Gabarito FUVEST - Provas Anteriores

Questão 1
2006Geografia

(FUVEST - 2006) a) Analise os momentos I e II da charge do continente africano. b) Como os momentos I e II podem ser caracterizados na frica do Sul?

Questão 1
2006Português

(FUVEST - 2006) Atribuir ao doente a culpa dos males que o afligem procedimento tradicional na histria da humanidade. A obesidade no foge regra. Na Idade Mdia, a sociedade considerava a hansenase um castigo de Deus para punir os mpios. No sculo 19, quando proliferaram os aglomerados urbanos e a tuberculose adquiriu caractersticas epidmicas, dizia-se que a enfermidade acometia pessoas enfraquecidas pela vida devassa que levavam. Com a epidemia de Aids, a mesma histria: apenas os promscuos adquiririam o HIV. Coube cincia demonstrar que so bactrias os agentes causadores de tuberculose e da hansenase, que a Aids transmitida por um vrus e que esses microorganismos so alheios s virtudes e fraquezas humanas: infectam crianas, mulheres ou homens, no para puni-los ou v-los sofrer, mas porque pretendem crescer e multiplicar-se como todos os seres vivos. Tanto se lhes d se o organismo que lhes oferece condies de sobrevivncia pertence vestal ou ao pecador contumaz. (...) Drauzio Varella, Folha de S. Paulo, 12/11/2005. a) Crie uma frase com a palavra obesidade que possa ser acrescentada ao final do 2 pargrafo sem quebra de coerncia. b) Fazendo as adaptaes necessrias e respeitando a equivalncia de sentido que a expresso Tanto se lhes d (...) tem no texto, proponha uma frase, substituindo o pronome lhes pelo seu referente.

Questão 1
2006Português

(FUVEST - 2006 - 1 FASE ) Ele se aproximou e com voz cantante de nordestino que a emocionou, perguntou-lhe: ⎯ E se me desculpe, senhorinha, posso convidar a passear? ⎯ Sim, respondeu atabalhoadamente com pressa antes que ele mudasse de idia. ⎯ E, se me permite, qual mesmo a sua graa? ⎯ Macaba. ⎯ Maca ⎯ o qu? ⎯ Bea, foi ela obrigada a completar. ⎯ Me desculpe mas at parece doena, doena de pele. ⎯ Eu tambm acho esquisito mas minha me botou ele por promessa a Nossa Senhora da Boa Morte se eu vingasse, at um ano de idade eu no era chamada porque no tinha nome, eu preferia continuar a nunca ser chamada em vez de ter um nome que ningum tem mas parece que deu certo ⎯ parou um instante retomando o flego perdido e acrescentou desanimada e com pudor ⎯ pois como o senhor v eu vinguei... pois ... ⎯ Tambm no serto da Paraba promessa questo de grande dvida de honra. Eles no sabiam como se passeia. Andaram sob a chuva grossa e pararam diante da vitrine de uma loja de ferragem onde estavam expostos atrs do vidro canos, latas, parafusos grandes e pregos. E Macaba, com medo de que o silncio j significasse uma ruptura, disse ao recm-namorado: ⎯ Eu gosto tanto de parafuso e prego, e o senhor? Da segunda vez em que se encontraram caa uma chuva fininha que ensopava os ossos. Sem nem ao menos se darem as mos caminhavam na chuva que na cara de Macaba parecia lgrimas escorrendo. Clarice Lispector, A hora da estrela. Neste excerto, as falas de Olmpico e Macaba

Questão 1
2006História

(FUVEST - 2006)Tendo em vista as cidades-estado (polis), comente a seguinte passagem do livro Histria (Livro VIII, 144), na qual Herdoto verifica a existncia da unidade de todos os helenos pelo sangue e pela lngua, e os templos dos deuses e os sacrifcios oferecidos em comum, e a semelhana de nossa maneira de viver. Faa o comentrio em termos a) da identidade dos gregos. b) do significado da polis.

Questão 2
2006Geografia

(FUVEST - 2006)Qual o papel da ONU a) na resoluo de conflitos scioeconmicos mundiais? D um exemplo. b) no controle da expanso do uso da tecnologia nuclear? D um exemplo.

Questão 2
2006Português

(FUVEST - 2006) Em um piano distante, algum estuda uma lio lenta, em notas graves. (...) Esses sons soltos, indecisos, teimosos e tristes, de uma lio elementar qualquer, tm uma grave monotonia. Deus sabe por que acordei hoje com tendncia a filosofia de bairro; mas agora me ocorre que a vida de muita gente parece um pouco essa lio de piano. Nunca chega a formar a linha de uma certa melodia. Comea a esboar, com os pontos soltos de alguns sons, a curva de uma frase musical; mas logo se detm, e volta, e se perde numa incoerncia montona. No tem ritmo nem cadncia sensveis. Rubem Braga, O homem rouco. a) O autor estabelece uma associao potica entre a vida de muita gente e uma lio de piano. Esclarea o sentido que ganha, no contexto dessa associao, a frase Nunca chega a formar a linha de uma certa melodia. b) Deus sabe por que acordei hoje com tendncia a filosofia de bairro. Reescreva a frase acima, substituindo a expresso sublinhada por outra de sentido equivalente.

Questão 2
2006Português

(FUVEST - 2006 - 1 FASE ) Ele se aproximou e com voz cantante de nordestino que a emocionou, perguntou-lhe: ⎯ E se me desculpe, senhorinha, posso convidar a passear? ⎯ Sim, respondeu atabalhoadamente com pressa antes que ele mudasse de idia. ⎯ E, se me permite, qual mesmo a sua graa? ⎯ Macaba. ⎯ Maca ⎯ o qu? ⎯ Bea, foi ela obrigada a completar. ⎯ Me desculpe mas at parece doena, doena de pele. ⎯ Eu tambm acho esquisito mas minha me botou ele por promessa a Nossa Senhora da Boa Morte se eu vingasse, at um ano de idade eu no era chamada porque no tinha nome, eu preferia continuar a nunca ser chamada em vez de ter um nome que ningum tem mas parece que deu certo ⎯ parou um instante retomando o flego perdido e acrescentou desanimada e com pudor ⎯ pois como o senhor v eu vinguei... pois ... ⎯ Tambm no serto da Paraba promessa questo de grande dvida de honra. Eles no sabiam como se passeia. Andaram sob a chuva grossa e pararam diante da vitrine de uma loja de ferragem onde estavam expostos atrs do vidro canos, latas, parafusos grandes e pregos. E Macaba, com medo de que o silncio j significasse uma ruptura, disse ao recm-namorado: ⎯ Eu gosto tanto de parafuso e prego, e o senhor? Da segunda vez em que se encontraram caa uma chuva fininha que ensopava os ossos. Sem nem ao menos se darem as mos caminhavam na chuva que na cara de Macaba parecia lgrimas escorrendo. Clarice Lispector, A hora da estrela. Ao dizer: (...) promessa questo de grande dvida de honra, Olmpico junta, em uma s afirmao, a obrigao religiosa e o dever de honra. A personagem de Sagarana que, em suas aes finais, opera uma juno semelhante

Questão 2
2006Biologia

(FUVEST - 2006) a) O cncer uma doena gentica, mas na grande maioria dos casos no herdado. Justifique essa afirmao. b) Uma das preocupaes com a destruio da camada de oznio da atmosfera o aumento da incidncia de cncer de pele. Explique a relao que existe entre a destruio da camada de oznio e o aumento da incidncia desse cncer.

Questão 2
2006Matemática

(FUVEST - 2006)Um comerciante compra calas, camisas e saias e as revende com lucro de 20%, 40% e 30% respectivamente. O preo x que o comerciante paga por uma cala trs vezes o que ele paga por uma camisa e duas vezes o que ele paga por uma saia. Um certo dia, um cliente comprou duas calas, duas camisas e duas saias e obteve um desconto de 10% sobre o preo total. a) Quanto esse cliente pagou por sua compra, em funo de x? b) Qual o lucro aproximado, em porcentagem, obtido pelo comerciante nessa venda?

Questão 2
2006História

(FUVEST - 2006)A personagem Dom Quixote representava um ideal de vida no mais dominante no tempo em que Miguel de Cervantes escreveu sua famosa obra (1605-1615). a) Explique esse ideal. b) Por que tal ideal deixou de ser dominante?

Questão 3
2006História

(FUVEST - 2006)H duas vertentes bsicas que estruturam a colonizao portuguesa nos trpicos: o impulso salvfico (os mveis religiosos, a catequese) e os mecanismos de produo mercantil (explorao do Novo Mundo); sendo que a primeira dimenso (a catequese do gentio) dominava o universo ideolgico, configurando o projeto, e a segunda (dominao poltica, explorao econmica) definia as necessidades de riqueza e poder. Fernando Novais, Histria da Vida Privada no Brasil, I. Com base no texto, explique a) os motivos religiosos da Coroa portuguesa. b) a explorao econmica da colnia

Questão 3
2006Geografia

(FUVEST - 2006)Segundo o documento Avaliao Ecossistmica do Milnio (ONU, 2005), resultado de pesquisas de 1350 cientistas de 95 pases, o mundo caminha para um colapso ambiental. O trabalho concluiu que o maior problema da degradao ambiental no o crescimento populacional. Explique as duas afirmaes, considerando a explorao florestal e mineral. D exemplos.

Questão 3
2006Biologia

(FUVEST - 2006)O esquema esquerda mostra um corao humano em corte. direita, o grfico mostra a variao da presso sangnea no ventrculo esquerdo durante um ciclo cardaco, que dura cerca de 0,7 segundo. a) Em qual das etapas do ciclo cardaco, indicadas pelas letras de A a O, ocorre o fechamento das valvas atrioventriculares ? b) Os ventrculos direito e esquerdo possuem volume interno similar e ejetam o mesmo volume de sangue a cada contrao. No entanto, a parede ventricular esquerda cerca de 4 vezes mais espessa do que a direita. Como se explica essa diferena em funo do trabalho realizado pelos ventrculos?

Questão 3
2006Português

(FUVEST - 2006) O Brasil j est beira do abismo. Mas ainda vai ser preciso um grande esforo de todo mundo pra colocarmos ele novamente l em cima. Millr Fernandes. a) Em seu sentido usual, a expresso sublinhada significa s vsperas de uma catstrofe. Tal significado se confirma no texto? Justifique sua resposta. b) Sem alterar o seu sentido, reescreva o texto em um nico perodo, iniciando com Embora o Brasil (...) e substituindo a forma pra por para que. Faa as demais transformaes que so necessrias para adequar o texto norma escrita padro.

Questão 3
2006Português

(FUVEST - 2006 - 1 FASE ) Ele se aproximou e com voz cantante de nordestino que a emocionou, perguntou-lhe: ⎯ E se me desculpe, senhorinha, posso convidar a passear? ⎯ Sim, respondeu atabalhoadamente com pressa antes que ele mudasse de idia. ⎯ E, se me permite, qual mesmo a sua graa? ⎯ Macaba. ⎯ Maca ⎯ o qu? ⎯ Bea, foi ela obrigada a completar. ⎯ Me desculpe mas at parece doena, doena de pele. ⎯ Eu tambm acho esquisito mas minha me botou ele por promessa a Nossa Senhora da Boa Morte se eu vingasse, at um ano de idade eu no era chamada porque no tinha nome, eu preferia continuar a nunca ser chamada em vez de ter um nome que ningum tem mas parece que deu certo ⎯ parou um instante retomando o flego perdido e acrescentou desanimada e com pudor ⎯ pois como o senhor v eu vinguei... pois ... ⎯ Tambm no serto da Paraba promessa questo de grande dvida de honra. Eles no sabiam como se passeia. Andaram sob a chuva grossa e pararam diante da vitrine de uma loja de ferragem onde estavam expostos atrs do vidro canos, latas, parafusos grandes e pregos. E Macaba, com medo de que o silncio j significasse uma ruptura, disse ao recm-namorado: ⎯ Eu gosto tanto de parafuso e prego, e o senhor? Da segunda vez em que se encontraram caa uma chuva fininha que ensopava os ossos. Sem nem ao menos se darem as mos caminhavam na chuva que na cara de Macaba parecia lgrimas escorrendo. Clarice Lispector, A hora da estrela. Considere as seguintes comparaes entre a cena do primeiro encontro de Macaba e Olmpico, figurada no excerto, e a clebre cena do primeiro encontro de Leonardo e Maria da Hortalia (Memrias de um sargento de milcias), a bordo do navio: I Na primeira cena, utiliza-se o dilogo verbal como meio privilegiado de representao, ao passo que, na segunda, a ausncia notria desse dilogo responde, em grande parte, pelo efeito expressivo do texto. II Em ambas as cenas, a representao da pobreza vem acompanhada de forte sentimento de culpa que perturba o narrador e o leva a questionar a validade da prpria literatura. III Ambas as cenas so construdas como pardias de modelos literrios consagrados: na primeira, parodiam-se as cenas amorosas do Romantismo; na segunda, so parodiadas as cenas idlicas dos romances do Realismo. Est correto apenas o que se afirma em