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Questão 10
2009Matemática

(FUVEST - 2009 - 2 fase - Questo 10) A figura representa uma pirmide ABCDE, cuja base o retngulo ABCD. Sabe-se que Nessas condies, determine: a) A medida de BP . b) A rea do trapzio BCQP . c) O volume da pirmide BPQCE .

Questão 10
2009Física

(FUVEST - 2009 - 2 fase - Questo 10) Para estimar a intensidade de um campo magntico B0, uniforme e horizontal, utilizado um fio condutor rgido, dobrado com a forma e dimenses indicadas na figura, apoiado sobre suportes fixos, podendo girar livremente em torno do eixo OO. Esse arranjo funciona como uma balana para foras eletromagnticas. O fio ligado a um gerador, ajustado para que a corrente contnua fornecida seja sempre i = 2,0 A, sendo que duas pequenas chaves, A e C, quando acionadas, estabelecem diferentes percursos para a corrente. Inicialmente, com o gerador desligado, o fio permanece em equilbrio na posio horizontal. Quando o gerador ligado, com a chave A, aberta e C, fechada, necessrio pendurar uma pequena massa M1 = 0,008 kg, no meio do segmento P3-P4, para restabelecer o equilbrio e manter o fio na posio horizontal. a) Determine a intensidade da fora eletromagntica F1, em newtons, que age sobre o segmento P3P4 do fio, quando o gerador ligado com a chave A, aberta e C, fechada. b) Estime a intensidade do campo magntico B0, em teslas. c) Estime a massa M2, em kg, necessria para equilibrar novamente o fio na horizontal, quando a chave A est fechada e C, aberta. Indique onde deve ser colocada essa massa, levando em conta que a massa M1 foi retirada. NOTE E ADOTE: F = iBL Desconsidere o campo magntico da Terra. As extremidades P1, P2, P3 e P4 esto sempre no mesmo plano.

Questão 11
2009Português

(FUVEST - 2009 - 1 FASE) Observe a charge para responder s questes. O pressuposto da frase escrita no cartaz que compe a charge o de que a Amaznia est ameaada de

Questão 12
2009Português

(FUVEST - 2009 - 1 FASE)Texto para as questes. Eu amo a rua. Esse sentimento de natureza toda ntima no vos seria revelado por mim se no julgasse, e razes no tivesse para julgar, que este amor assim absoluto e assim exagerado partilhado por todos vs. Ns somos irmos, ns nos sentimos parecidos e iguais; nas cidades, nas aldeias, nos povoados, no porque soframos, com a dor e os desprazeres, a lei e a polcia, mas porque nos une, nivela e agremia o amor da rua. este mesmo o sentimento imperturbvel e indissolvel, o nico que, como a prpria vida, resiste s idades e s pocas. Tudo se transforma, tudo varia o amor, o dio, o egosmo. Hoje mais amargo o riso, mais dolorosa a ironia. Os sculos passam, deslizam, levando as coisas fteis e os acontecimentos notveis. S persiste e fica, legado das geraes cada vez maior, o amor da rua. Joo do Rio. A alma encantadora das ruas. Em nas cidades, nas aldeias, nos povoados (linha 6), hoje mais amargo o riso, mais dolorosa a ironia (linhas 12 e 13) e levando as coisas fteis e os acontecimentos notveis (linhas 13 e 14), ocorrem, respectivamente, os seguintes recursos expressivos:

Questão 13
2009Português

(FUVEST - 2009 - 1 FASE)Texto para as questes. Eu amo a rua. Esse sentimento de natureza toda ntima no vos seria revelado por mim se no julgasse, e razes no tivesse para julgar, que este amor assim absoluto e assim exagerado partilhado por todos vs. Ns somos irmos, ns nos sentimos parecidos e iguais; nas cidades, nas aldeias, nos povoados, no porque soframos, com a dor e os desprazeres, a lei e a polcia, mas porque nos une, nivela e agremia o amor da rua. este mesmo o sentimento imperturbvel e indissolvel, o nico que, como a prpria vida, resiste s idades e s pocas. Tudo se transforma, tudo varia o amor, o dio, o egosmo. Hoje mais amargo o riso, mais dolorosa a ironia. Os sculos passam, deslizam, levando as coisas fteis e os acontecimentos notveis. S persiste e fica, legado das geraes cada vez maior, o amor da rua. Joo do Rio.A alma encantadora das ruas. No texto, observa-se que o narrador se

Questão 14
2009Português

(FUVEST - 2009 - 1 FASE)Texto para as questes. Eu amo a rua. Esse sentimento de natureza toda ntima no vos seria revelado por mim se no julgasse, e razes no tivesse para julgar, que este amor assim absoluto e assim exagerado partilhado por todos vs. Ns somos irmos, ns nos sentimos parecidos e iguais; nas cidades, nas aldeias, nos povoados, no porque soframos, com a dor e os desprazeres, a lei e a polcia, mas porque nos une, nivela e agremia o amor da rua. este mesmo o sentimento imperturbvel e indissolvel, o nico que, como a prpria vida, resiste s idades e s pocas. Tudo se transforma, tudo varia o amor, o dio, o egosmo. Hoje mais amargo o riso, mais dolorosa a ironia. Os sculos passam, deslizam, levando as coisas fteis e os acontecimentos notveis. S persiste e fica, legado das geraes cada vez maior, o amor da rua. Joo do Rio.A alma encantadora das ruas. Prefixos que tm o mesmo sentido ocorrem nas seguintes palavras do texto:

Questão 15
2009Português

(FUVEST - 2009 - 1 FASE)Texto para as questes. Artistas, costureiras, soldadores e desenhistas manejam ferro, madeira, isopor e tecido. No galpo do boi Garantido, o do corao vermelho, todos se esmeram (nunca usam o verbo caprichar) para preparar um espetculo que supere o do rival. No ano passado, foi o Caprichoso, o da estrela azul, o ganhador da disputa de bois-bumb do famoso Festival de Parintins, que todo final de junho atrai cerca de cem mil pessoas para a doce ilha situada na margem direita do rio Amazonas. No curral da torcida caprichosa, alegoristas, passistas e percussionistas preferem no dizer que uma nova vitria est garantida. Dizem, sim, com todas as letras, que est assegurada. Fernanda Pompeu. Caprichada e garantida. As marcas lingsticas e o modo de organizao do discurso que caracterizam o texto so, respectivamente,

Questão 16
2009Português

(FUVEST - 2009 - 1 FASE)Texto para as questes Artistas, costureiras, soldadores e desenhistas manejam ferro, madeira, isopor e tecido. No galpo do boi Garantido, o do corao vermelho, todos se esmeram (nunca usam o verbo caprichar) para preparar um espetculo que supere o do rival. No ano passado, foi o Caprichoso, o da estrela azul, o ganhador da disputa de bois-bumb do famoso Festival de Parintins, que todo final de junho atrai cerca de cem mil pessoas para a doce ilha situada na margem direita do rio Amazonas. No curral da torcida caprichosa, alegoristas, passistas e percussionistas preferem no dizer que uma nova vitria est garantida. Dizem, sim, com todas as letras, que est assegurada. Fernanda Pompeu.Caprichada e garantida. De acordo com o texto, a escolha das palavras esmeram (linha 3) e assegurada (linha 13) motivada pelo

Questão 17
2009Português

(FUVEST - 2009 - 1 FASE)Texto para as questes. Vestindo gua, s sado o cimo do pescoo, o burrinho tinha de se enqueixar para o alto, a salvar tambm de fora o focinho. Uma peitada. Outro tacar de patas. Chu-a! Chu-a... ruge o rio, como chuva deitada no cho. Nenhuma pressa! Outra remada, vagarosa. No fim de tudo, tem o ptio, com os cochos, muito milho, na Fazenda; e depois o pasto: sombra, capim e sossego... Nenhuma pressa. Aqui, por ora, este poo doido, que barulha como um fogo, e faz medo, no novo: tudo ruim e uma s coisa, no caminho: como os homens e os seus modos, costumeira confuso. s fechar os olhos. Como sempre. Outra passada, na massa fria. E ir sem af, voga surda, amigo da gua, bem com o escuro, filho do fundo, poupando foras para o fim. Nada mais, nada de graa; nem um arranco, fora de hora. Assim. Joo Guimares Rosa. O burrinho pedrs, Sagarana. Em trecho anterior do mesmo conto, o narrador chama Sete-de-Ouros de sbio. No excerto, a sabedoria do burrinho consiste, principalmente, em

Questão 18
2009Português

(FUVEST - 2009 - 1 FASE) Texto para as questes. Vestindo gua, s sado o cimo do pescoo, o burrinho tinha de se enqueixar para o alto, a salvar tambm de fora o focinho. Uma peitada. Outro tacar de patas. Chu-a! Chu-a... ruge o rio, como chuva deitada no cho. Nenhuma pressa! Outra remada, vagarosa. No fim de tudo, tem o ptio, com os cochos, muito milho, na Fazenda; e depois o pasto: sombra, capim e sossego... Nenhuma pressa. Aqui, por ora, este poo doido, que barulha como um fogo, e faz medo, no novo: tudo ruim e uma s coisa, no caminho: como os homens e os seus modos, costumeira confuso. s fechar os olhos. Como sempre. Outra passada, na massa fria. E ir sem af, voga surda, amigo da gua, bem com o escuro, filho do fundo, poupando foras para o fim. Nada mais, nada de graa; nem um arranco, fora de hora. Assim. Joo Guimares Rosa. O burrinho pedrs,Sagarana. Quando nos apresentam os homens vistos pelos olhos dos animais, as narrativas em que aparecem o burrinho pedrs, do conto homnimo (Sagarana), os bois de Conversa de bois (Sagarana) e a cachorra Baleia (Vidas secas) produzem um efeito de

Questão 19
2009Português

(FUVEST - 2009 - 1 FASE) Texto para as questes de 17 a 20 Vestindo gua, s sado o cimo do pescoo, o burrinho tinha de se enqueixar para o alto, a salvar tambm de fora o focinho. Uma peitada. Outro tacar de patas. Chu-a! Chu-a... - ruge o rio, como chuva deitada no cho. Nenhuma pressa! Outra remada, vagarosa. No fim de tudo, tem o ptio, com os cochos, muito milho, na Fazenda; e depois o pasto: sombra, capim e sossego... Nenhuma pressa. Aqui, por ora, este poo doido, que barulha como um fogo, e faz medo, no novo: tudo ruim e uma s coisa, no caminho: como os homens e os seus modos, costumeira confuso. s fechar os olhos. Como sempre. Outra passada, na massa fria. E ir sem af, voga surda, amigo da gua, bem com o escuro, filho do fundo, poupando foras para o fim. Nada mais, nada de graa; nem um arranco, fora de hora. Assim. Joo Guimares Rosa. O burrinho pedrs, Sagarana. No conto de Guimares Rosa a que pertence o excerto, a presena de um animal que sbio e forma juzos supe uma concepo da natureza:

Questão 20
2009Português

(FUVEST - 2009 - 1 FASE) Texto para as questes de 17 a 20 Vestindo gua, s sado o cimo do pescoo, o burrinho tinha de se enqueixar para o alto, a salvar tambm de fora o focinho. Uma peitada. Outro tacar de patas. Chu-a! Chu-a... - ruge o rio, como chuva deitada no cho. Nenhuma pressa! Outra remada, vagarosa. No fim de tudo, tem o ptio, com os cochos, muito milho, na Fazenda; e depois o pasto: sombra, capim e sossego... Nenhuma pressa. Aqui, por ora, este poo doido, que barulha como um fogo, e faz medo, no novo: tudo ruim e uma s coisa, no caminho: como os homens e os seus modos, costumeira confuso. s fechar os olhos. Como sempre. Outra passada, na massa fria. E ir sem af, voga surda, amigo da gua, bem com o escuro, filho do fundo, poupando foras para o fim. Nada mais, nada de graa; nem um arranco, fora de hora. Assim. Joo Guimares Rosa. O burrinho pedrs, Sagarana. Como exemplos da expressividade sonora presente nesse excerto, podemos citar a onomatopeia, em Chu-a! Chu-a..., e a fuso de onomatopeia com aliterao, em:

Questão 21
2009Português

(FUVEST -2009 -1 FASE) Texto para as questes de 21 a 23 Assim se explicam a minha estada debaixo da janela de Capitu e a passagem de um cavaleiro, um dandy,3como ento dizamos. Montava um belo cavalo alazo, firme na sela, rdea na mo esquerda, a direita cinta, botas de verniz, figura e postura esbeltas: a cara no me era desconhecida.1Tinham passado outros, e ainda outros2viriam atrs; todos iam s suas namoradas. Era uso do tempo namorar a cavalo. Rel Alencar: Porque um estudante (dizia um dos seus personagens de teatro de 1858) no pode estar sem estas duas coisas, um cavalo e uma namorada. Rel lvares de Azevedo. Uma das suas poesias destinada a contar (1851) que residia em Catumbi, e, para ver a namorada no Catete, alugara um cavalo por trs mil-ris... Machado de Assis.Dom Casmurro. As formas verbais Tinham passado (linha 6) e viriam (linha 7) traduzem idia, respectivamente, de anterioridade e de posterioridade em relao ao fato expresso pela palavra

Questão 22
2009Português

(FUVEST - 2009 - 1 FASE) Texto para as questes. Assim se explicam a minha estada debaixo da janela de Capitu e a passagem de um cavaleiro, um dandy, como ento dizamos. Montava um belo cavalo alazo, firme na sela, rdea na mo esquerda, a direita cinta, botas de verniz, figura e postura esbeltas: a cara no me era desconhecida.1Tinham passado outros, e ainda outros viriam atrs; todos iam s suas namoradas. Era uso do tempo namorar a cavalo. Rel Alencar: Porque um estudante (dizia um dos seus personagens de teatro de 1858) no pode estar sem estas duas coisas, um cavalo e uma namorada. Rel lvares de Azevedo. Uma das suas poesias destinada a contar (1851) que residia em Catumbi, e, para ver a namorada no Catete, alugara um cavalo por trs mil-ris... Machado de Assis.Dom Casmurro. Com a frase como ento dizamos (linha 3), o narrador tem por objetivo, principalmente,

Questão 23
2009Português

(FUVEST - 2009 - 1 FASE) Texto para as questes de 21 a 23 Assim se explicam a minha estada debaixo da janela de Capitu e a passagem de um cavaleiro, um dandy, 3como ento dizamos. Montava um belo cavalo alazo, firme na sela, rdea na mo esquerda, a direita cinta, botas de verniz, figura e postura esbeltas: a cara no me era desconhecida. 1Tinham passado outros, e ainda outros 2viriam atrs; todos iam s suas namoradas. Era uso do tempo namorar a cavalo. Rel Alencar: Porque um estudante (dizia um dos seus personagens de teatro de 1858) no pode estar sem estas duas coisas, um cavalo e uma namorada. Rel lvares de Azevedo. Uma das suas poesias destinada a contar (1851) que residia em Catumbi, e, para ver a namorada no Catete, alugara um cavalo por trs mil-ris... Machado de Assis. Dom Casmurro. Considerando-se o excerto no contexto da obra a que pertence, pode-se afirmar corretamente que as referncias a Alencar e a lvares de Azevedo revelam que, em Dom Casmurro, Machado de Assis:

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