Gabarito FUVEST - Provas Anteriores

Questão 33
2008Matemática

(FUVEST - 2008 - 1 FASE) Sabe-se sobre a progresso geomtrica a1, a2, a3, ... que a1 0 e a6 = .Alm disso, a progresso geomtrica a1, a5, a9, ... tem razo igual a 9. Nessas condies, o produto a2a7 vale

Questão 34
2008Matemática

(FUVEST - 2008 - 1 FASE) Os nmeros reais x e y so solues do sistema Ento vale

Questão 35
2008Matemática

(FUVEST - 2008 - 1 FASE) A soma dos valores de m para os quais x = 1 raiz da equao igual a

Questão 36
2008Matemática

(FUVEST - 2008 - 1 FASE)No retngulo ABCD da figura tem-se e . Alm disso, o ponto E pertence diagonal BD, o ponto F pertence ao lado BC e EF perpendicular a BD . Sabendo que a rea do retngulo ABCD cinco vezes a rea do tringulo BEF , ento BF mede

Questão 37
2008Matemática

(FUVEST - 2008 - 1 FASE)O tringulo ACD issceles de base CD e o segmento OA perpendicular ao plano que contm o tringulo OCD , conforme a figura: Sabendo-se que OA=3, AC=5 e , ento a rea do tringulo OCD vale

Questão 38
2008Matemática

(FUVEST - 2008 - 1 FASE) Umalotao possui trs bancos para passageiros, cada um com trs lugares, e deve transportar os trs membros da famlia Sousa, o casal Lcia e Mauro e mais quatro pessoas. Alm disso, 1. a famlia Sousa quer ocupar um mesmo banco; 2. Lcia e Mauro querem sentar-se lado a lado. Nessas condies, o nmero de maneiras distintas de dispor os nove passageiros no lotao igual a

Questão 39
2008Matemática

(FUVEST - 2008 - 1 FASE) A circunferncia dada pela equao tangente aos eixos coordenados x e y nos pontos A e B, conforme a figura. O segmento MN paralelo ao segmento AB e contm o centro C da circunferncia. correto afirmar que a rea da regio hachurada vale

Questão 40
2008Português

(FUVEST - 2008 - 1 FASE) H muitas, quase infinitas maneiras de ouvir msica. Entretanto, as trs mais freqentes distinguem-se pela tendncia que em cada uma delas se torna dominante: ouvir com o corpo, ouvir emotivamente, ouvir intelectualmente. Ouvir com o corpo empregar no ato da escuta no apenas os ouvidos, mas a pele toda, que tambm vibra ao contato com o dado sonoro: sentir em estado bruto. bastante freqente, nesse estgio da escuta, que haja um impulso em direo ao ato de danar. Ouvir emotivamente, no fundo, no deixa de ser ouvir mais a si mesmo que propriamente a msica. usar da msica a fim de que ela desperte ou reforce algo j latente em ns mesmos. Sai-se da sensao bruta e entra-se no campo dos sentimentos. Ouvir intelectualmente dar-se conta de que a msica tem, como base, estrutura e forma. Referir-se msica a partir dessa perspectiva seria atentar para a materialidade de seu discurso: o que ele comporta, como seus elementos se estruturam, qual a forma alcanada nesse processo. Adaptado de J. Jota de Moraes, O que msica. De acordo com o texto, quando uma tendncia de ouvir se torna dominante, a audio musical

Questão 41
2008Português

(FUVEST - 2008 - 1 FASE) H muitas, quase infinitas maneiras de ouvir msica. Entretanto, as trs mais freqentes distinguem-se pela tendncia que em cada uma delas se torna dominante: ouvir com o corpo, ouvir emotivamente, ouvir intelectualmente. Ouvir com o corpo empregar no ato da escuta no apenas os ouvidos, mas a pele toda, que tambm vibra ao contato com o dado sonoro: sentir em estado bruto. bastante freqente, nesse estgio da escuta, que haja um impulso em direo ao ato de danar. Ouvir emotivamente, no fundo, no deixa de ser ouvir mais a si mesmo que propriamente a msica. usar da msica a fim de que ela desperte ou reforce algo j latente em ns mesmos. Sai-se da sensao bruta e entra-se no campo dos sentimentos. Ouvir intelectualmente dar-se conta de que a msica tem, como base, estrutura e forma. Referir-se msica a partir dessa perspectiva seria atentar para a materialidade de seu discurso: o que ele comporta, como seus elementos se estruturam, qual a forma alcanada nesse processo. Adaptado de J. Jota de Moraes, O que msica. Nesse texto, o primeiro pargrafo e o conjunto dos demais articulam-se de modo a constituir, respectivamente

Questão 42
2008Português

(FUVEST - 2088 - 1 FASE) H muitas, quase infinitas maneiras de ouvir msica. Entretanto, as trs mais freqentes distinguem-se pela tendncia que em cada uma delas se torna dominante: ouvir com o corpo, ouvir emotivamente, ouvir intelectualmente. Ouvir com o corpo empregar no ato da escuta no apenas os ouvidos, mas a pele toda, que tambm vibra ao contato com o dado sonoro: sentir em estado bruto. bastante freqente, nesse estgio da escuta, que haja um impulso em direo ao ato de danar. Ouvir emotivamente, no fundo, no deixa de ser ouvir mais a si mesmo que propriamente a msica. usar da msica a fim de que ela desperte ou reforce algo j latente em ns mesmos. Sai-se da sensao bruta e entra-se no campo dos sentimentos. Ouvir intelectualmente dar-se conta de que a msica tem, como base, estrutura e forma. Referir-se msica a partir dessa perspectiva seria atentar para a materialidade de seu discurso: o que ele comporta, como seus elementos se estruturam, qual a forma alcanada nesse processo. Adaptado de J. Jota de Moraes, O que msica. Considere as seguintes afirmaes: I. Ouvir msica com o corpo senti-la em estado bruto. II. Ao ouvir-se msica emotivamente, sai-se do estado bruto. Essas afirmaes articulam-se de maneira clara e coerente no perodo:

Questão 43
2008Português

(FUVEST - 2008 - 1 FASE) S. Paulo, 13-XI-42 Murilo So 23 horas e estou honestissimamente em casa, imagine! Mas doena que me prende, irmo pequeno. Tomei com uma gripe na semana passada, depois, desensarado, com uma chuva, domingo ltimo, e o resultado foi uma sinusitezinha infernal que me inutilizou mais esta semana toda. E eu com tanto trabalho! Faz quinze dias que no fao nada, com o desnimo de apsgripe, uma moleza invencvel, e as dores e tratamento atrozes. Nesta noitinha de hoje me senti mais animado e andei trabalhandinho por a. (...) Quanto a suas reservas a palavras do poema que lhe mandei, gostei da sua habilidade em pegar todos os casos propositais. Sim senhor, seu poeta, voc at est ficando escritor e estilista. Voc tem toda a razo de no gostar do nariz furo, de comichona, etc. Mas lhe juro que o gosto consciente a da gente no gostar sensitivamente. As palavras so postas de propsito pra no gostar, devido elevao declamatria do coral que precisa ser um bocado brbara, brutal, insatisfatria e lancinante. Carece botar um pouco de insatisfao no prazer esttico, no deixar a coisa muito bem-feitinha.(...) De todas as palavras que voc recusou s uma continua me desagradando lar fechadinho, em que o carinhoso do diminutivo um desfalecimento no grandioso do coral. Mrio de Andrade, Cartas a Murilo Miranda. ... estou honestissimamente em casa, imagine! Mas doena que me prende, irmo pequeno. No trecho acima, o termo grifado indica que o autor da carta pretende

Questão 44
2008Português

(FUVEST - 2008 - 1 FASE) S. Paulo, 13-XI-42 Murilo So 23 horas e estou honestissimamente em casa, imagine! Mas doena que me prende, irmo pequeno. Tomei com uma gripe na semana passada, depois, desensarado, com uma chuva, domingo ltimo, e o resultado foi uma sinusitezinha infernal que me inutilizou mais esta semana toda. E eu com tanto trabalho! Faz quinze dias que no fao nada, com o desnimo de apsgripe, uma moleza invencvel, e as dores e tratamento atrozes. Nesta noitinha de hoje me senti mais animado e andei trabalhandinho por a. (...) Quanto a suas reservas a palavras do poema que lhe mandei, gostei da sua habilidade em pegar todos os casos propositais. Sim senhor, seu poeta, voc at est ficando escritor e estilista. Voc tem toda a razo de no gostar do nariz furo, de comichona, etc. Mas lhe juro que o gosto consciente a da gente no gostar sensitivamente. As palavras so postas de propsito pra no gostar, devido elevao declamatria do coral que precisa ser um bocado brbara, brutal, insatisfatria e lancinante. Carece botar um pouco de insatisfao no prazer esttico, no deixar a coisa muito bem-feitinha.(...) De todas as palavras que voc recusou s uma continua me desagradando lar fechadinho, em que o carinhoso do diminutivo um desfalecimento no grandioso do coral. Mrio de Andrade, Cartas a Murilo Miranda. No texto, as palavras sinusitezinha e trabalhandinho exprimem, respectivamente,

Questão 45
2008Português

(FUVEST - 2008 - 1 FASE) S. Paulo, 13-XI-42 Murilo So 23 horas e estou honestissimamente em casa, imagine! Mas doena que me prende, irmo pequeno. Tomei com uma gripe na semana passada, depois, desensarado, com uma chuva, domingo ltimo, e o resultado foi uma sinusitezinha infernal que me inutilizou mais esta semana toda. E eu com tanto trabalho! Faz quinze dias que no fao nada, com o desnimo de apsgripe, uma moleza invencvel, e as dores e tratamento atrozes. Nesta noitinha de hoje me senti mais animado e andei trabalhandinho por a. (...) Quanto a suas reservas a palavras do poema que lhe mandei, gostei da sua habilidade em pegar todos os casos propositais. Sim senhor, seu poeta, voc at est ficando escritor e estilista. Voc tem toda a razo de no gostar do nariz furo, de comichona, etc. Mas lhe juro que o gosto consciente a da gente no gostar sensitivamente. As palavras so postas de propsito pra no gostar, devido elevao declamatria do coral que precisa ser um bocado brbara, brutal, insatisfatria e lancinante. Carece botar um pouco de insatisfao no prazer esttico, no deixar a coisa muito bem-feitinha.(...) De todas as palavras que voc recusou s uma continua me desagradando lar fechadinho, em que o carinhoso do diminutivo um desfalecimento no grandioso do coral. Mrio de Andrade, Cartas a Murilo Miranda. No trecho ...o gosto consciente a da gente no gostar sensitivamente, apresenta-se um jogo de idias contrrias, que tambm ocorre em

Questão 46
2008FilosofiaPortuguês

(FUVEST - 2008 - 1 FASE) No incio do sculo XVI, Maquiavel escreveu O Prncipe uma clebre anlise do poder poltico, apresentada sob a forma de lies, dirigidas ao prncipe Lorenzo de Mdicis. Assim justificou Maquiavel o carter professoral do texto: No quero que se repute presuno o fato de um homem de baixo e nfimo estado discorrer e regular sobre o governo dos prncipes; pois assim como os [cartgrafos] que desenham os contornos dos pases se colocam na plancie para considerar a natureza dos montes, e para considerar a das plancies ascendem aos montes, assim tambm, para conhecer bem a natureza dos povos, necessrio ser prncipe, e para conhecer a dos prncipes necessrio ser do povo. Traduo de Lvio Xavier, adaptada. Ao justificar a autoridade com que pretende ensinar um prncipe a governar, Maquiavel compara sua misso de um cartgrafo para demonstrar que

Questão 47
2008Português

(FUVEST - 2008 - 1 FASE) No incio do sculo XVI, Maquiavel escreveu O Prncipe uma clebre anlise do poder poltico, apresentada sob a forma de lies, dirigidas ao prncipe Lorenzo de Mdicis. Assim justificou Maquiavel o carter professoral do texto: No quero que se repute presuno o fato de um homem de baixo e nfimo estado discorrer e regular sobre o governo dos prncipes; pois assim como os [cartgrafos] que desenham os contornos dos pases se colocam na plancie para considerar a natureza dos montes, e para considerar a das plancies ascendem aos montes, assim tambm, para conhecer bem a natureza dos povos, necessrio ser prncipe, e para conhecer a dos prncipes necessrio ser do povo. Traduo de Lvio Xavier, adaptada. Est redigido com clareza, coerncia e correo o seguinte comentrio sobre o texto: