Gabarito FUVEST - Provas Anteriores

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Questão 2
2006Matemática

(FUVEST - 2006)Um comerciante compra calas, camisas e saias e as revende com lucro de 20%, 40% e 30% respectivamente. O preo x que o comerciante paga por uma cala trs vezes o que ele paga por uma camisa e duas vezes o que ele paga por uma saia. Um certo dia, um cliente comprou duas calas, duas camisas e duas saias e obteve um desconto de 10% sobre o preo total. a) Quanto esse cliente pagou por sua compra, em funo de x? b) Qual o lucro aproximado, em porcentagem, obtido pelo comerciante nessa venda?

Questão 3
2006Português

(FUVEST - 2006) O Brasil j est beira do abismo. Mas ainda vai ser preciso um grande esforo de todo mundo pra colocarmos ele novamente l em cima. Millr Fernandes. a) Em seu sentido usual, a expresso sublinhada significa s vsperas de uma catstrofe. Tal significado se confirma no texto? Justifique sua resposta. b) Sem alterar o seu sentido, reescreva o texto em um nico perodo, iniciando com Embora o Brasil (...) e substituindo a forma pra por para que. Faa as demais transformaes que so necessrias para adequar o texto norma escrita padro.

Questão 3
2006História

(FUVEST - 2006)H duas vertentes bsicas que estruturam a colonizao portuguesa nos trpicos: o impulso salvfico (os mveis religiosos, a catequese) e os mecanismos de produo mercantil (explorao do Novo Mundo); sendo que a primeira dimenso (a catequese do gentio) dominava o universo ideolgico, configurando o projeto, e a segunda (dominao poltica, explorao econmica) definia as necessidades de riqueza e poder. Fernando Novais, Histria da Vida Privada no Brasil, I. Com base no texto, explique a) os motivos religiosos da Coroa portuguesa. b) a explorao econmica da colnia

Questão 3
2006Matemática

(FUVEST - 2006)Uma funo f satisfaz a identidade f(ax)=af(x) para todos os nmeros reais a e x. Alm disso, sabe-se que f(4)=2. Considere ainda a funo g(x)=f(x-1)+1 para todo o nmero real x. a) Calcule g(3). b) Determine f(x), para todo x real. c) Resolva a equao g(x) = 8.

Questão 3
2006Português

(FUVEST - 2006 - 1 FASE ) Ele se aproximou e com voz cantante de nordestino que a emocionou, perguntou-lhe: ⎯ E se me desculpe, senhorinha, posso convidar a passear? ⎯ Sim, respondeu atabalhoadamente com pressa antes que ele mudasse de idia. ⎯ E, se me permite, qual mesmo a sua graa? ⎯ Macaba. ⎯ Maca ⎯ o qu? ⎯ Bea, foi ela obrigada a completar. ⎯ Me desculpe mas at parece doena, doena de pele. ⎯ Eu tambm acho esquisito mas minha me botou ele por promessa a Nossa Senhora da Boa Morte se eu vingasse, at um ano de idade eu no era chamada porque no tinha nome, eu preferia continuar a nunca ser chamada em vez de ter um nome que ningum tem mas parece que deu certo ⎯ parou um instante retomando o flego perdido e acrescentou desanimada e com pudor ⎯ pois como o senhor v eu vinguei... pois ... ⎯ Tambm no serto da Paraba promessa questo de grande dvida de honra. Eles no sabiam como se passeia. Andaram sob a chuva grossa e pararam diante da vitrine de uma loja de ferragem onde estavam expostos atrs do vidro canos, latas, parafusos grandes e pregos. E Macaba, com medo de que o silncio j significasse uma ruptura, disse ao recm-namorado: ⎯ Eu gosto tanto de parafuso e prego, e o senhor? Da segunda vez em que se encontraram caa uma chuva fininha que ensopava os ossos. Sem nem ao menos se darem as mos caminhavam na chuva que na cara de Macaba parecia lgrimas escorrendo. Clarice Lispector, A hora da estrela. Considere as seguintes comparaes entre a cena do primeiro encontro de Macaba e Olmpico, figurada no excerto, e a clebre cena do primeiro encontro de Leonardo e Maria da Hortalia (Memrias de um sargento de milcias), a bordo do navio: I Na primeira cena, utiliza-se o dilogo verbal como meio privilegiado de representao, ao passo que, na segunda, a ausncia notria desse dilogo responde, em grande parte, pelo efeito expressivo do texto. II Em ambas as cenas, a representao da pobreza vem acompanhada de forte sentimento de culpa que perturba o narrador e o leva a questionar a validade da prpria literatura. III Ambas as cenas so construdas como pardias de modelos literrios consagrados: na primeira, parodiam-se as cenas amorosas do Romantismo; na segunda, so parodiadas as cenas idlicas dos romances do Realismo. Est correto apenas o que se afirma em

Questão 3
2006Geografia

(FUVEST - 2006)Segundo o documento Avaliao Ecossistmica do Milnio (ONU, 2005), resultado de pesquisas de 1350 cientistas de 95 pases, o mundo caminha para um colapso ambiental. O trabalho concluiu que o maior problema da degradao ambiental no o crescimento populacional. Explique as duas afirmaes, considerando a explorao florestal e mineral. D exemplos.

Questão 3
2006Biologia

(FUVEST - 2006)O esquema esquerda mostra um corao humano em corte. direita, o grfico mostra a variao da presso sangnea no ventrculo esquerdo durante um ciclo cardaco, que dura cerca de 0,7 segundo. a) Em qual das etapas do ciclo cardaco, indicadas pelas letras de A a O, ocorre o fechamento das valvas atrioventriculares ? b) Os ventrculos direito e esquerdo possuem volume interno similar e ejetam o mesmo volume de sangue a cada contrao. No entanto, a parede ventricular esquerda cerca de 4 vezes mais espessa do que a direita. Como se explica essa diferena em funo do trabalho realizado pelos ventrculos?

Questão 4
2006Matemática

(FUVEST - 2006)A reta s passa pela origem O e pelo ponto A do primeiro quadrante. A reta r perpendicular reta s, no ponto A, e intercepta o eixo x no ponto B e o eixo y no ponto C. Determine o coeficiente angular de s se a rea do tringulo OBC for o triplo da rea do tringulo OAB.

Questão 4
2006Português

(FUVEST - 2006 - 1 FASE ) Ele se aproximou e com voz cantante de nordestino que a emocionou, perguntou-lhe: ⎯ E se me desculpe, senhorinha, posso convidar a passear? ⎯ Sim, respondeu atabalhoadamente com pressa antes que ele mudasse de idia. ⎯ E, se me permite, qual mesmo a sua graa? ⎯ Macaba. ⎯ Maca ⎯ o qu? ⎯ Bea, foi ela obrigada a completar. ⎯ Me desculpe mas at parece doena, doena de pele. ⎯ Eu tambm acho esquisito mas minha me botou ele por promessa a Nossa Senhora da Boa Morte se eu vingasse, at um ano de idade eu no era chamada porque no tinha nome, eu preferia continuar a nunca ser chamada em vez de ter um nome que ningum tem mas parece que deu certo ⎯ parou um instante retomando o flego perdido e acrescentou desanimada e com pudor ⎯ pois como o senhor v eu vinguei... pois ... ⎯ Tambm no serto da Paraba promessa questo de grande dvida de honra. Eles no sabiam como se passeia. Andaram sob a chuva grossa e pararam diante da vitrine de uma loja de ferragem onde estavam expostos atrs do vidro canos, latas, parafusos grandes e pregos. E Macaba, com medo de que o silncio j significasse uma ruptura, disse ao recm-namorado: ⎯ Eu gosto tanto de parafuso e prego, e o senhor? Da segunda vez em que se encontraram caa uma chuva fininha que ensopava os ossos. Sem nem ao menos se darem as mos caminhavam na chuva que na cara de Macaba parecia lgrimas escorrendo. Clarice Lispector, A hora da estrela. No trecho mas minha me botou ele por promessa, o pronome pessoal foi empregado em registro coloquial. o que tambm se verifica em:

Questão 4
2006Português

(FUVEST - 2006) Crianas perguntam... Einstein responde! O professor da 5 srie de uma escola americana notou que seus alunos ficavam chocados ao aprender que os seres humanos so classificados no reino animal. Ento sugeriu que escrevessem para grandes cientistas e intelectuais e pedissem a opinio deles sobre isto. Albert Einstein respondeu: Queridas crianas. Ns no devemos perguntar O que um animal?, mas sim, Que coisa chamamos de animal? Bem, chamamos de animal quando essa coisa tem certas caractersticas: alimenta-se, descende de pais semelhantes a ela, cresce sozinha e morre quando seu tempo se esgotou. por isso que chamamos a minhoca, a galinha, o cachorro e o macaco de animais. E ns, humanos? Pensem nisto da maneira que eu propus anteriormente e ento decidam por vocs mesmas se uma coisa natural ns nos considerarmos animais. Cincia Hoje Crianas. a) Em sua resposta s crianas, Albert Einstein prope a substituio da pergunta O que um animal? por Que coisa chamamos de animal?. Explique por que essa substituio j revela uma atitude cientfica. b) Fazendo as adaptaes necessrias e conservando o seu sentido original, reconstrua o ltimo perodo do texto (... Pensem nisto da maneira que eu ... animais.), comeando com (...) Decidam por vocs mesmas ... animais.

Questão 4
2006Biologia

(FUVEST - 2006) Uma colnia de bactrias em que todos os indivduos se originaram de uma nica clula era incapaz de metabolizar lactose. Durante vrias geraes, essas bactrias foram cultivadas em meio que continha glicose e lactose. Dessa cultura, foram retiradas duas amostras com quantidades iguais de clulas, que foram transferidas para novos meios de cultura: o meio A continha apenas glicose e o meio B apenas lactose, como nicas fontes de carbono. O grfico abaixo mostra as curvas de crescimento bacteriano nas culturas A e B. a) Como surgiram as bactrias capazes de sobreviver na cultura B? b) D a razo para a diferena entre as curvas A e B no intervalo X.

Questão 4
2006Geografia

(FUVEST - 2006)Responda a partir do grfico: a) Qual desses pases teve mais gastos militares em relao ao PIB, em 2003? Justifique. b) Qual pas repassou mais recursos, em relao ao PIB, a pases pobres em 2003? Justifique. c) Relacione a busca de paz mundial aos dados da tabela.

Questão 4
2006História

(FUVEST - 2006)Felipe II, rei da Espanha, entre 1556 e 1598, no conseguiu impedir a revolta dos holandeses (Pases Baixos setentrionais). Lus XIV, rei de Frana, entre 1643 e 1715, no conseguiu conquistar a Holanda. Nos dois enfrentamentos, estiveram em jogo concepes poltico-religiosas opostas e estruturas socio-econmicas distintas. Explique a) essas concepes poltico-religiosas opostas. b) essas estruturas socioeconmicas distintas.

Questão 5
2006Português

(FUVEST - 2006) (...) Num tempo Pgina infeliz da nossa histria Passagem desbotada na memria Das nossas novas geraes Dormia A nossa ptria me to distrada Sem perceber que era subtrada Em tenebrosas transaes (...). Vai passar, Chico Buarque e Francis Hime. a) correto afirmar que o verbo dormia tem uma conotao positiva, tendo em vista o contexto em que ele ocorre? Justifique sua resposta. b) Identifique, nos trs ltimos versos, um recurso expressivo sonoro e indique o efeito de sentido que ele produz. (No considere a rima distrada/subtrada.)

Questão 5
2006Biologia

(FUVEST - 2006)A polinizao um evento essencial para a produo de frutos nas plantas. Em algumas espcies, no entanto, pode haver formao de frutos na ausncia de polinizao, se as flores forem pulverizadas com certos hormnios vegetais. a) Que parte da flor estimulada pelos hormnios a se desenvolver em fruto? b) Qual a diferena entre um fruto gerado pela aplicao de hormnios, sem que haja polinizao, e um fruto resultante da polinizao?

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