Gabarito FUVEST - Provas Anteriores

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Questão
2011Química

(FUVEST 2011- 2 fase) Em um laboratrio, h dois frascos com solues aquosas diferentes:  cido actico de concentrao 1,0 mol/L;  cido clordrico de concentrao 4,2*10^-3 mol/L. Fazendo dois testes, em condies iguais para as duas solues, observou-se que,  ao mergulhar, nas solues, os eletrodos de um aparelho para medir a condutibilidade eltrica, a intensidade da luz da lmpada do aparelho era a mesma para as duas solues;  ao adicionar a mesma quantidade de indicador universal para cidos e bases a amostras de mesmo volume das duas solues, a colorao final observada era a mesma. a) Explique por que duas solues to diferentes exibem comportamentos to semelhantes. b) Considerando os valores fornecidos nesta questo, calcule a constante de dissociao inica do cido actico. Mostre os clculos.

Questão
2011Química

(FUVEST - 2011) Considere 4 frascos, cada um contendo diferentes substncias, a saber: Frasco 1: 100 mL de H2O(l) Frasco 2: 100 mL de soluo aquosa de cido actico de concentrao 0,5 mol/L Frasco 3: 100 mL de soluo aquosa de KOH de concentrao 1,0 mol/L Frasco 4: 100 mL de soluo aquosa de HNO3 de concentrao 1,2 mol/L A cada um desses frascos, adicionaram-se, em experimentos distintos, 100 mL de uma soluo aquosa de HC de concentrao 1,0 moI/L. Medindo-se o pH do lquido contido em cada frasco, antes e depois da adio de HC(aq), pde-se observar aumento do valor do pH somente:

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2011Redação

(FUVEST 2011) Leia o seguinte texto: Era o que ele estudava. A estrutura, quer dizer, a estrutura ele repetia e abria as mos branqussimas ao esboar o gesto redondo. Eu ficava olhando seu gesto impreciso porque uma bolha de sabo mesmo imprecisa, nem slida nem lquida, nem realidade nem sonho. Pelcula e oco. A estrutura da bolha de sabo, compreende? No compreendia. No tinha importncia. Importante era o quintal da minha meninice com seus verdes canudos de mamoeiro, quando cortava os mais tenros que sopravam as bolas maiores, mais perfeitas. Lygia Fagundes Telles, A estrutura da bolha de sabo, 1973. A estrutura da bolha de sabo consequncia das propriedades fsicas e qumicas dos seus componentes. As cores observadas nas bolhas resultam da interferncia que ocorre entre os raios luminosos refletidos em suas superfcies interna e externa. Considere as afirmaes abaixo sobre o incio do conto de Lygia Fagundes Telles e sobre a bolha de sabo: I. O excerto recorre, logo em suas primeiras linhas, a um procedimento de coeso textual em que pronomes pessoais so utilizados antes da apresentao de seus referentes, gerando expectativa na leitura. II. Os principais fatores que permitem a existncia da bolha so a fora de tenso superficial do lquido e a presena do sabo, que reage com as impurezas da gua, formando a sua pelcula visvel. III. A tica geomtrica pode explicar o aparecimento de cores na bolha de sabo, j que esse fenmeno no consequncia da natureza ondulatria da luz. Est correto apenas o que se afirma em

Questão
2011Matemática

(FUVEST - 2011) No plano cartesiano 0xy, considera a parbola P de equao y = -4x + 8x + 12 e a reta r da equao y = 3x + 6. Determine: a) Os pontos A e B, de interseco da parbola P com o eixo coordenado 0x, bem como o vrtice V da parbola P. b) O ponto C, da abscissa positiva, que pertence interseco de P com a reta r. c) A rea do quadriltero de vrtices A, B, C e V.

Questão
2011Matemática

(FUVEST - 2011- 2 fase) As circunferncias C1e C2esto centradas em O1e O2,tm raios r1=3 e r2=12, respectivamente, e tangenciam-se externamente. Uma retat tangente a C1no ponto P1, tangente a C2no ponto P2e intercepta a reta O1O2no ponto Q.Sendo assim, determine a) o comprimento P1P2; b) a rea do quadriltero O1O2P2P1; c) a rea do tringulo QO2P2.

Questão
2011Matemática

(FUVEST - 2011- 2 fase) a) Sendo ݅ a unidade imaginria, determine as partes real e imaginria do nmero complexo b) Determine um polinmio de grau 2, com coeficientes inteiros, que tenha z0como raiz. c) Determine os nmeros complexosw tais quez0.wtenha mdulo igual a e tais que as partes real e imaginria de z0.wsejam iguais. d) No plano complexo, determine o nmero complexoz1 que o simtrico de z0com relao reta de equao y-x=0.

Questão
2011Física

(FUVEST - 2011) O olho o senhor da astronomia, autor da cosmografia, conselheiro ecorretor de todas as artes humanas (...). o prncipe das matemticas; suas disciplinas sointimamente certas; determinou as altitudes e dimenses das estrelas; descobriu os elementos e seus nveis; permitiu o anncio de acontecimentos futuros, graas ao curso dos astros; engendrou a arquitetura, a perspectiva, a divina pintura (...). O engenho humano lhe deve a descoberta do fogo, que oferece ao olhar o que as trevas haviam roubado. Leonardo da Vinci, Tratado da pintura. Considere as afirmaes abaixo: I. O excerto de Leonardo da Vinci um exemplo do humanismo renascentista que valoriza o racionalismo como instrumento de investigao dos fenmenos naturais e a aplicao da perspectiva em suas representaes pictricas. II. Num olho humano com viso perfeita, o cristalino focaliza exatamente sobre a retina um feixe de luz vindo de um objeto. Quando o cristalino est em sua forma mais alongada, possvel focalizar o feixe de luz vindo de um objeto distante. Quando o cristalino encontra-se em sua forma mais arredondada, possvel a focalizao de objetos cada vez mais prximos do olho, at uma distncia mnima. III. Um dos problemas de viso humana a miopia. No olho mope, a imagem de um objeto distante forma-se depois da retina. Para corrigir tal defeito, utiliza-se uma lente divergente. Est correto o que se afirma em

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2011Geografia

(FUVEST 2011 - 2 fase)Os ventos alsios fazem parte da circulao atmosfrica global, soprando das zonas tropicais, de alta presso, para a zona equatorial, de baixa presso, sendo responsveis, por exemplo, pelo transporte de umidade ocenica para o nordeste brasileiro. Esse tipo de vento aparece no poema de Joo Cabral de Melo Neto A escola das facas, publicado em 1980 no livro de mesmo nome, a seguir. O alsio ao chegar ao Nordeste baixa em coqueirais, canaviais; cursando as folhas laminadas, se afia em peixeiras, punhais. Por isso, sobrevoada a Mata, suas mos, antes fmeas, redondas, ganham a fome e o dente da faca com que sobrevoa outras zonas. O coqueiro e a cana lhe ensinam, sem pedra-m, mas faca a faca como voar o Agreste e o Serto: mo cortante e desembainhada. a) Existe relao entre o que ocorre com o alsio, ao chegar ao Nordeste, e a palavra escola, presente no ttulo do poema de Joo Cabral de Melo Neto? Explique. b) A umidade do ar, trazida pelos ventos alsios, diminui ao entrar no continente. Descreva e explique duas adaptaes evolutivas, relacionadas a esse fato, que diferenciam a vegetao da Zona da Mata da vegetao do Serto.

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2011Química

(FUVEST - 2011) Um laboratrio qumico descartou um frasco de ter, sem perceber que, em seu interior, havia ainda um resduo de 7,4 g de ter, parte no estado lquido, parte no estado gasoso. Esse frasco, de 0,8 L de volume, fechado hermeticamente, foi deixado sob o sol e, aps um certo tempo, atingiu a temperatura de equilbrio T = 37 o C, valor acima da temperatura de ebulio do ter. Se todo o ter no estado lquido tivesse evaporado, a presso dentro do frasco seria.

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2011BiologiaQuímica

(FUVEST 2011 - 2 fase) Duas enzimas, M e N, agem sobre o mesmo substrato e tm sua atividade influenciada pelo pH, conforme indica o grfico abaixo. Utilizando as Tabelas I e II impressas na folha de respostas, esquematize um experimento para verificar a influncia de diferentes temperaturas, entre 20 C e 60 C, na atividade dessas enzimas. a) Complete a Tabela I, indicando, para cada um dos seis tubosteste: i. valor do pH; ii. ausncia () ou presena de enzima (M e/ou N); iii. ausncia () ou presena (+) de substrato; iv. valor da temperatura. b) Para verificar se os resultados observados nos tubosteste so devidos ao enzimtica ou, exclusivamente, ao efeito da temperatura, indique como deve ser o controle do experimento, completando a Tabela II, de acordo com as instrues do item a.

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2011HistóriaGeografia

(FUVEST 2011 - 2 fase)Viver numa grande cidade implica o reconhecimento de mltiplos sinais. Trata-se de uma atividade do olhar, de uma identificao visual, de um saber adquirido, portanto. Se o olhar do transeunte, que fixa fortuitamente uma mulher bonita e viva ou um grupo de moas voltando do trabalho, pressupe um conhecimento da cor do luto e das vestimentas operrias, tambm o olhar do assaltante ou o do policial, buscando ambos a sua presa, implica um conhecimento especfico da cidade. Maria Stella Bresciani, Londres e Paris no sculo XIX: o espetculo da pobreza. So Paulo: Brasiliense, 1982, p.16. Adaptado. O texto mostra como o forte crescimento territorial e demogrfico de algumas cidades europeias, no sculo XIX, redefiniu formas de convivncia e sociabilidade de seus habitantes as quais, em alguns casos, persistem at hoje. a) Cite e explique dois motivos do crescimento de cidades como Londres e Paris, no sculo XIX. b) Indique e analise uma caracterstica, dentre as mencionadas no texto, que se faa presente em grandes cidades atuais.

Questão
2011Biologia

(FUVEST - 2011) Ao noticiar o desenvolvimento de mecanismos de preveno contra a esquistossomose, um texto jornalstico trouxe a seguinte informao: Protena do parasita da doena ensina organismo a se defender dele. Folha de S. Paulo, 06/08/2010. Traduzindo a notcia em termos biolgicos, correto afirmar que uma protena, presente

Questão
2011Química

(FUVEST 2011- 2 fase) Em 1921, E. Rutherford e J. Chadwick relataram que, ao bombardear tomos de nitrognio 7N14com partculas alfa (ncleos de 2He4), ocorria a liberao de prtons. Posteriormente, eles afirmaram: No h informao sobre o destino final da partcula alfa... possvel que ela se ligue, de alguma maneira, ao ncleo residual. Certamente ela no reemitida pois, se assim fosse, poderamos detect-la. Anos mais tarde, P. Blackett demonstrou que, na experincia relatada por Rutherford e Chadwick, havia apenas a formao de um prton e de outro ncleo X. Tambm lembrou que, na coliso da partcula alfa com o tomo de nitrognio, deveria haver conservao de massa e de carga nuclear. a) Com base nas informaes acima, escreva a equao nuclear representativa da transformao que ocorre ao se bombardear tomos de nitrognio com partculas alfa. b) O ncleo X formado na experincia descrita um istopo de nitrognio? Explique sua resposta.

Questão
2011HistóriaGeografia

(FUVEST 2011 - 2 fase)Desde a Antiguidade at a poca helnica, e durante a Idade Mdia (em algumas culturas, at hoje) se conferiu aos terremotos, como a todos os fenmenos cuja causa se desconhecia, uma explicao mstica. Os filsofos da antiga Grcia foram os primeiros a aventar causas naturais dos terremotos; no entanto, durante o perodo medieval, explicaes desse tipo foram formalmente proibidas por serem consideradas herticas, e a nica causa aceita na Europa era a da clera divina. Somente em princpios do sculo XVII que se voltou a especular acerca das causas naturais de tais fenmenos. Alejandro Nava, Terremotos. 4 ed. Mxico: FCE, 2003, p.24-25. Traduzido e adaptado. O texto menciona mudanas, da Antiguidade at o incio do sculo XVII, na explicao dos fenmenos naturais. Hoje em dia, tambm preciso considerar que as consequncias dos terremotos no dependem s de sua magnitude, mas tambm do grau de desenvolvimento social do local onde ocorrem, como foi possvel notar nos terremotos de 2010 no Haiti. a) Identifique e explique as mudanas que, no contexto intelectual do sculo XVII, contriburam para que os terremotos e outros fenmenos naturais deixassem de ser vistos apenas como fenmenos msticos. b) No caso do Haiti, a pobreza do pas ampliou o efeito devastador do fenmeno natural. Explique, historicamente, essa pobreza e seu impacto no agravamento das consequncias dos terremotos.

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2011Química

(FUVEST - 2011) Um slido branco apresenta as seguintes propriedades: I. solvel em gua. II. Sua soluo aquosa condutora de corrente eltrica. III. Quando puro, o slido no conduz corrente eltrica. IV. Quando fundido, o lquido puro resultante no conduz corrente eltrica. Considerando essas informaes, o slido em questo pode ser:

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