Gabarito FUVEST - Provas Anteriores

Questão 8
2006Matemática

(FUVEST - 2006)Determine os nmeros complexos z que satisfazem, simultaneamente, e Lembretes: i=-1; se w=a+bi , com a e b reais, ento e

Questão 9
2006História

(FUVEST - 2006)H consenso, entre os estudiosos, de que o perodo, compreendido entre os ltimos anos da dcada de 1940 e os primeiros da dcada de 1970 foi, para a economia capitalista, sobretudo para a dos pases mais avanados, uma verdadeira era de ouro. Caracterize essa fase do capitalismo em termos a) do chamado Estado de Bem-Estar (Welfare State). b) da chamada Guerra Fria.

Questão 9
2006Geografia

(FUVEST - 2006) A partir dos mapas, a) comente os critrios utilizados para o estabelecimento de cada uma das trs regionalizaes do Brasil. b) compare as regies Sudeste, Centro-Sul e a Regio Concentrada quanto industrializao.

Questão 9
2006Português

(FUVEST - 2006 - 1 FASE ) Leia: o Kramer apaixonou-se por uma corista que se chamava Olga. por algum motivo nunca conseguiam encontrar-se. ele gritava passando pela casa de Olga, manhzinha (ela dormia): Olga, Olga, hoje estou de folga! mas nunca se viam e penso que ele sabia que se efetivamente se deitasse com ela o sonho terminaria. sbio Kramer. nunca mais o vi. h sonhos que devem permanecer nas gavetas, nos cofres, trancados at o nosso fim. e por isso passveis de serem sonhados a vida inteira. (Hilda Hilst, Estar sendo. Ter sido.) OBSERVAES: O emprego sistemtico de minscula na abertura de perodo opo estilstica da autora. Corista = atriz/bailarina que figura em espetculo de teatro musicado. No trecho h sonhos que devem permanecer nas gavetas, nos cofres, trancados at o nosso fim., o recurso de estilo que no ocorre

Questão 9
2006Português

(FUVEST - 2006) Captulo LXVIII / O Vergalho Tais eram as reflexes que eu vinha fazendo, por aquele Valongo fora, logo depois de ver e ajustar a casa. Interrompeu-mas um ajuntamento; era um preto que vergalhava outro na praa. O outro no se atrevia a fugir; gemia somente estas nicas palavras: ⎯ No, perdo, meu senhor; meu senhor, perdo! Mas o primeiro no fazia caso, e, a cada splica, respondia com uma vergalhada nova. ⎯ Toma, diabo! dizia ele; toma mais perdo, bbado! ⎯ Meu senhor! gemia o outro. ⎯ Cala a boca, besta! replicava o vergalho. Parei, olhei... Justos cus! Quem havia de ser o do vergalho? Nada menos que o meu moleque Prudncio, ⎯ o que meu pai libertara alguns anos antes. Cheguei-me; ele deteve-se logo e pediu-me a bno; perguntei-lhe se aquele preto era escravo dele. ⎯ , sim, nhonh. ⎯ Fez-te alguma cousa? ⎯ um vadio e um bbado muito grande. Ainda hoje deixei ele na quitanda, enquanto eu ia l embaixo na cidade, e ele deixou a quitanda para ir na venda beber. ⎯ Est bom, perdoa-lhe, disse eu. Pois no, nhonh. Nhonh manda, no pede. Entra para casa, bbado! Machado de Assis, Memrias pstumas de Brs Cubas. a) Este trecho remete a episdio anterior, da mesma obra, no qual interagem Brs Cubas e Prudncio, ento crianas. Compare sucintamente os papis que as personagens desempenham nesses episdios. b) Neste trecho, a variedade lingstica utilizada pelas personagens contribui para caracteriz-las? Explique brevemente.

Questão 9
2006Matemática

(FUVEST - 2006)Considere o sistema linear nas variveis x, y e z: a) Calcule o determinante da matriz dos coeficientes do sistema linear. b) Para que valores de a, b e c o sistema linear admite solues no triviais? c) Calcule as solues do sistema quando sena=1 e cosc=1/5.

Questão 10
2006História

(FUVEST - 2006)A crise poltica que o Brasil vem enfrentando desde junho deste ano no teria ocorrido nos tempos da ditadura militar. S a democracia permite o debate pblico. De um observador, em setembro de 2005. Essa frase remete s diferenas nas relaes entre Estado e sociedade no perodo da ditadura militar e na democracia presente. Discorra sobre algumas dessas diferenas no que se refere a) ao poder legislativo e aos partidos polticos. b) imprensa.

Questão 10
2006Português

(FUVEST - 2006) Havia cinco anos que D. Felicidade o amava. (...) Accio tornara-se a sua mania: admirava a sua figura e a sua gravidade, arregalava grandes olhos para a sua eloqncia, achava-o numa linda posio. O Conselheiro era a sua ambio e o seu vcio! Havia sobretudo nele uma beleza, cuja contemplao demorada a estonteava como um vinho forte; era a calva. Sempre tivera o gosto perverso de certas mulheres pela calva dos homens, e aquele apetite insatisfeito inflamara-se com a idade. Quando se punha a olhar para a calva do Conselheiro, larga, redonda, polida, brilhante s luzes, uma transpirao ansiosa umedecia-lhe as costas, os olhos dardejavam-lhe, tinha uma vontade absurda, vida de lhe deitar as mos, palp-la, sentir-lhe as formas, amass-la, penetrar-se dela! Mas disfarava, punha-se a falar alto com um sorriso parvo, abanava-se convulsivamente, e o suor gotejava-lhe nas roscas anafadas* do pescoo. Ia para casa rezar estaes, impunha-se penitncias de muitas coroas Virgem; mas apenas as oraes findavam, comeava o temperamento a latejar. E a boa, a pobre D. Felicidade tinha agora pesadelos lascivos e as melancolias do histerismo velho. Ea de Queirs, O primo Baslio. * anafadas = gordas a) Qual a escola literria cujas caractersticas mais se fazem sentir neste trecho? Justifique brevemente sua resposta. b) Considere a seguinte afirmao: Em Ea de Queirs, a stira e a caricatura tornam-se, com frequncia, cruis e sombrias, por isso mesmo incompatveis com o riso e o humor. Essa afirmao aplica-se ao trecho acima reproduzido? Justifique sucintamente sua resposta.

Questão 10
2006Biologia

(FUVEST - 2006)No desenho abaixo, esto representados dois cromossomos de uma clula que resultou da 1 diviso da meiose de um indivduo heterozigtico AaBb. Esquematize esses cromossomos, com os genes mencionados, a) no final da interfase da clula que originou a clula do desenho. b) nas clulas resultantes da 2 diviso meitica da clula do desenho. c) em todas as clulas resultantes da meiose que originou a clula do desenho.

Questão 10
2006Geografia

(FUVEST - 2006) a) Identifique a formao vegetal representada e sua rea de ocorrncia original. b) Considerando ao menos um fator de ordem fsica, explique por que essa formao tem ocorrncias fora de sua rea nuclear. c) Identifique trs das principais atividades econmicas que promoveram a substituio de tal formao vegetal.

Questão 10
2006Matemática

(FUVEST - 2006) a) Determine os pontos A e B do plano cartesiano nos quais os grficos de e se interceptam. b) Sendo O a origem, determine o ponto C no quarto quadrante que satisfaz e que pertence reta x=2.

Questão 10
2006Português

(FUVEST - 2006 - 1 FASE ) A televiso tem de ser vista ...... um prisma crtico, principalmente as telenovelas, ..... audincia significativa. Temos de procurar saber ..... elas prendem tanto os telespectadores. Preenchem de modo correto as lacunas acima, respectivamente,

Questão 11
2006Português

(FUVEST - 2006 - 1 FASE ) Os verbos esto corretamente empregados apenas na frase:

Questão 12
2006Português

(FUVEST -2006 - 1 FASE ) Noite de S. Joo para alm do muro do meu quintal. Do lado de c, eu sem noite de S. Joo. Porque h S. Joo onde o festejam. Para mim h uma sombra de luz de fogueiras na noite, Um rudo de gargalhadas, os baques dos saltos. E um grito casual de quem no sabe que eu existo. (Alberto Caeiro, Poesia.) Considerando-se este poema no contexto das tendncias dominantes da poesia de Caeiro,pode-se afirmar que, neste texto, o afastamento da festa de So Joo vivido pelo eu-lricocomo

Questão 13
2006Português

(FUVEST -2006 - 1 FASE ) Quando ontem adormeci Na noite de So Joo Havia alegria e rumor Estrondos de bombas luzes de Bengala Vozes cantigas e risos Ao p das fogueiras acesas. No meio da noite despertei No ouvi mais vozes nem risos (...) Onde estavam os que h pouco Danavam Cantavam E riam Ao p das fogueiras acesas? - Estavam todos dormindo Estavam todos deitados Dormindo Profundamente Quando eu tinha seis anos No pude ver o fim da festa de So Joo Porque adormeci Hoje no ouo mais as vozes daquele tempo Minha av Meu av Totnio Rodrigues Tomsia Rosa Onde esto todos eles? - Esto todos dormindo Esto todos deitados Dormindo Profundamente. (Manuel Bandeira, Libertinagem.) No conhecido poema de Bandeira, aqui parcialmente reproduzido, a experincia do afastamento da festa de So Joo