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Questão 10
2005História

(FUVEST - 2005 - 2FASE) Esta fotografia mostra So Paulo, em 1950. Observe-a e responda: a) Que smbolos da modernidade nela aparecem? b) Por que So Paulo, a exemplo de outras cidades brasileiras, cresceu tanto a partir da dcada de 1950?

Questão 11
2005Português

(FUVEST - 2005 - 1 FASE)Texto para as questes Assim, pois, o sacristo da S, um dia, ajudando missa, viu entrar a dama, que devia ser sua colaboradora na vida de Dona Plcida. Viu-a outros dias, durante semanas inteiras, gostou, disse-lhe alguma graa, pisou--lhe o p, ao acender os altares, nos dias de festa. Ela gostou dele, acercaram-se, amaram-se. Dessa conjuno de luxrias vadias brotou Dona Plcida. de crer que Dona Plcida no falasse ainda quando nasceu, mas se falasse podia dizer aos autores de seus dias: - Aqui estou. Para que me chamastes? E o sacristo e a sacrist naturalmente lhe responderiam: - Chamamos-te para queimar os dedos nos tachos, os olhos na costura, comer mal, ou no comer, andar de um lado para outro, na faina, adoecendo e sarando, com o fim de tornar a adoecer e sarar outra vez, triste agora, logo desesperada, amanh resignada, mas sempre com as mos no tacho e os olhos na costura, at acabar um dia na lama ou no hospital; foi para isso que te chamamos, num momento de simpatia. (Machado de Assis, Memrias pstumas de Brs Cubas) Tal como narradas neste trecho, as circunstncias que levam ao nascimento de Dona Plcida apresentam semelhana maior com as que conduzem ao nascimento da personagem

Questão 12
2005Português

(FUVEST - 2005 - 1 FASE)Texto para as questes - Assim, pois, o sacristo da S, um dia, ajudando a missa, viu entrar a dama, que devia ser sua colaboradora na vida de D. Plcida. Viu-a outros dias, durante semanas inteiras, gostou, disse-lhe alguma graa, pisou-lhe o p, ao acender os altares, nos dias de festa. Ela gostou dele, acercaram-se, amaram-se. Dessa conjuno de luxrias vadias brotou D. Plcida. de crer que D. Plcida no falasse ainda quando nasceu, mas se falasse podia dizer aos autores de seus dias: - Aqui estou. Para que me chamastes? E o sacristo e a sacrist naturalmente lhe responderiam: - Chamamos-te para queimar os dedos nos tachos, os olhos na costura, comer mal, ou no comer, andar de um lado para outro, na faina, adoecendo e sarando, com o fim de tornar a adoecer e sarar outra vez, triste agora, logo desesperada, amanh resignada, mas sempre com as mos no tacho e os olhos na costura, at acabar um dia na lama ou no hospital; foi para isso que te chamamos, num momento de simpatia. (Machado de Assis, Memrias Pstumas de Brs Cubas) ________________________________________________________________________________________________________________________________________ Consideradas no contexto em que ocorrem, constituem um caso de anttese as expresses

Questão 13
2005Português

(FUVEST - 2005 - 1 FASE) Texto para as questes. Assim, pois, o sacristo da S, um dia. ajudando a missa, viu entrar a dama, que devia ser sua colaboradora na vida de Dona Plcida. Viu-a outros dias, durante semanas inteiras, gostou, disse-lhe alguma graa, pisou-lhe o p, ao acender os altares, nos dias de festa. Ela gostou dele, acercaram-se, amaram-se. Dessa conjuno de luxrias vadias brotou D. Plcida. de crer que D. Plcida no falasse ainda quando nasceu, mas se falasse podia dizer aos autores de seus dias: Aqui estou. Para que me chamastes? E o sacristo e a sacrist naturalmente lhe responderiam: Chamamos-te para queimar os dedos nos tachos, os olhos na costura, comer mal, ou no comer, andar de um lado para outro, na faina, adoecendo e sarando, com o fim de tornar a adoecer e sarar outra vez, triste agora, logo desesperada, amanh resignada, mas sempre com as mos no tacho e os olhos na costura, at acabar um dia na lama ou no hospital; foi para isso que te chamamos, num momento de simpatia. (Machado de Assis, Memrias Pstumas de Brs Cubas) Dos verbos no infinitivo que ocorrem na resposta do sacristo e da sacrist, o nico que deve ser entendido necessariamente, em dois sentidos diferentes :

Questão 14
2005Português

(FUVEST - 2005 - 1 FASE)Texto para as questes - Assim, pois, o sacristo da S, um dia, ajudando a missa, viu entrar a dama, que devia ser sua colaboradora na vida de D. Plcida. Viu-a outros dias, durante semanas inteiras, gostou, disse-lhe alguma graa, pisou-lhe o p, ao acender os altares, nos dias de festa. Ela gostou dele, acercaram-se, amaram-se. Dessa conjuno de luxrias vadias brotou D. Plcida. de crer que D. Plcida no falasse ainda quando nasceu, mas se falasse podia dizer aos autores de seus dias: - Aqui estou. Para que me chamastes? E o sacristo e a sacrist naturalmente lhe responderiam: - Chamamos-te para queimar os dedos nos tachos, os olhos na costura, comer mal, ou no comer, andar de um lado para outro, na faina, adoecendo e sarando, com o fim de tornar a adoecer e sarar outra vez, triste agora, logo desesperada, amanh resignada, mas sempre com as mos no tacho e os olhos na costura, at acabar um dia na lama ou no hospital; foi para isso que te chamamos, num momento de simpatia. (Machado de Assis, Memrias Pstumas de Brs Cubas) ________________________________________________________________________________________________________________________________________ A palavra assinalada no trecho que devia ser sua colaboradora na vida de Dona Plcida mantm uma relao sinonmica com a palavra dia(s) em:

Questão 16
2005Português

(FUVEST - 2005 - 1 FASE) Texto para as questes. ESCREVO-LHE ESTA CARTA... Um ano depois, programa de alfabetizao no Acre apresenta resultados acima da mdia e, como prova final, bilhetes comoventes Repleto de adultos recm-alfabetizados, o Teatro Plcido de Castro, na capital do Acre, Rio Branco, quase veio abaixo com a leitura do bilhete escrito pela dona de casa Sebastiana Costa para o marido: Manoel, eu fui para aula. Se quiser comida esquente. Foi eu que escrevi. Atordoada com os aplausos, a franzina Sebastiana desceu do palco com a cabea baixa e os ombros encurvados. Casada h trinta anos e me de oito filhos, ela s descontraiu um pouco quando a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, comentou que o bilhete no precisava ser interpretado como um desaforo, embora passasse um sentimento de libertao. Alfabetizada apenas aos dezessete anos, a ministra Marina conhece como poucos o drama daqueles que no so capazes de decifrar o letreiro de um nibus ou de rabiscar uma simples mensagem. (Revista ISTO) O bilhete escrito por Sebastiana Costa tem linguagem simples, mas nem por isso o que dizem suas palavras deixa de conotar um significado mais profundo,

Questão 17
2005Português

(FUVEST -2005 - 1 FASE)Texto para as questes ESCREVO-LHE ESTA CARTA... Um ano depois, programa de alfabetizao no Acre apresenta resultados acima da mdia e, como prova final, bilhetes comoventes Repleto de adultos recm-alfabetizados, o Teatro Plcido de Castro, na capital do Acre, Rio Branco, quase veio abaixo com a leitura do bilhete escrito pela dona de casa Sebastiana Costa para o marido: Manoel, eu fui para aula. Se quiser comida esquente. Foi eu que escrevi. Atordoada com os aplausos, a franzina Sebastiana desceu do palco com a cabea baixa e os ombros encurvados. Casada h trinta anos e me de oito filhos, ela s descontraiu um pouco quando a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, comentou que o bilhete no precisava ser interpretado como um desaforo, embora passasse um sentimento de libertao. Alfabetizada apenas aos dezessete anos, a ministra Marina conhece como poucos o drama daqueles que no so capazes de decifrar o letreiro de um nibus ou de rabiscar uma simples mensagem. (Revista ISTO) O ttulo Escrevo-lhe esta carta...

Questão 18
2005Português

(FUVEST - 2005 - 1 FASE)Texto para as questes Sim, que, parte o sentido prisco, valia o ileso gume do vocbulo pouco visto e menos ainda ouvido, raramente usado, melhor fora se jamais usado. Porque, diante de um gravat, selva moldada em jarro jnico, dizer-se apenas drimirim ou amormeuzinho justo; e, ao descobrir, no meio da mata, um angelim que atira para cima cinqenta metros de tronco e fronde, quem no ter mpeto de criar um vocativo absurdo e brad-lo colossalidade! na direo da altura? (Joo Guimares Rosa, So Marcos, in Sagarana) prisco = antigo, relativo a tempos remotos. gravat = planta da famlia das bromeliceas. Neste excerto, o narrador do conto So Marcos expe alguns traos de estilo que correspondem a caractersticas mais gerais dos textos do prprio autor, Guimares Rosa. Entre tais caractersticas s NO se encontra

Questão 19
2005Português

(FUVEST - 2005 - 1 FASE)Texto para as questes Sim, que, parte o sentido prisco, valia o ileso gume do vocbulo pouco visto e menos ainda ouvido, raramente usado, melhor fora se jamais usado. Porque, diante de um gravat, selva moldada em jarro jnico, dizer-se apenas drimirim ou amormeuzinho justo; e, ao descobrir, no meio da mata, um angelim que atira para cima cinqenta metros de tronco e fronde, quem no ter mpeto de criar um vocativo absurdo e brad-lo colossalidade! na direo da altura? (Joo Guimares Rosa, So Marcos, in Sagarana) prisco = antigo, relativo a tempos remotos. gravat = planta da famlia das bromeliceas. Comparando-se as concepes relativas natureza presentes no excerto de Guimares Rosa com as que se manifestam nos poemas de Alberto Caeiro, verifica-se que em Rosa, , ao passo que, em Caeiro, Mantida a seqncia, os espaos pontilhados podem ser preenchidos corretamente pelo que est em:

Questão 20
2005Português

(FUVEST - 2005 - 1 FASE)Texto para as questes Sim, que, parte o sentido prisco, valia o ileso gume do vocbulo pouco visto e menos ainda ouvido, raramente usado, melhor fora se jamais usado. Porque, diante de um gravat, selva moldada em jarro jnico, dizer-se apenas drimirim ou amormeuzinho justo; e, ao descobrir, no meio da mata, um angelim que atira para cima cinqenta metros de tronco e fronde, quem no ter mpeto de criar um vocativo absurdo e brad-lo colossalidade! na direo da altura? (Joo Guimares Rosa, So Marcos, in Sagarana) prisco = antigo, relativo a tempos remotos. gravat = planta da famlia das bromeliceas. Devo registrar aqui uma alegria. que a moa num aflitivo domingo sem farofa teve uma inesperada felicidade que era inexplicvel: no cais do porto viu um arcoris. Experimentando o leve xtase, ambicionou logo outro: queria ver, como uma vez em Macei, espocarem mudos fogos de artifcio. Ela quis mais porque mesmo uma verdade que quando se d a mo, essa gentinha quer todo o resto, o z-povinho sonha com fome de tudo. E quer mas sem direito algum, pois no ? (Clarice Lispector, A hora da estrela) Considerando-se no contexto da obra o trecho sublinhado, correto afirmar que, nele, o narrador

Questão 21
2005Matemática

(FUVEST - 2005 - 1 FASE)Um supermercado adquiriu detergentes nos aromas limo e coco. A compra foi entregue, embalada em 10 caixas, com 24 frascos em cada caixa. Sabendo-se que cada caixa continha 2 frascos de detergentes a mais no aroma limo do que no aroma coco, o nmero de frascos entregues, no aroma limo, foi

Questão 22
2005Matemática

(FUVEST - 2005 - 1 FASE) O menor nmero inteiro positivo que devemos adicionar a 987 para que a soma seja o quadrado de um nmero inteiro positivo

Questão 23
2005Matemática

(FUVEST - 2005 - 1 FASE)O Sr. Reginaldo tem dois filhos, nascidos respectivamente em 1/1/2000 e 1/1/2004. Em testamento, ele estipulou que sua fortuna deve ser dividida entre os dois filhos, de tal forma que (1) os valores sejam proporcionais s idades; (2) o filho mais novo receba, pelo menos, 75% do valor que o mais velho receber. O primeiro dia no qual o testamento poder ser cumprido :

Questão 24
2005Matemática

(FUVEST - 2005 - 1 FASE)Sabe-se que x = 1 raiz da equao (cos2) x2 (4 cos sen ) x + sen = 0, sendo e os ngulos agudos indicados no tringulo retngulo da figura abaixo. Pode-se ento afirmar que as medidas de e so, respectivamente,

Questão 25
2005Matemática

(FUVEST - 2005 - 1 FASE) Na figura, ABC e CDE so tringulos retngulos, AB = 1, BC = 3e BE =2DE. Logo, a medida de AE

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