Gabarito FUVEST - Provas Anteriores

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Questão 5
2005Matemática

(FUVEST - 2005 - 2FASE)Na figura abaixo A, B e D so colineares e o valor da abscissa m do ponto C positivo. Sabendo-se que a rea do tringulo retngulo ABC , determine o valor de m.

Questão 5
2005Biologia

(FUVEST - 2005 - 2FASE)Uma clula somtica, em incio de intrfase, com quantidade de DNA nuclear igual a X, foi colocada em cultura para multiplicar-se. Considere que todas as clulas resultantes se duplicaram sincronicamente e que no houve morte celular. a) Indique a quantidade total de DNA nuclear ao final da 1, da 2 e da 3 divises mitticas. b) Indique a quantidade de DNA por clula na fase inicial de cada mitose.

Questão 5
2005Português

(FUVEST - 2005 - 2FASE)Graciliano Ramos, em seu livro INFNCIA, reflete sobre uma de suas marcantes impresses de menino. Bem e mal ainda no existiam, faltava razo para que nos afligissem com pancadas e gritos. Contudo as pancadas e os gritos figuravam na ordem dos acontecimentos, partiam sempre de seres determinados, como a chuva e o sol vinham do cu. E o cu era terrvel, e os donos da casa eram fortes. Ora, sucedia que a minha me abrandava de repente e meu pai, silencioso, explosivo, resolvia contar-me histrias. Admirava-me, aceitava a lei nova, ingnuo, admitia que a natureza se houvesse modificado. Fechava-se o doce parntese e isso me desorientava. a) Ao se referir s violncias sofridas quando menino, o autor compara-as a elementos da natureza (chuva, sol, cu). O que mostra ele, ao estabelecer tal comparao? b) Esclarea o preciso significado, no contexto, da expresso fechava-se o doce parntese.

Questão 5
2005História

(FUVEST - 2005 - 2FASE)Neste incio de sculo XXI, o Japo ainda possui a economia mais avanada da sia e, embora produza energia nuclear, no dispe nem de armas atmicas, nem de foras armadas considerveis, ao passo que a ndia e a China, com economias mais atrasadas possuem armas nucleares e grandes exrcitos. Indique os processos e/ou acontecimentos histricos cruciais que, nas dcadas de 40 e 50 do sculo passado, estiveram na origem do a) poder econmico, mas no militar, do Japo. b) poder militar, maior do que o econmico, da ndia e da China.

Questão 5
2005Português

(FUVEST - 2005 - 1 FASE)Texto para as questes O filme Cazuza - O tempo no para me deixou numa espcie de felicidade pensativa. Tento explicar por qu. Cazuza mordeu a vida com todos os dentes. A doena e a morte parecem ter-se vingado de sua paixo exagerada de viver. impossvel sair da sala de cinema sem se perguntar mais uma vez: o que vale mais, a preservao de nossas foras, que garantiria uma vida mais longa, ou a livre procura da mxima intensidade e variedade de experincias? Digo que a pergunta se apresenta mais uma vez porque a questo hoje trivial e, ao mesmo tempo, persecutria. (...) Obedecemos a uma proliferao de regras que so ditadas pelos progressos da preveno. Ningum imagina que comer banha, fumar, tomar pinga, transar sem camisinha e combinar, sei l, nitratos com Viagra seja uma boa ideia. De fato no . primeira vista, parece lgico que concordemos sem hesitao sobre o seguinte: no h ou no deveria haver prazeres que valham um risco de vida ou, simplesmente, que valham o risco de encurtar a vida. De que adiantaria um prazer que, por assim dizer, cortasse o galho sobre o qual estou sentado? Os jovens tm uma razo bsica para desconfiar de uma moral prudente e um pouco avara que sugere que escolhamos sempre os tempos suplementares. que a morte lhes parece distante, uma coisa com a qual a gente se preocupar mais tarde, muito mais tarde. Mas sua vontade de caminhar na corda bamba e sem rede no apenas a inconscincia de quem pode esquecer que o tempo no para. tambm (e talvez sobretudo) um questionamento que nos desafia: para disciplinar a experincia, ser que temos outras razes que no sejam s a deciso de durar um pouco mais? (Contardo Calligaris, Folha de S. Paulo) Considere as seguintes frases: I. O autor do texto assistiu ao filme sobre Cazuza. II. O filme provocou-lhe uma viva e complexa reao. III. Sua reao mereceu uma anlise. O perodo em que as frases acima esto articuladas de modo correto e coerente :

Questão 6
2005Português

(FUVEST - 2005 - 1 FASE)Texto para as questes O filme Cazuza O tempo no pra me deixou numa espcie de felicidade pensativa. Tento explicar por qu. Cazuza mordeu a vida com todos os dentes. A doena e a morte parecem ter-se vingado de sua paixo exagerada de viver. impossvel sair da sala de cinema sem se perguntar mais uma vez: o que vale mais, a preservao de nossas foras, que garantiria uma vida mais longa, ou a livre procura da mxima intensidade e variedade de experincias? Digo que a pergunta se apresenta mais uma vez porque a questo hoje trivial e, ao mesmo tempo, persecutria. (...) Obedecemos a uma proliferao de regras que so ditadas pelos progressos da preveno. Ningum imagina que comer banha, fumar, tomar pinga, transar sem camisinha e combinar, sei l, nitratos com Viagra seja uma boa idia. De fato no . primeira vista, parece lgico que concordemos sem hesitao sobre o seguinte: no h ou no deveria haver prazeres que valham um risco de vida ou, simplesmente, que valham o risco de encurtar a vida. De que adiantaria um prazer que, por assim dizer, cortasse o galho sobre o qual estou sentado? Os jovens tm uma razo bsica para desconfiar de uma moral prudente e um pouco avara que sugere que escolhamos sempre os tempos suplementares. que a morte lhes parece distante, uma coisa com a qual a gente se preocupar mais tarde, muito mais tarde. Mas sua vontade de caminhar na corda bamba e sem rede no apenas a inconscincia de quem pode esquecer que o tempo no pra. tambm (e talvez sobretudo) um questionamento que nos desafia: para disciplinar a experincia, ser que temos outras razes que no sejam s a deciso de durar um pouco mais? (Contardo Calligaris, Folha de S. Paulo) Entre as frases Cazuza mordeu a vida com todos os dentes e A doena e a morte parecem ter-se vingado de sua paixo exagerada de viver estabelece-se um vnculo que pode ser corretamente explicitado com o emprego de

Questão 6
2005História

(FUVEST - 2005 - 2FASE)De puramente defensiva, tal qual era, em sua origem, a doutrina Monroe, graas extenso do poder norte-americano e s transformaes sucessivas do esprito nacional, converteu-se em verdadeira arma de combate sob a liderana de Teodoro Roosevelt Barral-Montferrat, 1909. a) Qual a proposta da doutrina Monroe? b) Explique a razo pela qual a doutrina se converteu em arma de combate sob a liderana de Teodoro Roosevelt. Exemplifique.

Questão 6
2005Biologia

(FUVEST - 2005 - 2FASE)Foram realizados cruzamentos entre uma linhagem pura de plantas de ervilha com flores prpuras e gros de plen longos e outra linhagem pura, com flores vermelhas e gros de plen redondos. Todas as plantas produzidas tinham flores prpuras e gros de plen longos. Cruzando-se essas plantas heterozigticas com plantas da linhagem pura de flores vermelhas e gros de plen redondos, foram obtidas 160 plantas: 62 com flores prpuras e gros de plen longos, 66 com flores vermelhas e gros de plen redondos, 17 com flores prpuras e gros de plen redondos, 15 com flores vermelhas e gros de plen longos. Essas freqncias fenotpicas obtidas no esto de acordo com o esperado, considerando-se a Segunda Lei de Mendel (Lei da Segregao Independente). a) De acordo com a Segunda Lei de Mendel, quais so as freqncias esperadas para os fentipos? b) Explique a razo das diferenas entre as freqncias esperadas e as observadas.

Questão 6
2005Geografia

(FUVEST - 2005 - 2FASE)Trata-se de um conjunto de atividades econmicas que inclui a produo do campo em que a biotecnologia tem um papel fundamental. Tambm esto compreendidas atividades nas quais matrias-primas animais e vegetais so transformadas em produtos de maior valor agregado. a) Identifique o assunto central do texto e cite duas localidades e dois produtos brasileiros em que a situao descrita se aplica. b) Faa uma anlise crtica do uso da biotecnologia nesse processo quanto a conseqncias ambientais e sociais.

Questão 6
2005Português

(FUVEST - 2005 - 2FASE)s seis da tarde s seis da tarde as mulheres choravam no banheiro. No choravam por isso ou por aquilo choravam porque o pranto subia garganta acima mesmo se os filhos cresciam com boa sade se havia comida no fogo e se o marido lhes dava do bom e do melhor choravam porque no cu alm do basculante o dia se punha porque uma nsia uma dor uma gastura era s o que sobrava dos seus sonhos. Agora s seis da tarde as mulheres regressam do trabalho o dia se pe os filhos crescem o fogo espera e elas no podem no querem chorar na conduo. (Marina Colasanti Gargantas abertas) Basculante = um tipo de janela. Gastura = inquietao nervosa, aflio, mal-estar. a) O texto faz ver que mudanas histricas ocorridas na situao de vida das mulheres no alteraram substancialmente sua condio subjetiva. Concorda com essa afirmao? Justifique sucintamente. b) No poema, o emprego dos tempos do imperfeito e do presente do indicativo deixa claro que apenas um deles capaz de indicar aes repetidas, durativas ou habituais. Concorda com essa afirmao? Justifique sucintamente.

Questão 6
2005Química

(FUVEST - 2005 - 2FASE)A L-isoleucina um aminocido que, em milhares de anos, se transforma no seu ismero, a D-isoleucina. Assim, quando um animal morre e aminocidos deixam de ser incorporados, o quociente entre as quantidades, em mol, de D-isoleucina e de L-isoleucina, que igual a zero no momento da morte, aumenta gradativamente at atingir o valor da constante de equilbrio. A determinao desses aminocidos, num fssil, permite dat-lo. O grfico traz a frao molar de L-isoleucina, em uma mistura dos ismeros D e L, em funo do tempo . a) Leia no grfico as fraes molares de L-isoleucina indicadas com uma cruz e construa uma tabela com esses valores e com os tempos correspondentes. b) Complete sua tabela com os valores da frao molar de D-isoleucina formada nos tempos indicados. Explique. c) Calcule a constante do equilbrio da isomerizao L-isoleucina D-isoleucina d) Qual a idade de um osso fssil em que o quociente entre as quantidades de D-isoleucina e L-isoleucina igual a 1?

Questão 6
2005Matemática

(FUVEST - 2005 - 2FASE) Na figura acima, as 12 circunferncias tm todas o mesmo raio r; cada uma tangente a duas outras e ao quadrado. Sabendo-se que cada uma das retas suporte das diagonais do quadrado tangencia quatro das circunferncias (ver figura), e que o quadrado tem lado , determine r.

Questão 6
2005Física

(FUVEST - 2005 - 2FASE)Uma fonte de luz intensa L, praticamente pontual, utilizada para projetar sombras em um grande telo T, a 150 cm de distncia. Para isso, uma lente convergente, de distncia focal igual a 20 cm, encaixada em um suporte opaco a 60 cm de L, entre a fonte e o telo, como indicado na figura A, em vista lateral. Um objeto, cuja regio opaca est representada pela cor escura na figura B, , ento, colocado a 40 cm da fonte, para que sua sombra aparea no telo. Para analisar o efeito obtido, indique, no esquema da folha de resposta, a) a posio da imagem da fonte, representando-a por L. b) a regio do telo, na ausncia do objeto, que no iluminada pela fonte, escurecendo-a a lpis. (Faa, a lpis, as construes dos raios auxiliares, indicando por A1 e A2 os raios que permitem definir os limites de tal regio). c) a regio do telo, na presena do objeto, que no iluminada pela fonte, escurecendo-a a lpis. (Faa, a lpis, as construes dos raios auxiliares necessrios para tal determinao).

Questão 7
2005Biologia

(FUVEST - 2005 - 2FASE)O grfico abaixo indica a transpirao de uma rvore, num ambiente em que a temperatura permaneceu em torno dos 20o C, num ciclo de 24 horas. a) Em que perodo (A, B, C ou D) a absoro de gua, pela planta, a menor? b) Em que perodo ocorre a abertura mxima dos estmatos? c) Como a concentrao de gs carbnico afeta a abertura dos estmatos? d) Como a luminosidade afeta a abertura dos estmatos?

Questão 7
2005Física

(FUVEST - 2005 - 2FASE)O ano de 2005 foi declarado o Ano Internacional da Fsica, em comemorao aos 100 anos da Teoria da Relatividade, cujos resultados incluem a famosa relao E = ∆m.c2 . Num reator nuclear, a energia provm da fisso do Urnio. Cada ncleo de Urnio, ao sofrer fisso, divide-se em ncleos mais leves, e uma pequena parte, ∆m, de sua massa inicial transforma-se em energia. A Usina de Angra II tem uma potncia eltrica de cerca 1350 MW, que obtida a partir da fisso de Urnio-235. Para produzir tal potncia, devem ser gerados 4000 MW na forma de calor Q. Em relao Usina de Angra II, estime a a) quantidade de calor Q, em joules, produzida em um dia. b) quantidade de massa ∆m que se transforma em energia na forma de calor, a cada dia. c) massa MU de Urnio-235, em kg, que sofre fisso em um dia, supondo que a massa ∆m, que se transforma em energia, seja aproximadamente 0,0008 (8 x 10-4) da massa MU

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