Gabarito FUVEST - Provas Anteriores

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Questão 4
2006História

(FUVEST - 2006)Felipe II, rei da Espanha, entre 1556 e 1598, no conseguiu impedir a revolta dos holandeses (Pases Baixos setentrionais). Lus XIV, rei de Frana, entre 1643 e 1715, no conseguiu conquistar a Holanda. Nos dois enfrentamentos, estiveram em jogo concepes poltico-religiosas opostas e estruturas socio-econmicas distintas. Explique a) essas concepes poltico-religiosas opostas. b) essas estruturas socioeconmicas distintas.

Questão 4
2006Biologia

(FUVEST - 2006) Uma colnia de bactrias em que todos os indivduos se originaram de uma nica clula era incapaz de metabolizar lactose. Durante vrias geraes, essas bactrias foram cultivadas em meio que continha glicose e lactose. Dessa cultura, foram retiradas duas amostras com quantidades iguais de clulas, que foram transferidas para novos meios de cultura: o meio A continha apenas glicose e o meio B apenas lactose, como nicas fontes de carbono. O grfico abaixo mostra as curvas de crescimento bacteriano nas culturas A e B. a) Como surgiram as bactrias capazes de sobreviver na cultura B? b) D a razo para a diferena entre as curvas A e B no intervalo X.

Questão 4
2006Português

(FUVEST - 2006) Crianas perguntam... Einstein responde! O professor da 5 srie de uma escola americana notou que seus alunos ficavam chocados ao aprender que os seres humanos so classificados no reino animal. Ento sugeriu que escrevessem para grandes cientistas e intelectuais e pedissem a opinio deles sobre isto. Albert Einstein respondeu: Queridas crianas. Ns no devemos perguntar O que um animal?, mas sim, Que coisa chamamos de animal? Bem, chamamos de animal quando essa coisa tem certas caractersticas: alimenta-se, descende de pais semelhantes a ela, cresce sozinha e morre quando seu tempo se esgotou. por isso que chamamos a minhoca, a galinha, o cachorro e o macaco de animais. E ns, humanos? Pensem nisto da maneira que eu propus anteriormente e ento decidam por vocs mesmas se uma coisa natural ns nos considerarmos animais. Cincia Hoje Crianas. a) Em sua resposta s crianas, Albert Einstein prope a substituio da pergunta O que um animal? por Que coisa chamamos de animal?. Explique por que essa substituio j revela uma atitude cientfica. b) Fazendo as adaptaes necessrias e conservando o seu sentido original, reconstrua o ltimo perodo do texto (... Pensem nisto da maneira que eu ... animais.), comeando com (...) Decidam por vocs mesmas ... animais.

Questão 4
2006Matemática

(FUVEST - 2006)A reta s passa pela origem O e pelo ponto A do primeiro quadrante. A reta r perpendicular reta s, no ponto A, e intercepta o eixo x no ponto B e o eixo y no ponto C. Determine o coeficiente angular de s se a rea do tringulo OBC for o triplo da rea do tringulo OAB.

Questão 4
2006Geografia

(FUVEST - 2006)Responda a partir do grfico: a) Qual desses pases teve mais gastos militares em relao ao PIB, em 2003? Justifique. b) Qual pas repassou mais recursos, em relao ao PIB, a pases pobres em 2003? Justifique. c) Relacione a busca de paz mundial aos dados da tabela.

Questão 5
2006Geografia

(FUVEST - 2006)Nos ltimos anos, dois tipos de eventos naturais de alta magnitude chegaram a atingir um grande nmero de pessoas e regies costeiras no globo. Um deles ocorreu na sia, em dezembro de 2004, e o outro tipo, mais frequente, no sul dos Estados Unidos, no 2 semestre de 2005. a) Identifique esses dois tipos de eventos e compare-os quanto s suas causas e efeitos. b) A partir dos casos referidos, escolha um deles como exemplo e avalie a importncia das aes governamentais na preveno de seus efeitos catastrficos, bem como os diferentes tipos de assistncia prestados populao.

Questão 5
2006Português

(FUVEST - 2006) (...) Num tempo Pgina infeliz da nossa histria Passagem desbotada na memria Das nossas novas geraes Dormia A nossa ptria me to distrada Sem perceber que era subtrada Em tenebrosas transaes (...). Vai passar, Chico Buarque e Francis Hime. a) correto afirmar que o verbo dormia tem uma conotao positiva, tendo em vista o contexto em que ele ocorre? Justifique sua resposta. b) Identifique, nos trs ltimos versos, um recurso expressivo sonoro e indique o efeito de sentido que ele produz. (No considere a rima distrada/subtrada.)

Questão 5
2006Português

(FUVEST - 2006 - 1 FASE ) Ele se aproximou e com voz cantante de nordestino que a emocionou, perguntou-lhe: ⎯ E se me desculpe, senhorinha, posso convidar a passear? ⎯ Sim, respondeu atabalhoadamente com pressa antes que ele mudasse de idia. ⎯ E, se me permite, qual mesmo a sua graa? ⎯ Macaba. ⎯ Maca ⎯ o qu? ⎯ Bea, foi ela obrigada a completar. ⎯ Me desculpe mas at parece doena, doena de pele. ⎯ Eu tambm acho esquisito mas minha me botou ele por promessa a Nossa Senhora da Boa Morte se eu vingasse, at um ano de idade eu no era chamada porque no tinha nome, eu preferia continuar a nunca ser chamada em vez de ter um nome que ningum tem mas parece que deu certo ⎯ parou um instante retomando o flego perdido e acrescentou desanimada e com pudor ⎯ pois como o senhor v eu vinguei... pois ... ⎯ Tambm no serto da Paraba promessa questo de grande dvida de honra. Eles no sabiam como se passeia. Andaram sob a chuva grossa e pararam diante da vitrine de uma loja de ferragem onde estavam expostos atrs do vidro canos, latas, parafusos grandes e pregos. E Macaba, com medo de que o silncio j significasse uma ruptura, disse ao recm-namorado: ⎯ Eu gosto tanto de parafuso e prego, e o senhor? Da segunda vez em que se encontraram caa uma chuva fininha que ensopava os ossos. Sem nem ao menos se darem as mos caminhavam na chuva que na cara de Macaba parecia lgrimas escorrendo. Clarice Lispector, A hora da estrela. No trecho que vai de Eu tambm acho esquisito a eu vinguei... pois ..., o autor se vale, para traduzir o estado emocional de Macaba, do seguinte recurso expressivo:

Questão 5
2006Biologia

(FUVEST - 2006)A polinizao um evento essencial para a produo de frutos nas plantas. Em algumas espcies, no entanto, pode haver formao de frutos na ausncia de polinizao, se as flores forem pulverizadas com certos hormnios vegetais. a) Que parte da flor estimulada pelos hormnios a se desenvolver em fruto? b) Qual a diferena entre um fruto gerado pela aplicao de hormnios, sem que haja polinizao, e um fruto resultante da polinizao?

Questão 5
2006História

(FUVEST - 2006) A beleza desta igreja de Ouro Preto, que comeou a ser erguida em 1766, notvel. Como tantas outras igrejas mineiras da mesma poca, ela fruto de um contexto histrico particular. a) Quais os fatores econmicos que esto por trs da construo dessas igrejas? b) Comente seu estilo artstico.

Questão 5
2006Matemática

(FUVEST - 2006)Na figura abaixo, O o centro da circunferncia de raio 1, a reta AB secante a ela, o ngulo mede 60 e. a) Determine em funo de AB. b) Calcule AB.

Questão 6
2006História

(FUVEST - 2006)A recente catstrofe ocorrida em Nova Orleans mostrou a pobreza da regio, mais uma vez apontando as diferenas econmicas e sociais entre o norte e o sul dos Estados Unidos. Para a maioria dos historiadores, essas diferenas esto associadas Guerra de Secesso, que dividiu o pas, no sculo XIX, e deixou srias conseqncias. a) Quais eram as diferenas entre o norte e o sul dos Estados Unidos antes da Guerra? b) Qual o tratamento dispensado pelos vitoriosos aos derrotados no final da Guerra?

Questão 6
2006Português

(FUVEST - 2006 - 1 FASE ) Ele se aproximou e com voz cantante de nordestino que a emocionou, perguntou-lhe: ⎯ E se me desculpe, senhorinha, posso convidar a passear? ⎯ Sim, respondeu atabalhoadamente com pressa antes que ele mudasse de idia. ⎯ E, se me permite, qual mesmo a sua graa? ⎯ Macaba. ⎯ Maca ⎯ o qu? ⎯ Bea, foi ela obrigada a completar. ⎯ Me desculpe mas at parece doena, doena de pele. ⎯ Eu tambm acho esquisito mas minha me botou ele por promessa a Nossa Senhora da Boa Morte se eu vingasse, at um ano de idade eu no era chamada porque no tinha nome, eu preferia continuar a nunca ser chamada em vez de ter um nome que ningum tem mas parece que deu certo ⎯ parou um instante retomando o flego perdido e acrescentou desanimada e com pudor ⎯ pois como o senhor v eu vinguei... pois ... ⎯ Tambm no serto da Paraba promessa questo de grande dvida de honra. Eles no sabiam como se passeia. Andaram sob a chuva grossa e pararam diante da vitrine de uma loja de ferragem onde estavam expostos atrs do vidro canos, latas, parafusos grandes e pregos. E Macaba, com medo de que o silncio j significasse uma ruptura, disse ao recm-namorado: ⎯ Eu gosto tanto de parafuso e prego, e o senhor? Da segunda vez em que se encontraram caa uma chuva fininha que ensopava os ossos. Sem nem ao menos se darem as mos caminhavam na chuva que na cara de Macaba parecia lgrimas escorrendo. Clarice Lispector, A hora da estrela. No trecho Sem nem ao menos SE DAREM AS MOS caminhavam na chuva, o segmento destacado pode ser corretamente substitudo por: Sem que nem ao menos se

Questão 6
2006Biologia

(FUVEST - 2006)O grfico a seguir mostra, em unidades arbitrrias, as quantidades de gs carbnico (CO2) liberadas e absorvidas por uma planta em diferentes intensidades luminosas. Indique as faixas de intensidades luminosas (I, II, III) em que a) ocorre aumento da quantidade de matria orgnica na planta. Justifique. b) a planta absorve gs oxignio do ambiente. Justifique.

Questão 6
2006Matemática

(FUVEST - 2006)Um torneiro mecnico dispe de uma pea de metal macia na forma de um cone circular reto de 15 cm de altura e cuja base B tem raio 8 cm (Figura 1). Ele dever furar o cone, a partir de sua base, usando uma broca, cujo eixo central coincide com o eixo do cone. A broca perfurar a pea at atravess-la completamente, abrindo uma cavidade cilndrica, de modo a obter-se o slido da Figura 2. Se a rea da base deste novo slido 2/3 da rea de B , determine seu volume.

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