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Questão 27
2016Física

(FUVEST - 2016 - 1 FASE) O arranjo experimental representado na figura formado por uma fonte de tenso F, um ampermetro A, um voltmetro V, trs resistores, R1 , R2 e R3 , de resistncias iguais, e fios de ligao. Quando o ampermetro mede uma corrente de 2 A, e o voltmetro, uma tenso de 6 V, a potncia dissipada em R2 igual a ---------------------

Questão 31
2016Física

(FUVEST - 2016 - 1 FASE) O eltron e sua antipartcula, o psitron, possuem massas iguais e cargas opostas. Em uma reao em que o eltron e o psitron, em repouso, se aniquilam, dois ftonsde mesma energia so emitidos em sentidos opostos.A energia de cada fton produzido , emMeV,aproximadamente: Note e adote: Relao de Einstein entre energia(E)e massa(m) : E = m.c2; Massa do eltron = 9x10-31 kg Velocidade da luz c = 3,0,x108 m/s 1 eV = 1,6x10-19J 1 MeV = 106 eV No processo deaniquilao, toda a massa das partculas transformada em energia dos ftons.

Questão 34
2016BiologiaFísica

(FUVEST - 2016 - 1 FASE) Chumaos de algodo embebidos em uma soluo de vermelho de cresol, de cor rosa, foram colocados em trs recipientes de vidro, I, II e III, idnticos e transparentes. Em I e II, havia plantas e, em III, rs. Os recipientes foram vedados e iluminados durante um mesmo intervalo de tempo com luz de mesma intensidade, sendo que I e III foram iluminados com luz de frequncia igual a 7,0 x 1014 Hz, e II, com luz de frequncia igual a 5,0 x 1014 Hz. O grfico mostra a taxa de fotossntese das clorofilas a e b em funo do comprimento de onda da radiao eletromagntica. Considere que, para essas plantas, o ponto de compensao ftica corresponde a 20% do percentual de absoro. correto afirmar que, aps o perodo de iluminao, as cores dos chumaos de algodo embebidos em soluo de cresol dos recipientes I, II e III ficaram, respectivamente, --------------------------

Questão 41
2016Biologia

(FUVEST - 2016 - 1 FASE)Atualmente, os seres vivos so classificados em trs domnios: Bacteria, Archaea e Eukarya. Todos os eucariotos esto includos no domnio Eukarya, e os procariotos esto distribudos entre os domnios Bacteria e Archaea. Estudos do DNA ribossmico mostraram que os procariotos do domnio Archaea compartilham, com os eucariotos, sequncias de bases nitrogenadas, que no esto presentes nos procariotos do domnio Bacteria. Esses resultados apoiam as relaes evolutivas representadas na rvore

Questão 43
2016Biologia

QUESTO ANULADA!! (FUVEST 2016) Nos mamferos, o vulo uma clula que constitui o gameta feminino. Nas fanergamas (gimnospermas e angiospermas), denominase vulo a estrutura multicelular que contm o gameta feminino. Em mamferos e fanergamas, o resultado da fecundao normal quanto ao nmero de conjuntos cromossmicos QUESTO ANULADA!! *Segundo a Fuvest, nenhuma das alternativas propostas para a questo estavam corretas.Tanto em mamferos quanto em gimnosperamas e angiospermas, o resultado da fecundao um embrio diploide. E nas gimnospermas, o tecido de reserva haploide, j que no se origina da fecundao. Nas angiospermas, ele proveniente da fecundao de duas clulas masculinas e uma feminina.

Questão 46
2016Português

(FUVEST - 2016 - 1 FASE) Para obter o efeito de humor presente no cartum, o autor se vale, entre outros, do seguinte recurso:

Questão 47
2016Português

(FUVEST - 2016 - 1 FASE) No contexto do cartum, a presena de numerosos animais de estimao permite que o juzo emitido pela personagem seja considerado

Questão 48
2016Português

(FUVEST - 2016 - 1 FASE)A ARMA DA PROPAGANDA O governo Mdici no se limitou represso. Distinguiu claramente entre um setor significativo mas minoritrio da sociedade, adversrio do regime, e a massa da populao que vivia um dia a dia de alguma esperana nesses anos de prosperidade econmica. A represso acabou com o primeiro setor, enquanto a propaganda encarregouse de, pelo menos, neutralizar gradualmente o segundo. Para alcanar este ltimo objetivo, o governo contou com o grande avano das telecomunicaes no pas, aps 1964. As facilidades de crdito pessoal permitiram a expanso do nmero de residncias que possuam televiso: em 1960, apenas 9,5% das residncias urbanas tinham televiso; em 1970, a porcentagem chegava a 40%. Por essa poca, beneficiada pelo apoio do governo, de quem se transformou em portavoz, a TV Globo expandiuse at se tornar rede nacional e alcanar praticamente o controle do setor. A propaganda governamental passou a ter um canal de expresso como nunca existira na histria do pas. A promoo do Brasil grande potncia foi realizada a partir da Assessoria Especial de Relaes Pblicas (AERP), criada no governo Costa e Silva, mas que no chegou a ter importncia nesse governo. Foi a poca do Ningum segura este pas, da marchinha Pr Frente, Brasil, que embalou a grande vitria brasileira na Copa do Mundo de 1970. Boris Fausto, Histria do Brasil. Adaptado A frase que expressa uma ideia contida no texto :

Questão 49
2016HistóriaFilosofiaPortuguês

(FUVEST - 2016 - 1 FASE) A ARMA DA PROPAGANDA O governo Mdici no se limitou represso. Distinguiu claramente entre um setor significativo mas minoritrio da sociedade, adversrio do regime, e a massa da populao que vivia um dia a dia de alguma esperana nesses anos de prosperidade econmica. A represso acabou com o primeiro setor, enquanto a propaganda encarregouse de, pelo menos, neutralizar gradualmente o segundo. Para alcanar este ltimo objetivo, o governo contou com o grande avano das telecomunicaes no pas, aps 1964. As facilidades de crdito pessoal permitiram a expanso do nmero de residncias que possuam televiso: em 1960, apenas 9,5% das residncias urbanas tinham televiso; em 1970, a porcentagem chegava a 40%. Por essa poca, beneficiada pelo apoio do governo, de quem se transformou em portavoz, a TV Globo expandiuse at se tornar rede nacional e alcanar praticamente o controle do setor. A propaganda governamental passou a ter um canal de expresso como nunca existira na histria do pas. A promoo do Brasil grande potncia foi realizada a partir da Assessoria Especial de Relaes Pblicas (AERP), criada no governo Costa e Silva, mas que no chegou a ter importncia nesse governo. Foi a poca do Ningum segura este pas, da marchinha Pr Frente, Brasil, que embalou a grande vitria brasileira na Copa do Mundo de 1970. Boris Fausto, Histria do Brasil. Adaptado A estratgia de dominao empregada pelo governo Mdici, tal como descrita no texto, assemelha-se, sobretudo, seguinte recomendao feita ao prncipe ou ao governante por um clebre pensador da poltica:

Questão 50
2016Português

(FUVEST - 2016 - 1 FASE) A ARMA DA PROPAGANDA O governo Mdici no se limitou represso. Distinguiu claramente entre um setor significativo mas minoritrio da sociedade, adversrio do regime, e a massa da populao que vivia um dia a dia de alguma esperana nesses anos de prosperidade econmica. A represso acabou com o primeiro setor, enquanto a propaganda encarregouse de, pelo menos, neutralizar gradualmente o segundo. Para alcanar este ltimo objetivo, o governo contou com o grande avano das telecomunicaes no pas, aps 1964. As facilidades de crdito pessoal permitiram a expanso do nmero de residncias que possuam televiso: em 1960, apenas 9,5% das residncias urbanas tinham televiso; em 1970, a porcentagem chegava a 40%. Por essa poca, beneficiada pelo apoio do governo, de quem se transformou em portavoz, a TV Globo expandiuse at se tornar rede nacional e alcanar praticamente o controle do setor. A propaganda governamental passou a ter um canal de expresso como nunca existira na histria do pas. A promoo do Brasil grande potncia foi realizada a partir da Assessoria Especial de Relaes Pblicas (AERP), criada no governo Costa e Silva, mas que no chegou a ter importncia nesse governo. Foi a poca do Ningum segura este pas, da marchinha Pr Frente, Brasil, que embalou a grande vitria brasileira na Copa do Mundo de 1970. Boris Fausto, Histria do Brasil. Adaptado Nos trechos acabou com o primeiro setor (L. 6) e alcanar praticamente o controle do setor (L. 16-17), a palavra sublinhada refere-se, respectivamente, a

Questão 51
2016Português

(FUVEST -2016 - 1 FASE) Seria ingenuidade procurar nos provrbios de qualquer povo uma filosofia coerente, uma arte de viver. coisa sabida que a cada provrbio, por assim dizer, responde outro, de sentido oposto. A quem preconiza o sbio limite das despesas, porque vintm poupado, vintm ganhado, replicar o vizinho farrista, com razo igual: Da vida nada se leva. (...) Mais aconselhvel procurarmos nos anexins no a sabedoria de um povo, mas sim o espelho de seus costumes peculiares, os sinais de seu ambiente fsico e de sua histria. As diferenas na expresso de uma sentena observveis de uma terra para outra podem divertir o curioso e, s vezes, at instruir o etngrafo. Povo martimo, o portugus assinala semelhana grande entre pai e filho, lembrando que filho de peixe, peixinho . J os hngaros, ao formularem a mesma verdade, no pensavam nem em peixe, nem em mar; ao olhar para o seu quintal, notaram que a ma no cai longe da rvore. Paulo Rnai, Como aprendi o portugus e outras aventuras No texto, a funo argumentativa do provrbio Da vida nada se leva expressar uma filosofia de vida contrria que est presente em vintm poupado, vintm ganhado. Tambm contrrio a esse ltimo provrbio o ensinamento expresso em:

Questão 52
2016Português

(FUVEST - 2016 - 1 FASE) Seria ingenuidade procurar nos provrbios de qualquer povo uma filosofia coerente, uma arte de viver. coisa sabida que a cada provrbio, por assim dizer, responde outro, de sentido oposto. A quem preconiza o sbio limite das despesas, porque vintm poupado, vintm ganhado, replicar o vizinho farrista, com razo igual: Da vida nada se leva. (...) Mais aconselhvel procurarmos nos anexins no a sabedoria de um povo, mas sim o espelho de seus costumes peculiares, os sinais de seu ambiente fsico e de sua histria. As diferenas na expresso de uma sentena observveis de uma terra para outra podem divertir o curioso e, s vezes, at instruir o etngrafo. Povo martimo, o portugus assinala semelhana grande entre pai e filho, lembrando que filho de peixe, peixinho . J os hngaros, ao formularem a mesma verdade, no pensavam nem em peixe, nem em mar; ao olhar para o seu quintal, notaram que a ma no cai longe da rvore. Paulo Rnai, Como aprendi o portugus e outras aventuras Considere as seguintes afirmaes sobre os dois provrbios citados no terceiro pargrafo do texto. I. A origem do primeiro, de acordo com o autor, est ligada histria do povo que o usa. II. Em seu sentido literal, o segundo expressa costumes peculiares dos hngaros. III. A observao das diferenas de expresso entre esses provrbios pode, segundo o pensamento do autor, ter interesse etnogrfico. Est correto apenas o que se afirma em:

Questão 53
2016Português

(FUVEST -2016 - 1 FASE) Omolu espalhara a bexiga na cidade. Era uma vingana contra a cidade dos ricos. Mas os ricos tinham a vacina, que sabia Omolu de vacinas? Era um pobre deus das florestas dfrica. Um deus dos negros pobres. Que podia saber de vacinas? Ento a bexiga desceu e assolou o povo de Omolu. Tudo que Omolu pde fazer foi transformar a bexiga de negra em alastrim, bexiga branca e tola. Assim mesmo morrera negro, morrera pobre. Mas Omolu dizia que no fora o alastrim que matara. Fora o 1 lazareto. Omolu s queria com o alastrim marcar seus filhinhos negros. O lazareto que os matava. Mas as macumbas pediam que ele levasse a bexiga da cidade, levasse para os ricos latifundirios do serto. Eles tinham dinheiro, lguas e lguas de terra, mas no sabiam tampouco da vacina. O Omolu diz que vai pro serto. E os negros, os ogs, as filhas e pais de santo cantam: Ele mesmo nosso pai e quem pode nos ajudar... Omolu promete ir. Mas para que seus filhos negros no o esqueam avisa no seu cntico de despedida: Ora, adeus, meus filhinhos, Queu vou e torno a vort... E numa noite que os atabaques batiam nas macumbas, numa noite de mistrio da Bahia, Omolu pulou na mquina da Leste Brasileira e foi para o serto de Juazeiro. A bexiga foi com ele. Jorge Amado, Capites da Areia. 1 lazareto: estabelecimento para isolamento sanitrio de pessoas atingidas por determinadas doenas. Considere as seguintes afirmaes referentes ao texto de Jorge Amado: I. Do ponto de vista do excerto, considerado no contexto da obra a que pertence, a religio de origem africana comporta um aspecto de resistncia cultural e poltica. II. Fica pressuposta no texto a ideia de que, na poca em que se passa a histria nele narrada, o Brasil ainda conservava formas de privao de direitos e de excluso social advindas do perodo colonial. III. Os contrastes de natureza social, cultural e regional que o texto registra permitem concluir corretamente que o Brasil passou por processos de modernizao descompassados e desiguais. Est correto o que se afirma em

Questão 54
2016Português

(FUVEST - 2016 - 1 FASE) Omolu espalhara a bexiga na cidade. Era uma vingana contra a cidade dos ricos. Mas os ricos tinham a vacina, que sabia Omolu de vacinas? Era um pobre deus das florestas dfrica. Um deus dos negros pobres. Que podia saber de vacinas? Ento a bexiga desceu e assolou o povo de Omolu. Tudo que Omolu pde fazer foi transformar a bexiga de negra em alastrim, bexiga branca e tola. Assim mesmo morrera negro, morrera pobre. Mas Omolu dizia que no fora o alastrim que matara. Fora o 1lazareto. Omolu s queria com o alastrim marcar seus filhinhos negros. O lazareto que os matava. Mas as macumbas pediam que ele levasse a bexiga da cidade, levasse para os ricos latifundirios do serto. Eles tinham dinheiro, lguas e lguas de terra, mas no sabiam tampouco da vacina. O Omolu diz que vai pro serto. E os negros, os ogs, as filhas e pais de santo cantam: Ele mesmo nosso pai e quem pode nos ajudar... Omolu promete ir. Mas para que seus filhos negros no o esqueam avisa no seu cntico de despedida: Ora, adeus, meus filhinhos, Queu vou e torno a vort... E numa noite que os atabaques batiam nas macumbas, numa noite de mistrio da Bahia, Omolu pulou na mquina da Leste Brasileira e foi para o serto de Juazeiro. A bexiga foi com ele. Jorge Amado, Capites da Areia. 1lazareto: estabelecimento para isolamento sanitrio de pessoas atingidas por determinadas doenas. Costuma-se reconhecer que Capites da Areia pertence ao assim chamado romance de 1930, que registra importantes transformaes pelas quais passava o Modernismo no Brasil, medida que esse movimento se expandia e diversificava. No excerto, considerado no contexto do livro de que faz parte, constitui marca desse pertencimento

Questão 55
2016BiologiaPortuguês

(FUVEST - 2016 - 1 FASE) Omolu espalhara a bexiga na cidade. Era uma vingana contra a cidade dos ricos. Mas os ricos tinham a vacina, que sabia Omolu de vacinas? Era um pobre deus das florestas dfrica. Um deus dos negros pobres. Que podia saber de vacinas? Ento a bexiga desceu e assolou o povo de Omolu. Tudo que Omolu pde fazer foi transformar a bexiga de negra em alastrim, bexiga branca e tola. Assim mesmo morrera negro, morrera pobre. Mas Omolu dizia que no fora o alastrim que matara. Fora o 1 lazareto. Omolu s queria com o alastrim marcar seus filhinhos negros. O lazareto que os matava. Mas as macumbas pediam que ele levasse a bexiga da cidade, levasse para os ricos latifundirios do serto. Eles tinham dinheiro, lguas e lguas de terra, mas no sabiam tampouco da vacina. O Omolu diz que vai pro serto. E os negros, os ogs, as filhas e pais de santo cantam: Ele mesmo nosso pai e quem pode nos ajudar... Omolu promete ir. Mas para que seus filhos negros no o esqueam avisa no seu cntico de despedida: Ora, adeus, meus filhinhos, Queu vou e torno a vort... E numa noite que os atabaques batiam nas macumbas, numa noite de mistrio da Bahia, Omolu pulou na mquina da Leste Brasileira e foi para o serto de Juazeiro. A bexiga foi com ele. Jorge Amado, Capites da Areia. 1 lazareto: estabelecimento para isolamento sanitrio de pessoas atingidas por determinadas doenas. As informaes contidas no texto permitem concluir corretamente que a doena de que nele se fala caracteriza-se como

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