Gabarito FUVEST - Provas Anteriores

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Questão 1
2018História

(FUVEST - 2018) Com base nos dados fornecidos pela tabela, a) explique as razes da distribuio geogrfica desigual da populao indgena no hemisfrio americano no momento do contato europeu; b) compare as unidades polticas indgenas do Mxico com as dos Andes, citando ao menos um padro comum e uma divergncia entre elas.

Questão 1
2018Biologia

(FUVEST 2018 - Segunda Fase) As figuras I e II mostram pirmides ecolgicas de biomassa para dois ecossistemas. a) Indique um ecossistema que cada uma dessas pirmides de biomassa possa representar. b) Desenhe as pirmides de energia correspondentes s pirmides de biomassa, para os dois ecossistemas indicados.

Questão 2
2018Física

(FUVEST -2018 - 1 FASE )Cmeras digitais, como a esquematizada na figura, possuem mecanismos automticos de focalizao. Em uma cmera digital que utilize uma lente convergente com 20 mm de distncia focal, a distncia, em mm, entre a lente e o sensor da cmera, quando um objeto a 2 m estiver corretamente focalizado, , aproximadamente,

Questão 2
2018História

(FUVEST - 2018) Integrante da poderosa famlia dos Habsburgos, Jos II foi coroado imperador da ustria em 1765, um dos mais vigorosos centros da cultura europeia no sculo XVIII. a) A partir de elementos representados na pintura, aponte e explique duas caractersticas das sociedades europeias no perodo. b) Explique por que Jos II considerado um dspota esclarecido.

Questão 2
2018Geografia

(Fuvest Segunda Fase - 2018)

Questão 2
2018Português

(FUVEST -2018 - 2 FASE) Leia o texto e responda ao que se pede. Da idade No posso aprovar a maneira por que entendemos a durao da vida. Vejo que os filsofos lhe assinam* um limite bem menor do que o fazemos comumente. (...) Os [homens] que falam de uma certa durao normal da vida, estabelecem-na pouco alm. Tais ideias seriam admissveis se existisse algum privilgio capaz de os colocar fora do alcance dos acidentes, to numerosos, a que estamos todos expostos e que podem interromper essa durao com que nos acenam. E pura fantasia imaginar que podemos morrer de esgotamento em virtude de uma extrema velhice, e assim fixar a durao da vida, pois esse gnero de morte o mais raro de todos. E a isso chamamos morte natural como se fosse contrrio natureza um homem quebrar a cabea numa queda, afogar-se em algum naufrgio, morrer de peste ou de pleurisia; como se na vida comum no esbarrssemos a todo instante com esses acidentes. No nos iludamos com belas palavras; no denominemos natural o que apenas exceo e guardemos o qualificativo para o comum, o geral, o universal. Morrer de velhice coisa que se v raramente, singular e extraordinria e portanto menos natural do que qualquer outra. a morte que nos espera ao fim da existncia, e quanto mais longe de ns menos direito temos de a esperar. Michel de Montaigne, Ensaios. Editora 34. Trad. de Srgio Milliet *assinar: fixar, indicar. a) No texto, o autor retifica o que corriqueiramente se entende por morte natural? Justifique. b) A que palavra ou expresso se referem, respectivamente, os pronomes destacados no trecho Vejo que os filsofos lhe assinam um limite bem menor do que o fazemos comumente?

Questão 2
2018Física

(FUVEST - 2018 - 2 FASE)Um grupo de alunos, em uma aula de laboratrio, eletriza um canudo de refrigerante por atrito, com um leno de papel. Em seguida, com o canudo, eles eletrizam uma pequena esfera condutora, de massa 9 g, inicialmente neutra, pendurada em um fio de seda isolante, de comprimento L, preso em um ponto fixo P. No final do processo, a esfera e o canudo esto com cargas de sinais opostos. a) Descreva as etapas do processo de eletrizao da esfera. Em seguida, os alunos colocam a esfera eletrizada (E1) em contato com outra esfera (E2), idntica primeira, eletricamente neutra e presa na extremidade de outro fio de seda isolante, tambm de comprimento L, fixo no ponto P. O sistema adquire a configurao ilustrada na figura, sendo d = 8 cm Para o sistema em equilbrio nessa configurao final, determine b) o mdulo da tenso em um dos fios isolantes; c) o mdulo da carga q2da esfera E2; d) a diferena N entre o nmero de eltrons e de prtons na esfera E2aps a eletrizao.

Questão 2
2018Matemática

(FUVEST - 2018 - 2a fase) Considere as funesedefinidas por f(x) = senx e g(x) = cosx. Sendo f e g bijetoras, existem funes f-1e g-1tais que f-1f = ff-1= id e g-1g = gg-1= id, em que id a funo identidade. a) Para, mostre que. b) Mostre que.

Questão 2
2018Química

(FUVEST - 2018 2 fase)A reação química de hidrólise de ésteres de ácidos carboxílicos é catalisada por ácidos e segue uma cinética de primeira ordem. Uma solução aquosa 0,1 mol/L de acetato de etila praticamente não apresenta hidrólise em pH = 7; porém, ao se adicionar HCl até a concentração de 0,1 mol/L, observa-se hidrólise, de modo que a concentração de éster cai pela metade a cada 17,5 horas, ou seja, o tempo de meia-vida da reação de hidrólise do acetato de etila é considerado constante e igual a 17,5 horas. A reação prossegue até praticamente todo o éster reagir. No quadriculado da folha de respostas, esboce os gráficos das concentrações de éster (acetato de etila), de álcool (etanol) e de HCl ao longo do tempo para essa reação, nomeando a curva referente a cada composto. Justifique sua resposta.

Questão 2
2018Biologia

(FUVEST 2018 - Segunda Fase) Caminhando por uma floresta, um estudante deparou com diversidade de hbitats e de grupos de plantas: rvores altas, como a araucria (ou pinheiro-do-paran), e rvores frutferas menores, como a pitangueira, ambas crescendo sob pleno sol; tambm encontrou muitas samambaias nas partes mais sombreadas da floresta; nos locais permanentemente midos do solo, havia musgo. a) Relacione os hbitats das araucrias e dos musgos com os processos de absoro e conduo de gua nessas plantas. b) Na tabela da pgina de respostas, os grupos de plantas esto ordenados de acordo com seu surgimento na evoluo das plantas terrestres. Complete a tabela: entre as plantas observadas pelo estudante, identifique representantes dos grupos listados na tabela; aponte uma estrutura que represente novidade evolutiva, diferenciando cada grupo do anterior.

Questão 3
2018Português

(FUVEST -2018 - 2 FASE) Examine a transcrio do depoimento de Eduardo Koge, lder indgena de Tadarimana, MT. Ns vivemos aqui que nem gado. Tem a cerca e ns no podemos sair dessa cerca. Tem que viver s do que tem dentro da cerca. , ns vivemos que nem boi no curral. Paulo A. M. Isaac, Drama da educao escolar indgena BeBororo. a) Nos trechos Tem a cerca... e Tem que viver..., o verbo ter assume sentidos diferentes? Justifique. b) Reescreva, em um nico perodo, os trechos Ns vivemos aqui que nem gado e ns no podemos sair dessa cerca, empregando discurso indireto. Comece o perodo conforme indicado na pgina de respostas.

Questão 3
2018Química

(FUVEST - 2018 2 fase)Um estudante realizou um experimento para verificar a influncia do arranjo de clulas eletroqumicas em um circuito eltrico. Para isso, preparou 3 clulas idnticas, cada uma contendo soluo de sulfato de cobre (II) e dois eletrodos de cobre, de modo que houvesse corroso em um eletrodo e deposio de cobre em outro. Em seguida, montou, sucessivamente, dois circuitos diferentes, conforme os Arranjos 1 e 2 ilustrados. O estudante utilizou uma fonte de tenso (F) e um ampermetro (A), o qual mediu uma corrente constante de 60 mA em ambos os casos. a) Considere que a fonte foi mantida ligada, nos arranjos 1 e 2, por um mesmo perodo de tempo. Em qual dos arranjos o estudante observar maior massa nos eletrodos em que ocorre deposio? Justifique. b) Em um outro experimento, o estudante utilizou apenas uma clula eletroqumica, contendo 2 eletrodos cilndricos de cobre, de 12,7 g cada um, e uma corrente constante de 60 mA. Considerando que os eletrodos esto 50 % submersos, por quanto tempo o estudante pode deixar a clula ligada antes que toda a parte submersa do eletrodo que sofre corroso seja consumida?

Questão 3
2018Física

(FUVEST - 2018 - 2 FASE)Um espectrmetro ptico, representado na figura, utiliza um prisma como elemento de disperso da luz de diferentes comprimentos de onda. O espectrmetro possui uma fenda de entrada de luz, F1, uma lente convergente, L1, um prisma de vidro com ngulos internos de 60e uma segunda lente convergente, L2, que permite a focalizao do comprimento de onda da luz refratada pelo prisma em uma fenda, F2, imediatamente frente do detector D. Cada comprimento de onda focalizado em posies laterais diferentes no plano focal de L2. a) Determine a distncia focal, f, da lente L1, posicionada a 30 mm da fenda F1, para que um feixe de luz branca, difratado pela fenda F1, incida no prisma com os seus raios paralelos entre si. b) O espectrmetro foi construdo impondo-se que um raio de luz violeta (violeta = 400 nm) se propague no interior do prisma (n = 1,53 para a luz violeta), paralelamente sua face inferior. Nesta condio, determine o valor do ngulo de incidncia, i, da luz branca, em relao normal superfcie do prisma. Para este espectrmetro, o grfico na pgina de respostas apresenta o desvio angular, d, entre o feixe incidente e o feixe emergente do prisma, em funo do comprimento de onda da luz refratada c) Determine a diferena no desvio angular, d, entre os feixes de luz violeta (violeta = 400 nm) e vermelha (vermelho = 700 nm) refratados pelo prisma. d) Considere que a distncia da lente L2ao ponto P seja 20 cm. Determine o deslocamento lateral, S, em relao posio de medida para o raio violeta, do conjunto F2e D2, para que o feixe de luz vermelha seja detectado.

Questão 3
2018História

(FUVEST - 2018) A ndia exporta para a China vastas quantidades de pio, para cujo cultivo possui facilidades peculiares. O pio pode ser produzido em Bengala melhor e mais barato do que em qualquer outra parte do mundo; e a China oferece um mercado quase que ilimitado em suas dimenses. O gosto por essa droga espalhou-se pelo imprio, a despeito das severas regulaes para sua excluso, e se diz que ele entrou no prprio palcio. No obstante o consumo desse estimulante pernicioso eventualmente ser reprimido de um ponto de vista moral, certo que ele promove diversos objetos que so igualmente desejveis tanto pela ndia como pela Inglaterra. A ndia, ao exportar pio, auxilia o fornecimento de ch Inglaterra. A China, ao consumir pio, facilita as operaes de receita entre a ndia e a Inglaterra. A Inglaterra, ao consumir ch, contribui para aumentar a demanda por pio indiano. Edward Thornton, India, its state and prospects. Londres: Parbury, Allen Co., 1835. Adaptado. a) Indique como o texto caracteriza a cadeia mercantil do pio e qual sua importncia para a economia inglesa do sculo XIX e para as relaes coloniais entre Gr-Bretanha e ndia. b) Identifique e explique um conflito posterior a 1835 que se relacione diretamente aos processos descritos no texto.

Questão 3
2018Matemática

(FUVEST - 2018 - 2a fase) Sejam C um subconjunto no vazio e P um ponto, ambos em um mesmo plano, tais que P C. Diz-se que P enxerga C sob um ngulo se for a medida do menor ngulo com vrtice em P que contenha C. Por exemplo, na figura, o ponto P enxerga o quadrado C sob o ngulo indicado. a) Se for um crculo de raio r, centrado na origem de um plano cartesiano real, determine o lugar geomtrico dos pontos que enxergam C sob um ngulo de 60o. b) Se for a unio dos segmentos OA e OB , em que A = (, 0) e B = (0,b), com a,b 0, determine o lugar geomtrico dos pontos que enxergam C sob um ngulo de 90o.

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