Gabarito FUVEST - Provas Anteriores

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Questão 6
2005Química

(FUVEST - 2005 - 2FASE)A L-isoleucina um aminocido que, em milhares de anos, se transforma no seu ismero, a D-isoleucina. Assim, quando um animal morre e aminocidos deixam de ser incorporados, o quociente entre as quantidades, em mol, de D-isoleucina e de L-isoleucina, que igual a zero no momento da morte, aumenta gradativamente at atingir o valor da constante de equilbrio. A determinao desses aminocidos, num fssil, permite dat-lo. O grfico traz a frao molar de L-isoleucina, em uma mistura dos ismeros D e L, em funo do tempo . a) Leia no grfico as fraes molares de L-isoleucina indicadas com uma cruz e construa uma tabela com esses valores e com os tempos correspondentes. b) Complete sua tabela com os valores da frao molar de D-isoleucina formada nos tempos indicados. Explique. c) Calcule a constante do equilbrio da isomerizao L-isoleucina D-isoleucina d) Qual a idade de um osso fssil em que o quociente entre as quantidades de D-isoleucina e L-isoleucina igual a 1?

Questão 6
2005Biologia

(FUVEST - 2005 - 2FASE)Foram realizados cruzamentos entre uma linhagem pura de plantas de ervilha com flores prpuras e gros de plen longos e outra linhagem pura, com flores vermelhas e gros de plen redondos. Todas as plantas produzidas tinham flores prpuras e gros de plen longos. Cruzando-se essas plantas heterozigticas com plantas da linhagem pura de flores vermelhas e gros de plen redondos, foram obtidas 160 plantas: 62 com flores prpuras e gros de plen longos, 66 com flores vermelhas e gros de plen redondos, 17 com flores prpuras e gros de plen redondos, 15 com flores vermelhas e gros de plen longos. Essas freqncias fenotpicas obtidas no esto de acordo com o esperado, considerando-se a Segunda Lei de Mendel (Lei da Segregao Independente). a) De acordo com a Segunda Lei de Mendel, quais so as freqncias esperadas para os fentipos? b) Explique a razo das diferenas entre as freqncias esperadas e as observadas.

Questão 6
2005Português

(FUVEST - 2005 - 2FASE)s seis da tarde s seis da tarde as mulheres choravam no banheiro. No choravam por isso ou por aquilo choravam porque o pranto subia garganta acima mesmo se os filhos cresciam com boa sade se havia comida no fogo e se o marido lhes dava do bom e do melhor choravam porque no cu alm do basculante o dia se punha porque uma nsia uma dor uma gastura era s o que sobrava dos seus sonhos. Agora s seis da tarde as mulheres regressam do trabalho o dia se pe os filhos crescem o fogo espera e elas no podem no querem chorar na conduo. (Marina Colasanti Gargantas abertas) Basculante = um tipo de janela. Gastura = inquietao nervosa, aflio, mal-estar. a) O texto faz ver que mudanas histricas ocorridas na situao de vida das mulheres no alteraram substancialmente sua condio subjetiva. Concorda com essa afirmao? Justifique sucintamente. b) No poema, o emprego dos tempos do imperfeito e do presente do indicativo deixa claro que apenas um deles capaz de indicar aes repetidas, durativas ou habituais. Concorda com essa afirmao? Justifique sucintamente.

Questão 7
2005Biologia

(FUVEST - 2005 - 2FASE)O grfico abaixo indica a transpirao de uma rvore, num ambiente em que a temperatura permaneceu em torno dos 20o C, num ciclo de 24 horas. a) Em que perodo (A, B, C ou D) a absoro de gua, pela planta, a menor? b) Em que perodo ocorre a abertura mxima dos estmatos? c) Como a concentrao de gs carbnico afeta a abertura dos estmatos? d) Como a luminosidade afeta a abertura dos estmatos?

Questão 7
2005Português

(FUVEST - 2005 - 1 FASE)Texto para as questes O filme Cazuza O tempo no pra me deixou numa espcie de felicidade pensativa. Tento explicar por qu. Cazuza mordeu a vida com todos os dentes. A doena e a morte parecem ter-se vingado de sua paixo exagerada de viver. impossvel sair da sala de cinema sem se perguntar mais uma vez: o que vale mais, a preservao de nossas foras, que garantiria uma vida mais longa, ou a livre procura da mxima intensidade e variedade de experincias? Digo que a pergunta se apresenta mais uma vez porque a questo hoje trivial e, ao mesmo tempo, persecutria. (...) Obedecemos a uma proliferao de regras que so ditadas pelos progressos da preveno. Ningum imagina que comer banha, fumar, tomar pinga, transar sem camisinha e combinar, sei l, nitratos com Viagra seja uma boa idia. De fato no . primeira vista, parece lgico que concordemos sem hesitao sobre o seguinte: no h ou no deveria haver prazeres que valham um risco de vida ou, simplesmente, que valham o risco de encurtar a vida. De que adiantaria um prazer que, por assim dizer, cortasse o galho sobre o qual estou sentado? Os jovens tm uma razo bsica para desconfiar de uma moral prudente e um pouco avara que sugere que escolhamos sempre os tempos suplementares. que a morte lhes parece distante, uma coisa com a qual a gente se preocupar mais tarde, muito mais tarde. Mas sua vontade de caminhar na corda bamba e sem rede no apenas a inconscincia de quem pode esquecer que o tempo no pra. tambm (e talvez sobretudo) um questionamento que nos desafia: para disciplinar a experincia, ser que temos outras razes que no sejam s a deciso de durar um pouco mais? (Contardo Calligaris, Folha de S. Paulo) As opes de vida que se caracterizam pela preservao de nossas foras e pela procura da mxima intensidade e variedade de experincias esto metaforizadas no texto, respectivamente, pelas expresses:

Questão 7
2005Geografia

(FUVEST - 2005 - 2FASE)Portos secos so recintos alfandegados de uso pblico, situados em zona secundria, nas quais so executadas operaes de movimentao, armazenagem e despacho aduaneiro de mercadorias e de bagagens, sob responsabilidade da Secretaria da Receita Federal. Seu funcionamento tem permitido a interiorizao desses servios no pas, antes realizados principalmente em portos e aeroportos. Fonte: Adapt. Receita Federal, 2004. a) Cite duas caractersticas geogrficas do centro-oeste brasileiro que justifiquem a criao de um porto seco. b) Explique.

Questão 7
2005Química

(FUVEST - 2005 - 2FASE)Uma jovem senhora, no querendo revelar sua idade, a no ser s suas melhores amigas, convidou-as para festa de aniversrio, no sto de sua casa, que mede 3,0 m x 2,0 m x 2,0 m. O bolo de aniversrio tinha velas em nmero igual idade da jovem senhora, cada uma com 1,55 g de parafina. As velas foram queimadas inteiramente, numa reao de combusto completa. Aps a queima, a porcentagem de gs carbnico, em volume, no sto, medido nas condies-ambiente, aumentou de 0,88 %. Considere que esse aumento resultou, exclusivamente, da combusto das velas. Dados: massa molar da parafina, C22H46= 310 g mol-1 Volume molar dos gases nas condies-ambiente de presso e temperatura = 24 L mol-1 a) Escreva a equao de combusto completa da parafina. b) Calcule a quantidade de gs carbnico, em mols, no sto, aps a queima das velas. c) Qual a idade da jovem senhora? Mostre os clculos.

Questão 7
2005Matemática

(FUVEST - 2005 - 2FASE)Determine todos os valores de x pertencentes ao intervalo que satisfazem a equao cos22x= - sen2x.

Questão 7
2005Física

(FUVEST - 2005 - 2FASE)O ano de 2005 foi declarado o Ano Internacional da Fsica, em comemorao aos 100 anos da Teoria da Relatividade, cujos resultados incluem a famosa relao E = ∆m.c2 . Num reator nuclear, a energia provm da fisso do Urnio. Cada ncleo de Urnio, ao sofrer fisso, divide-se em ncleos mais leves, e uma pequena parte, ∆m, de sua massa inicial transforma-se em energia. A Usina de Angra II tem uma potncia eltrica de cerca 1350 MW, que obtida a partir da fisso de Urnio-235. Para produzir tal potncia, devem ser gerados 4000 MW na forma de calor Q. Em relao Usina de Angra II, estime a a) quantidade de calor Q, em joules, produzida em um dia. b) quantidade de massa ∆m que se transforma em energia na forma de calor, a cada dia. c) massa MU de Urnio-235, em kg, que sofre fisso em um dia, supondo que a massa ∆m, que se transforma em energia, seja aproximadamente 0,0008 (8 x 10-4) da massa MU

Questão 7
2005Português

(FUVEST - 2005 - 2FASE)Leia o seguinte poema de Manuel Bandeira: PORQUINHO-DA-NDIA Quando eu tinha seis anos Ganhei um porquinho-da-ndia. Que dor de corao me dava Porque o bichinho s queria estar debaixo do fogo! Levava ele pra sala Pra os lugares mais bonitos mais limpinhos Ele no gostava: Queria era estar debaixo do fogo. No fazia caso nenhum das minhas ternurinhas ... ⎯ O meu porquinho-da-ndia foi a minha primeira namorada. a) Aponte, no poema, dois aspectos de estilo que estejam relacionados ao tema da infncia. Explique sucintamente. b) Qual o elemento comum entre a experincia infantil e a experincia mais adulta presentes no poema? Explique sucintamente.

Questão 7
2005História

(FUVEST - 2005 - 2FASE)Com relao ao povoamento e colonizao da regio norte do Brasil, nos sculos XVII e XVIII, explique: a) As particularidades da administrao poltica e religiosa da regio. b) A importncia da explorao econmica dessa regio para a Metrpole.

Questão 8
2005Biologia

(FUVEST - 2005 - 2FASE) Num campo, vivem gafanhotos que se alimentam de plantas e servem de alimento para passarinhos. Estes so predados por gavies. Essas quatro populaes se mantiveram em nmeros estveis nas ltimas geraes. a) Qual o nvel trfico de cada uma dessas populaes? b) Explique de que modo a populao de plantas poder ser afetada se muitos gavies imigrarem para esse campo. c) Qual a trajetria dos tomos de carbono que constituem as protenas dos gavies desde sua origem inorgnica? d) Qual o papel das bactrias na introduo do nitrognio nessa cadeia alimentar?

Questão 8
2005Português

(FUVEST - 2005 - 1 FASE)Texto para as questes O filme Cazuza O tempo no pra me deixou numa espcie de felicidade pensativa. Tento explicar por qu. Cazuza mordeu a vida com todos os dentes. A doena e a morte parecem ter-se vingado de sua paixo exagerada de viver. impossvel sair da sala de cinema sem se perguntar mais uma vez: o que vale mais, a preservao de nossas foras, que garantiria uma vida mais longa, ou a livre procura da mxima intensidade e variedade de experincias? Digo que a pergunta se apresenta mais uma vez porque a questo hoje trivial e, ao mesmo tempo, persecutria. (...) Obedecemos a uma proliferao de regras que so ditadas pelos progressos da preveno. Ningum imagina que comer banha, fumar, tomar pinga, transar sem camisinha e combinar, sei l, nitratos com Viagra seja uma boa idia. De fato no . primeira vista, parece lgico que concordemos sem hesitao sobre o seguinte: no h ou no deveria haver prazeres que valham um risco de vida ou, simplesmente, que valham o risco de encurtar a vida. De que adiantaria um prazer que, por assim dizer, cortasse o galho sobre o qual estou sentado? Os jovens tm uma razo bsica para desconfiar de uma moral prudente e um pouco avara que sugere que escolhamos sempre os tempos suplementares. que a morte lhes parece distante, uma coisa com a qual a gente se preocupar mais tarde, muito mais tarde. Mas sua vontade de caminhar na corda bamba e sem rede no apenas a inconscincia de quem pode esquecer que o tempo no pra. tambm (e talvez sobretudo) um questionamento que nos desafia: para disciplinar a experincia, ser que temos outras razes que no sejam s a deciso de durar um pouco mais? (Contardo Calligaris, Folha de S. Paulo) Embora predomine no texto a linguagem formal, possvel identificar nele marcas de coloquialidade, como as expresses assinaladas em:

Questão 8
2005Geografia

(FUVEST - 2005 - 2FASE)Observe os mapas: a) Descreva o avano do desmatamento no perodo de 1950-2000, destacando as atividades econmicas predominantes. b) Analise a participao do estado nesse processo, utilizando-se de exemplos.

Questão 8
2005Química

(FUVEST - 2005 - 2FASE) cido ntrico produzido pela oxidao de amnia com excesso de oxignio, sobre um catalisador de platina, em uma seqncia de reaes exotrmicas. Um esquema simplificado desse processo a) Escreva as equaes qumicas balanceadas das reaes que ocorrem no reator, na torre de oxidao e na torre de absoro. Note que, desta ltima, sai NO(g), nela gerado. A maior parte desse gs aproveitada na prpria torre, onde h oxignio em excesso. Duas reaes principais ocorrem nessa torre. b) A velocidade da reao que ocorre na torre de oxidao, ao contrrio da velocidade da maioria das reaes qumicas, diminui com o aumento da temperatura. Baseando-se em tal informao, explique o que deve ser o dispositivo A.

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