Gabarito FUVEST - Provas Anteriores

Questão 68
2004Física

(FUVEST - 2004 - 1a fase) Uma unidade industrial de raios-X consiste em uma fonte X e um detector R, posicionados de forma a examinar cilindros com regies cilndricas ocas (representadas pelos crculos brancos), dispostos em uma esteira, como vistos de cima na figura. A informao obtida pela intensidade I da radiao X que atinge o detector, medida que a esteira se move com velocidade constante. O Grfico 1 representa a intensidade detectada em R para um cilindro teste homogneo. Quando no detector R for obtido o Grfico 2, possvel concluir que o objeto em exame tem uma forma semelhante a

Questão 69
2004Química

(FUVEST - 2004 - 1a fase) So animadores os nmeros da safra de gros do Brasil, que dever colher neste ano o recorde histrico de 120 milhes de toneladas. Com isto, o Brasil dever tornar-se o maior exportador mundial de soja, suplantando os Estados Unidos. Folha de So Paulo, 2003 O acrscimo de produo de soja citado acarretar I. aumento do buraco na camada de oznio, pois nas plantaes de soja so utilizados clorofluorocarbonetos como fertilizantes. II. maior consumo de gua, necessria irrigao, que, em parte, ser absorvida pelo vegetal. III. aumento da quantidade de CO 2 atmosfrico, diretamente produzido pela fotossntese. IV. aumento da rea de solos cidos, gerados pela calagem, em que se utiliza calcrio com altos teores de xido de clcio e xido de magnsio. Dessas afirmaes,

Questão 70
2004Química

(FUVEST - 2004 - 1a fase) Cinco amigos resolveram usar a tabela peridica como tabuleiro para um jogo. Regras do jogo: Para todos os jogadores, sorteia-se o nome de um objeto, cujo constituinte principal determinado elemento qumico. Cada um joga quatro vezes um dado e, a cada jogada, move sua pea somente ao longo de um grupo ou de um perodo, de acordo com o nmero de pontos obtidos no dado. O incio da contagem pelo elemento de nmero atmico 1. Numa partida, o objeto sorteado foi latinha de refrigerante e os pontos obtidos com os dados foram: Ana (3,2,6,5), Bruno (5,4,3,5), Clia (2,3,5,5), Dcio (3,1,5,1) e Elza (4,6,6,1). Assim, quem conseguiu alcanar o elemento procurado foi

Questão 71
2004Química

(FUVEST - 2004 - 1a fase) Um contraste radiolgico, suspeito de causar a morte de pelo menos 21 pessoas, tem como principal impureza txica um sal que, no estmago, reage liberando dixido de carbono e um on txico (Me2+). Me um metal que pertence ao grupo dos alcalino-terrosos, tais como Ca, Ba e Ra, cujos nmeros atmicos so, respectivamente, 20, 56 e 88. Istopos desse metal Me so produzidos no bombardeio do urnio-235 com nutrons lentos: Assim sendo, a impureza txica deve ser

Questão 72
2004Química

(FUVEST - 2004 - 1a fase) A reao de esterificao do cido etanico com etanol apresenta constante de equilbrio igual a 4, temperatura ambiente. Abaixo esto indicadas cinco situaes, dentre as quais apenas uma compatvel com a reao, considerando-se que a composio final a de equilbrio. Qual alternativa representa, nessa temperatura, a reao de esterificao citada?

Questão 73
2004Química

(FUVEST - 2004 - 1a fase) A transformao de um composto A em um composto B, at se atingir o equilbrio , foi estudada em trs experimentos. De um experimento para o outro, variou-se a concentrao inicial do reagente A ou a temperatura ou ambas. Registraram-se as concentraes de reagente e produto em funo do tempo. Com esses dados, afirma-se: I. Os experimentos 1 e 2 foram realizados mesma temperatura, pois as constantes de equilbrio correspondentes so iguais. II. O experimento 3 foi realizado numa temperatura mais elevada que o experimento 1, pois no experimento 3 o equilbrio foi atingido em um tempo menor. III. A reao endotrmica no sentido da formao do produto B. Dessas afirmaes,

Questão 74
2004Química

(FUVEST - 2004 - 1a fase) O ciclo da gua na natureza, relativo formao de nuvens, seguida de precipitao da gua na forma de chuva, pode ser comparado, em termos das mudanas de estado fsico que ocorrem e do processo de purificao envolvido, seguinte operao de laboratrio:

Questão 75
2004Química

(FUVEST - 2004 - 1a fase) Nas condies ambiente, ao inspirar, puxamos para nossos pulmes, aproximadamente, 0,5 L de ar, ento aquecido da temperatura ambiente (25C) at a temperatura do corpo (36C). Fazemos isso cerca de 16 x 103 vezes em 24 h. Se, nesse tempo, recebermos, por meio da alimentao, 1,0 x 107J de energia, a porcentagem aproximada dessa energia, que ser gasta para aquecer o ar inspirado, ser de: ar atmosfrico nas condies ambiente: densidade = 1,2 g/L calor especfico = 1,0 J g-1 C-1

Questão 76
2004Química

(FUVEST - 2004 - 1a fase) Dentre as estruturas a seguir, duas representam molculas de substncias, pertencentes mesma funo orgnica, responsveis pelo aroma de certas frutas. Essas estruturas so:

Questão 77
2004Química

(FUVEST - 2004 - 1a fase) Durante muitos anos, a gordura saturada foi considerada a grande vil das doenas cardiovasculares. Agora, o olhar vigilante de mdicos e nutricionistas volta-se contra a prima dela, cujos efeitos so ainda piores: a gordura trans. (Veja, 2003) Uma das fontes mais comuns da margarina o leo de soja, que contm triglicerdeos, steres do glicerol com cidos graxos. Alguns desses cidos graxos so: Durante a hidrogenao cataltica, que transforma o leo de soja em margarina, ligaes duplas tornam-se ligaes simples. A porcentagem dos cidos graxos A, B, C e D, que compem os triglicerdeos, varia com o tempo de hidrogenao. O grfico abaixo mostra este fato. Considere as afirmaes: I. O leo de soja original mais rico em cadeias mono-insaturadas trans do que em cis. II. A partir de cerca de 30 minutos de hidrogenao, cadeias mono-insaturadas trans so formadas mais rapidamente que cadeias totalmente saturadas. III. Nesse processo de produo de margarina, aumenta a porcentagem de compostos que, atualmente, so considerados pelos nutricionistas como nocivos sade. correto apenas o que se afirma em

Questão 78
2004Química

(FUVEST - 2004 - 1a fase) Com a finalidade de determinar a frmula de certo carbonato de um metalMe, seis amostras, cada uma de 0,0100 mol desse carbonato, foram tratadas, separadamente,com volumes diferentes de cido clordrico de concentrao 0,500 mol/L. Mediu-se o volumede gs carbnico produzido em cada experincia, mesma presso e temperatura. V(HC)/mL 30 60 90 120 150 180 V(CO2)/mL 186 372 558 744 744 744 O volume molar do gs carbnico, nas condies da experincia, igual a 24,8 L/mol Ento, a frmula do carbonato deve ser:

Questão 79
2004Química

(FUVEST - 2004 - 1a fase) Para realizar um experimento, em que produzido CO2 pela reao de um carbonato com cido clordrico, foi sugerida a aparelhagem da figura a seguir. Com essa aparelhagem, I. no ser adequado usar carbonatos solveis em gua. II. o experimento no funcionar porque o cido clordrico deve ser adicionado diretamente sobre o carbonato. III. parte do CO2 desprendido ficar dissolvido na gua. IV. o gs recolhido conter vapor dgua. Dessas afirmaes, so corretas, apenas:

Questão 80
2004Química

(FUVEST - 2004 - 1a fase) Em solvente apropriado, hidrocarbonetos com ligao dupla reagem com Br2, produzindo compostos bromados; tratados com oznio (O3) e, em seguida, com perxido de hidrognio (H2O2), produzem compostos oxidados. As equaes qumicas abaixo exemplificam essas transformaes Trs frascos, rotulados X, Y e Z, contm, cada um, apenas um dos compostos isomricos abaixo, no necessariamente na ordem em que esto apresentados: Seis amostras de mesma massa, duas de cada frasco, foram usadas nas seguintes experincias: A trs amostras, adicionou-se, gradativamente, soluo de Br2, at perdurar tnue colorao marrom. Os volumes, em mL, da soluo de bromo adicionada foram: 42,0; 42,0 e 21,0, respectivamente, para as amostras dos frascos X, Y e Z. As trs amostras restantes foram tratadas com O3 e, em seguida, com H2O2. Sentiu-se cheiro de vinagre apenas na amostra do frasco X. O contedo de cada frasco :

Questão 81
2004Inglês

(FUVEST - 2004 - 1a fase) From Susan Blackmore In his article on computers and consciousness, Igor Aleksander was quite wrong to say that Susan Blackmore...implies that constructing a machine that is conscious like us would be impossible (19 July, p 40). I do indeed claim that consciousness is an illusion. This is because it feels to us humans as though there is a continuous flow of experiences happening to an inner self, when in act, there is no such inner self. Computers have no inner self either, but if ever they start thinking they do they will become deluded like us, and hence conscious like us. And that day is surely not far off. We humans can sometimes wake up from our delusion, through intellectual insight or through practices like meditation. Maybe future computers will teach us a thing or two about waking up from illusion. Bristol, UK English (New Scientist, August 9, 2003) The author of the text criticizes

Questão 82
2004Inglês

(FUVEST - 2004 - 1a fase) From Susan Blackmore In his article on computers and consciousness, Igor Aleksander was quite wrong to say that Susan Blackmore...implies that constructing a machine that is conscious like us would be impossible (19 July, p 40). I do indeed claim that consciousness is an illusion. This is because it feels to us humans as though there is a continuous flow of experiences happening to an inner self, when in act, there is no such inner self. Computers have no inner self either, but if ever they start thinking they do they will become deluded like us, and hence conscious like us. And that day is surely not far off. We humans can sometimes wake up from our delusion, through intellectual insight or through practices like meditation. Maybe future computers will teach us a thing or two about waking up from illusion. Bristol, UK English (New Scientist, August 9, 2003) In her letter to the editor, Susan Blackmore claims that