Gabarito FUVEST - Provas Anteriores

Questão 15
2004Português

(FUVEST - 2004 - 1a fase) O OLHAR TAMBM PRECISA APRENDER A ENXERGAR H uma historinha adorvel, contada por Eduardo Galeano, escritor uruguaio, que diz que um pai, morador l do interior do pas, levou seu filho at a beira do mar. O menino nunca tinha visto aquela massa de gua infinita. Os dois pararam sobre um morro. O menino, segurando a mo do pai, disse a ele: Pai, me ajuda a olhar. Pode parecer uma espcie de fantasia, mas deve ser a exata verdade, representando a sensao de faltarem no s palavras mas tambm capacidade para entender o que que estava se passando ali. Agora imagine o que se passa quando qualquer um de ns para diante de uma grande obra de arte visual: como olhar para aquilo e construir seu sentido na nossa percepo? S com auxlio mesmo. No quer dizer que a gente no se emocione apenas por ser exposto a um clssico absoluto, um Picasso ou um Niemeyer ou um Caravaggio. Quer dizer apenas que a gente podever melhor se entender a lgica da criao. (Lus Augusto Fischer, Folha de S. Paulo) Relacionando a histria contada pelo escritor uruguaio com o que se passa quando qualquer um de ns pra diante de uma grande obra de arte, o autor do texto defende a idia de que

Questão 16
2004Português

(FUVEST - 2004 - 1a fase) O OLHAR TAMBM PRECISA APRENDER A ENXERGAR H uma historinha adorvel, contada por Eduardo Galeano, escritor uruguaio, que diz que um pai, morador l do interior do pas, levou seu filho at a beira do mar. O menino nunca tinha visto aquela massa de gua infinita. Os dois pararam sobre um morro. O menino, segurando a mo do pai, disse a ele: Pai, me ajuda a olhar. Pode parecer uma espcie de fantasia, mas deve ser a exata verdade, representando a sensao de faltarem no s palavras mas tambm capacidade para entender o que que estava se passando ali. Agora imagine o que se passa quando qualquer um de ns para diante de uma grande obra de arte visual: como olhar para aquilo e construir seu sentido na nossa percepo? S com auxlio mesmo. No quer dizer que a gente no se emocione apenas por ser exposto a um clssico absoluto, um Picasso ou um Niemeyer ou um Caravaggio. Quer dizer apenas que a gente podever melhor se entender a lgica da criao. (Lus Augusto Fischer, Folha de S. Paulo) Analisando-se a construo do texto, verifica-se que

Questão 17
2004Português

(FUVEST - 2004 - 1a fase) O OLHAR TAMBM PRECISA APRENDER A ENXERGAR H uma historinha adorvel, contada por Eduardo Galeano, escritor uruguaio, que diz que um pai, morador l do interior do pas, levou seu filho at a beira do mar. O menino nunca tinha visto aquela massa de gua infinita. Os dois pararam sobre um morro. O menino, segurando a mo do pai, disse a ele: Pai, me ajuda a olhar. Pode parecer uma espcie de fantasia, mas deve ser a exata verdade, representando a sensao de faltarem no s palavras mas tambm capacidade para entender o que que estava se passando ali. Agora imagine o que se passa quando qualquer um de ns para diante de uma grande obra de arte visual: como olhar para aquilo e construir seu sentido na nossa percepo? S com auxlio mesmo. No quer dizer que a gente no se emocione apenas por ser exposto a um clssico absoluto, um Picasso ou um Niemeyer ou um Caravaggio. Quer dizer apenas que a gente podever melhor se entender a lgica da criao. (Lus Augusto Fischer, Folha de S. Paulo) A frase No quer dizer que a gente no se emocione apenas por ser exposto a um clssico absoluto pouco clara. Mantendo-se a coerncia com a linha de argumentao do texto, uma frase mais clara seria: No quer dizer que:

Questão 18
2004Português

(FUVEST - 2004 - 1a fase) Tendo em vista as diferenas entre O primo Baslio e Memrias pstumas de Brs Cubas, conclui-se corretamente que esses romances podem ser classificados igualmente como realistas apenas na medida em que ambos

Questão 19
2004Português

(FUVEST - 2004 - 1a fase) ORAO A TERESINHA DO MENINO JESUS Perdi o jeito de sofrer. Ora essa. No sinto mais aquele gosto cabotino da tristeza. Quero alegria! Me d alegria, Santa Teresa! Santa Teresa no, Teresinha... Teresinha... Teresinha... Teresinha do Menino Jesus. (...) (Manuel Bandeira, Libertinagem) Sobre este trecho do poema, s NO correto afirmar o que est em:

Questão 20
2004Português

(FUVEST - 2004 - 1a fase) Identifique a afirmao correta sobre A hora da estrela, de Clarice Lispector:

Questão 21
2004Matemática

(FUVEST - 2004 - 1a fase) Um reservatrio, com 40 litros de capacidade, j contm 30 litros de uma mistura gasolina/lcool com 18% de lcool. Deseja-se completar o tanque com uma nova mistura gasolina/lcool de modo que a mistura resultante tenha 20% de lcool. A porcentagem de lcool nessa nova mistura deve ser de:

Questão 22
2004Matemática

(FUVEST - 2004 - 1a fase) Um estacionamento cobra R$ 6,00 pela primeira hora de uso, R$ 3,00 porhora adicional e tem uma despesa diria de R$ 320,00. Considere-se um dia em que sejamcobradas, no total, 80 horas de estacionamento. O nmero mnimo de usurios necessriopara que o estacionamento obtenha lucro nesse dia :

Questão 23
2004Matemática

(FUVEST - 2004 - 1a fase) Em uma semi-circunferncia de centro C e raio R, inscreve-se um tringulo equiltero ABC. Seja D o ponto onde a bissetriz do ngulo AĈB intercepta a semi-circunferncia. O comprimento da corda :

Questão 24
2004Matemática

(FUVEST - 2004 - 1a fase) Um lateral L faz um lanamento para um atacante A, situado 32 m sua frente em uma linha paralela lateral do campo de futebol. A bola, entretanto, segue uma trajetria retilnea, mas no paralela lateral e quando passa pela linha de meio do campo est a uma distncia de 12 m da linha que une o lateral ao atacante. Sabendo-se que a linha de meio do campo est mesma distncia dos dois jogadores, a distncia mnima que o atacante ter que percorrer para encontrar a trajetria da bola ser de:

Questão 25
2004Matemática

(FUVEST - 2004 - 1a fase) Das alternativas abaixo, a que melhor corresponde ao grfico da funo :

Questão 26
2004Matemática

(FUVEST - 2004 - 1a fase) Um nmero racional r tem representao decimal da forma , onde , , . Supondo-se que: - a parte inteira de r o qudruplo de a3, - a1,a2,a3 esto em progresso aritmtica, - a2 divisvel por 3, ento a3 vale:

Questão 27
2004Matemática

(FUVEST - 2004 - 1a fase) Se x um nmero real, e , ento o valor de x :

Questão 28
2004Matemática

(FUVEST - 2004 - 1a fase) Uma matriz real A ortogonal se , onde indica a matriz identidadee indica a transposta de . Se ortogonal, ento igual a:

Questão 29
2004Matemática

(FUVEST - 2004 - 1a fase) Duas irms receberam como herana um terreno na forma do quadriltero ABCD, representado a seguir em um sistema de coordenadas. Elas pretendem dividi-lo, construindo uma cerca reta perpendicular ao lado AB e passando pelo ponto P = (a, 0). O valor de a para que se obtenham dois lotes de mesma rea :