Gabarito FUVEST - Provas Anteriores

Questão 10
2009Geografia

(FUVEST - 2009 - 2 fase - Questo 10) Considere a figura e seus conhecimentos para responder. a) Anote, na folha de respostas, os nmeros de 1 a 5 correspondentes a cada unidade de relevo ou de estrutura geolgica. b) Compare as reas A e B quanto s atividades agrrias espacialmente predominantes, relacionando essas atividades a caractersticas do relevo.

Questão 10
2009Biologia

(FUVEST - 2009 - 2 fase - Questo 10) Considere um indivduo heterozigoto Aa. a) O esquema abaixo representa o ciclo celular. Numa clula desse indivduo heterozigoto, indique quantas unidades de cada alelo haver ao final das fases G1 (intervalo 1). S (Sntese). M (Mitose). b) No esquema da folha de respostas, est representado o processo de diviso de um espermatcito desse mesmo indivduo. Preencha as clulas esquematizadas, nas fases I e II, indicando o tipo e o nmero de alelos em cada uma delas. Considere que no tenha ocorrido permutao.

Questão 10
2009Física

(FUVEST - 2009 - 2 fase - Questo 10) Para estimar a intensidade de um campo magntico B0, uniforme e horizontal, utilizado um fio condutor rgido, dobrado com a forma e dimenses indicadas na figura, apoiado sobre suportes fixos, podendo girar livremente em torno do eixo OO. Esse arranjo funciona como uma balana para foras eletromagnticas. O fio ligado a um gerador, ajustado para que a corrente contnua fornecida seja sempre i = 2,0 A, sendo que duas pequenas chaves, A e C, quando acionadas, estabelecem diferentes percursos para a corrente. Inicialmente, com o gerador desligado, o fio permanece em equilbrio na posio horizontal. Quando o gerador ligado, com a chave A, aberta e C, fechada, necessrio pendurar uma pequena massa M1 = 0,008 kg, no meio do segmento P3-P4, para restabelecer o equilbrio e manter o fio na posio horizontal. a) Determine a intensidade da fora eletromagntica F1, em newtons, que age sobre o segmento P3P4 do fio, quando o gerador ligado com a chave A, aberta e C, fechada. b) Estime a intensidade do campo magntico B0, em teslas. c) Estime a massa M2, em kg, necessria para equilibrar novamente o fio na horizontal, quando a chave A est fechada e C, aberta. Indique onde deve ser colocada essa massa, levando em conta que a massa M1 foi retirada. NOTE E ADOTE: F = iBL Desconsidere o campo magntico da Terra. As extremidades P1, P2, P3 e P4 esto sempre no mesmo plano.

Questão 10
2009Português

(FUVEST - 2009 - 2 fase - Questo 10) Leia o trecho do conto Minha gente, de Guimares Rosa, e responda ao que se pede. Oh, tristeza! Da gameleira ou do ingazeiro, desce um canto, de repente, triste, triste, que faz d. um sabi. Tem quatro notas, sempre no mesmo, porque s ao fim da pgina que ele dobra o pio. Quatro notas, em menor, a segunda e a ltima molhadas. Romntico. Bento Porfrio se inquieta: Eu no gosto desse passarinho!... no gosto de violo... De nada que pe saudades na gente. J. Guimares Rosa. Minha gente. Sagarana. a) No trecho, a meno ao sabi e a seu canto, enfaticamente associados a Romntico e a saudades, indica que o texto de Guimares Rosa pode remeter a um poema, dos mais conhecidos da literatura brasileira, escrito em um perodo em que se afirmava o nacionalismo literrio. Identifique o poema a que remete o texto de Rosa e aponte o nome de seu autor. b) Considerando o trecho no contexto de Sagarana, a provvel referncia, nele presente, a um autor brasileiro indica que Guimares Rosa um escritor nacionalista, que rejeita o contato com lnguas e culturas estrangeiras? Justifique sucintamente sua resposta.

Questão 11
2009Português

(FUVEST - 2009 - 1 FASE) Observe a charge para responder s questes. O pressuposto da frase escrita no cartaz que compe a charge o de que a Amaznia est ameaada de

Questão 12
2009Português

(FUVEST - 2009 - 1 FASE)Texto para as questes. Eu amo a rua. Esse sentimento de natureza toda ntima no vos seria revelado por mim se no julgasse, e razes no tivesse para julgar, que este amor assim absoluto e assim exagerado partilhado por todos vs. Ns somos irmos, ns nos sentimos parecidos e iguais; nas cidades, nas aldeias, nos povoados, no porque soframos, com a dor e os desprazeres, a lei e a polcia, mas porque nos une, nivela e agremia o amor da rua. este mesmo o sentimento imperturbvel e indissolvel, o nico que, como a prpria vida, resiste s idades e s pocas. Tudo se transforma, tudo varia o amor, o dio, o egosmo. Hoje mais amargo o riso, mais dolorosa a ironia. Os sculos passam, deslizam, levando as coisas fteis e os acontecimentos notveis. S persiste e fica, legado das geraes cada vez maior, o amor da rua. Joo do Rio. A alma encantadora das ruas. Em nas cidades, nas aldeias, nos povoados (linha 6), hoje mais amargo o riso, mais dolorosa a ironia (linhas 12 e 13) e levando as coisas fteis e os acontecimentos notveis (linhas 13 e 14), ocorrem, respectivamente, os seguintes recursos expressivos:

Questão 13
2009Português

(FUVEST - 2009 - 1 FASE)Texto para as questes. Eu amo a rua. Esse sentimento de natureza toda ntima no vos seria revelado por mim se no julgasse, e razes no tivesse para julgar, que este amor assim absoluto e assim exagerado partilhado por todos vs. Ns somos irmos, ns nos sentimos parecidos e iguais; nas cidades, nas aldeias, nos povoados, no porque soframos, com a dor e os desprazeres, a lei e a polcia, mas porque nos une, nivela e agremia o amor da rua. este mesmo o sentimento imperturbvel e indissolvel, o nico que, como a prpria vida, resiste s idades e s pocas. Tudo se transforma, tudo varia o amor, o dio, o egosmo. Hoje mais amargo o riso, mais dolorosa a ironia. Os sculos passam, deslizam, levando as coisas fteis e os acontecimentos notveis. S persiste e fica, legado das geraes cada vez maior, o amor da rua. Joo do Rio.A alma encantadora das ruas. No texto, observa-se que o narrador se

Questão 14
2009Português

(FUVEST - 2009 - 1 FASE)Texto para as questes. Eu amo a rua. Esse sentimento de natureza toda ntima no vos seria revelado por mim se no julgasse, e razes no tivesse para julgar, que este amor assim absoluto e assim exagerado partilhado por todos vs. Ns somos irmos, ns nos sentimos parecidos e iguais; nas cidades, nas aldeias, nos povoados, no porque soframos, com a dor e os desprazeres, a lei e a polcia, mas porque nos une, nivela e agremia o amor da rua. este mesmo o sentimento imperturbvel e indissolvel, o nico que, como a prpria vida, resiste s idades e s pocas. Tudo se transforma, tudo varia o amor, o dio, o egosmo. Hoje mais amargo o riso, mais dolorosa a ironia. Os sculos passam, deslizam, levando as coisas fteis e os acontecimentos notveis. S persiste e fica, legado das geraes cada vez maior, o amor da rua. Joo do Rio.A alma encantadora das ruas. Prefixos que tm o mesmo sentido ocorrem nas seguintes palavras do texto:

Questão 15
2009Português

(FUVEST - 2009 - 1 FASE)Texto para as questes. Artistas, costureiras, soldadores e desenhistas manejam ferro, madeira, isopor e tecido. No galpo do boi Garantido, o do corao vermelho, todos se esmeram (nunca usam o verbo caprichar) para preparar um espetculo que supere o do rival. No ano passado, foi o Caprichoso, o da estrela azul, o ganhador da disputa de bois-bumb do famoso Festival de Parintins, que todo final de junho atrai cerca de cem mil pessoas para a doce ilha situada na margem direita do rio Amazonas. No curral da torcida caprichosa, alegoristas, passistas e percussionistas preferem no dizer que uma nova vitria est garantida. Dizem, sim, com todas as letras, que est assegurada. Fernanda Pompeu. Caprichada e garantida. As marcas lingsticas e o modo de organizao do discurso que caracterizam o texto so, respectivamente,

Questão 16
2009Português

(FUVEST - 2009 - 1 FASE)Texto para as questes Artistas, costureiras, soldadores e desenhistas manejam ferro, madeira, isopor e tecido. No galpo do boi Garantido, o do corao vermelho, todos se esmeram (nunca usam o verbo caprichar) para preparar um espetculo que supere o do rival. No ano passado, foi o Caprichoso, o da estrela azul, o ganhador da disputa de bois-bumb do famoso Festival de Parintins, que todo final de junho atrai cerca de cem mil pessoas para a doce ilha situada na margem direita do rio Amazonas. No curral da torcida caprichosa, alegoristas, passistas e percussionistas preferem no dizer que uma nova vitria est garantida. Dizem, sim, com todas as letras, que est assegurada. Fernanda Pompeu.Caprichada e garantida. De acordo com o texto, a escolha das palavras esmeram (linha 3) e assegurada (linha 13) motivada pelo

Questão 17
2009Português

(FUVEST - 2009 - 1 FASE)Texto para as questes. Vestindo gua, s sado o cimo do pescoo, o burrinho tinha de se enqueixar para o alto, a salvar tambm de fora o focinho. Uma peitada. Outro tacar de patas. Chu-a! Chu-a... ruge o rio, como chuva deitada no cho. Nenhuma pressa! Outra remada, vagarosa. No fim de tudo, tem o ptio, com os cochos, muito milho, na Fazenda; e depois o pasto: sombra, capim e sossego... Nenhuma pressa. Aqui, por ora, este poo doido, que barulha como um fogo, e faz medo, no novo: tudo ruim e uma s coisa, no caminho: como os homens e os seus modos, costumeira confuso. s fechar os olhos. Como sempre. Outra passada, na massa fria. E ir sem af, voga surda, amigo da gua, bem com o escuro, filho do fundo, poupando foras para o fim. Nada mais, nada de graa; nem um arranco, fora de hora. Assim. Joo Guimares Rosa. O burrinho pedrs, Sagarana. Em trecho anterior do mesmo conto, o narrador chama Sete-de-Ouros de sbio. No excerto, a sabedoria do burrinho consiste, principalmente, em

Questão 18
2009Português

(FUVEST - 2009 - 1 FASE) Texto para as questes. Vestindo gua, s sado o cimo do pescoo, o burrinho tinha de se enqueixar para o alto, a salvar tambm de fora o focinho. Uma peitada. Outro tacar de patas. Chu-a! Chu-a... ruge o rio, como chuva deitada no cho. Nenhuma pressa! Outra remada, vagarosa. No fim de tudo, tem o ptio, com os cochos, muito milho, na Fazenda; e depois o pasto: sombra, capim e sossego... Nenhuma pressa. Aqui, por ora, este poo doido, que barulha como um fogo, e faz medo, no novo: tudo ruim e uma s coisa, no caminho: como os homens e os seus modos, costumeira confuso. s fechar os olhos. Como sempre. Outra passada, na massa fria. E ir sem af, voga surda, amigo da gua, bem com o escuro, filho do fundo, poupando foras para o fim. Nada mais, nada de graa; nem um arranco, fora de hora. Assim. Joo Guimares Rosa. O burrinho pedrs,Sagarana. Quando nos apresentam os homens vistos pelos olhos dos animais, as narrativas em que aparecem o burrinho pedrs, do conto homnimo (Sagarana), os bois de Conversa de bois (Sagarana) e a cachorra Baleia (Vidas secas) produzem um efeito de

Questão 19
2009Português

(FUVEST - 2009 - 1 FASE) Texto para as questes de 17 a 20 Vestindo gua, s sado o cimo do pescoo, o burrinho tinha de se enqueixar para o alto, a salvar tambm de fora o focinho. Uma peitada. Outro tacar de patas. Chu-a! Chu-a... - ruge o rio, como chuva deitada no cho. Nenhuma pressa! Outra remada, vagarosa. No fim de tudo, tem o ptio, com os cochos, muito milho, na Fazenda; e depois o pasto: sombra, capim e sossego... Nenhuma pressa. Aqui, por ora, este poo doido, que barulha como um fogo, e faz medo, no novo: tudo ruim e uma s coisa, no caminho: como os homens e os seus modos, costumeira confuso. s fechar os olhos. Como sempre. Outra passada, na massa fria. E ir sem af, voga surda, amigo da gua, bem com o escuro, filho do fundo, poupando foras para o fim. Nada mais, nada de graa; nem um arranco, fora de hora. Assim. Joo Guimares Rosa. O burrinho pedrs, Sagarana. No conto de Guimares Rosa a que pertence o excerto, a presena de um animal que sbio e forma juzos supe uma concepo da natureza:

Questão 20
2009Português

(FUVEST - 2009 - 1 FASE) Texto para as questes de 17 a 20 Vestindo gua, s sado o cimo do pescoo, o burrinho tinha de se enqueixar para o alto, a salvar tambm de fora o focinho. Uma peitada. Outro tacar de patas. Chu-a! Chu-a... - ruge o rio, como chuva deitada no cho. Nenhuma pressa! Outra remada, vagarosa. No fim de tudo, tem o ptio, com os cochos, muito milho, na Fazenda; e depois o pasto: sombra, capim e sossego... Nenhuma pressa. Aqui, por ora, este poo doido, que barulha como um fogo, e faz medo, no novo: tudo ruim e uma s coisa, no caminho: como os homens e os seus modos, costumeira confuso. s fechar os olhos. Como sempre. Outra passada, na massa fria. E ir sem af, voga surda, amigo da gua, bem com o escuro, filho do fundo, poupando foras para o fim. Nada mais, nada de graa; nem um arranco, fora de hora. Assim. Joo Guimares Rosa. O burrinho pedrs, Sagarana. Como exemplos da expressividade sonora presente nesse excerto, podemos citar a onomatopeia, em Chu-a! Chu-a..., e a fuso de onomatopeia com aliterao, em:

Questão 21
2009Português

(FUVEST -2009 -1 FASE) Texto para as questes de 21 a 23 Assim se explicam a minha estada debaixo da janela de Capitu e a passagem de um cavaleiro, um dandy,3como ento dizamos. Montava um belo cavalo alazo, firme na sela, rdea na mo esquerda, a direita cinta, botas de verniz, figura e postura esbeltas: a cara no me era desconhecida.1Tinham passado outros, e ainda outros2viriam atrs; todos iam s suas namoradas. Era uso do tempo namorar a cavalo. Rel Alencar: Porque um estudante (dizia um dos seus personagens de teatro de 1858) no pode estar sem estas duas coisas, um cavalo e uma namorada. Rel lvares de Azevedo. Uma das suas poesias destinada a contar (1851) que residia em Catumbi, e, para ver a namorada no Catete, alugara um cavalo por trs mil-ris... Machado de Assis.Dom Casmurro. As formas verbais Tinham passado (linha 6) e viriam (linha 7) traduzem idia, respectivamente, de anterioridade e de posterioridade em relao ao fato expresso pela palavra