Gabarito FUVEST - Provas Anteriores

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Questão 1
2005Português

(FUVEST - 2005 - 1 FASE)Texto para as questes O filme Cazuza O tempo no pra me deixou numa espcie de felicidade pensativa. Tento explicar por qu. Cazuza mordeu a vida com todos os dentes. A doena e a morte parecem ter-se vingado de sua paixo exagerada de viver. impossvel sair da sala de cinema sem se perguntar mais uma vez: o que vale mais, a preservao de nossas foras, que garantiria uma vida mais longa, ou a livre procura da mxima intensidade e variedade de experincias? Digo que a pergunta se apresenta mais uma vez porque a questo hoje trivial e, ao mesmo tempo, persecutria. (...) Obedecemos a uma proliferao de regras que so ditadas pelos progressos da preveno. Ningum imagina que comer banha, fumar, tomar pinga, transar sem camisinha e combinar, sei l, nitratos com Viagra seja uma boa idia. De fato no . primeira vista, parece lgico que concordemos sem hesitao sobre o seguinte: no h ou no deveria haver prazeres que valham um risco de vida ou, simplesmente, que valham o risco de encurtar a vida. De que adiantaria um prazer que, por assim dizer, cortasse o galho sobre o qual estou sentado? Os jovens tm uma razo bsica para desconfiar de uma moral prudente e um pouco avara que sugere que escolhamos sempre os tempos suplementares. que a morte lhes parece distante, uma coisa com a qual a gente se preocupar mais tarde, muito mais tarde. Mas sua vontade de caminhar na corda bamba e sem rede no apenas a inconscincia de quem pode esquecer que o tempo no pra. tambm (e talvez sobretudo) um questionamento que nos desafia: para disciplinar a experincia, ser que temos outras razes que no sejam s a deciso de durar um pouco mais? (Contardo Calligaris, Folha de S. Paulo) A reao caracterizada como uma espcie de felicidade pensativa justifica-se, no texto, pelo fato de que o filme a que o autor assistiu

Questão 1
2005Geografia

(FUVEST - 2005 - 2FASE)Nas ltimas dcadas, em Davos, na Sua, vem ocorrendo anualmente um dos mais importantes eventos sobre a economia mundial. Participam dele especialistas, empresrios e governantes que se dedicam a discusso e proposio de metas econmico-financeiras para o planeta. No final da dcada de 1990, diversas entidades no-governamentais de vrios pases associaram-se para se contrapor s resolues de Davos, criando um outro tipo de evento global, que tambm vem sendo realizado anualmente desde 2001. a) Identifique os eventos citados. b) Caracterize o evento de contraposio mencionado quanto a seus objetivos e participantes.

Questão 1
2005Química

(FUVEST - 2005 - 2FASE)Palndromo Diz-se da frase ou palavra que, ou se leia da esquerda para a direita, ou da direita para a esquerda, tem o mesmo sentido. Aurlio. Novo Dicionrio da Lngua Portuguesa, 2a ed., 40a imp., Rio de Janeiro, Ed. Nova Fronteira, 1986, p.1251. Roma me tem amor e a nonanona so exemplos de palndromo. A nonanona um composto de cadeia linear. Existem quatro nonanonas ismeras. a) Escreva a frmula estrutural de cada uma dessas nonanonas. b) Dentre as frmulas do item a, assinale aquela que poderia ser considerada um palndromo. c) De acordo com a nomenclatura qumica, podem-se dar dois nomes para o ismero do item b. Quais so esses nomes?

Questão 1
2005Matemática

(FUVEST - 2005 - 2FASE)Para a fabricao de bicicletas, uma empresa comprou unidades do produto A, pagando R$ 96,00, e unidades do produto B, pagando R$ 84,00. Sabendo-se que o total de unidades compradas foi de 26 e que o preo unitrio do produto A excede em R$ 2,00 o preo unitrio do produto B, determine o nmero de unidades de A que foi comprado.

Questão 2
2005Português

(FUVEST - 2005 - 2FASE)Leia o seguinte texto: Os irmos Villas Bas no conseguiram criar, como queriam, outros parques indgenas em outras reas. Mas o que criaram dura at hoje, neste pas juncado de runas novas. a) Identifique o recurso expressivo de natureza semntica presente na expresso runas novas. b) Que prtica brasileira criticada no trecho pas juncado (=coberto) de runas novas?

Questão 2
2005Português

(FUVEST - 2005 - 1 FASE)Texto para as questes O filme Cazuza O tempo no pra me deixou numa espcie de felicidade pensativa. Tento explicar por qu. Cazuza mordeu a vida com todos os dentes. A doena e a morte parecem ter-se vingado de sua paixo exagerada de viver. impossvel sair da sala de cinema sem se perguntar mais uma vez: o que vale mais, a preservao de nossas foras, que garantiria uma vida mais longa, ou a livre procura da mxima intensidade e variedade de experincias? Digo que a pergunta se apresenta mais uma vez porque a questo hoje trivial e, ao mesmo tempo, persecutria. (...) Obedecemos a uma proliferao de regras que so ditadas pelos progressos da preveno. Ningum imagina que comer banha, fumar, tomar pinga, transar sem camisinha e combinar, sei l, nitratos com Viagra seja uma boa idia. De fato no . primeira vista, parece lgico que concordemos sem hesitao sobre o seguinte: no h ou no deveria haver prazeres que valham um risco de vida ou, simplesmente, que valham o risco de encurtar a vida. De que adiantaria um prazer que, por assim dizer, cortasse o galho sobre o qual estou sentado? Os jovens tm uma razo bsica para desconfiar de uma moral prudente e um pouco avara que sugere que escolhamos sempre os tempos suplementares. que a morte lhes parece distante, uma coisa com a qual a gente se preocupar mais tarde, muito mais tarde. Mas sua vontade de caminhar na corda bamba e sem rede no apenas a inconscincia de quem pode esquecer que o tempo no pra. tambm (e talvez sobretudo) um questionamento que nos desafia: para disciplinar a experincia, ser que temos outras razes que no sejam s a deciso de durar um pouco mais? (Contardo Calligaris, Folha de S. Paulo) Considerando-se o contexto, traduz-se corretamente o sentido de uma frase do texto em:

Questão 2
2005Biologia

(FUVEST - 2005 - 2FASE)Considere o corao dos vertebrados. a) Que caracterstica do corao dos mamferos impede a mistura do sangue venoso e arterial? b) Que outros vertebrados possuem corao com essa estrutura? c) Por quais cmaras cardacas o sangue desses animais passa desde que sai dos pulmes at seu retorno a esses mesmos rgos?

Questão 2
2005História

(FUVEST - 2005 - 2FASE)Curiosamente, apesar das limitaes impostas por uma base material e tcnica rudimentar, a Europa medieval tardia (sculos XII a XV) vivenciou, pelo menos no plano da religio e do ensino nas universidades, uma unidade to ou mais intensa do que a da atual Unio Europia, alicerada na complexa economia capitalista. Em face disso, indique: a) Como foi possvel, naquela poca, diante da precariedade das comunicaes e da base material, ocorrer essa integrao? b) As principais caractersticas das universidades medievais.

Questão 2
2005Matemática

(FUVEST - 2005 - 2FASE)Diz-se que a matriz quadrada A tem posto 1 se uma de suas linhas no-nula e as outras so mltiplas dessa linha. Determine os valores de a, b e c para os quais a matriz 3x3 tem posto 1.

Questão 2
2005Geografia

(FUVEST - 2005 - 2FASE) a) Identifique o relevo submarino, apontado pela flecha negra, na ilustrao. b) Explique sua formao, considerando a dinmica da crosta terrestre.

Questão 2
2005Química

(FUVEST - 2005 - 2FASE)Industrialmente, o clorato de sdio produzido pela eletrlise da salmoura* aquecida, em uma cuba eletroltica, de tal maneira que o cloro formado no anodo se misture e reaja com o hidrxido de sdio formado no catodo. A soluo resultante contm cloreto de sdio e clorato de sdio. Ao final de uma eletrlise de salmoura, retiraram-se da cuba eletroltica, a 90 o C, 310 g de soluo aquosa saturada tanto de cloreto de sdio quanto de clorato de sdio. Essa amostra foi resfriada a 25 o C, ocorrendo a separao de material slido. a) Quais as massas de cloreto de sdio e de clorato de sdio presentes nos 310 g da amostra retirada a 90 o C? Explique. b) No slido formado pelo resfriamento da amostra a 25 o C, qual o grau de pureza (% em massa) do composto presente em maior quantidade? c) A dissoluo, em gua, do clorato de sdio libera ou absorve calor? Explique. * salmoura = soluo aquosa saturada de cloreto de sdio

Questão 2
2005Física

(FUVEST - 2005 - 2FASE)Num espetculo de fogos de artifcio, um rojo, de massa M0 = 0,5 kg, aps seu lanamento, descreve no cu a trajetria indicada na figura. No ponto mais alto de sua trajetria (ponto P), o rojo explode, dividindo-se em dois fragmentos, A e B, de massas iguais a M0/2. Logo aps a exploso, a velocidade horizontal de A, VA, nula, bem como sua velocidade vertical. a) Determine o intervalo de tempo T0, em segundos, transcorrido entre o lanamento do rojo e a exploso no ponto P. b) Determine a velocidade horizontal VB, do fragmento B, logo aps a exploso, em m/s. c) Considerando apenas o que ocorre no momento da exploso, determine a energia E0 fornecida pelo explosivo aos dois fragmentos A e B, em joules.

Questão 3
2005Biologia

(FUVEST - 2005 - 2FASE)A seguir so mostradas duas propostas de rvores filogenticas (I e II) para diversos grupos de animais invertebrados e fotos de animais (a, b, c), pertencentes a alguns desses grupos. a) Indique em qual das rvores os animais das fotos a e b so mais proximamente aparentados sob o ponto de vista evolutivo. Justifique sua resposta. b) Cite um outro animal includo no grupo taxonmico, mostrado nas rvores, ao qual pertence o animal da foto c. c) Quanto ao modo de respirao, qual dos trs animais (a, b, c) apresenta menor adaptao vida em terra firme? Por qu?

Questão 3
2005Geografia

(FUVEST - 2005 - 2FASE) Em setembro de 2004, a tomada de uma escola em Osstia do Norte, na cidade de Beslan, por terroristas tchetchenos, e a violenta reao russa provocaram centenas de mortes e feridos alm de uma grande indignao mundial. Explique o conflito da Tchetchnia, contextualizando geograficamente seu territrio (aspectos fsicos e scioeconmicos).

Questão 3
2005Física

(FUVEST - 2005 - 2FASE)Um sistema mecnico faz com que um corpo de massa M0, aps um certo tempo em queda, atinja uma velocidade descendente constante V0, devido ao efeito do movimento de outra massa m, que age como freio. A massa m vinculada a uma haste H, presa ao eixo E de um cilindro C, de raio R0, conforme mostrado na figura. Quando a massa M0 cai, desenrola-se um fio que movimenta o cilindro e o eixo, fazendo com que a massa m descreva um movimento circular de raio R0. A velocidade V0 mantida constante, pela fora de atrito, entre a massa m e a parede A, devido ao coeficiente de atrito entre elas e fora centrpeta que age sobre essa massa. Para tal situao, em funo dos parmetros m, M0, R0, V0, e g, determine a) o trabalho Tg, realizado pela fora da gravidade, quando a massa M0 percorre uma distncia vertical correspondente a uma volta completa do cilindro C. b) o trabalho TA, dissipado pela fora de atrito, quando a massa m realiza uma volta completa. c) a velocidade V0, em funo das demais variveis.

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