frua nisso um prazer silencioso e longo. Muito!, disse quando algum lhe perguntou se gostara de um certo quadro - e disse mais algumas palavras; mas mudou um pouco a posio do brao e continuou a se mirar, interessada em si mesma, com um ar sonhador. Rubem Braga, A mulher que ia navegar. Muito!, disse quando algum lhe perguntou se gostara de um certo quadro. Se a pergunta a que se refere o trecho fosse apresentada em discurso direto, a forma verbal correspondente a gostara seria

Questão 65
2007Português

(FUVEST - 2007 - 1a fase) Sou feliz pelos amigos que tenho. Um deles muito sofre pelo meu descuido com o vernculo. Por alguns anos ele sistematicamente me enviava missivas eruditas com precisas informaes sobre as regras da gramtica, que eu no respeitava, e sobre a grafia correta dos vocbulos, que eu ignorava. Fi-lo sofrer pelo uso errado que fiz de uma palavra no ltimo Quarto de Badulaques. Acontece que eu, acostumado a conversar com a gente das Minas Gerais, falei em varreo do verbo varrer. De fato, tratava-se de um equvoco que, num vestibular, poderia me valer uma reprovao. Pois o meu amigo, paladino da lngua portuguesa, se deu ao trabalho de fazer um xerox da pgina 827 do dicionrio (...). O certo varrio, e no varreo. Mas estou com medo de que os mineiros da roa faam troa de mim, porque nunca os ouvi falar de varrio. E se eles rirem de mim no vai me adiantar mostrar-lhes o xerox da pgina do dicionrio (...). Porque para eles no o dicionrio que faz a lngua. o povo. E o povo, l nas montanhas de Minas Gerais, fala varreo, quando no barreo. O que me deixa triste sobre esse amigo oculto que nunca tenha dito nada sobre o que eu escrevo, se bonito ou se feio. Toma a minha sopa, no diz nada sobre ela, mas reclama sempre que o prato est rachado. Rubem Alves http://rubemalves.uol.com.br/quartodebadulaques Ao manifestar-se quanto ao que seja correto ou incorreto no uso da lngua portuguesa, o autor revela sua preocupao em

Questão 66
2007Português

(FUVEST - 2007 - 1a fase) Sou feliz pelos amigos que tenho. Um deles muito sofre pelo meu descuido com o vernculo. Por alguns anos ele sistematicamente me enviava missivas eruditas com precisas informaes sobre as regras da gramtica, que eu no respeitava, e sobre a grafia correta dos vocbulos, que eu ignorava. Fi-lo sofrer pelo uso errado que fiz de uma palavra no ltimo Quarto de Badulaques. Acontece que eu, acostumado a conversar com a gente das Minas Gerais, falei em varreo do verbo varrer. De fato, tratava-se de um equvoco que, num vestibular, poderia me valer uma reprovao. Pois o meu amigo, paladino da lngua portuguesa, se deu ao trabalho de fazer um xerox da pgina 827 do dicionrio (...). O certo varrio, e no varreo. Mas estou com medo de que os mineiros da roa faam troa de mim, porque nunca os ouvi falar de varrio. E se eles rirem de mim no vai me adiantar mostrar-lhes o xerox da pgina do dicionrio (...). Porque para eles no o dicionrio que faz a lngua. o povo. E o povo, l nas montanhas de Minas Gerais, fala varreo, quando no barreo. O que me deixa triste sobre esse amigo oculto que nunca tenha dito nada sobre o que eu escrevo, se bonito ou se feio. Toma a minha sopa, no diz nada sobre ela, mas reclama sempre que o prato est rachado. Rubem Alves http://rubemalves.uol.com.br/quartodebadulaques O amigo chamado de paladino da lngua portuguesa porque

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